PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Pesca da Baleia em Costinha Sérgio Botelho

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PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Pesca da Baleia em Costinha
Sérgio Botelho
– Corria o ano de 1958 quando a Companhia de Pesca Norte do Brasil (Copesbra), endividada junto ao Banco do Brasil, passou ao controle de uma joit-venture nipo-brasileira, a Nichirei Kabushiki Kaika Corporation. O negócio se ocupava da pesca da baleia, possibilitando pequena imigração, ao Brasil, de japoneses especialistas na atividade.
Entretanto, a caça ao cetácio é antiga em território brasileiro, remontando, segundo historiadores, ao início do Século XVII. De fato, durante o período colonial, o óleo de baleia foi amplamente utilizado no Brasil como fonte de iluminação. Naquele período, a caça às baleias acabou como atividade econômica importante nos litorais da Bahia, do Rio e de Santa Catarina. Na Paraíba, a cargo da Copesbra, a pesca da baleia existiu, em dimensões empresariais, com hiatos nas duas grandes guerras, desde 1912, com sede mesmo em Costinha, que já foi distrito de Santa Rita.
Mas com a Nichirei Kabushiki é que a história tomou vulto. A empresa modernizou a pesca, utilizando tecnologias avançadas para a época, como navios baleeiros equipados com canhões e arpões explosivos. Vendia-se, além do espetáculo turístico macabro de recorte das baleias, a carne, a carnarina (um pigmento com propriedades cosméticas e de tinturaria), o charque e a carne de sol, e até farinha de ossos, empregando cerca de 300 operários. O período foi marcado pela captura de grande número de baleias, principalmente da espécie jubarte. A partir da década de 1970, a atividade começou a enfrentar crescente oposição de organizações ambientalistas e da opinião pública internacional, preocupadas com a sustentabilidade do negócio e o bem-estar das baleias.
Em 1987, acabou a caça comercial de baleias no local. Naquele ano foi promulgada a Lei n. 7.643, estabelecendo a proibição da “pesca, ou qualquer forma de molestamento intencional, de toda espécie de cetáceo nas águas jurisdicionais brasileiras”. Hoje, a praia de Costinha é um destino turístico conhecido por atrações naturais. A antiga estação baleeira da Copesbra virou ruínas, servindo como lembrete do passado da região.
www.reporteriedoferreira.com.br Por Sérgio Botelho- Jornalista, poeta, escritor



A HISTÓRIA PODERIA TER SIDO ALTERADA Por Rui Leitao

A HISTÓRIA PODERIA TER SIDO ALTERADA

A última sessão da Comissão de Constituição e Justiça do ano legislativo em 1968 foi marcada pela utilização do mecanismo regimental da obstrução por parte dos parlamentares da oposição. O líder do MDB na Câmara, deputado Mário Covas, com essa estratégia desejava impedir a aprovação do parecer ao pedido de cassação de Márcio Moreira Alves até o término do ano legislativo no Congresso que se concluiria ao final do mês de novembro. Geraldo Freire, que substituía o paraibano Ernani Sátyro, articulou-se com o colégio de vice-líderes, principalmente os deputados Cantídio Sampaio, Leon Peres e Alves de Macedo, procurando cumprir à risca a decisão do governo no sentido de forçar a definição imediata da Comissão de Constituição e Justiça. Prevendo uma derrota, resolveram promover a substituição dos arenistas integrantes originalmente da Comissão, que não se dispunham a acolher a orientação do partido pela aprovação do parecer em favor da cassação de Márcio Moreira Alves. Dentre esses, considerados “rebeldes”, foram mantidos apenas três: o presidente Djalma Marinho, que viria a renunciar seu posto após proclamar seu voto, Monsenhor Arruda Câmara, que integrava aquela Comissão desde 1946, e Rubem Nogueira. Nove parlamentares foram substituídos, o que garantiria maioria folgada em favor dos interesses do governo. (artifício bem adequado aos regimes ditatoriais, diga-se de passagem)

O processo de escolha, todavia, não foi tão tranquilo, pois vários parlamentares convidados a substituir os identificados como “infiéis” se recusaram a aceitar a convocação. Havia uma reclamação da forma subserviente e inábil com que o deputado Geraldo Freire conduzia as negociações na Câmara. Muitos observadores da história política nacional questionam se a crise teria sido evitada com a presença do deputado paraibano Ernani Sátyro na liderança do governo. Afinal de contas, no leito do hospital, chegou a comunicar, por telefone, ao seu conterrâneo, Ministro Lyra Tavares, do Exército, sua discordância quanto ao encaminhamento do processo.

Mesmo sendo considerado um homem de direita, Ernani era muito respeitado por seu perfil de autenticidade com que militava na política, não se curvando a imposições que contrariassem suas convicções. Enfermo, não deixou de manifestar sua posição sobre a matéria, o que nos leva a imaginar que sua atuação na liderança da bancada do governo seria bem diferente do que se viu sob o comando do deputado Geraldo Freire.

O Ministro Jarbas Passarinho, numa entrevista concedida ao jornal Folha de São Paulo, no dia 06.12.98, chegou a concordar com esse entendimento. Perguntado se não teria faltado habilidade política ao governo para evitar a crise com o Congresso e o AI-5, assim se manifestou: Porque o discurso de Márcio Moreira Alves, algo sem a menor importância, foi o detonador do processo? Porque Ernani Sátyro, o líder do governo na Câmara, estava infartado no Rio. No meu entender, teria sido possível que o Ernani evitasse o confronto que se viu. O substituto de Ernani, na liderança, não tinha a mesma altura para a negociação.

www.reporteriedoferreira.com.br Por Rui Leitão- Advogado, jornalista, poeta, escritor




Lula comenta eleições e adverte que o PT ‘tem que rediscutir seu papel’




Pescador morre após colisão entre motocicleta e ônibus escolar na Paraíba

Batida ocorreu no centro da cidade de Santa Helena, no sertão paraibano, nesse sábado (12).

Por Redação T5

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

Um homem de 31 anos morreu neste domingo (13) após a motocicleta que ele pilotava bater contra um ônibus escolar. O acidente ocorreu na rua Antônio Soares, no Centro da cidade de Santa Helena, no Sertão da Paraíba.

A vítima, identificada como Francigledson Vieira Martins, estava guiando a motocicleta, quando inesperadamente o ônibus escolar teria feito uma conversão à esquerda. O motociclista, que seguia no mesmo sentido, não teria conseguido frear a tempo, colidindo contra o veículo maior.

Ele ainda chegou a ser socorrido no local por uma equipe do SAMU e encaminhado ao Hospital Regional de Cajazeiras (HRC), mas devido à gravidade dos ferimentos, foi transferido para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande.

Conforme boletim divulgado pela unidade hospitalar, Francigledson deu entrada por volta das 5h deste domingo (13), mas apesar dos esforços médicos, seu estado se agravou e ele veio a óbito às 11h37.

O motorista do ônibus permaneceu no local do acidente e foi submetido ao teste de alcoolemia, que teve resultado negativo. O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto de Polícia Científica (IPC) de Campina Grande para necropsia.

Francigledson era pescador e tinha 31 anos. O velório e sepultamento do corpo devem acontecer em Santa Helena, cidade onde ele morava.




Vítimas de acidente com moto no Retão de Manaíra, em João Pessoa, são identificadas

Corpos foram levados para o núcleo do IML, no bairro do Cristo e foram reconhecidos por familiares.

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

As duas vítimas do acidente envolvendo um motociclista e um pedestre, no Retão de Manaíra, em João Pessoa, foram identificadas. Os corpos foram encaminhados ao Instituto de Medicina Legal (IML) da capital paraibana.

O acidente aconteceu na madrugada deste domingo (13), por volta de 4h, e teria sido causado após uma tentativa de realizar um retorno, segundo a equipe de perícia da Polícia Civil.

O veículo envolvido no acidente é uma motocicleta esportiva que, conforme a perícia, ao que tudo indica estava numa velocidade incompatível com a via. O condutor da motocicleta era Lucas Sobreira de Souza, de 24 anos e o pedestre Celimarco Alves da Silva Júnior, de 40 anos.

Conforme a família, Lucas estava retornando para casa do trabalho. Ele era sócio de um bar na capital e deixa um filho de dois anos.

A outra vítima do acidente, Celimarco, morava em João Pessoa, mas era natural de Patos, no Sertão. O corpo dele foi encaminhado para a cidade sertaneja. Ele deixa dois filhos.

T5




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Motociclista e pedestre morrem após acidente no Retão de Manaíra, em João Pessoa

Na madrugada deste domingo (13), um acidente fatal na Avenida Flávio Ribeiro Coutinho, conhecida como Retão de Manaíra, em João Pessoa, tirou a vida de duas pessoas. O caso ocorreu em frente a um shopping da região.

De acordo com a polícia militar, o motociclista Lucas Sobreiro de Souza, de 24 anos, pilotava uma moto esportiva pela avenida quando tentou realizar um retorno irregular. Durante a manobra, ele acabou atropelando o pedestre Celimarco Alves da Silva Junior, de 40 anos, que saía de uma casa de shows próxima ao local.

Com o impacto, ambos morreram na hora. O atendimento de emergência foi acionado, mas as equipes de socorro apenas constataram os óbitos no local.

Uma coincidência trágica marcou o acidente: tanto Lucas quanto Celimarco estavam próximos de comemorar aniversário no próximo fim de semana. As autoridades ainda investigam as circunstâncias um do ocorrido, enquanto aguardam resultados da perícia para esclarecer os detalhes do impacto e da dinâmica do acidente.

A polícia civil deve abrir um inquérito para apurar se o motociclista conduzia em alta velocidade e se havia consumo de álcool por parte dos envolvidos. Câmeras de segurança da região poderão auxiliar na investigação.

Os corpos foram encaminhados ao Instituto de Medicina Legal (IML) para os procedimentos legais, e as famílias das vítimas aguardam a liberação para o sepultamento.




Jovem morre e outro fica ferido em grave acidente de moto na PB-386, próximo a Ibiara

Na madrugada de sábado, 12 de outubro, um grave acidente de moto resultou na morte de Cinésio, um jovem da cidade de Conceição, e deixou ferido José Igor da Silva, de 20 anos, nas proximidades do sítio Alves, em Ibiara, na PB-386.

O acidente ocorreu enquanto os jovens retornavam de uma festa em Ibiara. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e, ao chegar ao local, constatou que Cinésio já não apresentava sinais vitais. José Igor, por sua vez, foi socorrido com vida e levado para o hospital de Conceição, consciente, mas queixando-se de dores na coluna.

O médico e diretor do hospital de Conceição, Dr. Steivson Lorena, informou que José Igor recebeu os primeiros cuidados e foi encaminhado ao Hospital Regional de Cajazeiras para realizar exames mais detalhados e avaliações do seu quadro clínico.

As circunstâncias do acidente ainda não foram esclarecidas, e a Polícia Militar também esteve no local para realizar os procedimentos cabíveis.

www.reporteriedoferreira.com.br Por Patos Online




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