Jovem é morto a tiros em lava-jato no bairro de Mandacaru, em João Pessoa

A vítima, identificada como Jonathan Barros Rocha, estava em um lava-jato localizado na Rua São Pedro, próximo à estação de trem do bairro

Jovem é assassinado a tiros em lava-jato no bairro de Mandacaru, em João Pessoa (Foto: Redes sociais)

Um jovem de 21 anos foi assassinado a tiros por volta das 15h desta sexta-feira (8), no bairro de Mandacaru, em João Pessoa. A vítima, identificada como Jonathan Barros Rocha, estava em um lava-jato localizado na Rua São Pedro, próximo à estação de trem do bairro.

Segundo informações da Polícia Militar, o crime ocorreu quando homens armados chegaram ao local por um acesso nos fundos do estabelecimento e dispararam contra Jonathan, atingindo-o na cabeça. A perícia, conduzida pela perita Thaine Taumaturgo, constatou cerca de dez disparos de arma de fogo na vítima, a maioria direcionada à face.

Jonathan, que também era conhecido na comunidade, trabalhava no lava-jato há cerca de um ano e fazia entregas de delivery nas horas vagas. Moradores relataram à polícia que ninguém presenciou a identidade dos atiradores ou os veículos usados na fuga. A Delegada de Homicídios Flávia Assad, responsável pelo caso, informou que a investigação ainda está em andamento, sem linha de motivação definida.

O corpo de Jonathan foi encaminhado ao Instituto de Polícia Científica para exames detalhados. A polícia solicita a colaboração de testemunhas e  denúncia anônima através do número 197 para reunir mais informações sobre o caso e possíveis suspeitos.




Lula evita confirmar candidatura à reeleição: “Vou deixar para pensar em 2026”

Presidente se mostrou disposto a concorrer novamente caso precise enfrentar adversários de extrema direita

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iG Último Segundo

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Lula afirmou que deve reunir com líderes dos partidos que o apoiam antes de tomar a decisão da reeleição
Ricardo Stuckert

Lula afirmou que deve reunir com líderes dos partidos que o apoiam antes de tomar a decisão da reeleição

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ( PT ) evitou falar se vai disputar a reeleição em 2026. As informações foram divulgadas em entrevista à CNN Internacional .

Lula afirmou que deve reunir com líderes dos partidos que o apoiam antes de tomar a decisão reeleição.

“2026 eu vou deixar para pensar em 2026. Tem vários partidos que me apoiam, e eu vou discutir isso (reeleição) com muita sobriedade e seriedade”, afirmou Lula.

Atualmente, Lula tem 79 anos. Caso vença a reeleição, o atual presidente teria 85 anos em 2030, quando terminaria o seu novo mandato.

“Governar não é como praticar esportes. Não é o problema da juventude que vai resolver os problemas da governança. O que vai resolver o problema da governança é a competência do governante, o compromisso, a cabeça, a saúde [do governante]”, afirmou.

O presidente se mostrou disposto a concorrer novamente se as circunstâncias exigirem uma resposta contra adversários de extrema direita.

“Se chegar na hora e os partidos entenderem que não há outro candidato para enfrentar uma pessoa de extrema-direita – que seja negacionista, que não acredita na medicina e na ciência –, obviamente, estarei pronto para enfrentar.

No entanto, ele ressaltou: “Espero que isso não seja necessário”. O presidente também enfatizou que espera que o cenário político favoreça a renovação com novos nomes.

Desde a pré-campanha eleitoral de 2022, Lula tem deixado aberta a possibilidade de encerrar sua carreira política ao final deste mandato. Em entrevista à rádio Metrópole, da Bahia, ele afirmou que “quando chegar 31 de dezembro de 2026, que a gente for entregar esse mandato para outra pessoa, esse país estará bem”.




Trump continuará com plano de deportação em massa para novo mandato

Presidente eleito disse que seu governo não teria “nenhuma escolha” a não ser realizar plano sobre imigrantes ilegais

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GPS Brasília

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Trump continuará com plano de deportação em massa para novo mandato
ESTADÃO CONTEÚDO

Trump continuará com plano de deportação em massa para novo mandato

O presidente eleito dos Estados Unidos , Donald Trump , disse à NBC News nesta quinta-feira (7), que uma de suas primeiras prioridades ao assumir o cargo em janeiro seria tornar a fronteira “forte e poderosa”. Quando questionado sobre sua promessa de campanha de deportações em massa, Trump disse que seu governo não teria “nenhuma escolha” a não ser realizá-las.

Trump disse que considera sua ampla vitória sobre a vice-presidente Kamala Harris um mandato “para trazer bom senso” ao país. “Obviamente, temos que tornar a fronteira forte e poderosa e, ao mesmo tempo, queremos que as pessoas entrem em nosso país”, disse ele à NBC.

“E você sabe, eu não sou alguém que diz: Não, você não pode entrar. Queremos que as pessoas entrem”, completou.

Sobre o investimento que precisará fazer para concretizar a política, o republicano respondeu que não é “uma questão de preço”. “Não temos escolha quando as pessoas têm matado e assassinado, quando traficantes poderosos têm destruído o país. Eles agora vão voltar para os seus países, não vão ficar aqui. Não é algo em que você coloque um preço”, afirmou.

Como candidato, Trump prometeu várias vezes realizar o “maior esforço de deportação da história americana”. Perguntado sobre o custo de seu plano, ele disse: “Não se trata de uma questão de custo. Não é – de fato, não temos escolha”.

Não se sabe ao certo quantos imigrantes sem documentos existem nos EUA, mas o diretor interino do ICE, Patrick J. Lechleitner, disse à NBC News em julho que um esforço de deportação em massa seria um enorme desafio logístico e financeiro.

Dois ex-funcionários do governo Trump envolvidos com a imigração durante seu primeiro mandato disseram à NBC News que o esforço exigiria a cooperação entre várias agências federais, incluindo o Departamento de Justiça e o Pentágono.

Na entrevista telefônica de quinta-feira, Trump creditou parcialmente sua mensagem sobre imigração como a razão de ter vencido a corrida, dizendo: “Eles querem ter fronteiras e gostam que as pessoas entrem, mas elas têm que entrar com amor pelo país. Elas têm que entrar legalmente”.

Trump também destacou a coalizão diversificada de eleitores que atraiu, apontando os ganhos que obteve entre os eleitores latinos, jovens, mulheres e asiático-americanos em 2020.

“Comecei a ver que o realinhamento poderia acontecer porque os democratas não estão alinhados com o pensamento do país”, disse Trump à NBC. “Não se pode tirar o dinheiro da polícia, esse tipo de coisa. Eles não querem desistir e não funcionam, e as pessoas entendem isso.”