Evite Filas: TRE-PB intensifica ações de regularização do título de eleitor

Campanha para o final do alistamento eleitoral focará em três perfis de eleitorado: título cancelado, voto acessível para PCD’s e voto facultativo de jovens

foto

A Justiça Eleitoral paraibana vai intensificar as ações de mobilização para o eleitorado na reta final do alistamento eleitoral, cujo prazo se encerra no dia 6 de maio. A iniciativa, realizada pela Coordenadoria de Gestão do Cadastro e Direitos Políticos (Cogecad), prevê ações semanais voltada a diferentes perfis do eleitorado.

A campanha busca evitar filas e sobrecarga nos postos de atendimento ao eleitor e cartórios eleitorais, no prazo final do alistamento eleitoral.

A primeira ação será a Semana de Regularização da Situação Eleitoral, que ocorrerá de 16 a 20 de março. A mobilização é direcionada aos eleitores que estão com o título cancelado. Segundo o coordenador da Cogecad, Charles Oliveira, cerca de 283 mil paraibanos estão com o título cancelado. “Os eleitores e eleitoras que não votaram nem justificaram sua ausência às urnas nas três eleições consecutivas (1º e 2º turno) e em um turno da eleição seguinte tiveram o título cancelado”, disse.

foto

Antes de procurar atendimento, a orientação é que o cidadão acesse o Autoatendimento Eleitoral para consultar a situação do título por meio do site da Justiça Eleitoral ou utilize o atendimento via WhatsApp, pelo número (83) 3512-1500.

O cancelamento do título ocasiona diversos prejuízos ao cidadão, como impossibilidade de assumir cargo em concurso público, impossibilidade de solicitar empréstimo bancário, impedimento para emissão de passaporte e carteira de identidade e impedimento de realizar a primeira matrícula em universidade.

Se o eleitor tiver biometria cadastrada, poderá regularizar a situação eleitoral pelo Autoatendimento Eleitoral.

Semana do Voto Acessível

A campanha também prevê uma ação específica direcionada às pessoas com deficiência (PCDs). A iniciativa, proposta pelo Núcleo de Acessibilidade, Inclusão e Diversidade (NAID), está prevista para ocorrer entre 24 e 28 de março.

A iniciativa busca realizar a atualização cadastral desse público prioritário com o intuito de ofertar melhores condições de acessibilidade nos locais de votação. O público prioritário refere-se a pessoas com mobilidade reduzida, cadeirantes, pessoas com deficiência visual, pessoas surdas, pessoas com transtorno do espectro autista, além de outras condições que demandem atendimento diferenciado.

A Justiça Eleitoral esclarece ainda que o local de votação só será alterado caso o próprio eleitor solicite a mudança.

Semana Participação Jovem

Já a Semana de Participação Jovem tem o objetivo de estimular e facilitar o alistamento e a regularização de jovens entre 15 e 17 anos. A iniciativa visa ampliar a participação desse público nas Eleições 2026, com foco na emissão do primeiro título.

Segundo os dados, existem aproximadamente 180 mil jovens paraibanos na faixa etária de voto facultativo. Desse total, 33.546 jovens emitiram o título no ano de 2025.

www.reporteriedoferreira.com.br/saragomes/ascom/tre-pb/




Polícia Civil de Itaporanga Pb; Operação Parede de Contenção

Ilamilto Simplicio
Delegado Seccional- 17aDSPC – Itaporanga/PB.

POLÍCIA CIVIL/PB. 17ª DSPC ITAPORANGA. DELEGACIA DE COREMAS.

OPERAÇÃO PAREDE DE CONTENÇÃO – FASE 2.

A Polícia Civil da Paraíba realizou, nesta terça-feira (11), a Operação Parede de Contenção – Fase 2, no município de Coremas, no Sertão paraibano, com o objetivo de combater o tráfico de drogas na região.

A ação foi coordenada pela Delegacia de Polícia Civil de Coremas, com apoio do Grupo Tático Especial (GTE) de Itaporanga, e cumpriu mandados de busca em quatro residências, sendo duas localizadas no bairro Cabo Branco e duas no bairro Alto da Boa Vista.

Durante a operação, quatro pessoas foram presas, sendo duas mulheres e dois homens, suspeitos de envolvimento com o tráfico de entorpecentes.

Nas diligências, os policiais realizaram a apreensão de drogas como maconha, cocaína e crack, além de dinheiro em espécie, aparelhos celulares e materiais utilizados para a comercialização dos entorpecentes.

De acordo com a Polícia Civil, a Operação Parede de Contenção está em sua segunda fase e faz parte de uma estratégia de enfrentamento ao tráfico de drogas no município e em cidades da região.

As investigações continuam com o objetivo de identificar outros possíveis envolvidos na atividade criminosa.

A Polícia Civil reforça que a colaboração da população é fundamental e que denúncias anônimas podem ser feitas para auxiliar no combate à criminalidade.

www.reporteriedoferreira.com.br




Cultura Maçônica; Gilberto Lyra Stuckert Filho.

Gilberto Lyra Stuckert Filho.

Cultura Maçônica.
SACRÍLEGO – Palavra originária do latim. Trata-se da pessoa que participa de profanação de todas as coisas consideradas sagradas.
Dicionário Maçônico Cristão.
Gilberto Lyra Stuckert Filho.
Adquira o seu
2ª Edição
Nossa obra literária “Dicionário Maçônico Cristão” conhecido por todos nós na sua “2ª Edição” já está disponível para venda, reserve seu exemplar.
Se o Irmão estiver interessado em adquirir um exemplar entre em contato conosco aqui mesmo ou pelo Facebook.
Meu Fone: TIM (83) 996830033 (WhatsApp).
Email: stuckertfilho@hotmail.com
Face: Gilberto Lyra Stuckert Filho.
Abraço Fraterno.
Maçom Roberto Stuckers: Não frequentem praias que tenham mesas, cadeiras e sombrinhas ocupando a faixa de areia, tomando o espaço público de lazer. Nossas praias tem que ter por obrigação seu ambiente livre para nossa diversão e não ser tomada por barraqueiros que só fazem sujar e ocupar o lugar sagrado do banhista.
Este fenômeno está acontecendo no Brasil todo, principalmente nas praias nordestinas, provocando o acirramento com os banhistas, com os que moram no entorno, sujando e poluindo, e ainda querem ser o dono do lugar, sendo agressivos e violentos.
Já que as nossas autoridades não resolvem o impasse, vamos boicotar de forma justa e civilizada como forma de protesto e punição.



Deputados destacam diálogo de Adriano Galdino no processo de escolha dos conselheiros do TCE-PB

Em um momento significativo para a política paraibana, a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) está analisando a indicação dos nomes do secretário estadual de Infraestrutura, Deusdete Queiroga, e do deputado Taciano Diniz, para as vagas de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB). Neste contexto, a habilidade de articulação e capacidade de diálogo do presidente da ALPB, deputado Adriano Galdino, têm sido fatores cruciais no processo.

Trinta e dois parlamentares assinaram o requerimento de inscrição do secretário Deusdete, enquanto 24 estão apoiando a candidatura do deputado Taciano Diniz. Com a aprovação dos nomes na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), os processos seguirão para o Plenário da Casa de Epitácio Pessoa, onde serão apreciados em sessão ordinária prevista para esta semana.

Durante reunião da CCJ, os parlamentares ratificaram o trabalho de diálogo de Adriano Galdino. João Gonçalves, presidente da Comissão, destacou que “o presidente Galdino participa de todas as questões da Assembleia do Estado”. “Cada parlamentar é parte dessa construção, e isso é resultado do seu trabalho”, disse.

Felipe Leitão enfatizou a importância dessa construção por parte do presidente, afirmando “que ter dois conselheiros sendo eleitos sem disputa é fruto do poder de articulação e diálogo de Galdino, que se reelegeu várias vezes na ALPB de forma humana e agora garante um feito inédito com essas indicações”.

Chico Mendes, líder do governo na Assembleia, observou que o presidente Galdino tem encontrado soluções em unanimidade para assuntos polêmicos. “Este momento é uma clara demonstração de que o poder de articulação e diálogo é essencial para o avanço das pautas legislativas e para o fortalecimento da democracia na Paraíba”, ressaltou.

Bosco Carneiro complementou, afirmando que Adriano Galdino possui um grande poder de articulação, comprovado pela sua longa presidência, com trânsito livre entre todos os deputados.

A habilidade de Galdino em unir diferentes vozes da Assembleia, segundo os parlamentares, não apenas facilita a tramitação de propostas, mas também fortalece a governança democrática no estado, criando um ambiente propício para o diálogo e a colaboração entre os deputados.




Bayeux: vereadores entram em escola, aluna aciona Justiça e juíza impõe restrições

Segundo o processo, parlamentares teriam entrado na unidade durante o horário de aula, interrompido atividades pedagógicas

Escola Ruy Carneiro, em Bayeux — Foto: Divulgação

A juíza Israela Cláudia da Silva Pontes, da 3ª Vara Cível e da Fazenda Pública da Comarca Integrada de Bayeux e Santa Rita, determinou nesta terça-feira (10/3) que vereadores de Bayeux se abstenham de ingressar de forma individual em unidades escolares do município sem autorização da direção ou comunicação formal à administração responsável.

A decisão foi tomada no âmbito de ação movida por uma estudante menor de idade, representada pela mãe, após episódio ocorrido na Escola Municipal Ruy Carneiro. Segundo o processo, parlamentares teriam entrado na unidade durante o horário de aula, interrompido atividades pedagógicas, questionado servidores e alunos e realizado gravações dentro da escola.

Na decisão, a magistrada também determinou que os vereadores se abstenham de interromper aulas, abordar alunos menores de idade, constranger servidores ou realizar gravações dentro do ambiente escolar sem autorização institucional. Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária de R$ 5 mil por ato, limitada a R$ 50 mil.




Gasolina varia de R$ 5,79 a R$ 6,53 em João Pessoa, aponta Procon

Diante da alta, o Procon-JP notificou as 15 distribuidoras que abastecem os postos da cidade

Foto: Divulgação – Procon-JP

O Procon de João Pessoa identificou aumento no preço da gasolina comum na capital em pesquisa realizada nesta terça-feira (10/3). O menor valor encontrado passou de R$ 5,75 para R$ 5,79, enquanto o maior subiu de R$ 6,09 para R$ 6,53 para pagamento à vista.

O levantamento foi feito em 113 postos em funcionamento. O menor preço foi registrado no posto Elesbão, no bairro de Água Fria, e o maior no posto Almeida (Opção), em Brisamar.

 O conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã no Oriente Médio trouxe uma volatilidade intensa para o preço do petróleo, com o barril chegando a ultrapassar US$ 120 no início da semana e despencando logo na sequência com o sinal do presidente Donald Trump de que o conflito pode acabar rapidamente.

Diante da alta, o Procon-JP notificou as 15 distribuidoras que abastecem os postos da cidade para que expliquem o aumento, principalmente nos preços da gasolina e do diesel.

“A notificação às distribuidoras servirá para apurar se houve aumento para os postos, de quanto e desde quando. Como nossas pesquisas monitoram o mercado semanalmente, fica fácil saber de onde vem o aumento”, disse o secretário do Procon-JP, Júnior Pires.

Aditivada – A pesquisa registra que a gasolina aditivada está com os preços oscilando entre R$ 5,93 (Esutra (Ernani Sátyro) e R$ 6,55 (JR (Manaíra). O levantamento foi realizado em 113 postos que estavam em atividade no dia 10 de março.

Álcool – Já o litro do álcool registra queda em relação à semana passada, saindo de R$ 4,25 para R$ 4,17 (Jesus de Nazaré – Castelo Branco), mas o maior mostra alta, subindo de R$ 4,74 para R$ 4,79 (Posto da Serra – Bessa). No cartão, o produto oscila entre R$ 4,49 (Postos Expressão e São Luiz XI – Tambaú) e R$ 4,97 (Postos São José – Cruz das Armas e Castelo Branco).

S10 – Outro combustível que também traz queda no menor preço comparado ao levantamento passado é o diesel S10, saindo de R$ 5,67 para R$ 5,49 (Costa do Sol – Portal do Sol), com o maior mostrando alta, saindo de R$ 6,59 para R$ 6,99 (Mastergás – Tambauzinho). No crédito, oscila entre R$ 5,09 (Opção – Geisel) e R$ 6,97 (Select – Tambaú).

Comum – Já o diesel comum registra alta de preços nas duas pontas em relação à semana passada, saindo de R$ 5,59 para R$ 5,79 (Frei Damião – Ipês), com o maior subindo de R$ 5,99 para R$ 6,89 (Pichilau Gauchinha – Distrito Industrial). No cartão está com o preço único de R$ 6,49 (Opção – Distrito Industrial).

GNV – O Gás Natural Veicular (GNV) mantém o menor preço há quatro semanas, R$ 4,85 (Estrela do Geisel, São Luiz IX e Frei Damião – Ipês), com o maior subindo de R$ 4,89 para R$ 5,98 (Bancários – Bancários).




UFPB desenvolve barra alimentícia com mais proteína e custo menor que industrializada

 

image (9)

UFPB desenvolve barra alimentícia com mais proteína e custo menor que industrializada

Pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba desenvolveram uma barra alimentícia com alto teor de proteína e custo de produção menor que o de produtos semelhantes no mercado. A pesquisa surgiu no curso de Engenharia de Alimentos e gerou um pedido de patente no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

A equipe utilizou quatro ingredientes na formulação do alimento: melado de cana, aveia integral em flocos, amendoim torrado sem sal e leite integral em pó. A composição alcançou teor de proteína de 14%, índice superior ao de barras de cereais comuns, que apresentam entre 5% e 6%. Cada unidade pesa 39 gramas e fornece cerca de 5,6 gramas de proteína, quantidade suficiente para classificação como fonte de proteínas segundo normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

O professor Ian Nóbrega iniciou os primeiros testes em 2021 após conhecer o trabalho da Comunidade Filhos da Misericórdia, em João Pessoa. A instituição distribui refeições para pessoas em situação de rua. O docente decidiu desenvolver um alimento compacto, nutritivo e estável, capaz de facilitar ações sociais e reduzir riscos de deterioração durante a distribuição.

A pesquisa ganhou estrutura acadêmica em 2022 quando a estudante Priscila Guilhen iniciou o Trabalho de Conclusão de Curso sob orientação de Ian Nóbrega. Os testes avançaram no laboratório do Departamento de Engenharia de Alimentos da UFPB. A estudante apresentou o trabalho em junho de 2023 com o desenvolvimento de uma barra de cereais voltada principalmente para pessoas em situação de insegurança alimentar.

O pedido de patente inclui o professor Ian Nóbrega, a estudante Priscila Guilhen, a professora Solange Sousa, do Departamento de Gestão e Tecnologia Agroindustrial no campus de Bananeiras, e o professor Gilsandro Costa, também do Departamento de Engenharia de Alimentos. Os pesquisadores também calcularam o custo de produção do alimento. A estimativa apontou valor aproximado de R$ 0,85 por unidade já embalada. No mesmo período da análise, uma barra semelhante com sabor de castanhas ou amendoim custava cerca de R$ 3,50 no comércio de João Pessoa.

A equipe realizou testes de degustação com 47 participantes para avaliar sabor e aceitação do produto. A maioria atribuiu notas altas na escala sensorial utilizada no estudo. O levantamento também indicou intenção de compra entre 83% dos participantes, enquanto pequena parcela demonstrou dúvida ou rejeição. A formulação não inclui corantes, aromatizantes, conservantes ou outros aditivos químicos. Essa característica diferencia o produto de grande parte das barras disponíveis no mercado e impede classificação como alimento ultraprocessado.

Os pesquisadores também destacam a simplicidade do processo de produção. O método utiliza etapas acessíveis, baixo consumo de energia e equipamentos simples. Essa estrutura permite fabricação em pequena ou grande escala e amplia possibilidades de uso em projetos sociais ou produção comercial.

About Author




Câmara ignora policiais civis e silencia debate sobre direitos na PEC da Segurança

Após um ano de mobilização nacional, reivindicações centrais das carreiras policiais foram deixadas de lado durante a votação da PEC da Segurança na Câmara.

A Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol) manifesta profunda indignação com a forma como a chamada PEC da Segurança Pública foi conduzida na Câmara dos Deputados. Uma proposta que deveria fortalecer o sistema de segurança no país acabou avançando sem enfrentar temas centrais para a valorização dos profissionais que sustentam, diariamente, a proteção da sociedade.

Ao longo de todo o ano de 2025, policiais civis de diversas unidades da federação, entidades representativas e dirigentes sindicais percorreram gabinetes, participaram de audiências e dialogaram com lideranças partidárias no Congresso Nacional.

As reivindicações apresentadas eram claras: garantir respeito às carreiras policiais e corrigir distorções agravadas após a reforma da Previdência, especialmente no tratamento diferenciado para as mulheres policiais, e no que diz respeito à paridade e à integralidade.

Apesar das sinalizações de apoio recebidas de parlamentares de diferentes bancadas, o que se viu na reta final da tramitação foi um acordo político no plenário da Câmara que retirou da segurança pública o direito ao debate.

Destaques que tratavam da valorização das carreiras foram abandonados por líderes partidários que haviam assumido compromissos públicos com os profissionais da área.

A condução do processo teve papel decisivo do relator da PEC, deputado Mendonça Filho, que desde o início deixou claro que não incluiria no texto qualquer medida que considerasse “classista”, descartando reivindicações históricas das carreiras policiais civis. Soma-se a isso a decisão do presidente da Câmara, deputado Hugo Motta, que conduziu a votação de forma a impedir que propostas de valorização fossem efetivamente apreciadas pelo plenário.

O resultado foi a aprovação de uma PEC que se apresentava como solução para a segurança pública brasileira, mas que avançou ignorando justamente aqueles que enfrentam o crime organizado, as facções e a violência nas ruas diuturnamente.

A Cobrapol ressalta que a crítica não se dirige à totalidade da bancada do Congresso Nacional. Ao contrário: inúmeros parlamentares demonstraram apoio às pautas da segurança pública e reconheceram a legitimidade das reivindicações apresentadas. O que não pode passar despercebido é o papel desempenhado por lideranças que, na prática, optaram por silenciar o debate e esvaziar as propostas defendidas pelos profissionais da segurança pública.

A tramitação da matéria, entretanto, ainda não terminou. O texto seguirá agora para o Senado Federal, onde a Cobrapol continuará atuando com firmeza para que os senadores possam corrigir as distorções e ouvir, de fato, quem vive a realidade da segurança pública brasileira.

Os policiais civis demonstraram ao longo de todo esse processo disposição para o diálogo institucional e respeito ao Parlamento. Espera-se que, na próxima etapa, prevaleçam a verdade, a justiça e o reconhecimento de que não existe política séria de segurança pública sem valorização daqueles que arriscam a própria vida para defender a sociedade.

A luta continua: agora no Senado.

www.reporteriedoferreira.com.br/ ASCOM Cobrapol




A Polícia Civil da Paraíba; Pior salário entre as forças de segurança pública do estado

A Polícia Civil da Paraíba enfrenta um momento de forte insatisfação por parte da categoria, diante do que os servidores classificam como o pior salário entre as forças de segurança pública do estado. Os policiais civis defendem a implantação do subsídio como forma de remuneração para todos os integrantes do Grupo Ocupacional GPC-601 a 613, conforme previsão legal.

A categoria também cobra uma posição do governador João Azevêdo quanto à valorização salarial e ao cumprimento dos direitos assegurados aos servidores da segurança pública.

Os representantes sindicais ressaltam que não aceitam retrocessos e reforçam o compromisso com a luta por melhores condições de trabalho e remuneração digna.

Chega de desvalorização contra a Polícia Civil. Nenhum direito a menos. Sindicalismo com responsabilidade.

www.reporteriedoferreira.com.br/ Assessooria




TRE-PB recebe denúncia contra Vitor Hugo e mais duas vereadoras por peculato

Telegram

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) recebeu, nesta segunda-feira, 9, uma denúncia do Ministério Público Eleitoral (MPE) contra o ex-prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo Castelliano, e as ex-vereadoras Fabiana Régis e Geusa Ribeiro. A acusação teve origem na Operação Xeque-Mate, que investigou um esquema de corrupção na política do município.

Os três são apontados como integrantes de uma organização criminosa e acusados de peculato e desvio através da nomeação de servidores fantasmas na Câmara Municipal de Cabedelo entre 2017 e 2018.

A denúncia foi analisada pela juíza Helena Fialho, relatora do caso, que seguiu parecer do MPE ao entender que há elementos suficientes para o recebimento da acusação pelos crimes de organização criminosa e peculato, especialmente em relação à ex-vereadora Fabiana Régis. Durante a sessão, a Corte também acatou sugestão do desembargador Aluízio Bezerra para que o Ministério Público apure eventual prática de improbidade administrativa por parte dos envolvidos.

De acordo com as investigações, Vitor Hugo teria “vendido” apoio político quando ainda era vereador de Cabedelo, comprometendo-se a atuar politicamente de acordo com os interesses do então prefeito Leto Viana, apontado como líder do esquema investigado na Operação Xeque-Mate. Em troca, segundo o MPE, ele teria recebido pagamentos ilícitos.

As apurações também indicam que, após as primeiras fases da operação, Vitor Hugo teria participado do esquema de servidores fantasmas, chegando a manter ao menos oito funcionários fictícios usados para desviar recursos públicos da Câmara Municipal e, posteriormente, da Prefeitura de Cabedelo.

“A quebra de sigilo bancário revelou que não houve depósitos nas contas salariais desses servidores, embora constassem pagamentos realizados pela Câmara”, afirmou o procurador Marcos Alexandre Bezerra Wanderley de Queiroga durante a sessão.

O ex-prefeito Victor Hugo negou ter cometido irregularidades: “Nunca tive funcionários fantasmas enquanto vereador. Tanto que todos os meus assessores da época continuam trabalhando na prefeitura até hoje”, disse.

Já a ex-vereadora Fabiana Régis é investigada por ter participado do acordo de assinatura de cartas-renúncia, que poderiam ser usadas em caso de “traição” ao esquema. Além disso, ela teria utilizado três servidores fantasmas lotados na Câmara no biênio 2017-2018 para a prática de peculato-desvio.

Enquanto isso, a ex-vereadora e ex-presidente da Câmara Geusa Ribeiro teria desempenhado papel de destaque no esquema, segundo o MPE. Ela teria recebido vantagem indevida de R$ 10 mil em parcela única e mais R$ 6 mil em duas parcelas para aderir à base política do então prefeito Leto Viana e atuar em favor dos interesses dele.

Ainda de acordo com a denúncia, ela também teria se beneficiado da posição de presidente da Câmara para administrar um orçamento superior a R$ 13,5 milhões, além de influenciar na gestão de cargos, incluindo os utilizados no esquema de servidores fantasmas.