Bombeiros são chamados para debelar chamas em apartamento no edifício no Brisamar

De acordo com os bombeiros, o incêndio ficou restrito a cozinha do apartamento.

Incêndio em apartamento assusta moradores de edifício no Brisamar

Um incêndio em um apartamento assustou moradores de edifício no bairro de Brisamar, em João Pessoa. Caso aconteceu na noite do sábado (25), no 14º andar e não deixou feridos.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para controlar o incêndio e os moradores precisaram deixar o prédio por motivos de segurança.

De acordo com os bombeiros, o incêndio ficou restrito a cozinha do apartamento. Três moradores, sendo um ex-bombeiro, conseguiram acessar os hidrantes do prédio e evitar que o fogo se espalhasse.

A equipe terminou de apagar as chamas ao chegar no apartamento.

Segundo informações os morados foram liberados aos poucos para voltar aos apartamentos.

As causas do incêndio ainda são desconhecidas e uma perícia será realizada para identificar o que provocou o início das chamas

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Ocorrências Policiais das últimas 24 horas ; Grande João Pessoa

Frentista é morto em posto de combustível no bairro do Portal do Sol, em João Pessoa

Um frentista foi morto a tiros, na tarde deste sábado (28), em um posto de combustíveis localizado no bairro Portal do Sol, Zona Sul de João Pessoa.

De acordo com a Polícia Militar, três homens estavam observando a movimentação do posto, utilizando capacete e óculos escuros, quando um deles foi abastecer, retornou e efetuou os disparos.

A vítima atendia outra moto, quando o suspeito desceu do veículo com a arma no punho e surpreendideu o frentista com vários disparos. O homem que morreu foi identificado como Dayan Alves da Silva, de 28 anos de idade, morador do bairro de Paratibe.

Caminhoneiro é morto a tiros na zona rural de Pedras de Fogo

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Imagem Ilustrativa. Foto: Divulgação/Polícia Civil

Um caminhoneiro foi morto a tiros na zona rural de Pedras de Fogo, no final da tarde da sexta-feira (24). O crime aconteceu na ladeira da usina e o caminhão estava carregado com cana de açúcar.

Segundo informações da Polícia Civil, o caminhoneiro era trabalhador e pai de família. O local é conhecido por ter muitos assaltos, por não ter residência e ser cercado por canas de açúcar.

Equipes do Instituto de Polícia Científica também foram acionados ao local.

Homem é morto a tiros em bar em Conceição e suspeito é preso ao tentar fugir da cidad

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Imagem ilustrativa. (foto: arquivo/ClickPB)

Um homem foi morto a tiros em bar no município de Conceição, no Sertão da Paraíba. Crime aconteceu na noite da sexta-feira (24), no bairro São Geraldo, no estabelecimento conhecido como ‘Bar do Negão’.

O homem estava no bar ingerindo bebidas alcoólicas e conversando com amigos quando um individuo chegou e atirou contra a vítima.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e o homem foi encaminhado para o Hospital de Conceição. A vítima não resistiu aos ferimentos e morreu.

A Polícia Militar foi acionada e o suspeito pela morte do homem foi preso ao tentar fugir da cidade.

Ainda não se sabe o que teria motivado o crime. A Polícia Civil seguirá investigando o caso.

Motorista passa mal e colide carro com mureta no Centro de João Pessoa

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Foto: Reprodução

Um motorista passou mal e colidiu com o carro com mureta de proteção no Centro de João Pessoa. Caso aconteceu no final da manhã deste sábado (25), próximo ao Ponto de Cem Réis.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado ao local e realizou os primeiros atendimentos.

De acordo com o Samu, o motorista era diabético e pode ter tido hipoglicemia. O airbag foi acionado e ele teve apenas um corte no rosto.

O motorista foi levado consciente e orientado para um hospital particular de João Pessoa.

Segundo informações, ele teria colidido com outro carro antes de bater na mureta.

Não há informações de outros feridos

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Deportações de brasileiros: quais os limites legais?

A ação dos Estados Unidos contra imigrantes levanta questionamentos sobre o respeito aos direitos humanos

Por Ig

Avião usado pela força aérea dos EUA para deportação de imigrantes ilegais
Reprodução/U.S. Air Force

Avião usado pela força aérea dos EUA para deportação de imigrantes ilegais

A deportação de brasileiros por autoridades dos Estados Unidos levanta questionamentos sobre os limites legais e o respeito aos direitos humanos. Esse tema é regulado por legislações nacionais, tratados internacionais e princípios fundamentais estabelecidos pela Constituição Federal.

Neste fim de semana, um caso envolvendo deportações promovidas por autoridades dos Estados Unidos trouxe à tona as normas que regem tais situações.

Na manhã deste sábado (25), o Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou nota oficial relatando uma tentativa de autoridades americanas de manter brasileiros deportados algemados durante um voo com destino ao Aeroporto Internacional de Confins, em Belo Horizonte.

O voo precisou realizar um pouso de emergência na noite anterior, em Manaus, devido a problemas técnicos.

De acordo com a nota, o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, orientou a Polícia Federal a recepcionar os brasileiros no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, determinando a imediata retirada das algemas.

O episódio gerou reação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que, ao ser informado, ordenou que uma aeronave da FAB (Força Aérea Brasileira) fosse mobilizada para transportar os brasileiros até o destino final.

O governo pontuou que a medida foi tomada para garantir que os cidadãos completassem a viagem com dignidade e segurança. Segundo a FAB, um avião KC-30 foi destacado para o traslado e decolou da Base Aérea de Brasília por volta das 13h, com pouso em Manaus previsto para as 14h30.

O Ministério da Justiça enfatizou que a dignidade da pessoa humana é um princípio basilar da Constituição Federal e um dos pilares do Estado Democrático de Direito.

No documento, o ministro Lewandowski classificou a manutenção dos brasileiros algemados como “um flagrante desrespeito aos direitos fundamentais”.

Tratados internacionais e legislação

A legislação brasileira e tratados internacionais estabelecem diretrizes claras sobre como deportações devem ser realizadas. A Constituição Federal, no artigo 5º, proíbe tratamentos desumanos ou degradantes e assegura a dignidade como um direito inviolável.

Além disso, a Lei de Migração (Lei nº 13.445/2017) regulamenta a entrada e saída de estrangeiros e protege os direitos dos brasileiros no exterior, exigindo que a integridade física e moral seja preservada em qualquer procedimento de deportação.

Em âmbito internacional, a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Convenção Americana de Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário, reforçam a proibição de tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.

A Convenção de Viena sobre Relações Consulares também assegura o direito de cidadãos detidos ou deportados ao contato com autoridades consulares do seu país de origem.




João Azevêdo e Adriano Galdino se reúnem em João Pessoa

janeiro de 2025 às 15h20Por Wallison Bezerra

O governador João Azevêdo (PSB) se reuniu, nesta sexta-feira (24), com o presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino (Republicanos), na Granja Santana. Esse foi o primeiro encontro desde os ruídos entre a relação dos dois na semana passada. Também estiveram na reunião o deputado federal Murilo Galdino, o deputado estadual Felipe Leitão (PSD) e o secretário Deusdete Queiroga. Quem estava presente na conversa, saiu com a sensação que a “turbulência” é página virada.




Governo determina retirada de algemas de deportados vindos dos EUA




Cícero Lucena anuncia aumento de 7,5% para a Guarda Civil Metropolitana




Diário Oficial traz mais sete auxiliares da Prefeitura de João Pessoa




Brasileiros algemados em voo dos EUA: ministro pede retirada

O Ministério da Justiça publicou nota criticando a postura dos EUA na deportação de brasileiros

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A FAB informou que vai buscar os brasileiros deportados e levar à Minas Gerais
Paulo Pinto/Agência Brasil

A FAB informou que vai buscar os brasileiros deportados e levar à Minas Gerais

Através de nota oficial publicada neste sábado (25), o Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que o titular da pasta, Ricardo Lewandowski, comunicou o presidente  Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre “uma tentativa de autoridades dos Estados Unidos de manter cidadãos brasileiros algemados durante o voo de deportação para o Brasil”.

A pasta informou ainda que o voo tinha como destino o Aeroporto Internacional de Confins, em Belo Horizonte, mas precisou fazer um pouso de emergência, na noite desta sexta-feira (24), em Manaus (AM), devido a problemas técnicos.

Segundo nota, por orientação de Lewandowski, a Polícia Federal recepcionou os brasileiros e determinou às autoridades e representantes do governo norte-americano a imediata retirada das algemas.

Desrespeito

“O ministro destacou ao presidente o flagrante desrespeito aos direitos fundamentais dos cidadãos brasileiros”, afirma o Ministério na nota oficial, que também afirmou que, ao tomar conhecimento da situação dos brasileiros, “Lula determinou que uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) fosse mobilizada para transportar os brasileiros até o destino final, de modo a garantir que possam completar a viagem com dignidade e segurança.”

A FAB informou, neste sábado (25), que uma aeronave KC-30 foi destacada, após solicitação do governo federal, para prestar apoio  a passageiros deportados procedentes dos Estados Unidos que aguardam o término de seu traslado em Manaus.

A aeronave, segundo a FAB, decolou da Base Aérea de Brasília às 13h, com pouso previsto para 14h30 no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, na capital amazonense.




PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Antes dos táxis, os “carros de praça” Sérgio Botelho

Pode ser uma imagem de 2 pessoas, o Templo Expiatório da Sagrada Família e a texto

PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Antes dos táxis, os “carros de praça”

Sérgio Botelho – Antes do serviço de táxi ser implantado em João Pessoa, o sistema de transporte público individualizado era feito pelos “carros de praça”, geralmente Ford, Chevrolet e Mercury da década de 1940, postados na Praça Vidal de Negreiros, o Ponto de Cem Réis. Ali era o coração da cidade, servindo como ponto de convergência a todas as linhas de bonde locais, mas também como ponto de encontro e convivência social.
O serviço era exercido pelos choferes, os motoristas profissionais da época, que utilizavam veículos registrados e regulamentados para atender passageiros, cobrando tarifa baseada na distância percorrida, no tempo da viagem ou em uma combinação de ambos. Os preços eram acertados antes do deslocamento – embora baseado numa tabela definida pela Inspetoria de Tráfego – entre o cliente e o dono do veículo, pois o uso de taxímetros para calcular automaticamente o valor da tarifa de uma corrida eram até previstos, mas não adotados.
O sistema trazia certa flexibilidade, mas também exigia clareza nos acordos para evitar desentendimentos. Os carros de praça eram símbolos de prestígio e inovação para a época, frequentemente utilizados em ocasiões especiais como casamentos, funerais e eventos sociais de destaque. Para muitos, viajar em um desses automóveis era um luxo, um reflexo do avanço tecnológico que começava a impactar o cotidiano da cidade.
Essa fase da história urbana de João Pessoa nos transporta a um tempo em que a cidade tinha um ritmo mais pausado, e as relações entre as pessoas eram marcadas por um contato direto, quase artesanal, entre o serviço oferecido e o cliente. Com o tempo, a necessidade de um sistema mais organizado e justo levou à introdução do táxi com taxímetro, que oferecia mais transparência e segurança aos passageiros. Mas os “carros de praça” e seus choferes marcaram época na história do transporte pessoense.

Sérgio Botelho- jornalista, poeta, escritor




O GESTO DE ELON MUSK NA POSSE DE TRUMP; Rui Leitao

Publicado no jornal A UNIÃO edição de quinta-feira,323

O GESTO DE ELON MUSK NA POSSE DE TRUMP

As solenidades de posse de Donald Trump na presidência dos Estados Unidos têm causado grandes polêmicas no mundo inteiro, em razão do que afirmou durante o seu primeiro discurso. Como se não bastassem os problemas causados pelo pronunciamento inaugural do seu segundo mandato, Musk, o CEO da Tesla, um dos principais integrantes do novo governo, ao discursar, fez gesto comparado por muitos à saudação nazista, “sieg heil” (Salve a vitória, em alemão), que exaltava o regime de Adolf Hitler, gerando debates nas redes sociais, fortes críticas e manifestações de indignação por parte da imprensa alemã.

O gesto, hoje considerado, em muitos países, como apologia ao nazismo, é praticado quando a pessoa estica o braço em um ângulo de 45º, colocando a palma da mão para baixo. Segundo historiadores, a sua origem não ocorreu com o nazismo, sendo uma variação de um gesto romano utilizado por militares no início da República de Roma. Mussolini passou a utilizá-lo, mas se tornou uma identidade do governo nazista alemão, a partir de uma adaptação feita pelo ministro da propaganda da Alemanha Nazista, Joseph Goebbels, adotado pelo Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP), como um sinal de culto à personalidade de Hitler.

Desde o fim da Segunda Guerra Mundial ele é proibido em território alemão, por estar vinculado ao nazismo, impondo multa e até cinco anos de prisão a quem praticá-lo. Na maior parte da Europa, fazer a defesa de crimes contra a humanidade, como o Holocausto, é tipificado como crime e pode levar à prisão. No Brasil, a Lei 7.716/1989 estabelece como ato criminoso: “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional, com pena de reclusão de um até três anos”. Essa Lei é respaldada pela própria Constituição, que classifica o racismo como crime inafiançável e imprescritível. Portanto, a apologia ao nazismo em nosso país se enquadra nessa Lei. O STF, inclusive, já definiu que liberdade de expressão não permite apologias ao regime de Adolf Hitler.

Nos Estados Unidos, porém, o direito ao livre discurso é considerado universal, independentemente de quão ofensivo for. Por isso, Elon Musk, segundo o código penal dos EUA, não cometeu crime ao fazer essa manifestação gestual. Porém, o chefe da organização judaica JCPA – Centro de Assuntos Públicos de Jerusalém, denunciou que: “Elon Musk sabia exatamente o que estava fazendo com aquela saudação romana fascista no comício de Trump, que vem logo após sua adesão explícita a políticas e partidos de extrema direita”, acrescentando que nas últimas semanas ele teria feito várias declarações de apoio ao partido de extrema direita alemão –AfD, como também à primeira ministra italiana, Giorgia Meloni, igualmente da extrema direita, e ao partido britânico anti-imigração Reform UK. Por outro lado, grupos da extrema direita se apressaram em apoiar o gesto de Musk, como, por exemplo, o fundador de uma rede social associada a antissemitas e supremacistas brancos, de nome Andrew Torba, que compartilhou uma foto do magnata da internet, com a legenda “Coisas incríveis estão acontecendo”.

Para carimbar mais ainda o perfil de Musk, com origem nazista, seu pai, Errol Musk, no ato de reconciliação com o filho, de quem estava afastado há alguns anos, afirmou: “finalmente, Elon está abraçando sua herança e seu destino, pois a política de direita está profundamente enraizada na história de sua família. Os avós maternos, no início do século XX, quando emigraram para a África do Sul, tornaram-se apoiadores do nazismo fora da Alemanha, até porque já faziam parte do partido nazista alemão, no Canadá”. Então, nada surpreendente, pois está revelado o DNA nazista do bilionário, que agora é um dos principais assessores de Trump.

Rui Leitão- Jornalista, advogado, poeta, escritor