PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. Sorveteria Tropical Sérgio Botelho



Após quase uma década longe dos palcos da capital paraibana, Victor & Leo estão de volta a João Pessoa com um espetáculo emocionante. Neste sábado (30), às 22h, na Domus Hall, a dupla apresentará grandes sucessos que marcaram sua trajetória, além de novas canções que prometem encantar o público. O show de abertura ficará por conta da dupla sertaneja Bruno & Denner. Ingressos estão à venda a partir de R$ 130,00 no site Zig Tickets ou na bilheteria da Domus.
Victor & Leo são ícones da música brasileira, conhecidos por sua poesia marcante e uma sonoridade única que conquistou milhares de fãs. Entre os sucessos que prometem embalar a noite estão clássicos como “Na Linha do Tempo”, “Amigo Apaixonado”, “Borboletas”, “Deus e Eu no Sertão”, “Fada” e “Vida Boa”. Suas composições ultrapassaram barreiras de gênero musical, tornando-se trilha sonora para diversas gerações.
Criados no interior de Minas Gerais, os irmãos começaram a trajetória musical ainda jovens. Ao longo da carreira, construíram um repertório que combina sertanejo raiz, romantismo e elementos de folk. A dupla já lançou 14 CDs, 5 DVDs, 2 Blu-rays e 2 documentários, além de conquistar 7 indicações ao Grammy Latino, vencendo em 2013 com “Ao Vivo em Floripa”.
Abrindo a noite, Bruno & Denner, uma das duplas mais promissoras do cenário sertanejo atual, vão aquecer o público com hits como “Cavalo de Pau” e “Estado Civil”. Os artistas, conhecidos também como compositores de grandes sucessos, têm a carreira acompanhada de perto por Gusttavo Lima, seu padrinho e empresário. “Já nos conhecíamos antes de formar a dupla. A gente cantava sozinho e nos conectamos por meio da própria família do Gusttavo”, comentam.
Vida Boa a Festa | Victor & Leo | Data, horário e onde
Dia 30 de novembro, a partir das 22h
Domus Hall – Avenida Governador Flávio Ribeiro Coutinho, 220 (Shopping Manaíra)
Ingressos a partir de R$ 130,00 (meia)
Vendas online: https://www.zig.tickets/eventos/vida-boa-a-festa
Vendas físicas: Bilheteria da Domus Hall

Uma mulher transexual, identificada como Davylla Lins, de 24 anos, denunciou ter sido agredida por seguranças de uma choperia em Cajazeiras, no Alto Sertão da Paraíba. O caso ocorreu no último sábado (16), após uma confusão no estabelecimento.
De acordo com o relato de Dávila, ela tentava apaziguar uma briga entre dois amigos, perto do banheiro, quando foi agredida por um dos seguranças. Imagens do circuito interno do local mostram momentos de violência envolvendo a jovem e os funcionários.
Em nota, a gerência municipal dos direitos LGBT de Cajazeiras repudiou qualquer tipo de discriminação e informou que acompanha o caso. Por sua vez, o bar afirmou que Dávila apresentava sinais de embriaguez, teria iniciado a confusão e agredido o segurança, causando a ele uma fratura no pulso e mordidas no braço.
O episódio gerou repercussão, especialmente pelo histórico do estabelecimento. Em 2021, duas influenciadoras denunciaram o local por impedir o uso do banheiro feminino. Agora, as versões serão analisadas pela justiça, que deve apurar os fatos para determinar responsabilidades.

O agente da Polícia Federal preso nessa terça-feira (19) na Operação Contragolpe da Polícia Federal, por colaborar com um plano de golpe de Estado, tentou esconder o celular da corporação quando foi falar sobre o caso, mas não conseguiu.
Segundo informações do blog da Daniela Lima, do g1, o agente vazou informações sobre a segurança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o período de transição de governos, após a vitória do petista nas eleições de 2022.
Wladimir Soares, conforme o blog, decidiu prestar depoimento à PF e, embora tenha tentado esconder o telefone celular , teve o aparelho apreendido e optou por falar sob mandado de prisão.
Ele prestou um depoimento longo e esclareceu pontos importantes da investigação, que já estava avançada, de acordo com fontes que acompanham o caso ouvidas pela jornalista.
Além dele, quatro militares do Exército ligados às forças especiais foram detidos no âmbito da operação, são eles: o general de brigada Mario Fernandes (na reserva), o tenente-coronel Helio Ferreira Lima, o major Rodrigo Bezerra Azevedo e o major Rafael Martins de Oliveira.
No total, cinco pessoas foram presas com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF).
A operação da PF foi deflagrada nessa terça e teve como alvo a organização criminosa responsável por planejar um golpe de Estado e os assassinatos do presidente Lula, do vice-presidente Alckmin e do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após as eleições de 2022.
A operação investiga a atuação de militares das Forças Especiais do Exército, os chamados “kids pretos” , no plano golpista . Segundo a PF, o grupo elaborou um “detalhado planejamento operacional, denominado ‘Punhal Verde e Amarelo'”, para assassinar Lula, Alckmin e Moraes.
O esquema foi discutido em 12 de novembro daquele ano na casa do general Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro . Os planos foram traçados para serem executados ainda em 2022, logo após Lula ter ganhado a eleição contra Bolsonaro e antes da posse do petista, que ocorreu em janeiro de 2023.

Dino (Flávio Dino, ministro do Supremo Tribunal Federal – STF) e Zanin (Cristiano Zanin, também ministro do STF) votaram contra a ação que pedia a retirada de símbolos religiosos, como crucifixos, de prédios públicos. A ação foi movida pela Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (ATEA), alegando que esses símbolos ferem o princípio da laicidade do Estado, previsto na Constituição Federal.
Os ministros argumentaram que a presença desses símbolos não configura violação ao Estado laico, mas reflete aspectos culturais e históricos da sociedade brasileira. Outros ministros, no entanto, podem ter posições diferentes, considerando o caso como um teste para reafirmar os limites da separação entre religião e Estado.
O julgamento é significativo porque trata do equilíbrio entre diversidade religiosa e neutralidade estatal. A decisão final dependerá dos votos dos demais ministros do STF.
Relator do caso no Supremo, Zanin afirmou que os objetos religiosos não ferem a Constitucional e que faz parte do “aspecto-cultural presente”.
“Não fossem apenas os crucifixos, não há como desconsiderar as dezenas de dias consagrados — diversos deles com decretação de feriado —, a nomenclatura de ruas, praças, avenidas e outros logradouros públicos, escolas públicas, estados brasileiros, que revelam a força de uma tradição que, antes de segregar, compõe a rica história brasileira”, escreveu Zanin.
Em suas conclusões, o ministro do STF afirmou que a presença dos símbolos religiosos “não deslegitima a ação do administrador ou a convicção imparcial do julgador,, não constrange o crente a renunciar à sua fé, não retira a sua faculdade de autodeterminação e percepção mítico-simbólica, nem fere a sua liberdade de ter, não ter ou deixar de ter uma religião”.
Confira a programação da festividade que é tradicional na capital paraibanaNeste ano, o evento será marcado por nove noites de celebrações, reunindo padres da Arquidiocese da Paraíba, como Dom Alcivan Tadeus, bispo auxiliar, e Dom Paulo Jackson, arcebispo metropolitano de Olinda e Recife. A solenidade de abertura será realizada às 19h do dia 16, com uma celebração eucarística presidida por Dom Paulo Jackson Nóbrega de Souza.
A grande expectativa é para a Romaria, que ocorre no dia 23 de novembro, com a carreata de Nossa Senhora da Penha às 16h30, seguida pela procissão pelas principais avenidas de João Pessoa. A missa campal, presidida por Dom Manoel Delson, arcebispo da Paraíba, será realizada à madrugada do dia 24, celebrando a fé do povo paraibano.
A programação completa da 261ª Festa de Nossa Senhora da Penha é a seguinte:
16 de novembro (Sábado)
19h – Solenidade de Abertura
19h30 – Celebração Eucarística presidida por Dom Paulo Jackson Nóbrega de Souza
17 de novembro (Domingo)
7h, 9h e 17h – Celebrações Eucarísticas com diversos padres
18 de novembro (Segunda-feira)
19h30 – Celebração Eucarística presidida por Pe. Francisco Azevedo dos Santos
19 de novembro (Terça-feira)
19h30 – Celebração Eucarística presidida por Cônego Evandro Belarminio de Araújo
20 de novembro (Quarta-feira)
19h30 – Celebração Eucarística presidida por Pe. Marcondes Silva Menezes
21 de novembro (Quinta-feira)
19h30 – Celebração Eucarística presidida por Monsenhor Virgílio Bezerra de Almeida
22 de novembro (Sexta-feira)
19h30 – Celebração Eucarística presidida por Dom Alcivan Tadeus Gomes de Araújo
23 de novembro (Sábado)
15h – Celebração Eucarística
16h30 – Carreata de Nossa Senhora da Penha
22h – Início da 261ª Romaria
24 de novembro (Domingo)
3h30 – Missa Campal presidida por Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz
10h – Celebração Eucarística
17h – Solenidade de Encerramento presidida por Monsenhor Nereudo Freire Henrique
O evento é um dos maiores símbolos de devoção popular da Paraíba, atraindo peregrinos de diversas partes do Brasil. A festividade será marcada por momentos de reflexão e espiritualidade, com o apoio das autoridades religiosas e o apoio de fiéis devotos da Nossa Senhora da Penha, que celebram sua fé e religiosidade com muita emoção e tradição.
Marcelo Camargo/Agência Brasil
A Justiça argentina, atendendo a um pedido do Brasil, emitiu nesta sexta-feira (15) mandados de prisão contra 61 brasileiros envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. Os foragidos, que haviam violado medidas cautelares no Brasil, foram localizados em território argentino.
Segundo o jornal Clarín, o juiz Daniel Refecas foi responsável pela decisão. Com os mandados expedidos, qualquer autoridade argentina pode prender os golpistas.
A operação conjunta entre a Polícia Federal brasileira e as autoridades argentinas visa localizar e extraditar os demais foragidos. Em junho, o Brasil enviou uma lista com mais de 180 nomes de brasileiros procurados nos três países.
O governo argentino, por meio de seu porta-voz, Manuel Adorni, já havia garantido que não haveria “pactos de impunidade” e que o país respeitaria as decisões da Justiça brasileira.
Após a prisão, os golpistas passarão por um processo de extradição na Argentina antes de serem enviados ao Brasil para responder pelos crimes cometidos.