UFPB desenvolve barra alimentícia com mais proteína e custo menor que industrializada

 

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UFPB desenvolve barra alimentícia com mais proteína e custo menor que industrializada

Pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba desenvolveram uma barra alimentícia com alto teor de proteína e custo de produção menor que o de produtos semelhantes no mercado. A pesquisa surgiu no curso de Engenharia de Alimentos e gerou um pedido de patente no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

A equipe utilizou quatro ingredientes na formulação do alimento: melado de cana, aveia integral em flocos, amendoim torrado sem sal e leite integral em pó. A composição alcançou teor de proteína de 14%, índice superior ao de barras de cereais comuns, que apresentam entre 5% e 6%. Cada unidade pesa 39 gramas e fornece cerca de 5,6 gramas de proteína, quantidade suficiente para classificação como fonte de proteínas segundo normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

O professor Ian Nóbrega iniciou os primeiros testes em 2021 após conhecer o trabalho da Comunidade Filhos da Misericórdia, em João Pessoa. A instituição distribui refeições para pessoas em situação de rua. O docente decidiu desenvolver um alimento compacto, nutritivo e estável, capaz de facilitar ações sociais e reduzir riscos de deterioração durante a distribuição.

A pesquisa ganhou estrutura acadêmica em 2022 quando a estudante Priscila Guilhen iniciou o Trabalho de Conclusão de Curso sob orientação de Ian Nóbrega. Os testes avançaram no laboratório do Departamento de Engenharia de Alimentos da UFPB. A estudante apresentou o trabalho em junho de 2023 com o desenvolvimento de uma barra de cereais voltada principalmente para pessoas em situação de insegurança alimentar.

O pedido de patente inclui o professor Ian Nóbrega, a estudante Priscila Guilhen, a professora Solange Sousa, do Departamento de Gestão e Tecnologia Agroindustrial no campus de Bananeiras, e o professor Gilsandro Costa, também do Departamento de Engenharia de Alimentos. Os pesquisadores também calcularam o custo de produção do alimento. A estimativa apontou valor aproximado de R$ 0,85 por unidade já embalada. No mesmo período da análise, uma barra semelhante com sabor de castanhas ou amendoim custava cerca de R$ 3,50 no comércio de João Pessoa.

A equipe realizou testes de degustação com 47 participantes para avaliar sabor e aceitação do produto. A maioria atribuiu notas altas na escala sensorial utilizada no estudo. O levantamento também indicou intenção de compra entre 83% dos participantes, enquanto pequena parcela demonstrou dúvida ou rejeição. A formulação não inclui corantes, aromatizantes, conservantes ou outros aditivos químicos. Essa característica diferencia o produto de grande parte das barras disponíveis no mercado e impede classificação como alimento ultraprocessado.

Os pesquisadores também destacam a simplicidade do processo de produção. O método utiliza etapas acessíveis, baixo consumo de energia e equipamentos simples. Essa estrutura permite fabricação em pequena ou grande escala e amplia possibilidades de uso em projetos sociais ou produção comercial.

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Câmara ignora policiais civis e silencia debate sobre direitos na PEC da Segurança

Após um ano de mobilização nacional, reivindicações centrais das carreiras policiais foram deixadas de lado durante a votação da PEC da Segurança na Câmara.

A Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol) manifesta profunda indignação com a forma como a chamada PEC da Segurança Pública foi conduzida na Câmara dos Deputados. Uma proposta que deveria fortalecer o sistema de segurança no país acabou avançando sem enfrentar temas centrais para a valorização dos profissionais que sustentam, diariamente, a proteção da sociedade.

Ao longo de todo o ano de 2025, policiais civis de diversas unidades da federação, entidades representativas e dirigentes sindicais percorreram gabinetes, participaram de audiências e dialogaram com lideranças partidárias no Congresso Nacional.

As reivindicações apresentadas eram claras: garantir respeito às carreiras policiais e corrigir distorções agravadas após a reforma da Previdência, especialmente no tratamento diferenciado para as mulheres policiais, e no que diz respeito à paridade e à integralidade.

Apesar das sinalizações de apoio recebidas de parlamentares de diferentes bancadas, o que se viu na reta final da tramitação foi um acordo político no plenário da Câmara que retirou da segurança pública o direito ao debate.

Destaques que tratavam da valorização das carreiras foram abandonados por líderes partidários que haviam assumido compromissos públicos com os profissionais da área.

A condução do processo teve papel decisivo do relator da PEC, deputado Mendonça Filho, que desde o início deixou claro que não incluiria no texto qualquer medida que considerasse “classista”, descartando reivindicações históricas das carreiras policiais civis. Soma-se a isso a decisão do presidente da Câmara, deputado Hugo Motta, que conduziu a votação de forma a impedir que propostas de valorização fossem efetivamente apreciadas pelo plenário.

O resultado foi a aprovação de uma PEC que se apresentava como solução para a segurança pública brasileira, mas que avançou ignorando justamente aqueles que enfrentam o crime organizado, as facções e a violência nas ruas diuturnamente.

A Cobrapol ressalta que a crítica não se dirige à totalidade da bancada do Congresso Nacional. Ao contrário: inúmeros parlamentares demonstraram apoio às pautas da segurança pública e reconheceram a legitimidade das reivindicações apresentadas. O que não pode passar despercebido é o papel desempenhado por lideranças que, na prática, optaram por silenciar o debate e esvaziar as propostas defendidas pelos profissionais da segurança pública.

A tramitação da matéria, entretanto, ainda não terminou. O texto seguirá agora para o Senado Federal, onde a Cobrapol continuará atuando com firmeza para que os senadores possam corrigir as distorções e ouvir, de fato, quem vive a realidade da segurança pública brasileira.

Os policiais civis demonstraram ao longo de todo esse processo disposição para o diálogo institucional e respeito ao Parlamento. Espera-se que, na próxima etapa, prevaleçam a verdade, a justiça e o reconhecimento de que não existe política séria de segurança pública sem valorização daqueles que arriscam a própria vida para defender a sociedade.

A luta continua: agora no Senado.

www.reporteriedoferreira.com.br/ ASCOM Cobrapol




A Polícia Civil da Paraíba; Pior salário entre as forças de segurança pública do estado

A Polícia Civil da Paraíba enfrenta um momento de forte insatisfação por parte da categoria, diante do que os servidores classificam como o pior salário entre as forças de segurança pública do estado. Os policiais civis defendem a implantação do subsídio como forma de remuneração para todos os integrantes do Grupo Ocupacional GPC-601 a 613, conforme previsão legal.

A categoria também cobra uma posição do governador João Azevêdo quanto à valorização salarial e ao cumprimento dos direitos assegurados aos servidores da segurança pública.

Os representantes sindicais ressaltam que não aceitam retrocessos e reforçam o compromisso com a luta por melhores condições de trabalho e remuneração digna.

Chega de desvalorização contra a Polícia Civil. Nenhum direito a menos. Sindicalismo com responsabilidade.

www.reporteriedoferreira.com.br/ Assessooria




TRE-PB recebe denúncia contra Vitor Hugo e mais duas vereadoras por peculato

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) recebeu, nesta segunda-feira, 9, uma denúncia do Ministério Público Eleitoral (MPE) contra o ex-prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo Castelliano, e as ex-vereadoras Fabiana Régis e Geusa Ribeiro. A acusação teve origem na Operação Xeque-Mate, que investigou um esquema de corrupção na política do município.

Os três são apontados como integrantes de uma organização criminosa e acusados de peculato e desvio através da nomeação de servidores fantasmas na Câmara Municipal de Cabedelo entre 2017 e 2018.

A denúncia foi analisada pela juíza Helena Fialho, relatora do caso, que seguiu parecer do MPE ao entender que há elementos suficientes para o recebimento da acusação pelos crimes de organização criminosa e peculato, especialmente em relação à ex-vereadora Fabiana Régis. Durante a sessão, a Corte também acatou sugestão do desembargador Aluízio Bezerra para que o Ministério Público apure eventual prática de improbidade administrativa por parte dos envolvidos.

De acordo com as investigações, Vitor Hugo teria “vendido” apoio político quando ainda era vereador de Cabedelo, comprometendo-se a atuar politicamente de acordo com os interesses do então prefeito Leto Viana, apontado como líder do esquema investigado na Operação Xeque-Mate. Em troca, segundo o MPE, ele teria recebido pagamentos ilícitos.

As apurações também indicam que, após as primeiras fases da operação, Vitor Hugo teria participado do esquema de servidores fantasmas, chegando a manter ao menos oito funcionários fictícios usados para desviar recursos públicos da Câmara Municipal e, posteriormente, da Prefeitura de Cabedelo.

“A quebra de sigilo bancário revelou que não houve depósitos nas contas salariais desses servidores, embora constassem pagamentos realizados pela Câmara”, afirmou o procurador Marcos Alexandre Bezerra Wanderley de Queiroga durante a sessão.

O ex-prefeito Victor Hugo negou ter cometido irregularidades: “Nunca tive funcionários fantasmas enquanto vereador. Tanto que todos os meus assessores da época continuam trabalhando na prefeitura até hoje”, disse.

Já a ex-vereadora Fabiana Régis é investigada por ter participado do acordo de assinatura de cartas-renúncia, que poderiam ser usadas em caso de “traição” ao esquema. Além disso, ela teria utilizado três servidores fantasmas lotados na Câmara no biênio 2017-2018 para a prática de peculato-desvio.

Enquanto isso, a ex-vereadora e ex-presidente da Câmara Geusa Ribeiro teria desempenhado papel de destaque no esquema, segundo o MPE. Ela teria recebido vantagem indevida de R$ 10 mil em parcela única e mais R$ 6 mil em duas parcelas para aderir à base política do então prefeito Leto Viana e atuar em favor dos interesses dele.

Ainda de acordo com a denúncia, ela também teria se beneficiado da posição de presidente da Câmara para administrar um orçamento superior a R$ 13,5 milhões, além de influenciar na gestão de cargos, incluindo os utilizados no esquema de servidores fantasmas.




Diretora de creche e ex-pré-candidata a vereadora é presa em operação contra facção ligada ao RJ na PB

Investigação aponta que suspeita tinha papel estratégico dentro do grupo criminoso.

Divulgação Policial Civil

Uma operação interestadual das forças de segurança resultou na prisão de uma mulher apontada como integrante de uma organização criminosa do Rio de Janeiro com atuação no município de Itabaiana, no Agreste da Paraíba. A suspeita foi capturada na noite desta segunda-feira (9), no município de Ipojuca, em Pernambuco.

A ação foi realizada pela Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 9ª Delegacia Seccional, após trabalho de monitoramento conduzido pela Unidade de Inteligência da Polícia Civil (Unintelpol). A operação contou ainda com apoio do Departamento de Repressão ao Narcotráfico da Polícia Civil de Pernambuco (Denarc) e da Polícia Militar de Pernambuco.

De acordo com a Polícia Civil, a mulher exerce a função de diretora de uma creche e chegou a ser pré-candidata ao cargo de vereadora em Itabaiana. Ela é investigada por suspeita de integrar uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas, homicídios e lavagem de dinheiro.

Segundo a delegada seccional de Itabaiana, Mairam Moura, as investigações apontam que a suspeita exercia um papel importante dentro da estrutura do grupo.

Ela seria responsável por operar a movimentação financeira da organização criminosa, considerada uma espécie de braço financeiro da facção que atua na região de Itabaiana e que teria origem no estado do Rio de Janeiro. A investigação também indica que ela é irmã de uma mulher apontada como chefe do tráfico em Itabaina, que atualmente está foragida.

A prisão foi determinada pela 1ª Vara Mista de Itabaiana, que expediu um mandado de prisão temporária com prazo inicial de 30 dias. A medida faz parte das investigações que buscam aprofundar a atuação do grupo criminoso no município.

Após ser localizada e detida em Pernambuco, a suspeita foi encaminhada à delegacia local para a realização dos procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça.

As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis integrantes da organização criminosa e esclarecer a participação de cada envolvido nas atividades ilícitas.

Violência em Itabaiana

A prisão ocorre em meio a um cenário de escalada da violência no município de Itabaiana, que recentemente registrou um dos crimes mais graves do ano na região.

Na madrugada do dia 1º de março, uma chacina deixou cinco pessoas mortas em uma residência localizada no Sítio Caldeirão, na zona rural da cidade. De acordo com a Polícia Civil, as vítimas estavam ingerindo bebida alcoólica quando um grupo armado chegou ao local e efetuou diversos disparos.

Quatro corpos foram encontrados dentro de um dos quartos da casa, posicionados próximos uns aos outros, enquanto um quinto homem foi localizado na área externa do imóvel.

Um sobrevivente conseguiu escapar após se fingir de morto, mesmo tendo sido atingido por pelo menos três disparos. Ele aguardou o amanhecer para pedir socorro.

As investigações apontam que todas as vítimas tinham antecedentes criminais e ligação com organizações criminosas, e a principal linha de apuração da Polícia Civil indica que a chacina estaria relacionado à disputa entre facções que atuam na cidade.

Horas após o crime, três suspeitos foram apreendidos na mesma região onde a chacina ocorreu, apresentando versões contraditórias à polícia sobre os acontecimentos. Ainda no mesmo dia, outros dois investigados foram presos em Pernambuco, e com eles foram apreendidas armas de fogo com calibres compatíveis aos cartuchos encontrados na casa onde o crime aconteceu, reforçando as suspeitas de envolvimento direto no ataque.




A volta do padrão Lava Jato na política brasileira;  Rui Cezar

A volta do padrão Lava Jato na política brasileira
Nos últimos meses, alguns episódios da vida pública nacional têm despertado uma sensação de déjà-vu em parte da opinião pública. Ressurge, em determinados setores, um modo de atuação política e jurídica que marcou profundamente o país durante os anos da Operação Lava Jato: a divulgação seletiva de informações, a espetacularização de investigações e a transformação de procedimentos legais em instrumentos de disputa política.
A Lava Jato surgiu com o objetivo legítimo de investigar esquemas de corrupção. Ninguém discute que havia irregularidades a serem apuradas e punidas. Contudo, com o passar do tempo, a operação foi sendo cercada por críticas cada vez mais consistentes, inclusive vindas de juristas, acadêmicos e de decisões do próprio Supremo Tribunal Federal. Questionou-se o uso excessivo de prisões preventivas, a divulgação de delações antes da devida comprovação e a relação pouco republicana entre investigadores e determinados setores da mídia.
O episódio envolvendo o então juiz Sergio Moro tornou-se emblemático desse debate. Conversas reveladas posteriormente indicaram uma proximidade imprópria entre magistrado e acusação, comprometendo o princípio da imparcialidade que deve orientar qualquer processo judicial. Anos depois, o próprio Supremo reconheceu a suspeição do juiz em processos envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, anulando decisões que haviam marcado profundamente o cenário político brasileiro.
O problema é que práticas semelhantes parecem ressurgir em momentos estratégicos da disputa eleitoral. Investigações que deveriam seguir o ritmo natural do devido processo legal acabam ganhando contornos de espetáculo público, muitas vezes com vazamentos seletivos que produzem efeitos políticos imediatos. A lógica deixa de ser apenas a busca da verdade jurídica e passa a dialogar com o calendário eleitoral.
Isso não significa defender impunidade. A corrupção deve ser combatida com firmeza, transparência e respeito às instituições. Mas o combate à corrupção não pode se transformar em instrumento de luta política. Quando a Justiça passa a ser percebida como parte do jogo eleitoral, perde-se algo essencial: a confiança pública na imparcialidade das instituições.
A experiência recente demonstrou o preço que o país paga quando o sistema de Justiça se mistura com o ambiente da polarização política. A credibilidade das investigações se enfraquece, decisões passam a ser contestadas não pelo seu mérito jurídico, mas por suspeitas de motivação política, e a própria democracia se fragiliza.
O Brasil precisa aprender com esse período. O combate à corrupção deve continuar, mas dentro das regras do Estado de Direito. Investigações sólidas, respeito ao devido processo legal e prudência institucional são condições indispensáveis para que a Justiça cumpra sua função sem se transformar em protagonista da disputa política.
A lição que ficou dos anos da Lava Jato é clara: quando a política invade os tribunais — ou quando os tribunais invadem a política — quem perde é a própria democracia.
www.reporteriedoferreira.com.br/ Rui Cezar Leitao- advogado, jornalista, poeta, escritor



PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Princípio de tragédia na inauguração do Almeidão; Sérgio Botelho

PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Princípio de tragédia na inauguração do Almeidão
Sérgio Botelho* – Depois de curtir uma gripe pesada, nesses dias, retomo meus posts memoriais diários. Recomeço por um fato de domingo, 9 de março de 1975, que deveria ser um dia de festa em João Pessoa, mas que quase se transformou em tragédia. Nesse dia, foi inaugurado o Estádio Almeidão (José Américo de Almeida Filho).
Corria o governo Ernany Sátyro, em plena ditadura militar, e o dinheiro federal inicialmente só dava para um estádio. Mas a disputa política João Pessoa-Campina Grande, então muito forte, fez com que os recursos fossem divididos para dois. O resultado é que, até hoje, nenhum deles foi concluído.
As obras tiveram início em 1974 já com prazo para a entrega: 8 e 9 de março de 1975. Isso porque a data marcava o final do mandato de Sátyro e ele não pretendia que a inauguração ficasse na conta dos feitos do seu sucessor Ivan Bechara, já devidamente nomeado para sucedê-lo.
Os estádios se mostravam nitidamente em ritmo de construção, e a reduzida bancada do MDB, que fazia a chamada oposição consentida, não parava de alertar para o perigo que a inauguração do estádio representava para o público que se faria presente.
A inauguração do Amigão não teve problema e até o clássico Botafogo X Campinense terminou 0 X 0. Tudo em paz. Na inauguração do Almeidão, em João Pessoa, com Botafogo do Rio 2 X 0 Botafogo da Paraíba, a confusão foi grande, resultando em muita gente ferida.
Aos 44 minutos do primeiro tempo, com o placar inclusive já definido, uma grande explosão acontece nas proximidades da Arquibancada Sol, onde havia inclusive muito mais gente. O clima que precedeu a inauguração, com os alertas oposicionistas, precipitou o corre-corre.
Pessoas foram pisoteadas, outras se jogaram no fosso, resultando em cerca de 60 pessoas feridas.
www.reporteriedoferreira.com.br/*Sérgio Botelho é escritor e jornalista



Campeonatos estaduais 2026: veja os campeões pelo Brasil

Rossi brilha, Flamengo vence o Fluminense nos pênaltis e é campeão Carioca

Clássico no Maracanã teve empate no tempo normal e decisão nas cobranças

Da CNN Brasil

O Flamengo venceu o Fluminense nos pênaltis neste domingo (8), no Maracanã, e conquistou o título do Campeonato Carioca.

Grêmio é campeão gaúcho com empate contra o Internacional e volta a comemorar título no Beira-Rio após 20 anos

ESPN.com.br

Grêmio é o campeão gaúcho de 2026! O Tricolor empatou por 1 a 1 contra o Internacional neste domingo (8), no Beira-Rio, e voltou a ser campeão no estádio do rival após 20 anos.

O título começou a ser construído na semana passada, na Arena do Grêmio, quando a equipe de Luís Castro venceu por 3 a 0, com gols de Enamorado, Amuzu e Carlos Vinícius.

Confira os campeões estaduais deste sábado: 07

  • Bahia (BA)
  • Operário (PR)
  • CRB (AL)
  • Botafogo (Taça Rio – RJ)
  • Campeonatos estaduais 2026: veja os campeões pelo Brasil

    PorLuana Kaseker-Atualizado: 

    Os campeonatos estaduais vão conhecendo seus campeões de 2026. Foram quatro troféus distribuídos no sábado (7) e oito (por enquanto) no domingo (8). O UmDois Esportes resume como foram as principais decisões do fim de semana e lista os vencedores pelo Brasil. Novorizontino e Palmeiras ainda disputam a última final do dia, às 20h, pelo Paulistão.

    Campeonato Baiano: Bahia campeão

    Em final única, o Bahia conquistou seu 52º troféu do Campeonato Baiano. A taça veio em cima do maior rival, o Vitória, em triunfo de virada por 2 a 1. O Tricolor terminou a competição de forma invicta.

    Campeonato Paranaense: Operário campeão

    O Operário venceu o Londrina nos pênaltis por 4 a 3 e conquistou o bicampeonato paranaense direto — o terceiro de sua história (2015, 2025 e 2026). As equipes do interior empataram os dois jogos das finais por 0 a 0, no tempo normal. O Fantasma fez uma campanha de reação, saindo da última posição para alcançar o troféu.

    Campeonato Gaúcho: Grêmio campeão

    O Grêmio já chegou para a partida de volta com uma vantagem de 3 a 0 construída no primeiro jogo, na Arena do Grêmio. No Beira-Rio, o Internacional precisaria fazer um milagre, mas viu o Tricolor sair na frente com Gustavo Martins. Alan Patrick empatou, mas foi só. Grêmio campeão Gaúcho pela 44ª vez na história.

    Campeonato Mineiro: Cruzeiro campeão

    Uma briga generalizada entre os jogadores marcou a reta final do Mineiro. Até a polícia militar foi chamada no gramado. Mas foi o gol de Kaio Jorge que decretou o 39º título para o Cruzeiro em cima do maior rival Atlético-MG. A decisão única foi no Mineirão com torcidas divididas.

    Campeonato Carioca: Flamengo campeão

    A final do Carioca também foi única e, claro, no Maracanã. Depois de um 0 a 0 no tempo normal, o Flamengo venceu o Fluminense por 5 a 4 nos pênaltis. O volante Otávio perdeu a penalidade derradeira. Foi o 40º troféu estadual do Rubro-Negro, que dispensou Filipe Luís e contratou Leonardo Jardim na última semana.

    Campeonato Cearense: Fortaleza campeão

    Também nos pênaltis, o Fortaleza superou o maior rival Ceará por 5 a 4. No tempo normal, Luizão marcou o gol do Ceará, mas o recém-chegado Luiz Fernando empatou, 1 a 1. Nas penalidades, Juan Alano foi o único a desperdiçar a cobrança pelo Vozão. O Leão converteu todas. Agora, os adversários empatam em troféus do estadual: 47 para cada.

    Outros campeões estaduais pelo Brasil:

    • Campeonato Alagoano: CRB campeão
    • Campepnato Maranhense: Iape campeão
    • Campeonato Paraense: Paysandu
    • Campeonato Mato-Grossense: Mixto
    • Campeonato Catarinense: Barra
    • Campeonato Pernambucano: Sport

    Veja premiações para os campeões estaduais de 2026

    Finais pelo país definem valores pagos aos vencedores das competições

    Da CNN Brasil

    No Campeonato Paulista, o campeão receberá R$ 5 milhões. O vice-campeão leva R$ 1,65 milhão, segundo levantamento do Sport Insider. A competição também paga cotas de participação.

    Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos recebem R$ 35 milhões cada da Federação Paulista de Futebol independentemente do resultado.

    Red Bull Bragantino e Mirassol aparecem em um segundo nível. Os dois clubes recebem R$ 11 milhões por disputar o estadual.

    No Campeonato Carioca, o valor pago ao campeão pode chegar a R$ 10 milhões, enquanto o vice-campeão recebe R$ 5,5 milhões.

    O torneio também prevê cotas fixas. O Flamengo recebe R$ 10 milhões, enquanto Botafogo, Fluminense e Vasco acertaram valores de R$ 6,6 milhões cada.

    Outro estadual com premiação definida é o Campeonato Cearense. A competição pagará R$ 200 mil ao campeão. Além disso, Ceará e Fortaleza recebem R$ 1,6 milhão cada pela participação no torneio.

    Cotas garantidas

    Os demais estaduais ainda não divulgaram os valores pagos aos campeões, mas também têm cotas fixas de participação para os principais clubes.

    No Campeonato Gaúcho, Grêmio e Internacional recebem R$ 10 milhões cada, e, no Campeonato Mineiro, Atlético-MG e Cruzeiro têm cotas de R$ 9 milhões.

    Já no Campeonato Baiano, Bahia e Vitória recebem R$ 1,2 milhão.

    O Campeonato Goiano paga R$ 700 mil para Atlético-GO, Goiás e Vila Nova.

    No Campeonato Paranaense, Coritiba e Athletico-PR recebem R$ 400 mil, e, no Campeonato Pernambucano, Sport, Santa Cruz e Náutico têm cotas de R$ 333 mil pela participação.

    Veja premiações dos estaduais 2026

    Campeonato Paulista

    • Cotas: R$ 35 milhões (Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos)
    • Cotas: R$ 11 milhões (Red Bull Bragantino e Mirassol)
    • Campeão: R$ 5 milhões
    • Vice-campeão: R$ 1,65 milhão

    Campeonato Carioca

    • Cota: R$ 10 milhões (Flamengo)
    • Cotas: R$ 6,6 milhões (Botafogo, Fluminense e Vasco)
    • Campeão: até R$ 10 milhões
    • Vice-campeão: R$ 5,5 milhões

    Campeonato Cearense

    • Cotas: R$ 1,6 milhão (Ceará e Fortaleza)
    • Campeão: R$ 200 mil

    Campeonato Gaúcho

    • Cotas: R$ 10 milhões (Grêmio e Internacional)

    Campeonato Mineiro

    • Cotas: R$ 9 milhões (Atlético-MG e Cruzeiro)

    Campeonato Baiano

    • Cotas: R$ 1,2 milhão (Bahia e Vitória)

    Campeonato Goiano

    • Cotas: R$ 700 mil (Atlético-GO, Goiás e Vila Nova)

    Campeonato Paranaense

    • Cotas: R$ 400 mil (Coritiba e Athletico-PR)

    Campeonato Pernambucano

    • Cotas: R$ 333 mil (Sport, Santa Cruz e Náutico)

    www.reporteriedoferreira.com.br/ Agências

     




Prefeitura de João Pessoa prorroga prazo para pagamento da cota única do IPTU e TCR




Eleições 2026: confira as principais datas do Calendário Eleitoral

Resolução informa que cidadãs e cidadãos devem solicitar o título de eleitor até 6 de maio para participar do pleito

#PraTodosVerem: Na fotografia aparece o Edifício-sede do Tribunal Superior Eleitoral.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, na sessão extraordinária administrativa, realizada no dia 2 de março, a Resolução nº 23.760 que dispõe sobre o Calendário das Eleições de 2026. Entre os marcos eleitorais definidos, o texto alerta que cidadãs e cidadãos, que se enquadram nas condições de alistamento, têm até 6 de maio para solicitar o título de eleitor.

Além disso, eleitoras e eleitores têm até esta data para requerer transferência de local de votação e revisão de informação que consta do cadastro eleitoral. A partir do dia 7 de maio, o cadastro estará fechado para novos pedidos, em cumprimento à legislação vigente.

O calendário contém as principais datas de eventos a serem observadas pelos partidos políticos, coligações, federações partidárias, candidatas e candidatos, eleitoras e eleitores ao longo do processo eleitoral.

As Eleições de 2026 estão marcadas para o dia 4 de outubro, quando eleitoras e eleitores vão às urnas para eleger ocupantes dos cargos de presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais, no caso do Distrito Federal. O segundo turno do pleito está marcado para o dia 25 de outubro.

• Confira a íntegra do calendário das Eleições 2026.

Veja, abaixo, as principais datas do Calendário das Eleições de 2026:

Janeiro

Pesquisas eleitorais e limite de despesas

Alguns prazos já começaram a valer desde o dia 1º de janeiro de 2026, como a obrigatoriedade de registro na Justiça Eleitoral de pesquisas eleitorais, a limitação de despesas com publicidade dos órgãos públicos federais, estaduais ou municipais e a proibição da distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios a cidadãs e cidadãos por parte da administração pública. Somente há exceções nos casos de estado de calamidade ou emergência pública e com relação a programas sociais que já estavam em andamento.

Março

 

Janela partidária

De 5 de março a 3 de abril acontece a janela partidária, período em que deputadas e deputados federais, estaduais e distritais poderão trocar de partido para concorrer às eleições sem perder o mandato atual.

Instruções

5 de março também era a data-limite para o Tribunal Superior Eleitoral publicar as resoluções relativas às Eleições de 2026. Todas foram aprovadas em sessões administrativas da Corte Eleitoral ocorridas nos dias 26 de fevereiro e 2 de março e publicadas em edição extra do Diário da Justiça Eletrônico (DJE) de 4 de março.

Abril

Registro de estatutos no TSE e domicílio eleitoral

Dia 4 de abril (seis meses antes do 1º turno) é a data-limite para que todas as legendas e federações partidárias obtenham o registro do respectivo estatuto no TSE. Esta também é a data final para que todos os futuros postulantes a candidatas e candidatos tenham domicílio eleitoral na circunscrição em que desejam disputar as eleições. Até esta data também devem estar com a filiação partidária deferida pela agremiação pela qual pretendem concorrer.

Desincompatibilização

Presidente da República, governadoras ou governadores e prefeitas ou prefeitos que quiserem concorrer a outros cargos em 2026 têm até esta data para renunciar aos respectivos mandatos.

Alistamento

Já o dia 6 de abril é último dia para que eleitoras e eleitores domiciliados no Brasil, que não possuam cadastro biométrico válido na Justiça Eleitoral, solicitem as operações de alistamento, transferência e revisão por meio do serviço de Autoatendimento Eleitoral na internet.

Maio

Emissão do título de eleitor e outros procedimentos

Dia 6 de maio é a data final para que cidadãs e cidadãos requeiram o título de eleitor e eleitoras e eleitores realizem operações de transferência do local de votação e revisão de qualquer informação constante do cadastro eleitoral. No Brasil, o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios a partir dos 18 anos e facultativos aos jovens de 16 e 17 anos, aos maiores de 70 anos e às pessoas analfabetas.

Teste de Confirmação do Teste de Urna

De 13 a 15 de maio acontece, na sede do TSE, em Brasília, o Teste de Confirmação. No evento, as investigadoras e os investigadores participantes do Teste Público de Segurança dos Sistemas Eleitorais, ou Teste da Urna 2025, que ocorreu de 1º a 5 de dezembro de 2025, voltam ao Tribunal para conferir a efetividade das soluções desenvolvidas pela equipe técnica do TSE para eventuais achados encontrados durante o Teste da Urna.

Financiamento coletivo

Em 15 de maio, pré-candidatas e pré-candidatos poderão iniciar a campanha de arrecadação prévia de recursos na modalidade de financiamento coletivo, desde que não façam pedidos de voto e obedeçam às demais regras relativas à propaganda eleitoral na internet.

Junho

Fundo Eleitoral

O dia 16 é a data-limite para o TSE divulgar o montante de recursos disponíveis no Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), conhecido como Fundo Eleitoral, observado o recebimento, pelo Tribunal, até 1º de junho de 2026, da descentralização da dotação orçamentária da União.

Vedações nas emissoras

A partir do dia 30 é vedado às emissoras de rádio e de televisão transmitir programa apresentado ou comentado por pré-candidata ou pré-candidato.

Julho

Condutas vedadas

Já a partir de 4 de julho (três meses antes do primeiro turno) ficam vedadas algumas condutas por parte de agentes públicos, como nomeações, exonerações e contratações, assim como participação em inauguração de obras públicas.

Mobilidade

Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida que queiram votar em outra seção ou local de votação da circunscrição têm de 18 de julho a 18 de agosto para informar a Justiça Eleitoral.

Quantitativo do eleitorado

Em julho, o TSE publicará, na internet, o número oficial de eleitoras e eleitores aptos a votar. Esse número servirá de base para fins de cálculo do limite de gastos dos partidos e de candidatas e candidatos nas respectivas campanhas.

Agosto

Convenções partidárias e registro de candidaturas

De 20 de julho a 5 de agosto, partidos e federações realizam convenções partidárias para deliberar sobre coligações e escolher candidatas e candidatos que concorrerão aos cargos de presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e respectivos suplentes, bem como aos cargos de deputado federal, estadual e distrital nas Eleições de 2026. Os pedidos de registro de candidatura devem ser apresentados à Justiça Eleitoral até 15 de agosto.

Começo da propaganda eleitoral e horário gratuito

No dia seguinte, 16 de agosto, tem início a propaganda eleitoral nas ruas e na internet. Já o horário eleitoral gratuito nas emissoras de rádio e televisão relativo ao primeiro turno das eleições passa a ser exibido a partir de 28 de agosto e termina no dia 1º de outubro.

Vedação às emissoras de rádio e TV

A partir de 4 de agosto, emissoras de rádio e de televisão não podem, em sua programação normal e em seu noticiário, ainda que sob a forma de entrevista jornalística:

– Transmitir imagens de realização de pesquisa ou de qualquer outro tipo de consulta popular de natureza eleitoral em que seja possível identificar o entrevistado ou em que haja manipulação de dados;

– Veicular propaganda política;

– Dar tratamento privilegiado a candidata, candidato, partido político, federação ou coligação, inclusive sob a forma de retransmissão de live eleitoral;

– Veicular ou divulgar filmes, novelas, minisséries ou qualquer outro programa com alusão ou crítica voltada especificamente à candidata, candidato, partido, federação ou coligação, mesmo que dissimuladamente, exceto programas jornalísticos ou debates políticos;

– Divulgar nome de programa que se refira à candidata ou candidato escolhido em convenção.

Setembro

Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas

Até 14 de setembro, os sistemas eleitorais e os programas de verificação desenvolvidos pelas entidades fiscalizadoras deverão estar lacrados, mediante apresentação, compilação, assinatura digital e guarda das mídias pelo TSE, em Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas.

14 de setembro também é último dia para a eleitora ou o eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida, bem como a população de territórios indígenas, de comunidades remanescentes de quilombos e demais comunidades tradicionais, requerer, por conta própria ou por curadora ou curador, apoiadora ou apoiador, ou procuradora ou procurador, o fornecimento de transporte especial previsto na resolução que disciplina o Programa Seu Voto Importa.

Flagrante delito

A partir de 19 de setembro (15 dias antes do primeiro turno), candidatas e candidatos não poderão ser presos, salvo no caso de flagrante delito.

Já eleitoras e eleitores não poderão ser presos a partir de 29 de setembro até 6 de outubro, a não ser em caso de flagrante delito, em cumprimento de sentença judicial por crime inafiançável ou em razão de desrespeito a salvo-conduto.

Outubro

Verificação dos Sistemas

No dia 3, o TSE realiza a cerimônia de verificação do Sistema de Gerenciamento da Totalização, Receptor de Arquivos de Urnas, InfoArquivos e do Transportador WEB, mediante comunicação prévia às entidades fiscalizadoras.

Transporte de armas e munições

De 3 a 5 de outubro (um dia antes e até um dia depois do primeiro turno), fica proibido a colecionadoras, colecionadores, atiradoras, atiradores, caçadoras e caçadores transportar armas e munições em todo o território nacional.

Em razão da possibilidade de segundo turno, também não podem circular armas e munições no período de 24 a 26 de outubro em todo o território nacional.

Data das eleições (primeiro turno)

O primeiro turno do pleito ocorrerá no primeiro domingo de outubro, dia 4. Eventual segundo turno será realizado no dia 25 do mesmo mês. A votação começará às 8h e terminará às 17h, sendo a votação uniformizada pelo horário de Brasília em todos os estados e no Distrito Federal.

Em caso de segundo turno

Do dia 9 até 23 de outubro será veiculada propaganda eleitoral gratuita nas emissoras de rádio e televisão relativa ao segundo turno.

A partir do dia 10 nenhuma candidata ou candidato que participará do segundo turno de votação poderá ser detido ou preso, salvo no caso de flagrante delito.

A partir do dia 19 nenhuma eleitora ou eleitor poderá ser preso ou detido, salvo em flagrante delito, ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou por desrespeito a salvo-conduto.

No dia 24 será realizada no TSE a cerimônia de verificação do Sistema de Gerenciamento da Totalização, Receptor de Arquivos de Urnas, InfoArquivos e do Transportador WEB, mediante comunicação prévia às entidades fiscalizadoras.

Eventual segundo turno das eleições será realizado no dia 25.

Novembro

Abertura do cadastro eleitoral

Até 5 de novembro, ficam suspensos os recebimentos de solicitações de alistamento, a transferência e a revisão eleitoral em todas as unidades da Justiça Eleitoral e no Autoatendimento Eleitoral na internet.

Dezembro

Justificativa eleitoral

Eleitoras e eleitores que não votaram no primeiro turno e não justificaram a falta no dia das eleições devem apresentar justificativa, até 3 de dezembro de 2026, em qualquer cartório eleitoral, pelo e-Título ou pelos portais do TSE e dos TREs na internet.

Já a ausência no segundo turno das eleições deve ser justificada até 6 de janeiro de 2027.

Diplomação

Eleitas e eleitos serão diplomados pela Justiça Eleitoral até 18 de dezembro.

Janeiro de 2027

Posse das eleitas e eleitos

Pela primeira vez, eleita ou eleito para o cargo de presidente da República tomará posse em 5 de janeiro de 2027 e os governadores no dia seguinte.

 

www.reporteriedoferreira.com.br/Fonte: TSE