Incêndio atinge máquina de reservatório de usina e assusta moradores na Paraíba

Um incêndio atingiu uma das máquinas do reservatório da Usina Giasa, localizada na Zona da Mata da Paraíba, entre os municípios de Alhandra e Pedras de Fogo, na noite deste sábado (15). Vídeos registrados no momento do incidente mostram as chamas consumindo parte do equipamento.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, as equipes foram acionadas por volta das 18h40 e atuaram rapidamente para conter o fogo. A operação de combate foi realizada em duas frentes: resfriamento das tubulações principais e extinção das chamas na máquina, devido ao risco de explosão.

A usina está em atividade na produção de etanol, açúcar e álcool, destinados tanto à exportação quanto ao mercado interno. Graças à ação rápida dos bombeiros, o fogo foi controlado antes que se alastrasse para outras áreas da fábrica, evitando maiores danos.

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João Pessoa inicia prévias do Carnaval Tradição; veja calendário completo

Os moradores do bairro José Américo prestigiaram, neste sábado (15), mais uma noite de prévias do Carnaval Tradição. O evento, realizado pela Prefeitura, por meio da sua Fundação Cultural (Funjope), em parceria com a Liga das Escolas de Samba de João Pessoa, Liga Carnavalesca e Associação das Ala Ursas, segue até 23 de fevereiro, sempre a partir das 19h. Neste domingo (16), os desfiles acontecem no bairro de Cruz das Armas.

“É uma alegria que se repete em cada bairro onde a Funjope realiza o Carnaval Tradição. Nós temos um trabalho que está planejado para acontecer em 12 bairros e o público acolhe e adere ao projeto de maneira muito forte. Em todos os bairros, a presença das pessoas é muito boa. Isso mostra a força do nosso Carnaval Tradição e também a sua própria renovação”, iniciou o diretor executivo da Funjope, Marcus Alves.

Ele lembrou que quando assumiu a Funjope, quatro anos atrás, existia uma realidade de abandono. Conforme o diretor, os blocos do Carnaval Tradição, de uma maneira geral, se queixavam de que estavam passando por várias necessidades e sem investimento. “Paulatinamente, o prefeito Cícero Lucena foi nos orientando a fazer novos investimentos no Carnaval e no Carnaval Tradição e o resultado é esse que estamos vendo hoje. Nós temos ala ursas novas, temos tribos carnavalescas novas, temos escolas de samba que estão sendo criadas. Isso mostra a força e a potência do Carnaval e do Carnaval Tradição que está se renovando a cada ano”, acrescentou.

Edson Pessoa, presidente da Liga das Escolas de Samba de João Pessoa, também comemorou o sucesso do evento. “Aqui no José Américo realizamos uma das melhores prévias do Carnaval Tradição. O centro comunitário nos recebe ajudando a organizar junto com a Funjope. Toda a comunidade está presente e nós só temos a comemorar”, afirmou.

Público – Quem foi ao bairro José Américo neste sábado pode conferir as apresentações da Ala Ursa Urso Canibal, Ala Ursa Urso Santa Cruz, Ala Ursa Urso Branco do 13, Clube de Frevo Ciganos de Esplanada, Tribo Indígena Guanabara, Clube de Frevo Alegria do Frevo, Tribo Indígena Tupinambás, Tribo Indígena Pataxós e Escola de Samba Pavão de Ouro.

Entre o público que assistiu as apresentações estava o aposentado José Estevam Clemente. “Não sou de dançar, só de ficar sentado na frente de casa e observar, mas acho muito bonito. Ainda mais de graça”, afirmou. A também aposentada Creusa Maria Clemente afirmou que gosta muito de Carnaval. “Se eu fosse nova, estaria brincando. Como não tenho mais idade, estou aqui apreciando. Acho muito bom”, disse.

Para a dona de casa Maria José da Silva, a apresentação é uma diversão sem sair do bairro. “Eu fico aqui na calçada admirando a cultura. Não pode deixar isso acabar nunca. Para mim, é um privilégio poder assistir”, comentou.

“Gosto muito desses blocos desde a minha infância. Isso é bom demais para nós que moramos aqui. Vem a família toda. Quando eu morava na Torre, sempre ia ver na Duarte da Silveira. Agora que moro no José Américo, achei uma maravilha ter apresentação aqui também”, destacou a aposentada Maria de Fátima Ramos.

“Acho muito importante a cultura local ser desenvolvida nos bairros, porque as pessoas têm a oportunidade de assistir perto de casa. Hoje eu vim prestigiar”, pontuou a assistente social Izabel Felipe. Assim como ela, a aposentada Maria da Glória Lins da Silva comemora poder ver as agremiações pertinho de casa. “É muito bom. Gosto de ver todas que passam e está muito bonito”, resumiu.

Programação – Neste domingo (16), os desfiles serão na Rua Presidente Félix Antônio, no bairro de Cruz das Armas, com apresentações da Ala Ursa Urso Panda, Ala Ursa Urso Sem Lenço Sem Documento, Ala Ursa Urso Solitário, Tribo Indígena Papo Amarelo, Clube de Frevo Ciganos de Esplanada, Tribo Indígena Tupi Guanabara, Tribo Indígena Tabajaras e Tribo Indígena Africanos.

Segurança – Durante toda a programação do Carnaval de João Pessoa, desde as prévias até o tradicional desfile do Carnaval Tradição, os foliões contam com um aparato de segurança que envolve a Polícia Militar, Polícia Civil, Guarda Civil Metropolitana e o Corpo de Bombeiros.

A ação também conta com o apoio de diversas secretarias municipais, a exemplo da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob), Secretarias de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) e Saúde (SMS), e a Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur).

Confira a programação dos próximos eventos:

21/02 (sexta)

Bairro Roger – Rua Juiz Gama e Melo

Ala Ursa Urso Sem Lenço Sem Documento, Ala Ursa Urso Gavião, Ala Ursa Urso Macaco Louco, clube de Frevo Sai da Frente Dona Emília, Tribo Indígena Tabajaras, Escola de Samba Unidos do Roger e Escola de Samba Império do Samba.

22/02 (sábado)

Bairro Mandacaru – Porto de João Tota

Ala Ursa Urso Branco e Cia de Mandacaru, Ala Ursa Urso Celebridade, Ala Ursa Urso Gavião, Ala Ursa Selvagem, Tribo Indígena Tupinambás, Tribo Indígena Tupi Guarani, Tribo Indígena Jaçanã e Tribo Indígena Xingu.

23/02 (domingo)

Bairro Jaguaribe – Avenida Floriano Peixoto

Ala Ursa Urso Anos Dourados, Ala Ursa Urso da Paz, Clube de Frevo Piratas de Jaguaribe, Tribo Indígena Papo Amarelo, Tribo Indígena Pele Vermelha, Escola de Samba Guardiões do Samba, Clube de Frevo Adolescente e Criança Feliz e Ala Ursa Gorila Louco.




PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. O corso carnavalesco e o frevo; Sérgio Botelho

Hermano José Falcone de Almeida

O corso, Sergio Botelho
Pode ser uma imagem a preto e branco de Piazza di Spagna e a multidão
PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. O corso carnavalesco e o frevo
Sérgio Botelho – O carnaval em João Pessoa, acompanhando o que acontecia no país inteiro, teve, entre seus destaques, durante décadas, um ruidoso, adornado e alegre destile de carros. Estou falando do corso, que, aos trancos e solavancos, conseguiu chegar à década de 1970, quase todo esse tempo, na Duque de Caxias.
Em suas primeiras décadas, entre as de 1920 e 1950, alguns clubes da cidade até investiam em carros alegóricos, que disputavam prêmios. Majoritariamente, porém, eram carros particulares levando famílias inteiras ou grupos organizados em blocos que jogavam confete e serpentina e lança perfume uns nos outros, na maior elegância. No entanto, com o decorrer do tempo, seus últimos anos, em João Pessoa, foi marcado por muita água jogada uns nos outros, junto com pó e maisena, esculhambando tudo, embora de forma divertida.
Ainda nas décadas iniciais, contudo, o corso, em João Pessoa, sofria críticas em função do seu caráter elitista. Em bem-humorada crônica, assinada por José Cordato, A União publicou, às vésperas do Carnaval de 1934, irônicas críticas à referida prática carnavalesca. É preciso assinalar que na década de 1930, em João Pessoa, foi introduzido o frevo, ou o “passo”, como se dizia, fortalecendo a massa. Dizia, em certo trecho, a zombeteira crônica: “Nós, os que brincamos com o povo e que, por isso, temos a alma alegre e simples, não pretendemos restringir o direito de ostentação dos importantes, que folgam com pose e fidalguia.
O que desejamos, porém, é que essa gente fina e graúda não se julgue, no seu gordo egoísmo, como privilegiados foliões, com o direito de, dentro dos seus ricos autos, transitar pela rua Duque de Caxias, durante os folguedos. Assim, como lhe constrange se misturar com a turba – muita fervente, nós, os pobres e alegres passistas, lhe negamos o direito de nos esmagar, extirpar, aleijar e assustar”. Na crônica, os passistas, ao ritmo do frevo, reivindicavam que a Duque de Caxias tivesse tempos diferentes para o corso e para o “passo”. Há 90 anos.
Rua Duque de Caxias: Imagem dos carros no corso
www.reporteriedoferreira.com.br Por Sérgio Botelho- Jornalista, poeta, escritor



Movimento das forças de segurança da Paraíba reúne milhares de policiais;  Cobram valorização salarial e ameaça greve no carnaval

Entre os pontos mais críticos do protesto, está a insatisfação com o reajuste salarial de 5% anunciado pelo governo e o pior salário do Brasil pago a policia civil da paraíba

 

Protesto policiais granja gov
Movimento das forças de segurança da Paraíba cobra valorização salarial e ameaça greve no carnaval (Foto: Redes Sociais)

Policiais e bombeiros militares da Paraíba se reuniram, na manhã dessa sexta-feira (14), em frente à Granja Santanna, residência oficial do governador João Azevedo, para reivindicar um reajuste salarial. Durante o protesto, as categorias expressaram a ameaça de greve no período do carnaval, caso suas demandas não sejam atendidas pelo governo estadual.

ANTONIO ERIVALDO E SUANA MELO LÍDERES DA POLICIA CIVIL DA PARAIBA

 

 

 

 

 

 

 

 

Os manifestantes, que estão em frente à Granja do Governador, onde reside o governador João Azevedo, iniciaram uma caminhada pela região como forma de pressionar o governo estadual a atender suas demandas. Cartazes e camisetas com frases como “se não valorizar, a polícia vai parar” refletem o descontentamento dos agentes de segurança com as condições de trabalho e a remuneração oferecida.

Entre os pontos mais críticos do protesto, está a insatisfação com o reajuste salarial de 5% anunciado pelo governo, que, segundo os manifestantes, representa um aumento de menos de 2% no salário real, considerando a inflação e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 6,6% no último ano. Os representantes das forças de segurança destacam que já apresentaram planilhas com a composição salarial de suas categorias ao governo, mas não obtiveram retorno satisfatório até o momento.

 

A manifestação causa congestionamentos significativos na região, já que as duas vias da Avenida Beira Rio, tanto no sentido praia-centro quanto centro-praia, estão interditadas. De acordo com informações, o tráfego em ruas adjacentes também foi impactado, dificultando o acesso ao local do protesto. A situação do trânsito permanece complicada, e motoristas devem estar atentos ao bloqueio nas principais vias da cidade.

O protesto segue com a expectativa de uma nova rodada de negociações entre os manifestantes e o governo. A ameaça de greve, que pode resultar em um efetivo reduzido nas ruas durante o carnaval, permanece em aberto, caso não haja uma resolução satisfatória. As forças de segurança afirmam que o movimento é um último recurso diante da falta de diálogo efetivo com o poder executivo.

 

Por g1 PB

Policiais realizam protesto em frente á Granja Santana, residência oficial do governador — Foto: Guilherme Bezerra/TV Cabo Branco

Policiais realizam protesto em frente á Granja Santana, residência oficial do governador — Foto: Guilherme B

Os policiais civis, militares e penais da Paraíba realizam, na manhã desta sexta-feira (14), um protesto em frente à Granja Santana, residência oficial do governador, em João Pessoa.

O objetivo da manifestação, segundo a organização, é a busca por melhorias na remuneração de toda a categoria.

Os manifestantes interditaram uma das faixas da Avenida Ministro José Américo de Almeida, a Beira-Rio, onde a Granja Santana fica localizada. Eles estão realizando uma assembleia geral unificada para deliberar os próximos passos do movimento.

Terceira manifestação em 2025

O protesto desta sexta-feira (14) é o terceiro em 2025. No dia 8 e 22 de janeiro, os policiais realizaram outras manifestações em João Pessoa.

No dia 22 de janeiro, eles se reuniram na Epitácio Pessoa. De acordo com informações da TV Cabo Branco, os policiais realizaram uma assembleia unificada na orla de Tambaú e, em seguida, participaram de uma passeata pela avenida, uma das principais vias da capital. O trânsito ficou lento no local, com uma das faixas sendo interrompida. A manifestação seguiu em direção à sede da Vice-Governadoria da Paraíba.

“O Governo desvaloriza a polícia quando vem e faz uma proposta que não coaduna com nossas necessidades. Na verdade, ele apresentou 5% de aumento para os servidores de uma forma geral, situação que não nos atende.. Primeiro que, para polícia, não cai como 5% porque há uma incorporação de uma bolsa que ele diz que é um aumento de 20%, não. É uma bolsa de desempenho que está atrelada ao nosso vencimento que já temos essa bolsa, quando essa bolsa é atrelada começa a incidir imposto. Ou seja, o policial perdeu dinheiro”, afirmou Wágner Falcão, presidente da Associação dos Policiais Penais da Paraíba.

 




O ANTAGONISMO.POLÍTICO DOS ANOS 1968 E 2018 Por Rui Leitao

O ANTAGONISMO.POLÍTICO DOS ANOS 1968 E 2018

O ano de 1968 caracterizou-se pelo fortalecimento dos movimentos de esquerda nos países do Ocidente, tanto no plano político, quanto no ideológico. Fatores históricos, culturais e políticos suscitaram um movimento social chamado de contracultura, concorrendo para a emergência de novas “identidades” coletivas. Ficou conhecido como “o ano que não terminou”. Vivi essa época.

Eram atos de vontade política, com manifestações contrárias à concepção de mundo até então vivenciada, em todas as suas vertentes. Os jovens, representando esse movimento revolucionário, ocuparam as ruas desfraldando as mais diversas bandeiras: o feminismo, a luta pela paz mundial, críticas às formas burocráticas de organização social, contra o racismo, libertação nacional (nosso caso por estarmos sob o jugo de uma ditadura militar), ecologia, liberdade de expressão, direitos humanos, etc.

No Brasil as frentes de contestação política e social tiveram como protagonistas, os estudantes, os operários, e uma agitação cultural promovida por intelectuais e artistas. Foi, sem dúvida, deflagrada uma onda mobilizadora sem precedentes na nossa História, rebeliões sociais questionadoras da ordem reinante. O “Maio de 1968”, da França, foi diferente em nosso país. Aqui foi o ano inteiro, até o AI-5. A geração de 1968 pagou caro por ecoar o grito de rebeldia contra o sistema vigente.

Todavia, 1968 foi um ano mítico. Um marco simbólico. O sociólogo francês Edgar Morim diz que foi “o ano de êxtase da História”. No Brasil foi um movimento de vanguarda, com parte da sociedade reagindo contra o ataque à democracia que a ditadura militar estava impondo, sob o argumento de que essas manifestações populares eram lideradas por militantes da esquerda, consideradas pelo regime como “subversivas” ou “comunistas”. Porém foi uma geração que não se acovardou. Exerceu plenamente sua consciência crítica.

Quando fazemos o paralelo com o ano de 2018, vimos o Brasil dando uma guinada para a direita, com a concordância passiva de boa parte da população, incluindo aí muitos jovens. Se em 1968 todos lutávamos para sair da ditadura militar, em 2018 renasceu uma orientada ação política no sentido inverso.

Vitoriosos numa eleição estrategicamente municiada para levar a extrema direita ao poder, passaram a adotar medidas governamentais no sentido de negar o passado, estimulando posturas antidemocráticas, num esforço saudosista de considerar a ditadura militar como um regime que fez bem ao Brasil.

Tentaram a todo custo tornar esquecido o grito da geração 1968, em favor das liberdades democráticas.
O “mito” virou coisa séria, proferindo um falso discurso de anti-estabilishment, dando voz à contracultura conservadora. A inversão de 1968. Uma política que girou em torno de rótulos: “herói” ou “bandido”, entrando na curva escura do caminho. Entretanto, podemos concluir que de 1968 a 2018, a luta não terminou para os que defendem a democracia, abrindo perspectivas de uma nova era de inclusão social e desenvolvimento econômico. Os inimigos da democracia em 1968 vestiam farda. Em 2018 eles vestiam ternos e togas.

Felizmente, em 2022, a maioria do povo brasileiro acordou para a realidade. A democracia venceu.

Rui Leitão




Polícia registra sete assassinatos em menos de 72 horas

Cinco jovens morrem após confronto com a PM na divisa entre Conde e João Pessoa

Cinco jovens morreram após um confronto com a Polícia Militar na noite desse sábado, na Ponte dos Arcos, que divide Conde (na região de Mituaçu) e João Pessoa. De acordo com informações da PM, o tiroteio começou após os policiais serem recebidos a tiros pelos ocupantes de um carro preto.

A Polícia Militar informou ao Notícia Paraíba que o grupo se preparava para fazer ataque contra suspeito de feminicídio.

As identidades de quatro dos cinco jovens foram confirmadas até o momento: eles tinham 26, 25, 16 e 17 anos. Segundo a PM, os jovens teriam ligação com uma facção criminosa.

Mulher mata companheiro com golpe de faca-peixeira após discussão em São José da Lagoa Tapada

A dona de casa Josefa Rafaela Correia de Lima, de 27 anos, foi presa em flagrante após ter cometido um homicídio contra o seu companheiro Renner de Araújo Feitosa, de 32 anos. O crime aconteceu na noite deste sábado (15) no bairro Antônio Gregório, na cidade de São José da Lagoa Tapada, Sertão da Paraíba, onde residia o casal.

De acordo com a Polícia Militar, por volta das 19h30, durante uma discussão, o homem foi atingido por um golpe de faca-peixeira desferido pela mulher. Ele ainda chegou a ser socorrido pelo SAMU ao Hospital Regional de Sousa, mas faleceu instantes depois.

Ainda de acordo com a PM, no momento da prisão, Josefa teria revelado aos militares que estava em casa lavando roupa quando a vítima chegou embriagada e passou a agredi-la. Segundo ela, em uma ação de defesa, pegou uma faca que estava em uma cômoda no quarto da casa e desferiu um golpe na altura da clavícula do seu companheiro, vindo ele a cair ao chão.

Após a prisão, Josefa Rafaela foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil e autuada em flagrante. A acusada será submetida a audiência de custódia e em seguida ficará à disposição do Poder Judiciário.

O corpo de Renner de Araújo foi encaminhado ao NUMOL em Cajazeiras e submetido a necropsia.

 

 

CidadesEm Nova Floresta

Homem é morto a tiros enquanto bebia em bar com amigos, na Paraíba

Um homem de 29 anos foi morto a tiros dentro de um espetinho na cidade de Nova Floresta,  no Curimataú da Paraíba.

Segundo a Polícia Militar, Paulo Vitor dos Santos estava bebendo com dois amigos quando um carro parou em frente ao bar e um homem já desceu do veículo atirando.

Paulo ainda tentou fugir, mas foi alcançado e assassinado com mais de 20 tiros dentro do banheiro do estabelecimento.

O suspeito fugiu e ainda não foi localizado.

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