PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Tanto cresceu a cidade que nem “doidos” temos mais; Sérgio Botelho

Tanto cresceu a cidade, que nem "doidos" temos mais - PARA ONDE IR
PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Tanto cresceu a cidade que nem “doidos” temos mais
Sérgio Botelho
– João Pessoa, em seus tempos de perímetro urbano mais restrito, era uma cidade em que os caminhos de todos acabavam se cruzando inevitavelmente. Locais como o Ponto de Cem Réis, a Lagoa e a Praça João Pessoa não eram apenas áreas centrais: eram passagens obrigatórias, espaços inevitáveis da cidade. Neles, o fluxo humano era constante e compartilhado — do comerciante ao estudante, do funcionário público ao andarilho.
Essa conformação física da cidade favoreceu o surgimento de figuras populares que, mesmo depois de mortos, mantêm a fama. Muitos desses personagens cumpriam, mesmo que informalmente, uma função simbólica e social na cidade. Eram, ao mesmo tempo, motivo de riso e reflexão, de temor e de carinho. Representavam um tipo de liberdade que escapava às normas e às incontáveis patologizações de hoje e davam ao cotidiano urbano um toque de teatralidade e surpresa. Eram sensores de humor, portadores de críticas involuntárias, espelhos de uma sociedade que neles também se reconhecia.
A memória pessoense registra um grande número dessas figuras notáveis, algumas mais outras menos, que marcaram a vida da cidade. Grão de Bico, Tenente da Gelada, Macaxeira, Mocidade, Caixa d’Água,
David Dono do Mundo, Vassoura, Chinelo, Carboreto, Manezinho Luna, Doutor Cagão são algumas das figuras de forte presença memorial na capital paraibana.
O padeiro irritadiço, o inabalável admirador do ex-presidente João Pessoa, o piloto sem carro, o tribuno admirável, o poeta noctívago, o devoto de status e poderes, a cavaleira intrépida, o mendigo existencialista, o moço em busca do progresso pessoal, o alcóolatra e o impaciente senhor de terno amarrotado, todos marcaram época no correr da história pessoense.
A foto é de Mocidade, feita por Antônio David.
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PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Nem “doidos” temos mais Sérgio Botelho – João Pessoa, em seus tempos de perímetro urbano mais restrito, era uma cidade em que os caminhos de todos acabavam se cruzando inevitavelmente. Locais como o Ponto de Cem Réis, a Lagoa e a Praça João Pessoa não eram ap…
www.reporteriedoferreira.com.br Por Sergio Botelho- Jornalista, poeta, escritor



Cícero Lucena sobre candidatura ao governo da Paraíba ; ”Pronto para a convocação”, afirma

Prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP) – Foto: Reprodução

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), admitiu, neste sábado (19), em entrevista ao programa Poder em Notícia, da Rádio Independente FM, que poderá colocar seu nome à disposição para disputar o Governo da Paraíba em 2026 caso seja “consenso” entre os partidos da base do governador João Azevêdo (PSB) que ele seja o candidato.

 

“Se eu for convocado. Se for da vontade de Deus, obviamente que estou com saúde e disposição. Pronto para convocação de consenso, principalmente na nossa base. Estarei colocando meu nome à disposição, se for o caso de consenso”, cravou Lucena.

 

Na entrevista, o prefeito reforçou a necessidade de haver unidade entre os partidos que compõem o bloco governista, citando que o que deve ser discutido nesse momento pelos partidos é a continuidade do governo João Azevêdo, e não projetos pessoais.

“Devemos compreender que o importante é continuar, independente da vaidade pessoal. Isso [continuidade do projeto governista] tem que estar acima de tudo”, disse.

A declaração do prefeito acontece em meio à agenda que o gestor cumpre ao lado do prefeito de Serra Branca, Alexandre, que integra os quadros do União Brasil, maior legenda da oposição no estado.

“Se for da vontade de Deus de eu ser candidato, com certeza estarei na porta de Alexandre para pedir sua solidariedade”, ressaltou, fazendo referência ao prefeito de Serra Branca.




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João Azevêdo lança ciclo 2025 das audiências do Orçamento Democrático




Todos réus: STF aprova por unanimidade a abertura de ação penal contra mais 6 pessoas por tentativa de golpe de Estado

Segundo a PGR, ‘núcleo 2’ foi responsável pelo “gerenciamento operacional” do plano golpista

Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta terça-feira (22), pela abertura da ação penal contra os seis integrantes do chamado “núcleo 2” do plano para um golpe de Estado. Segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), o grupo seria responsável pelo “gerenciamento de ações” para a consumação do golpe, e atuava em instituições de segurança pública e militar.

A lista dos novos réus inclui os delegados da Polícia Federal (PF) Fernando de Sousa Oliveira e Marília Ferreira de Alencar, o ex-assessor para Assuntos Internacionais da Presidência da República Filipe Martins, o coronel da reserva Marcelo Câmara, o general da reserva Mário Fernandes, e o ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques.

Com isso, os seis acusados se tornam réus e se somam aos outros oito réus do “núcleo 1”, que inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Nesta fase, os ministros não analisaram o mérito das acusações, mas o recebimento da denúncia e o reconhecimento da existência de indícios concretos do cometimento de crimes.

Voto do relator

O relator da ação, ministro Alexandre de Moraes, apresentou seu voto com uma longa análise dos fatos descritos pela PGR, e fez um relato pessoal das denúncias que recebeu, como o então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sobre a tentativa de impedir eleitores do então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de chegarem a seus locais de votação.

“No dia 30 [de outubro, 2º turno das eleições], nós tivemos inúmeras ligações, petições no Tribunal Superior Eleitoral, sobre a dificuldade que inúmeros eleitores estavam tendo, simplesmente porque a Polícia Rodovia Federal, ignorando a decisão do TSE, montou suas operações nesses municípios. E isso só acabou chegando à grande mídia quando dois senadores foram impedidos de chegar ao seu local de votação, porque pararam em uma blitz também”, relatou o ministro.

Em outro momento, ao abordar a chamada Operação Punhal Verde e Amarelo, que previa o assassinato de autoridades da República, Moraes refutou a narrativa de que, por haver sido citado como um dos alvos do plano, não poderia relatar a matéria.

“É importante deixar muito claro que a denúncia aqui não se refere à tentativa de homicídio. Obviamente que, se houvesse uma denúncia por tentativa de homicídio contra um magistrado do Supremo Tribunal Federal, esses fatos seriam apartados e seriam distribuídos para outro ministro do Supremo Tribunal Federal. Aqui não, aqui é atentado contra as instituições democráticas”, ponderou Moraes.

Ministro Alexandre de Moraes, relator do processo sobre a tentativa de golpe de Estado. Foto: Antônio Augusto/STF

O ministro argumentou ainda que “seria fácil” para qualquer pessoa que tenha a si um crime imputado, mencionar o juiz do caso para impedir o prosseguimento das ações judiciais. “É sempre bom repetir: investigado não escolhe o juiz. Não é o investigado que vai escolher qual o juiz que o julgará”, ressaltou.

Finalmente, o ministro votou pelo recebimento da denúncia e pela abertura da ação penal contra os seis acusados pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado democrático de direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União, e deterioração do patrimônio tombado.

“Obviamente cada um dos imputados terá todo o tempo necessário para provar que ele não participou. Mas não há como negar que houve uma tentativa de golpe de Estado e a materialidade é a violência daquele dia, em que teve gente agredida, em que os prédios foram depredados”, disse o ministro, que voltou a exibir um vídeo dos atos golpistas de 8 de janeiro e da apreensão de uma bomba colocada nas proximidades do aeroporto de Brasília, em dezembro de 2022, no dia da diplomação do então candidato eleito, Lula. “Aquilo não foi um passeio de domingo”, afirmou.

Os demais ministros apresentaram votos sucintos, seguindo o relator, pelo recebimento da denúncia. Dessa forma, a ação penal será aberta, e a partir daí, dá-se início à fase de instrução, quando os acusados e testemunhas são chamados a depor e a apresentar provas e contraprovas em sua defesa. Só depois disso, haverá o julgamento do mérito das acusações imputadas, condenando ou absolvendo os réus.

“Sem anistia”

O ministro relator foi firme ao provocar uma reflexão sobre a proposta de anistia, que vem sendo discutida no Congresso Nacional. “As pessoas de boa fé só deveriam refletir e se perguntar se o que aconteceu pro Brasil acontecesse na sua casa. Se um grupo armado, organizado, ingressasse na sua casa, destruísse tudo, mas com a finalidade de fazer o seu vizinho mandar na sua casa, ou seja, de afastar você, a sua família do comando da sua casa com violência, destruição e bombas. Você pediria anistia para essas pessoas?”, provocou o ministro.

Nesse sentido, rejeitou a proposta de anistia. “Então, por que no Brasil, na democracia, a tentativa de quebra do Estado Democrático de Direito?, perguntou.

Defesa alega nulidades, mas ministros rejeitam todas

Na primeira parte do julgamento, os cinco ministros da Primeira Turma analisaram possíveis nulidades processuais, argumentadas pelas defesas dos acusados, que tiveram a chance de apresentar os argumentos que pudessem demonstrar as irregularidades processuais alegadas. Entre elas, os advogados defenderam a invalidade do acordo de delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, e a suposta dificuldade da defesa em acessar as provas descritas pela PGR na denúncia.

“Eu não estou dizendo que houve quebra da cadeia de custódia, ainda. Mas temos que discutir a licitude da prova no começo, na entrada do processo. E isso só pode ser feito com o acesso às provas”, afirmou Luís Eduardo Kuntz, advogado de defesa do ex-assessor de Bolsonaro, o coronel da reserva Marcelo Costa Câmara.

As defesas também argumentaram uma suposta ausência de parcialidade do PGR e dos ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin, e a incompetência do STF e da Primeira Turma para julgar a matéria.

Já o advogado Sebastião Coelho da Silva, defensor do ex-assessor da Presidência da República, Filipe Martins, pediu que, caso fosse aceita a denúncia, que o relator suspendesse as medidas cautelares impostas, como a retirada da tornozeleira eletrônica determinada pelo STF em 2024. E ao final de sua fala, prestou “homenagens” a algumas das pessoas que já se tornaram réus pela tentativa de golpe.

“Quero deixar aqui minhas homenagens a todos os acusados, especialmente ao presidente Bolsonaro, a quem eu oro por sua saúde, ao general Braga Netto e ao doutor Anderson Torres”, afirmou.

Em resposta às alegações apresentadas, o procurador-geral, Paulo Gonet, se referenciou ao julgamento do “núcleo 1”, em 26 março passado, em que as defesas entraram com preliminares semelhantes, sendo todas afastadas pelo colegiado. “Nenhuma dessas novas arguições convence de irregularidade nulificante”, disse o Gonet.

Em seguida, os ministros da Primeira Turma rejeitaram todas as arguições de nulidade levantadas pelas defesas, dando seguimento à análise do mérito do pedido de abertura da ação penal.

Ex-ministro de Dilma defende única mulher do “núcleo 2”

Causou surpresa no plenário da Primeira Turma quando foi convocado o advogado de defesa da delegada Marília Alencar, ugênio Aragão. Ele foi ministro da Justiça do governo da ex-presidenta Dilma Rousseff e atuou como advogado do presidente Lula. Aragão destacou, de partida, a gravidade dos eventos de 8 de janeiro.

“Não é sem desconforto que estou aqui nesta tribuna, neste feito, mas faço com tranquilidade, porque conheço Marília Alencar há muitos anos”, disse o advogado.

Aragão disse haver tido divergências profundas com a delegada, e que sofreu críticas dela quando assumiu o Ministério da Justiça do governo Dilma. “Uma coisa é o plano político que a gente diverge, outra coisa é o plano dos fatos”, declarou, passando a defender o não recebimento da denúncia contra sua cliente.

Os réus

  • Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF): segundo a PGR, ele teria utilizado sua posição como diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para obstruir estradas e impedir que eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegassem aos locais de votação. Silvinei chegou a ser preso, mas foi solto e precisa usar tornozeleira eletrônica.
  • Marcelo Costa Câmara, ex-assessor de Bolsonaro. O coronel da reserva e ex-assessor especial da Presidência da República de Bolsonaro era, segundo a denúncia, responsável por monitorar o ministro e então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes. Ele também teria envolvimento com o suposto extravio de joias do acervo da Presidência da República, a mando de Bolsonaro.
  • Marília Ferreira de Alencar, delegada da Polícia Federal e ex-diretora de Inteligência do Ministério da Justiça. Ela é apontada como braço direito do ex-ministro da Justiça, Anderson Torres, que também era o secretário de Segurança Pública do Distrito Federal em 8 de janeiro de 2023. Ela é acusada pelo Ministério Público de ter articulado junto ao ex-diretor da PRF os bloqueios em rodovias para impedir que os eleitores do presidente Lula chegassem aos locais de votação, e por negligência e omissão durante os atos antidemocráticos.
  • Fernando de Souza Oliveira, delegado da PF. Ele era o secretário-adjunto da SSP-DF durante os atos de 8 de janeiro de 2023, enquanto o então secretário, Anderson Torres, estava fora do Brasil. Ele também é acusado de omissão ao não alertar sobre o planejamento do ato golpista e na prevenção da depredação da Praça dos Três Poderes.
  • Mário Fernandes, ex-secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência. O general é apontado pela PGR como responsável por elaborar o chamado Plano Punhal Verde e Amarelo, que planejava os assassinatos de Lula, Geraldo Alckmin (PSB) e Moraes.
  • Filipe Garcia Martins. O ex-assessor de Assuntos Internacionais do governo Bolsonaro, teria redigido uma minuta do golpe e apresentado o decreto ao então presidente, de acordo com a denúncia da PGR.
Da esquerda para a direita: Marília Ferreira de Alencar, Fernando de Souza Oliveira, Marcelo Costa Câmara (acima), Filipe Martins, Mario Fernandes e Silvinei Vasques (abaixo). Fotos: Câmara Leg. DF – Fabio Rodrigues-Pozzebom, Marcelo Camargo e Lula Marques/Abr – Reprodução Redes

 




VÍDEO: terremoto de magnitude 6,2 atinge a Turquia

Até o momento, não há confirmação oficial de vítimas ou danos graves

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Terremoto de magnitude 6,2 atinge a Turquia

Reprodução/X

Terremoto de magnitude 6,2 atinge a Turquia

Um terremoto de magnitude 6,2 sacudiu a região de Istambul, na Turquia, nesta quarta-feira (23), provocando susto entre moradores e fazendo prédios tremerem em diversos pontos da cidade. O tremor foi registrado por volta das 12h49 no horário local, com epicentro a cerca de 21 quilômetros de profundidade, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

Até o momento, não há confirmação oficial de vítimas ou danos graves, mas as autoridades turcas estão em alerta e monitoram a situação. Moradores deixaram edifícios às pressas, e vídeos nas redes sociais mostram cenas de pânico e prédios balançando com força.

Veja vídeo




Botafogo-PB vende mando de campo contra o Flamengo por proposta milionária e jogo será em São Luís-MA

Botafogo-PB vende mando de campo contra o Flamengo por proposta milionária e jogo será em São Luís-MA
A decisão foi anunciada por Alexandre Gallo, CEO da SAF do clube paraibano – Foto: Ascom / Botafogo-PB

A diretoria do Botafogo-PB confirmou, nesta segunda-feira (21), a venda do mando de campo do confronto contra o Flamengo, válido pela terceira fase da Copa do Brasil. A partida, que seria realizada no Estádio Almeidão, em João Pessoa, acontecerá no Estádio Castelão, em São Luís (MA), no dia 1º de maio.

A decisão foi anunciada por Alexandre Gallo, CEO da SAF do clube paraibano, após uma série de protestos da torcida alvinegra contra os altos preços dos ingressos e a divisão da carga de bilhetes entre os torcedores do Belo e do Flamengo.

Segundo Gallo, o clube recebeu a maior proposta da história do futebol brasileiro para a venda de mando, sem revelar o valor ou o nome do comprador. Na semana passada, o investidor Filipe Félix, ligado à SAF, mencionou uma proposta de R$ 6 milhões, mas o CEO garantiu que o montante negociado foi ainda superior.

“O jogo será realizado em São Luís, no Maranhão. Causou muita estranheza esse desconforto da torcida. Estávamos sendo assediados por várias propostas e, diante de tudo, entendemos que mudar o local seria a melhor solução. Isso vai acelerar investimentos na nossa estrutura física”, explicou Alexandre Gallo.

Torcida protestou com pichações e críticas

A decisão veio na esteira de uma forte reação da torcida do Belo, que criticou publicamente a diretoria. Os ingressos para o setor destinado à torcida alvinegra estavam sendo vendidos a R$ 300, valor considerado abusivo por muitos torcedores.

Além disso, a divisão anunciada inicialmente — 60% da carga para o Botafogo-PB e 40% para o Flamengo — gerou revolta entre os alvinegros, que esperavam que os rubro-negros tivessem direito a apenas 10% dos ingressos, conforme promessa anterior da diretoria.

A insatisfação foi expressa nas redes sociais e com pichações nos muros do centro de treinamento do clube, a Maravilha do Contorno, cobrando mais respeito da SAF com os torcedores.

“Queríamos fazer o jogo aqui, era o nosso desejo. Mas a torcida não entendeu bem as condições. Com essa mudança, vamos poder antecipar melhorias estruturais importantes. Tentamos fazer da melhor forma possível, mas não fomos compreendidos”, afirmou Gallo.

Com isso, o duelo entre Botafogo-PB e Flamengo, que marca o jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil, será disputado no Estádio Castelão, na capital maranhense. O jogo da volta, no Maracanã, segue sem alterações.

Confira a entrevista coletiva de Alexandre Gallo:

www.reporteriedoferreira.com.br Por Poder Paraíba




Saiba quem são cardeais apontados como favoritos para suceder papa Francisco; não há brasileiros na lista

Com a morte de Francisco, ocorrida nesta segunda-feira (21), aos 88 anos, a pergunta que ronda o Vaticano é uma só: quem será o próximo papa?

O conclave é o processo de escolha de um pontífice, que começa oficialmente depois que o líder da Igreja Católica morre ou renuncia ao cargo. Nesses casos, os cardeais espalhados pelo globo são convocados para a reunião na Capela Sistina, dentro do Vaticano. Só podem votar aqueles que têm menos de 80 anos.

Embora, em teoria, qualquer homem batizado celibatário possa ser escolhido como papa, desde o conclave de 1378 todos os eleitos faziam parte do grupo de cardeais. É dali que saem as listas de mais cotados a futuro papa. Atualmente, o Colégio Cardinalício é formado por 252 cardeais, sendo 138 eleitores.

Pelo direito canônico, o total de eleitores não deveria passar de 120, mas é uma decisão que cabe ao papa e o limite já foi superado em outros períodos. A escolha de Francisco de nomear 21 novos eleitores em dezembro de 2024 é ligada ao fato que, ao longo de 2025, 14 cardeais completarão 80 anos e perderão direito a voto.

O vaticanista Edward Pentin criou, com uma equipe de jornalistas e especialistas católicos, o site The College of Cardinals Report, que enumera 12 cardeais entre os mais papáveis. Nele, há o perfil de todos os cardeais vivos, informações detalhadas de cerca de 40 deles e uma lista de 12 papáveis, sem ser um ranking de mais ou menos cotados.

Veja abaixo quem são eles, por ordem alfabética. Não há brasileiros nem sul-americanos, e metade se tornou cardeal no papado de Francisco.

Anders Arborelius, 75 (Suécia)

Bispo de Estocolmo, já foi considerado um modelo pelo papa Francisco, por sua capacidade de diálogo. É a favor de mais abertura para divorciados, mas contra o diaconato feminino. Nomeado por Francisco em 2017.

Charles Bo, 76 (Mianmar)

Arcebispo de Yangon, maior cidade e antiga capital de Mianmar, é considerado um candidato forte em temas de injustiça social e diálogo entre religiões. Nomeado por Francisco em 2015.

Fridolin Ambongo Besungu, 65 (República Democrática do Congo)

Um de dois candidatos negros e do continente africano, Besungu é o arcebispo de Kinshasa, capital da República Democrática do Congo. Filho de um seringueiro, é conhecido por suas posições ambientalistas e fortemente anticoloniais. Ao mesmo tempo, se posiciona contra a bênção a casais do mesmo sexo.

Jean-Marc Aveline, 66 (França)

Arcebispo de Marselha e nascido na Argélia, é apontado como um preferido do próprio Francisco, especialmente por sua defesa dos imigrantes. Nomeado por Francisco em 2022.

Luis Antonio Tagle, 67 (Filipinas)

Arcebispo emérito de Manila, desde 2019 tem cargo na Cúria Romana, a cúpula do Vaticano. Atualmente, é pró-prefeito do Dicastério para a Evangelização. Considerado o “Francisco asiático”, compartilha a visão do papa em temas como ecologia. Nomeado por Bento 16 em 2012.

Malcolm Ranjith, 77 (Sri Lanka)

Arcebispo de Colombo, capital do Sri Lanka, é outra aposta entre a ala tradicional e conservadora do clero, com o diferencial de estar na Ásia e se alinhar à defesa do meio ambiente como Francisco. Nomeado por Bento 16 em 2012.

Matteo Zuppi, 69 (Itália)

Presidente da Conferência Episcopal Italiana, equivalente à CNBB brasileira, e colaborador do papa em temas internacionais. Foi escolhido como mediador na Guerra da Ucrânia, enviado a Kiev e Moscou. Nomeado por Francisco em 2019.

Péter Erdo, 72 (Hungria)

Arcebispo de Budapeste, é visto entre os círculos conservadores da Igreja como um nome para se contrapor às ideias de Francisco. Nomeado por João Paulo 2º em 2003.

Pierbattista Pizzaballa, 59 (Itália)

Mais jovem da lista, chefia o Patriarcado Latino de Jerusalém. Há mais de 30 anos vive na Terra Santa e conhece profundamente os temas do Oriente Médio, outro assunto caro ao papa. Nomeado por Francisco em 2023.

Pietro Parolin, 70 (Itália)

Frequentemente citado como papável pela imprensa especializada, desde 2013 é secretário de Estado da Santa Sé, responsável pela diplomacia da Igreja. Nomeado por Francisco em 2014.

Robert Sarah, 79 (Guiné)

Sarah é uma aposta do campo conservador da Igreja por sua firme oposição ao papado de Francisco em temas como processo sinodal e abertura a casais homossexuais. É prefeito emérito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos. Nomeado por Bento 16 em 2010.

Willem Eijk, 71 (Holanda)

Arcebispo de Utrecht, é um nome estimado entre os conservadores por suas posições pró-vida, em temas como eutanásia. É contra a bênção a homossexuais, por irem contra a ordem de criação de Deus. Nomeado por Bento 16 em 2012.

 

Folha Online




Homem é morto com mais de 25 tiros no bairro de Muçumagro

Vítima estava saindo de casa para trabalhar, quando foi surpreendido

Por  T5

morto 25 tiros muçumagro
Motociclista por aplicativo é morto com mais de 25 tiros no bairro de Muçumagro (Foto: Reprodução/TV Tambaú)

Um homem que trabalhava como motociclista por aplicativo, foi assassinado com mais de 25 tiros na manhã desta sexta-feira (21) no bairro de Muçumagro, em João Pessoa. O crime aconteceu quando a vítima saía de sua residência para trabalhar. A vítima, identificada como Leonardo José Soares da Silva, de 35 anos, utilizava uma tornozeleira eletrônica.

De acordo com informações preliminares, um veículo de cor branca já aguardava a vítima na ladeira da via. Três homens desceram do carro e efetuaram vários disparos contra o motociclista, que morreu no local. A perícia constatou que mais de 25 disparos atingiram a vítima, e foram encontrados projéteis de calibres .40 e 9mm espalhados pela cena do crime.

A polícia civil investiga se o assassinato pode ter relação com seu passado ou envolvimento com grupos criminosos.

Um dos elementos que chamou atenção na cena do crime foi um chapéu branco, encontrado próximo ao corpo. Segundo a perita Mariana Fortes, o objeto pode ter pertencido a um dos executores ou à própria vítima. O acessório foi recolhido para análise e será encaminhado para exame de DNA, a fim de identificar possíveis envolvimentos.

A polícia também recolheu um celular que estava em posse da vítima. O aparelho foi entregue às autoridades para que seja analisado e possa fornecer informações relevantes para a investigação. Nenhuma substância ilícita foi encontrada com Leonardo, mas os investigadores não descartam a possibilidade de sua conexão com atividades criminosas.

As câmeras de segurança da região estão sendo analisadas para identificar a dinâmica do crime e localizar os suspeitos.




PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Papa Francisco sob a guarda eterna de Nossa Senhora das Neves Sérgio Botelho

PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Papa Francisco sob a guarda eterna de Nossa Senhora das Neves
Sérgio Botelho
– Inicio meu comentário sobre a lamentável morte do Papa Francisco, ocorrida nesta segunda-feira, 21, com uma incidental anotação, nos campos afetivo e espiritual, já que acaba tendo a ver com João Pessoa e sua padroeira. Seu corpo será sepultado na Basílica de Santa Maria Maior, a maior igreja mariana de Roma, também referenciada durante séculos como de Nossa Senhora das Neves, com festa litúrgica exatamente no mesmo dia em que se comemora a fundação da capital paraibana: 5 de agosto.
Pois bem, o mundo, não somente o católico, está bastante comovido com a morte do Papa Francisco, que apresentava alguns sinais de que havia resistido à fase mais aguda de sua doença, ele que é importante símbolo de renovação da Igreja no sentido de sua vinculação aos segmentos mais sofridos da Terra. Além disso, a grande maioria do povo católico se mostra bastante preocupado com o que pode acontecer à Igreja após a sua morte, uma vez que há conservadores extremados de olho na cadeira do líder espiritual de milhões de pessoas em dezenas e mais dezenas de países, no mundo inteiro, que seguem os cânones da Igreja Católica. A preocupação é com os 252 eleitores que escolherão o substituto de Francisco, membros do Colégio de Cardeais, embora haja sinais animadores.
Desde sua eleição em 2013, o Papa Francisco, primeiro pontífice jesuíta e originário da América Latina, tem sido uma figura central na transformação da Igreja Católica, alinhando-a aos desafios do século XXI por meio de uma postura pastoral inovadora, engajamento social e reformas institucionais. Sua abordagem, marcada pela simplicidade e proximidade com os fiéis, redefine a missão da Igreja, priorizando a misericórdia, a inclusão e a justiça socioambiental.
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