Mulher morre e motociclista fica ferido em acidente na Av. Epitácio Pessoa na Capital

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Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

Um acidente na noite desse domingo (23) resultou em  uma mulher morta e um homem gravemente ferido na Avenida Epitácio Pessoa, no Bairro dos Estados.

De acordo com as informações, o motociclista perdeu o controle ao seguir no sentido Centro-Praia, bateu no canteiro central e caiu. A mulher, que estava na garupa, morreu no local do acidente

O motociclista foi levado ao Hospital de Trauma de João Pessoa. Ele relatou aos socorristas que tentou desviar de um cachorro.

Testemunhas do acidente já foram arroladas para prestarem depoimento em torno do acidente, vez que foi instaurado inquérito policial visando esclarecer os fatos.




Julgamento de Bolsonaro: o que aliados pensam e como será o rito

Primeira Turma do STF começará a julgar ex-presidente e mais sete pessoas nesta terça-feira (25)

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Jair Bolsonaro (PL) enfrenta novo julgamento
Agência Brasil

Jair Bolsonaro (PL) enfrenta novo julgamento

Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro(PL-RJ) acompanham com atenção o julgamento no Supremo Tribunal Federal que pode torná-lo réu por tentativa de golpe de Estado. O processo será analisado pelos ministros nesta terça-feira (25) e quarta (25).

Nos bastidores, há diferentes posicionamentos sobre o impacto da decisão. Ao Portal iG, um deputado da oposição afirmou: “Bolsonaro sofre perseguição política, mas tenho fé que a justiça irá prevalecer”.

Já um senador do Centrão defendeu uma posição intermediária: “Sou contra perseguir o ex-presidente, porque só cria sentimento de revanchismo. Torço para que o STF coloque a mão na cabeça e faça o certo”.

Outro deputado classificou o julgamento como uma “farsa” e disse que “o povo brasileiro precisa lutar pela democracia”.

O analista político Américo Marques avaliou que Bolsonaro e seus aliados utilizarão uma estratégia similar à de Lula durante a Lava Jato.

“Lula afirmou ter sido vítima de perseguição por parte dos procuradores de Curitiba e do ex-juiz Sergio Moro. Bolsonaro agora diz ser vítima de perseguição por parte do Alexandre de Moraes. A ideia é manter a base aquecida para não perder capital político”, disse Marques.

Ele também destacou a percepção de parte da população sobre a atuação do Judiciário: “As acusações são graves, mas não podemos ignorar a percepção da população. Há uma imensa maioria que acredita em uma perseguição do Judiciário e da mídia contra o ex-presidente”.

Sobre as eleições de 2026, Marques afirmou que Bolsonaro não deve ser candidato e que precisará lançar um novo nome para a disputa presidencial.

“Ele terá que lançar um novo nome para enfrentar o Lula, que é o grande favorito à reeleição, mesmo enfrentando sua menor popularidade”, analisou.

Como será o julgamento

Jair Bolsonaro
Henrique Neri

Jair Bolsonaro

O julgamento da denúncia contra Bolsonaro e outros sete acusados ocorrerá na Primeira Turma do STF em três sessões: terça, às 9h30 e às 14h, e quarta, às 9h30. O rito seguirá as diretrizes do regimento interno da Corte.

A sessão será aberta pelo presidente da Primeira Turma, ministro Cristiano Zanin. Em seguida, o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, fará a leitura do relatório, apresentando um resumo das investigações e da denúncia formulada pela Procuradoria-Geral da República.

Após essa etapa, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, terá 30 minutos para expor os argumentos da acusação.

Os advogados dos oito acusados terão 15 minutos cada para suas sustentações orais, seguindo uma ordem definida pelo presidente da turma.

Após a análise das preliminares, o relator apresentará seu voto sobre o mérito da denúncia, avaliando se há indícios suficientes para que os acusados se tornem réus. Os demais ministros votarão na sequência: Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

Se pelo menos três dos cinco ministros aceitarem a denúncia, os acusados passarão à condição de réus, e o processo seguirá para a fase de instrução, com coleta de provas e depoimentos. Caso a denúncia seja rejeitada, o processo será arquivado, cabendo recurso à própria Primeira Turma.

 




Cícero Lucena autoriza ampliação do ‘Viva o Centro’ com benefícios fiscais para mais de mil imóveis




O ÓDIO DE CLASSE AO BOLSA FAMÍLIA ; Rui Leitão 

O ÓDIO DE CLASSE AO BOLSA FAMÍLIA ; Rui Leitão

Em conversa com um amigo, ele lastimava a falta de pessoas interessadas em trabalhar na sua empresa e culpava o Bolsa Família por isso. Não me surpreendi e preferi não alimentar a discussão, até porque essa é uma opinião que se manifesta majoritariamente entre os integrantes da classe média brasileira. Para muitos, o Bolsa Família é chamado de “bolsa vagabundo” ou “bolsa voto”, ignorando que ele é o maior e mais importante programa de combate à pobreza do mundo e já foi copiado por mais de 40 países.

Sem o Bolsa Família, um quarto da população brasileira ainda estaria passando fome. Os que criticam o programa ficam indignados porque não encontram mais gente disposta a alugar sua força de trabalho por qualquer tostão, em um regime de semi-escravidão. Na verdade, o que existe é uma demanda por mão de obra barata, o que gera insatisfação pelo fato de que, na medida em que se garante uma renda suficiente para assegurar a sua sobrevivência, o trabalhador passa a ter maior poder de barganha para decidir se aceita ou não as condições de emprego que lhe são oferecidas.

Não conseguem entender que a fome não é um problema pessoal, mas sim um problema político. Essa reação não é recente. Ela existe desde 2003, quando o programa foi criado, adotando uma política de mudanças sociais com a transferência de renda para famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza, no propósito de pôr fim ao ciclo de miséria entre gerações de brasileiros ao longo da nossa história. Isso nos coloca como um dos países mais desiguais do mundo.

Esse ódio de classe contra o Bolsa Família não é apenas uma implicância de conservadores contra Lula; é coisa de quem não tem a menor noção do que seja passar fome. Culpam o Estado pelo desestímulo ao ingresso no mercado de trabalho, sob a alegação de que o programa representa uma ação política paternalista que inibe a autossuficiência individual e o mérito próprio. No entanto, em contraposição a essas críticas, pesquisas têm demonstrado que o desempenho econômico do país não é afetado pelo crescimento do número de famílias inseridas no programa, e o índice de desemprego vem diminuindo nos últimos anos. Trata-se, portanto, de um direito social que amplia a cidadania e está ligado a uma lógica de seguro social, contrariando a visão de que se trata apenas de uma política compensatória de renda mínima. Faz parte das políticas sociais típicas de um Estado de bem-estar social.

O Programa Bolsa Família foi criado com o objetivo de “contribuir para a superação da pobreza no Brasil por meio de três frentes de atuação: a transferência direta de renda, que representa uma melhoria imediata nas condições de vida das famílias pobres; o acompanhamento das condicionalidades, como reforço do direito de acesso das famílias aos serviços básicos de saúde, educação e assistência social, contribuindo para romper o ciclo de pobreza entre gerações; e a oferta de programas complementares, que abrem oportunidades de desenvolvimento para as famílias beneficiárias”.

Essa campanha contra o Bolsa Família se apoia no desejo de que o capitalismo continue se reproduzindo por meio da exploração de classes, perpetuando as grandes desigualdades sociais. Seus críticos procuram achincalhar a reputação de quem recebe o benefício e influenciar a opinião pública contra o programa, seja por desinformação, seja por preconceito. No plano ideológico, esses opositores — que se veem em uma posição intermediária na pirâmide social — temem perder seu status e diminuir a distância que os separa dos mais pobres.

Ninguém está afirmando que o Bolsa Família é a solução definitiva para erradicar a pobreza, mas ele representa um avanço no combate à exclusão social, ainda que precise de aperfeiçoamentos. Eis aí o motivo pelo qual a classe média reage contra o programa.

www.reporteriedoferreira.com.br  /Rui Leitão- advogado, jornalista, poeta, escritor




Centro Histórico reocupado Sérgio Botelho

Centro Histórico reocupado
Sérgio Botelho
– A intervenção do poder público nos processos de revitalização dos centros históricos é não apenas necessária, mas imprescindível. Em cidades como João Pessoa, que possui tão rico patrimônio arquitetônico, artístico e cultural, essa atuação é essencial para garantir a preservação da memória urbana e o fortalecimento da identidade local.
O processo de revitalização do centro histórico, é sabido por todos, vai muito além da restauração de prédios e fachadas. Na verdade, envolve políticas públicas articuladas que promovam a ocupação consciente desses espaços, por meio de moradias, do comércio local, do turismo sustentável, da prestação de serviços públicos e privados, da convivência social e da segurança pública.
Para isso, o poder público deve criar instrumentos legais, atrair investimentos e envolver a comunidade na valorização do patrimônio. João Pessoa, com seus casarões coloniais, igrejas seculares e ruas que contam histórias, precisa de políticas efetivas que impeçam o abandono e a descaracterização, no sentido, como já observamos, da ocupação dos seus sítios memoriais.
Revitalizar o centro histórico é, portanto, um ato de cuidado que tem tudo a ver com a ação do Estado, na qualidade de guardião do interesse público, observado o dever de equilibrar preservação e progresso, garantindo que o patrimônio não se limite à condição de “museu ao ar livre”, mas um território vivo, inclusivo e significativo para as gerações presentes e futuras.
Não há mais dúvida de que o governo estadual e a prefeitura pessoense vêm promovendo uma ação conjunta progressiva e com boas previsões de eficácia. Isso, não apenas na restauração e requalificação de prédios históricos, o que já vem sendo realizado no ritmo certo, mas, sobretudo, na criação de programas de isenção de praticamente todos os impostos. E, ainda, no estabelecimento de linhas de financiamento a particulares interessados em dar finalidade aos prédios.
Semana passada, o governo do estado anunciou recursos adicionais de R$ 15 milhões de incentivo à manutenção, recuperação e ocupação de imóveis localizados no Centro Histórico de João Pessoa. Ao mesmo tempo, vem investindo recursos na revitalização de dois prédios da maior importância histórica: o Palácio da Redenção, que vai ser transformado em Museu do Estado da Paraíba, e o antigo comando da Polícia Militar, entre as praças Aristides Lobo e Pedro Américo, a ser usado como palácio de despachos.
Ali perto, também está promovendo uma reforma no Teatro Santa Roza, enquanto na Praça Dom Ulrico, vizinha à Basílica Catedral Nossa Senhora das Neves, está finalizando a revitalização e requalificação do prédio do antigo Colégio Nossa Senhora das Neves, agora, sendo ocupado pela Fundação Parque Tecnológico Horizontes de Inovação.
Hoje, a Prefeitura de João Pessoa voltou a anunciar medidas importantes no mesmo sentido. O primeiro, a revitalização do antigo prédio da fábrica de cigarros Popular, entre as ruas Cândido Pessoa e Areia, no Varadouro, inaugurado na década de 1930, e que já serviu de sede da Prefeitura de João Pessoa, entre as décadas de 1960 e 2000. Passará à condição de sede da Guarda Municipal, dessa forma, não somente atendendo à necessidade de sua reocupação, como contribuindo para fortalecer a segurança pública na região central da cidade.
Lembrando que a antiga sede da Codata, na Barão do Triunfo, tem destino certo como sede da Polícia Civil, segundo anúncio mais antigo do governo do estado.
Além do mais, a prefeitura está aumentando em 34% o número de imóveis que terão direito a incentivos tributários, na poligonal do Centro, perfazendo, segundo cálculos da Prefeitura, 1000 imóveis beneficiados. Além disso, anunciou a instalação de um polo audiovisual na antiga fábrica da Matarazzo, na rua da República, e a revitalização do antigo Lixão do Roger e do Porto do Capim, que vão comportar a construção de moradias. Aliás, o mesmo que vai ocorrer, no Ponto de Cem Reis, com os antigos prédios das Nações Unidas e do Ipase, que também se transformarão em moradias.
Reconhecer que, relativamente à revitalização e à ocupação do Centro Histórico, o poder público estadual e municipal pessoense vem agindo a contento, é necessário, assim como é preciso exortar a iniciativa privada a aproveitar a onda oficial e investir no Centro Histórico de João Pessoa, para felicidade geral da cidade, tanto do ponto de vista do turismo, como do senso de pertencimento a quem nasceu ou vive em João Pessoa.
Enfim, envolver cada vez mais a população nesse processo é fundamental, como forma de praticar a gestão participativa e valorizar a opinião dos cidadãos. Isso gera confiança nas instituições públicas e estimula o engajamento popular no processo em curso, com relação ao Centro Histórico. Sem que o povo se envolva nesses processos, e dê seu aval, toda ação corre o perigo da efemeridade.
www.reporteriedoferreira.com.br / Sérgio Botelho, jornalista, poeta, escritor



DESCASO OU OMISSÃO VOLUNTÁRIA? POR FRANCISCO NÓBREGA DOS SANTTOS

DESCASO OU OMISSÃO VOLUNTÁRIA?
POR FRANCISCO NÓBREGA DOS SANTTOS

Durante toda minha vida de estudo e trabalho sempre ouvi um provérbio que diz: A inteligência anda pelo caminho certo e a esperteza pelos atalhos.
Como no Brasil, somente os expertos ocupam cargos políticos, que são transitórios, de duração temporárias, os inteligentes procuram a vida privida, que divergem da transitoriedade.

 

Os detentores do comando efêmero e rentável, usam de artifícios para uso o enriquecimento rápido, os que escolhem o desenvolvimento na via privada, somam a inteligência, sobrepondo-se a esperteza, encurtando os caminhos da desfaçatez, impondo seu mecanismo, para burlar, de forma ostensiva, o comando do poder público, (Poder de Polícia Administrativa) inserido no art. 78 do Código Tributário, que regula a prática de atos e abstenção de fatos ainda aplicável, que deveria, para fortalecer a conjugação inteligência-esperteza, não permitir que uma forma ou fórmula se sobreponha à outra. Ou seja a inteligência contra a esperteza.
É de fácil percepção que os governantes, de forma aleatória, criam normas, como regras de conduta ou comportamento, sem exercer o Poder de Polícia Administrativa, de fiscalizar e aplicar medidas coercitivas, contra o desvio de conduta ou de comportamento.

 

Em linhas gerais, percebe-se que os órgãos governamentais anunciam o índice de infração, em números manipulados, sem a percepção de que a indústria, de modo especial de produtos alimentícios, ao invés da moderação da volúpia lucrativa, jogam no mercado produtivo, os mesmos produtos, os mesmos preços, com redução de dimensão, sob a visão omissa dos pretensos fiscalizadores, como uma forma, perceptível de iludir a boa fé do consumidor, que aasiste uma cínica manobra sob pesos e medidas, com ostensiva redução de conteúdo, em invólucros, (laticínios, plásticos caixas ou papéis, numa simulação de inalteração de preços.

 

Tive a curiosidade de acompanhar venda de alimentos (enlatados ou não), com latas, sacos ou caixas, utilizando as dimensões tradicionais dos invólucros, no caso produtos em pó ou em grãos, com reduzida quantidade, diminuta alteração dos preços, em consideráveis redução do conteúdo, só perceptível ao ser utilizado.
A exemplo disso, se alguém comprar produtos como leite, outros produzidos por Multinacionais ou fabricantes locais, percebe-se a redução do volume à metade, com diminuição insignificante de preço.
Basta observar alimentos como biscoitos produzidos pelas grandes e famosas empresas, incluindo nutrientes semelhantes a leite, farinhas, grãos, massas e líquidos, percebe-se como o consumidor é lesado, sob os olhares negligentes dos órgãos fiscalizadores, que se tornaram burocráticos, sem qualquer atividade externa atuante. É preciso que se dê um basta nessa OMISSÃO.

www.reporteriedoferreira.com.br Por Francisco Nóbrega dos Santos- Advogado, jornalista, poeta, escritor




O SHOW DA REDEMOCRATIZAÇÃO; SHO Rui Leitao Jornalista

O SHOW DA REDEMOCRATIZAÇÃO
No ano em que o Colégio Eleitoral definia o fim da Ditadura Militar, elegendo a chapa Tancredo Neves e José Sarney para substituir o general Figueiredo, afirmando-se como o primeiro governo civil após duas décadas conhecidas como os “anos de chumbo”, realizava-se, no Rio de Janeiro, o primeiro festival de rock do Brasil. O evento contou com a participação de artistas de renome nacional, como Ivan Lins, Paralamas do Sucesso, Blitz, Barão Vermelho, Gilberto Gil, Alceu Valença, Roberto Carlos, Ney Matogrosso e Rita Lee, além de muitas atrações internacionais.
Alguns desses artistas retornavam ao país após anos de exílio. Era a edição inaugural do Rock in Rio. Sua importância não se restringiu a um momento de diversão e entretenimento; representou a afirmação política de uma geração que ansiava por liberdade e democracia. Havia um sentimento de vitória, potencializado pela juventude. O evento atraiu um público estimado em mais de um milhão de pessoas e aconteceu em meio à expectativa política pelo resultado da votação em Brasília. A esperança era de que, enfim, o país iniciaria o processo de redemocratização. O Kid Abelha e os Abóboras Selvagens se apresentaram na noite de 15 de janeiro, no exato momento da eleição, sendo anunciados como o “primeiro show da democracia brasileira”. Como não poderia ser diferente, carregavam a bandeira nacional, o que inflamou a multidão, que, em coro, gritava: “Brasil, Brasil!”.
Na plateia, majoritariamente composta por jovens, militantes do MR-8 (Movimento Revolucionário 8 de Outubro) distribuíam panfletos com frases como: “O rock foi a forma que a juventude encontrou para botar para fora seus sentimentos” e “Para os reacionários, o rock vem ameaçar seus caducos e carcomidos preconceitos e valores”. Os artistas transmitiam seus recados por meio de músicas temáticas, alterando letras e fazendo discursos, transformando o festival em um evento político. Os Paralamas, em sua apresentação no dia 13 de janeiro, cantaram Inútil, do Ultraje a Rigor, cuja letra afirmava ironicamente: “A gente não sabemos escolher presidente”, uma crítica ao regime que não admitia o voto direto na eleição presidencial. No Barão Vermelho, Cazuza, enrolado na bandeira nacional, mudou o refrão de Pro Dia Nascer Feliz para Pro Brasil Nascer Feliz. Ivan Lins alterou a letra de Começar de Novo para criticar o fascismo e lembrar as pessoas que haviam desaparecido durante a ditadura.
O idealizador e promotor do grandioso evento, Rubem Medina, chegou a declarar: “O Rock in Rio será uma festa de comemoração da esperança para o País”. O governo, no entanto, usou a máquina pública para dificultar a realização do festival. A Cidade do Rock teve suas obras embargadas em setembro de 1984, sob a justificativa de que o local seria usado por escolas de samba. Quando o empresário conseguiu autorização para a continuidade dos trabalhos, a obra foi novamente impedida, desta vez sob o argumento de que o evento rivalizaria com o RioCentro, um dos maiores espaços de exposição do país. Finalmente, o Rock in Rio foi autorizado, com shows programados para o período de 11 a 20 de janeiro de 1985. O festival simbolizou um novo momento na história nacional e o festivo nascimento da Nova República.
www.reporteriedoferreira.com.br   Rui Leitão-advogado, jornalista, poeta, escritor



Jovem de 16 anos é morto a tiros em Cruz do Espírito Santo

adolescente morto cruz do espirito santo
Adolescente de 16 anos é assassinado a tiros em Cruz do Espírito Santo

Um adolescente foi morto a tiros na noite desta sexta-feira (21), na cidade de Cruz do Espírito Santo. A vítima, identificada como Vanderson, de 16 anos, caminhava por uma praça localizada nas proximidades de uma igreja no momento dos disparos.

Segundo informações do delegado Dr. Eduino Facundo de Almeida, dois suspeitos se aproximaram do jovem, sendo que um deles efetuou dois disparos fatais.

Familiares da vítima estiveram no local e relataram que o jovem não tinha envolvimento com atividades criminosas e que estavam sem entender a motivação do crime.

A autoria e a motivação do homicídio ainda são desconhecidas, mas imagens de câmeras de segurança da região registraram o momento do crime. De acordo com o delegado, as gravações poderão auxiliar na identificação dos responsáveis pelo assassinato. A Polícia Civil segue com as investigações.

 




Luiz Marinho: Fim da escala 6×1 exige sensibilidade do Congresso e empresários

Foto: Reprodução/Rede Mais

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, classificou a jornada de trabalho 6×1 como “a mais cruel de toda a humanidade”, durante entrevista à Rede Mais. Ele defendeu o fim dessa escala – de seis dia trabalhados por uma folga – e disse que esse é um tema que depende da sensibilização do Congresso Nacional.

“A jornada 6×1 é a mais cruel de toda humanidade dessa atualidade. Falo dessa atualidade porque no passado recente tinham situações muito piores. Agora, a jornada 6×1 é cruel especialmente para as mulheres, porque sobra um dia na semana e aí – nesse mundo desigual – ela acaba indo trabalhar para família, lavando roupa, cuidar da casa, não tem tempo para cuidar da cultura, do lazer”, afirmou o ministro em entrevista à Rede Mais.

“Nós precisamos de fato que o Brasil adote a posição que vários países já adotaram: eliminar esse tipo de jornada. Não é fácil, mas é possível. Depende da sensibilização do Congresso Nacional e do grupo empresarial”, completou ele.

A proposta de revisão desse regime de trabalho foi apresentada pela deputada Érica Hilton (PSOL-SP) e ainda precisa do aval do presidente da Câmara, Hugo Mota (Republicanos), para ser analisada.

O ministro Luiz Marinho disse que a discussão sobre o fim da jornada 6×1 é um assunto que o governo acompanha, estimula e quer debater. Mas afirmou que esse “é um assunto do Congresso Nacional. É um assunto dos sindicatos de fomentar esse debate, de discutir com o trabalhadores e trabalhadores para ter a melhor saída no menor tempo possível”.

Marinho também convocou os trabalhadores a se mobilizarem, engajando-se no debate por meio de sindicatos. “O trabalhador tem que se mobilizar para participar, discutir com o seu sindicato, para poder estar engajado nesse processo. Até porque você não conseguirá resolver todos os problemas da jornada na lei”, observou.

Ele ainda defendeu que a redução de jornada aconteça sem redução de salários. “É plenamente possível, sim, uma redução de jornada, sem redução de salário. Porque o poder aquisitivo do trabalhador tem que ser mantido, preservado”, concluiu.




Cícero Lucena declara que se sente contemplado com possível indicação de Mersinho para majoritária: “tem muito que contribuir”

TRE-PB, Cícero Lucena, prefeito

Cícero Lucena (Foto: Clilson Júnior)

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, declarou que se sente contemplado com possível indicação do filho, Mersinho Lucena, para vaga de senador ou vice-governador da Paraíba. Ao Arapuan Verdade, Cícero voltou a falar sobre disputa pelo Governo do estado.

Cícero Lucena chamou Mersinho de “político da nova geração” e destacou que filho tem muito a contribuir.

“Mersinho é político da nova geração que tem muito que contribuir para o nosso estado. Se acharem que ele é conveniente a participar de qualquer projeto, se for para o bem da da Paraíba”, declarou

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