Colisão envolvendo van e camionete deixa motoristas gravemente feridos na BR-230, em Cajazeiras

Continuam em observações médicas no Hospital Regional de Cajazeiras,  motoristas que ficaram gravemente feridos em uma colisão entre uma van e uma caminhonete no km 500 da BR-230, em Cajazeiras, no Sertão da Paraíba. O acidente que  aconteceu nessa sexta-feira (27).

Em decorrências da batida as partes da frente da van modelo Fiat Ducato e da caminhonete Fiat Strada ficaram destruídas . A pericia solicitada já foi realizada e o laudo deverá será concluído em trinta dias, segundo a polícia

Equipes de resgate foram acionadas para prestar socorro às vítimas, que foram encaminhadas a unidades de saúde da região. As causas do acidente ainda serão investigadas.

O trecho da rodovia precisou ser parcialmente interditado para o atendimento da ocorrência e posterior retirada dos veículos envolvidos.




Preço da gasolina e do álcool cai em 63 postos de João Pessoa, aponta Procon-JP

 

A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor constata que, em comparação com a semana passada, 63 postos reduziram o preço do litro da gasolina comum e 63 baixaram o valor do litro do álcool na Capital para pagamento à vista. A pesquisa para combustíveis realizada pelo Procon-JP visitou 110 postos que estavam em atividade no dia 25 de junho. 

A gasolina, que manteve o preço da pesquisa anterior em 53 postos, está comercializando o produto entre R$ 5,97 (Elesbão – Água Fria) e R$ 6,16 (Almeida – Oitizeiro). A diferença registrada foi de R$ 0,19, a variação de 3,2% e a média de R$ 6,06. O preço do produto no cartão oscila entre R$ 6,29 e R$ 6,30.

Já o preço do álcool está oscilando entre R$ 4,39 (Ferrari – Centro) e R$ 5,53 (Metrópole – Tambiá e Pichilau – Miramar) para pagamento à vista. O etanol manteve o preço em 50 locais em relação à pesquisa anterior e apresenta variação de 20,6%, diferença de R$ 1,14 e média de R$ 4,57. Para pagamento no cartão, o produto está sendo comercializado entre R$$ 4,63 e R$ 5,65.

Aditivada – A gasolina aditivada está com preços entre R$ 6,05 (Expressão – Torre, RV – Portal do Sol e Auto Posto Valentina) e R$ 6,40 (Maxi – Oitizeiro) para pagamento à vista. Já no cartão o preço varia entre R$ 6,29 e R$ 6,38. A pesquisa registra, ainda, que 24 postos reduziram e 33 mantiveram o preço do produto da pesquisa anterior, com a diferença registrada em R$ 0,35, a variação em 5,8% e a média em R$ 6,22.

S10 – Já o diesel S10 manteve o menor preço do último dia 18, R$ 5,49 (Opção Via Oeste – Alto do Mateus e Maxi – Oitizeiro), com o maior subindo de R$ 6,39 para R$ 6,59 (Select – Tambaú). A variação está em 20%, a média em R$ 5,75 e a diferença em R$ 1,10. Quatro postos reduziram e 104 mantiveram o preço do levantamento anterior. Os preços no cartão oscilam entre R$ 5,59 e R$ 6,29.

Diesel comum – Quanto ao diesel comum, o menor preço subiu R$ 0,01, e está sendo comercializado a R$ 5,49 (Independência – Tambiá), com o maior se mantendo em R$ 5,87 (Elesbão – Água Fria). A diferença foi encontrada a R$ 0,38, a média a R$ 5,67 e a variação a 6,9%. Um preço único foi registrado para pagamento no cartão: R$ 5,79.

GNV – O Gás Natural Veicular (GNV) continua mantendo um único preço, R$ 4,990, há sete semanas seguidas. A pesquisa do Procon-JP esteve em 14 revendedores do produto.

PB Agora




O PESO DA INJUSTIÇA TRIBUTÁRIA; Rui Leitao

O PESO DA INJUSTIÇA TRIBUTÁRIA

A Constituição Federal estabelece, entre seus princípios fundamentais, o compromisso do Estado brasileiro com a redução das desigualdades sociais. No entanto, quando se observa a estrutura tributária nacional, constata-se justamente o oposto: em vez de promover justiça social, o sistema de impostos atua como instrumento de concentração de renda.

A lógica tributária em vigor favorece os mais ricos e penaliza os mais pobres. O Brasil figura entre os países que mais taxam o consumo e menos tributam a renda e o patrimônio. Isso significa que os impostos incidem de forma mais pesada sobre quem ganha menos, agravando a desigualdade social já existente.

O principal problema reside na regressividade do sistema. Enquanto trabalhadores com renda modesta pagam proporcionalmente mais impostos em itens essenciais como alimentação, energia e combustíveis, grandes fortunas e lucros financeiros escapam de uma cobrança justa. Prova disso é que, embora previsto na Constituição desde 1988, o imposto sobre grandes fortunas jamais foi regulamentado. Além disso, os rendimentos de capital — como dividendos, lucros e aplicações financeiras — seguem sendo tributados com alíquotas mais brandas que os salários dos trabalhadores.

Mesmo com uma das maiores cargas tributárias do mundo, o Brasil oferece baixo retorno social à sua população. Isso se deve, em parte, à estrutura que concentra a arrecadação em tributos indiretos embutidos no consumo cotidiano. Esses impostos, por serem “invisíveis” aos olhos do consumidor, acabam sendo socialmente perversos, pois atingem todas as faixas de renda com a mesma intensidade, sem considerar a capacidade contributiva de cada um.

O resultado é um sistema que inverte o princípio da equidade: cobra-se mais de quem tem menos, enquanto os setores mais ricos da sociedade desfrutam de isenções fiscais, incentivos e brechas legais. Empresas com grande poder econômico frequentemente são beneficiadas por regimes especiais de tributação, reduzindo sua contribuição ao financiamento das políticas públicas.

Essa distorção estrutural também tem implicações políticas. Ao longo da história, tentativas de reformar o sistema tributário brasileiro esbarraram em forte resistência das elites econômicas. Presidentes que ousaram propor medidas mais progressivas, como João Goulart — que elevou a alíquota máxima do Imposto de Renda para 65% — enfrentaram forte instabilidade política. A concentração de renda, portanto, não é apenas um fenômeno econômico, mas um pacto de poder sustentado por interesses que resistem à mudança.

O vice-presidente do Instituto Justiça Fiscal e membro do coletivo Auditores Fiscais pela Democracia faz a seguinte análise dessa situação: “O sistema tributário em qualquer país é uma fotografia. Ele mostra de forma muito clara a correlação de forças de uma sociedade. O sistema tributário é um instrumento para viabilização do Estado de bem-estar social”

Corrigir essa injustiça tributária é um dos grandes desafios contemporâneos do Brasil. Não se trata apenas de uma questão fiscal, mas de justiça social, de garantir um país mais equilibrado e com oportunidades reais de mobilidade para todos. Enquanto esse modelo injusto persistir, seguiremos alimentando o ciclo da desigualdade, impedindo que o Brasil realize o que sua Constituição promete: uma sociedade mais justa, solidária e igualitária.

www.reporteriedoferreira.com.br  /Rui Leitão- Advogado, jornalista, poeta, escritor




TRE-PB aprova mudança de horário de expediente para o turno da manhã

Sessão administrativa dessa quinta (26) definiu nova jornada, que passará a vigorar a partir de 1º de agosto

#PraTodosVerem: Frame do vídeo da Sessão de Julgamentos do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíb...

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) aprovou, na tarde desta quinta-feira (26), durante a 42ª Sessão Ordinária, a mudança no horário de expediente da instituição. Por unanimidade, os membros da Corte Eleitoral decidiram que, a partir do dia 1º de agosto de 2025, o expediente no Tribunal e nas zonas eleitorais da Paraíba passará a ser das 7h às 14h, de segunda a sexta-feira.

A proposta de alteração foi apresentada pelo presidente do TRE-PB, desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, em pauta administrativa submetida à apreciação do Pleno. A medida tem como fundamento o fortalecimento do diálogo entre primeiro e segundo graus da Justiça Eleitoral paraibana, além de gerar ganhos em sustentabilidade, economia energética e melhor aproveitamento dos recursos institucionais.

Durante a sessão, o presidente destacou que a proposta atende à política de priorização do primeiro grau, já que o atual horário do TRE-PB, das 12h às 19h, não coincide com o expediente das zonas eleitorais, dificultando a comunicação e o atendimento simultâneo das demandas. “Tudo aquilo que é necessário para o primeiro grau precisa estar alinhado com o funcionamento da sede. Essa medida traz harmonia, eficiência e economia para a Justiça Eleitoral paraibana”, ressaltou.

Economia e sustentabilidade

Outro ponto enfatizado pelo presidente foi o impacto econômico positivo da mudança. Os estudos apresentados indicam que a unificação do expediente no turno da manhã pode gerar, em anos não eleitorais, uma economia aproximada de R$ 280 mil anuais nas contas de energia, e R$ 170 mil nos anos de pleito. O ajuste também está alinhado às diretrizes do Plano de Logística Sustentável do TRE-PB, que prevê a racionalização do consumo energético e a redução da iluminação artificial.

“É mais um dado, porque temos também um projeto de melhoria das estruturas de zonas eleitorais, se calcularmos a média de gasto de 50 a 70 mil reais por zona eleitoral, para reformar, teremos uma faixa de 4 a 5 zonas eleitorais atendidas totalmente reformadas com a economia na conta de eletricidade”, declarou o presidente do TRE-PB.

Além disso, o presidente relembrou que a medida está integrada a outros projetos sustentáveis em curso no TRE-PB, como a instalação de usina fotovoltaica, que já deve cobrir 40% da demanda energética do Regional até o fim de 2025 e, em até três anos, garantir 100% da geração necessária para a sede e as zonas eleitorais.

Avaliação institucional

#PraTodosVerem: Na fotografia aparecem três homens, em pé, posando, na sala da Presidência do TR...

Antes de ser levada à Corte, a proposta passou por diálogo com as entidades representativas dos servidores. Na quarta-feira (25), o presidente do Regional, desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho reuniu-se, na sala da Presidência, com o servidor Perivaldo Rocha Lopes, representante da Diretoria do SINDJUF-PB, e com o presidente da Associação dos Servidores do TRE-PB (ASSTRE), Fábio de Souza Pereira, para apresentar a proposta e ouvir as considerações das categorias. Segundo o presidente, o encontro reforçou a convergência de interesses e o entendimento coletivo sobre os benefícios da medida.

“A decisão foi construída com respeito e diálogo, considerando também o desejo manifestado pelas entidades representativas. Teremos a partir de agosto um expediente mais eficiente, sustentável e adequado às demandas da nossa instituição e de quem dela depende”, concluiu o magistrado.

Novo expediente

A partir de 1º de agosto de 2025, o expediente na sede do TRE-PB e nas zonas eleitorais funcionará das 7h às 14h, de segunda a sexta-feira. Serão mantidas flexibilizações nos horários de início e término para melhor adaptação das atividades.

www.reporteriedoferreira.com.br//rafaelkoehler/ascom/tre-pb/




Cabedelo: Juíza cassa prefeitos e aponta esquema de contratações ilegais

Por Josival Pereira

Decisão também tornou ex-prefeito inelegível (Foto: Divulgação)

A juíza eleitoral de Cabedelo (57ª Zona Eleitoral), Thana Michele Carneiro Rodrigues, emitiu sentença determinando a cassação dos mandatos do prefeito e da vice-prefeita do município, André Coutinho e Camila de Holanda, respectivamente, além do vereador Márcio Alexandre, pela prática de abuso de poder político e econômico nas eleições de 2024. Na mesma decisão, a magistrada torna o ex-prefeito Vitor Hugo ilegível pelo prazo de 8 anos.

As principais razões apontadas pela juíza Thana Michele são contratações irregulares de servidores temporários com fins eleitoreiros.

As provas das irregularidades foram colhidas pela Polícia Federal (PF) na Operação En Passant (fases 1 e 2) na qual se constatou o uso da Secretaria da Administração na campanha, com a contratação de dezenas de servidores de forma irregular no período proibido pela legislação eleitoral.

A PF chegou a identificar mais de 40 comprovantes de votação no aparelho celular apreendido com uma assessora do vereador Márcio Alexandre e que fazia à intermediação de contratações com a Prefeitura.

Apesar de cassação, prefeito de Cabedelo seguirá no cargo até posição do TRE

Foto: Divulgação

A juíza da 57ª Zona Eleitoral, Thana Michelle Carneiro Rodrigues, determinou que a Câmara Municipal de Cabedelo aguarde a manifestação do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) sobre os efeitos da decisão que cassou os mandatos do prefeito André Coutinho (Avante), da vice-prefeita Camila Holanda (PP) e do vereador Márcio Silva (União). A decisão foi proferida nesta quinta-feira (26) em caráter de urgência.

Na decisão, a magistrada explicou que, apesar de os embargos ainda não terem sido julgados, já foi orientada a Presidência da Câmara a não adotar providências imediatas até manifestação do TRE-PB.

“Num primeiro momento, dada a urgência da providência, antecipo-me ao julgamento aos embargos declaratórios, com efeitos infringentes, para esclarecer que já fora determinado à Presidência da Câmara Municipal de Cabedelo, conforme § 2º do art. 257 do Código Eleitoral, o aguardo da manifestação do eg. TRE, em sede de recurso, quanto às providências decorrentes da cassação dos diplomas dos investigados”, escreveu a juíza.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) também deve se manifestar sobre os embargos interpostos pela defesa. Após esse parecer, o processo retornará ao gabinete para decisão final.

www.reporteriedoferreira.com.br/MaisPB




Cícero Lucena reafirma compromisso com o desenvolvimento habitacional e urbano na 6ª Conferência das Cidades




Câmara Municipal de João Pessoa define Comissão de Recesso




Briga entre colegas de trabalho termina em homicídio em João Pessoa

A vítima foi socorrida com vida, mas morreu após dar entrada no Hospital de Trauma da capital

Briga entre colegas de trabalho termina em homicídio em João Pessoa (Foto:Verinho Paparazzo)

Um homem de aproximadamente 30 anos foi morto na tarde desta sexta-feira (27), após ser esfaqueado dentro de um restaurante localizado no bairro dos Bancários, em João Pessoa. A vítima e o suspeito trabalhavam no estabelecimento. O caso é tratado como homicídio pela Polícia Civil da Paraíba.

Segundo o delegado Douglas Garcia, o crime teria ocorrido após um desentendimento entre os dois funcionários, que já mantinham um histórico de discussão no ambiente de trabalho. “Segundo informações preliminares, essa desavença era constante entre eles, mas hoje extrapolou os limites e um acabou tirando a vida do outro”, afirmou.

A vítima foi socorrida com vida, mas morreu após dar entrada no Hospital de Trauma da capital. O agressor, que utilizou uma faca do próprio restaurante, fugiu do local logo após o crime. A polícia já tem a identificação do suspeito e realiza diligências para prendê-lo em flagrante.

A perícia criminal esteve no local, que foi preservado após a ocorrência. De acordo com a perita Taíne Talmaturgo, a equipe recolheu vestígios de sangue e a arma branca usada no ataque, uma peixeira que era utilizada na cozinha do restaurante.

“As marcas de espargimento e gotejamento de sangue foram documentadas e a arma foi apreendida. O local estava isolado, o que permitiu a coleta adequada dos elementos que podem auxiliar na investigação”, explicou a perita.

Por t5

 




Motta e Alcolumbre desistem de ir à audiência pública sobre emendas no STF

Por Daniela Lima, Camila Bomfim, Gioconda Brasil, Kevin Lima, Márcio Falcão, g1, TV Globo e GloboNews — Brasília

 

Presidente do Senado, Senador Davi Alcolumbre e Deputado Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, em 4 de junho de 2025. — Foto: Ton Molina/Foto Arena/Estadão Conteúdo

Presidente do Senado, Senador Davi Alcolumbre e Deputado Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, em 4 de junho de 2025. — Foto: Ton Molina/Foto Arena/Estadão Conteúdo

Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), desistiram de participar de uma audiência no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre as regras das emendas parlamentares.

Em comunicados anteriores à Corte, Alcolumbre e Motta haviam informado que participariam do evento nesta sexta-feira (27). O STF chegou a incluir os nomes dos parlamentares na programação oficial.

A audiência foi convocada pelo ministro do STF Flávio Dino, relator de ações que tratam de emendas, para discutir a obrigatoriedade do pagamento das indicações de senadores e deputados ao Orçamento — a chamada impositividade.

Motta e Alcolumbre planejavam, segundo aliados, participar do evento para defender as emendas parlamentares. A participação, na avaliação de parlamentares, representaria a importância desses recursos para o Congresso.

Aliados de Hugo Motta argumentam que não houve um recuo por parte do deputado. Segundo eles, o presidente da Câmara havia apenas indicado que poderia participar e não chegou a confirmar formalmente a presença ao Supremo.

Dino sobre emendas: 'Não há usurpação de competências'

Defesa do Congresso

Representando Davi Alcolumbre, a advogada-geral do Senado, Gabrielle Pereira, defendeu a obrigatoriedade do pagamento de emendas parlamentares. Segundo ela, o senador não pôde comparecer à audiência por “questões de agenda”.

Em sua fala, Gabrielle Pereira declarou que há uma “centralização de recursos da União” e defendeu que as indicações de parlamentares ao Orçamento “não podem ser criminalizadas”.

Segundo ela, as emendas atendem às normas de responsabilidade de fiscal.

“Constata-se, portanto, que a alocação de recursos pelos parlamentares atende a fins constitucionais relevantes e claramente definidos. […] As emendas são um importante instrumento do Parlamento”, afirmou.

Para a advogada do Senado, a impositividade das emendas traz “equidade no tratamento de recursos a todos os parlamentares”. Em defesa do mecanismo, ela também avaliou que a medida reserva a participação de “minorias” no Congresso na execução orçamentária.

“A impositividade não assegura a participação do Poder Legislativo. Ela vem para assegurar a participação de partidos e parlamentares da oposição, antes preteridos na alocação de recursos públicos. A impositividade surge como um importante instrumento de preservação das minorias na alocação de recursos públicos”, disse Gabrielle Pereira.

Durante a sua participação, a advogada-geral do Senado também fez críticas ao Judiciário. Ao defender a participação política no processo orçamentário, a advogada-geral do Senado disse que a Justiça tem interferido no Orçamento e se colocado como uma “espécie de Poder Moderador do entrave político”.

Mudanças em emendas

Ao longo dos últimos anos, o Congresso transformou, por meio de mudanças na Constituição, dois tipos de emendas em impositivas: as individuais e as de bancada.

As emendas parlamentares são recursos que deputados e senadores destinam a seus redutos eleitorais para a realização de obras e projetos. Com o passar dos anos, esses valores passaram a representar uma parte — cada vez mais significativa — do Orçamento da União.

Em 2025, o montante reservado para esses gastos é de cerca de R$ 50 bilhões — deste total, R$ 39 bilhões são destinados às emendas que o governo é obrigado a pagar ao longo do ano.

Ao longo dos últimos anos, o Supremo tomou decisões que forçaram o Congresso a mudar as regras para o pagamento das emendas. Nos bastidores, as investidas da Corte são criticadas por parlamentares.

Dino ainda afirmou que não há “usurpação” de Poderes por parte do STF ao decidir analisar as regras que tratam do pagamento de emendas.

“Enquanto estiver na Constituição, não se cuida de uma invasão do Supremo, e, sim, de um dever. Se nós temos normas constitucionais que estão, aparentemente, em dissonância, a harmonização de tais normas é uma atividade tipicamente jurisdicional em todos os países do mundo [e] enquanto o Brasil for regime democrático”, declarou.

A insatisfação dos congressistas com o avanço do STF contra regras opacas de distribuição de emendas têm provocado reações dentro do próprio Congresso.

Deputados e senadores mencionaram essas investidas e o atraso do governo federal em pagar emendas como um dos fatores para a derrubada de decretos que aumentavam as tarifas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

Em 2024, por meses, o pagamento dessas verbas foi interrompido para atender a decisões do STF, que cobrava por mecanismos para identificar os padrinhos das indicações.

O imbróglio chegou ao fim, em março, com a aprovação unânime dos ministros da Corte de um plano de trabalho que traz a previsão de que, a partir de 2025, não será mais possível executar emendas sem a identificação do parlamentar solicitante.




O PODER DO MONTUROS Empurra Açude Grande de Cajazeiras a UTI

Diante da inobservância e inércia das autoridades da cidade de Cajazeiras, observa-se o total desprezo e a truculência criminosa praticada contra o Açude Engenheiro Ávido, conhecido como Açude Grande de Cajazeiras. O segredo do sucesso do açude era a beleza natural. A água, o atendimento e a própria natureza. As pessoas não acreditam que aqui tinha um lugar que desafiava a natureza em beleza. Hoje, lixo, entulho, animais mortos, exalando mau cheiro que ao ser inalado pelas pessoas que aqui frequentam, as levam a sórdidas e sofridas lembranças de outrora.

Cajazeiras Tênis Clube, sodalício ostentado pelas pessoas de poder aquisitivo privilegiado, continua invadindo todo o espaço físico do Açude Grande, a exemplo de um “Magnata” que construiu uma verdadeira mansão com direito a uma chácara dentro do açude, sem que nenhuma providência fosse tomada em torno dessa truculência.

ESTE CASARÃO QUE SOBREVIVE AOS DESAFIOS DO TEMPO É TESTEMUNHA OCULAR DA MORTE LENTA DO AÇUDE GRANDE, VÍTIMA DO SEU PRÓPRIO POVO

Este cidadão “ARNALDO” observa o desprezo de uma beleza que sempre contemplou.

PROFISSIONAIS DA MÍDIA NÃO SILENCIAM

Diário do Sertão

Os espaços públicos compreendem as ruas, praças e parques e são áreas essenciais para a qualidade de vida urbana e o exercício da cidadania. Cajazeiras, na Paraíba, desenvolveu-se ao redor do Açude Grande, um reservatório construído no século XVIII, fundamental para a história e o abastecimento da cidade. Atualmente, o açude está degradado e poluído, refletindo o abandono de muitos espaços públicos no Brasil. A proposta de requalificação da orla do Açude Grande visa revitalizar o local, resgatar sua importância histórica e melhorar a qualidade de vida da população. Este trabalho tem como objetivo desenvolver um ensaio urbano – estudo preliminar – de arquitetura da paisagem para requalificação e expansão da orla do Açude Grande – voltado para a melhoria da qualidade de vida da população, promovendo a integração entre os espaços públicos, a paisagem natural (o Açude Grande) e a cidade. A requalificação pretende restaurar o patrimônio natural e cultural, além de contribuir para o desenvolvimento econômico e social da região.

AUTORIDADES IGNORAM A LEI (a Lei não deixou de existir, só não funciona em Cajazeiras )

LEI Nº 9.605, DE 12 DE FEVEREIRO DE 1998. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências.

O Açude Grande, em Cajazeiras, completa 105 anos com programação especial. A data será marcada por atividades desenvolvidas pelo Fórum Açude Grande em prol da recuperação da estrutura.

Na próxima sexta-feira (16), o Açude Grande, em Cajazeiras, fará 105 anos de fundação. A data será marcada por atividades desenvolvidas pelo Fórum Açude Grande em prol da recuperação da estrutura.

Na programação desta quarta-feira (14), está prevista a “Live: Açude Grande Vivo”. A transmissão será ao vivo, a partir das 19h30, no canal do YouTube do Centro de Formação de Professores do campus de Cajazeiras da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Nesta quinta-feira (15) e sexta-feira (16), acontecem uma campanha educativa ambiental no Açude e o lançamento do concurso de fotografia.

As comemorações dos 105 anos de fundação são um esforço conjunto do Fórum em mobilizar os cajazeirenses e as suas principais lideranças políticas e econômicas no estado para revigorar e manter esse patrimônio da cidade, apontando como um grande polo turístico, cultural e ambiental da cidade.

O Fórum

 

A ideia de restauração do açude foi uma iniciativa da Associação dos Cajazeirenses e Cajazeirados (AC3), que congrega os filhos e simpatizantes da terra que residem em Fortaleza (CE).

São aproximadamente dez anos de trabalho, desde os primeiros passos dados pela AC3 até a criação de um Fórum em Defesa do Açude Grande, formado após a primeira audiência publica realizada pela Assembléia Legislativa do Estado em conjunto com a Câmara de Vereadores de Cajazeiras, em 2017.

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