Defesa Civil interdita prédio no bairro do Bessa em JP

A Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (Compdec-JP) interditou, na manhã desta quinta-feira (1º), um prédio localizado no Bessa,  o Edifício Ana Carolina, localizado na Rua Osório Queiroga de Assis, após parte da estrutura, um apartamento, desabar. O imóvel estava habitado, mas ninguém ficou ferido. Os moradores foram realocados para a casa de familiares.

O desabamento se deu por volta das 5 horas de hoje e moradores de outros apartamentos, assustados, deixaram o local. Uma motocicleta e um automóvel foram atingidos por destroços e ficaram

Segundo o diretor de Operações da Defesa Civil, Renato Lins, que esteve no local, a estrutura colapsada compromete a segurança da edificação e após vistoria técnica foram identificados riscos iminentes de novos desabamentos, o que poderia colocar em perigo a integridade física de moradores, transeuntes e equipes de serviço.

“Diante da gravidade da situação, o imóvel foi evacuado imediatamente e interditado como medida preventiva, ficando proibido o acesso ao local até que sejam realizados os estudos técnicos, reparos estruturais necessários e emitida nova liberação pelos órgãos competentes, que são de responsabilidade do proprietário”, explicou Renato Lins.

Segundo informações repassadas à Defesa Civil por moradores, havia fissuras no imóvel, situação que teria sido informada aos responsáveis. Eles também informaram que o prédio não possui síndico, a maioria das unidades seria de locação, o que teria dificultado a manutenção no prédio.

Como acionar – A Defesa Civil funciona 24 horas, inclusive aos sábados, domingos e feriados e, em caso de necessidade, deve ser acionada pelo número 98831-6885 (WhatsApp), pelo telefone 199, ou pelo aplicativo ‘João Pessoa na Palma da Mão’, que pode ser baixado gratuitamente nas plataformas Play Store e AppStore.




PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Museu Casa de Margarida Maria Alves Sérgio Botelho

PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Museu Casa de Margarida Maria Alves
Sérgio Botelho
– Entre os temas tratados pelo livro Memória e Verdade sobre a Ditadura, da historiadora, professora e pesquisadora Lúcia Guerra, se destaca a do direito ao não esquecimento, que visa guardar para a posteridade experiências marcantes numa determinada sociedade.
Nesse particular, merecem destaque os terríveis resultados das ações repressivas empreendidas pelo Estado brasileiro após o Golpe de 1964, como parte da política de aniquilamento da oposição ao regime.
Foi em meio ao estabelecimento de instrumentos de investigação sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, em 1995, já com o país redemocratizado desde 1988, da Comissão da Anistia, em 2001, e da Comissão Nacional da Verdade, em 2011, que a tese do direito à memória passou a ganhar escala, no Brasil.
Na Paraíba, a partir do trabalho da Comissão da Verdade ficaram entendidas como ações repressivas mais notáveis os assassinatos de Alfredo Nascimento e João Pedro Teixeira, em 1962, antes mesmo da instalação da ditadura, e os desaparecimentos de João Alfredo Dias e Pedro Inácio de Araújo, em 1964. Vale dizer, o conjunto dos acontecimentos relacionados com a atuação das Ligas Camponesas. E já em 1983, o assassinato da sindicalista Margarida Maria Alves.
A primeira providência memorial, datada de 2001, celebrou Margarida, com a criação, em Alagoa Grande, sua terra natal, do Museu Casa de Margarida Maria Alves. Foi ali que a homenageada viveu na condição de presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais.
O ato memorialista teve ao mesmo tempo escopos político e pedagógico. Político, porque cravou no centro urbano alagoa-grandense o marco material pretendido contra o esquecimento e a impunidade. Pedagógico, porque a casa-museu virou sala de aula para a cidade, um ponto onde é possível encontrar lembranças que ajudam a entender a luta por direitos no meio rural e o papel das mulheres nessa história.
No livro da professora Lúcia Guerra toda essa conjuntura é devidamente esmiunçada. Minhas crônicas memorialistas têm limite nos exíguos espaços para textos, nas redes sociais, e da pressa que têm as pessoas que nelas transitam.
www.reporteriedoferreira.com.br/ Sergio Botelho- jornalista, poeta, escritor



Feliz Ano Novo! Que o amor, a paz e a sabedoria estejam em nossas vidas durante 2026

Que este novo ano seja o tempo de renascimento para nossos sonhos e propósitos. Que a fé nos impulsione, a esperança nos alimente e o amor nos guie. A cada amanhecer, que possamos olhar para o horizonte com otimismo, certos de que os melhores dias ainda estão por vir. Que os desafios sejam encarados como oportunidades de crescimento e que as bênçãos se multipliquem em nossas vidas, trazendo abundância de paz e prosperidade.

 

Feliz e próspero Ano Novo!

 Um novo ano se inicia, e com ele, 365 novas chances de fazer diferente. Que em 2026 nossa fé seja inabalável, nossa esperança, contagiante, e nosso amor, transformador. Que saibamos encontrar força nas adversidades e motivos para agradecer em todos os momentos. Que Deus ilumine nossos passos e nos guie por um caminho de muita luz e sucesso.