NA ROTA DA DITADURA/ DAS REFORMAS AO GOLPE Por Gilvan de BritoLANÇAMENTO DO LIVRO 79 DOS PUBLICADOS
Antes do primeiro de abril de 1964, muita coisa aconteceu para que se chegasse ao golpe militar e a tomada do Poder pelas armas. É desse intervalo do qual nos ocupamos nesta publicação de natureza descritiva, 1960 a 1964 na Rota da Ditadura. Certa vez o presidente Getúlio Vargas definiu com propriedade os tipos de políticos brasileiros de seu tempo: “É como feijão na água; o que não presta flutua.
O que é bom desce e fica no fundo da panela.” Naquela anarquia que se criou entre liberais e conservadores, de 1960 a 1964, era possível se conhecer os bons e os maus políticos, como receitara a velha e astuta raposa dos pampas. Os que se conservavam na superfície podiam ser identificados com facilidade pela iniciativa de pregarem o atraso, defenderem o massacre dos agricultores e condenarem as reformas de base, principalmente a agrária. João Goulart recebera o país com a economia em ruína, em meio a uma crise quando os militares, considerando-o comunista, tentaram impedir a sua posse, como vice-presidente de Jânio Quadros, que renunciara.
Daí a anarquia em que se transformou a política brasileira, com reflexo na Paraíba, onde os latifundiários e usineiros possuíam um exército paralelo de jagunços para combater com armas os agricultores famintos e desarmados. Os militares, convocados para o golpe provaram, no poder, que não eram diferentes daqueles políticos oportunistas, a quem se aliavam: eram piores do que eles, como ficou provado, nos 21 anos de transtornos de triste memória. Aqui, nos fragmentos da história, reunidos neste livro, pois, a memória viva dos anos de 1960 a 1985, como um tijolo no muro da historiografia paraibana, para que as atrocidades e a anarquia não se repitam. Ditadura, nunca mais. Ebook 152 páginas, $ 19,90, pode ser adquirido pelo Link Kindle/ Amazon: B0FMPPRNV8
www.reporteriedoferreira.com.br Por Gilvan de Brito- Advogado, jornalista, poeta, escritor



