Veneziano é contra PEC do Semipresidencialismo e acredita que matéria não passa

O senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) se manifestou nesta segunda-feira (10) à imprensa, juntamente com os senadores Omar Aziz (PSD-AM) e Alessandro Vieira (MDB-SE), sobre a PEC do semipresidencialismo, apresentada na semana passada na Câmara dos Deputados. Para os três parlamentares, a proposta não deve avançar.

A PEC foi protocolada com as assinaturas de 181 deputados federais, somente 10 a mais do que o mínimo necessário. A proposta cria o cargo de primeiro-ministro, enfraquecendo a função do Presidente da República. Pelo texto, “o governo é exercido pelo primeiro-ministro”, que repousa na confiança da Câmara dos Deputados – ou seja, o Senado fica de fora. Tanto o voto de confiança quanto a demissão do governo ficariam inteiramente a cargo da Câmara.

Segundo Veneziano, a PEC é uma ‘cortina de fumaça’. “Não é, nem de longe, assunto prioritário”, afirmou o senador. “Não podemos nos distrair com estratagemas que visem turvar os encaminhamentos dos temas fulcrais”. Assim também pensa Omar Aziz, líder do PSD. “Acho que é uma discussão que não anda. O Brasil já decidiu lá atrás, através do plebiscito [de 1993]”, acrescentou. “Não mudou muita coisa de lá para cá não”.

Brasileiros votaram pelo sistema presidencialista duas vezes: no referendo de 1963 e no plebiscito de 1993, derrotando o parlamentarismo, no voto, em ambas as ocasiões. Por esse motivo, Alessandro Vieira entende que a PEC é inconstitucional. “A questão já foi objeto de definição por conta do plebiscito realizado por determinação expressa da Constituição de ’88”, disse Vieira. O assunto, portanto, estaria encerrado.




Três homens morrem em confronto com a Polícia em ação para prender criminoso

Polícia Científica chegando ao local do crime (imagem: reprodução)

Três homens foram mortos em confronto com a Polícia Civil, na tarde dessa segunda-feira (10), em Bayeux, na Região Metropolitana de João Pessoa.

Ao chegar ao local, os policiais foram recebidos a tiros e revidaram. O tiroteio aconteceu em um local conhecido como ‘Granja do Rio do Meio’.

Três dos quatro suspeitos foram baleados e morreram. Outro criminoso conseguiu fugir. continua sendo procurado pelos agentes de segurança.

O delegado João Paulo Amazonas afirmou as mortes ocorreram durante uma operação para prender o líder de uma facção que atua na região. Ao chegar ao local, os policiais foram recebidos a tiros e revidaram.

O tiroteio aconteceu em um local conhecido como ‘Granja do Rio do Meio’.

Durante a ação, quatro armas foram apreendidas com os suspeitos. Nenhum policial ficou ferido.




Adriano Galdino confirma que Republicanos requereu duas vagas na chapa majoritária para as eleições de 2026

Segundo o parlamentar, o governador João Azevedo anunciou a sua candidatura ao Senado.

FOTO: REPRODUÇÃO

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, deputado Adriano Galdino (Republicanos em entrevista nesta segunda-feira (10), deu detalhes sobre a recente reunião dos líderes da situação no estado, promovida pelo governador João Azevedo (PSB) no último sábado e revelou que, durante o encontro, o partido Republicanos, representado na reunião, solicitou duas vagas na chave majoritária para as eleições de 2026.

Segundo o parlamentar, o governador João Azevedo anunciou a sua candidatura ao Senado e, além disso, o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, manifestou o desejo de contar com o nome do deputado federal Messinho Lucena (PP) na disputa para o Senado.

No que diz respeito à família Ribeiro, a situação permanece indefinida. Galdino afirmou que ainda há incerteza sobre qual dos membros da família, Daniela Ribeiro ou Lucas Ribeiro, será o nome apoiado pelo grupo para concorrer ao pleito.

De acordo com Adriano Galdino, o governador João Azevedo convocou toda a base aliada para essa conversa estratégica, com o objetivo de preparar o cenário para a eleição de 2026. A reunião, segundo ele, deixou claro que o governador busca abrir o debate sobre a composição da chapa majoritária, ouvindo as contribuições de todos os partidos e agrupamentos políticos que fazem parte da base de apoio.

“Foi uma reunião produtiva, onde o governador deu a todos os aliados a oportunidade de discutir e contribuir para a construção de uma chapa que represente a força da união entre os diversos grupos políticos”, disse Galdino.

Redação com PB Agora