Prisão imediata após o júri: veja o que muda com decisão do STF e quais os tipos de casos mais afetados

Supremo Tribunal Federal (STF). Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na semana passada que réus condenados pelo Tribunal do Júri podem começar a cumprir a pena imediatamente, mesmo que recorram da sentença.

No Brasil, o júri é responsável por julgar os crimes contra a vida, como homicídio e tentativa de homicídio.

Segundo especialistas, a regra geral é que quem respondeu ao processo em liberdade aguarde o julgamento dos recursos em liberdade, inclusive depois da condenação pelo júri.

  • É isso que deve mudar com a decisão do Supremo, afetando principalmente casos de feminicídios e mortes decorrentes de conflitos familiares e entre pessoas conhecidas, como vizinhos e amigos — os chamados conflitos do dia a dia.

São nesses crimes que os acusados costumam responder ao processo e aguardar os recursos em liberdade. É o que aponta Ludmila Ribeiro, professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), pesquisadora do Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública e associada ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Segundo a especialista, ao permitir que esses réus fiquem soltos durante o processo, a Justiça geralmente presume que eles tinham uma relação pessoal com as vítimas e, por isso, tenderiam a não cometer novos crimes.

Já os acusados que chegam presos ao júri (e que continuam presos após a condenação) são os dos crimes de grande repercussão midiática e sobretudo os integrantes de facções criminosas, os quais a Justiça entende que tendem a se envolver em novos homicídios.

Os réus podem chegar presos ao Tribunal do Júri em duas situações:

  • quando foram pegos em flagrante;
  • ou quando tiveram a prisão preventiva decretada ao longo do processo — por risco de fuga ou por atrapalhar a investigação, por exemplo.

Não existem dados atuais sobre o percentual de réus que respondem aos processos de homicídio presos ou soltos.

Um estudo publicado por Ludmila em 2014, a partir da análise de processos julgados pelo júri em cinco capitais em 2013, mostrou que em cerca de 30% dos casos os acusados chegavam ao julgamento presos: 20% por flagrantes e 10% por prisões decretadas no curso do processo (preventivas).

A pesquisadora afirma que, durante o julgamento no STF, chamou a atenção o voto da ministra Cármen Lúcia, que disse que “quando uma mulher é violentada, assassinada, estuprada, assediada, todas nós, mulheres no mundo, somos”.

Para Ludmila, esse é um indicativo de que a decisão do Supremo deve afetar os crimes contra a vida de mulheres.

O próprio caso concreto analisado pela Corte, que resultou no entendimento de que o cumprimento imediato da pena imposta pelo júri não fere a presunção de inocência estabelecida na Constituição, era de um feminicídio.

Um homem de Santa Catarina matou a esposa com quatro facadas, na frente da filha, e aguardava em liberdade o julgamento dos recursos.

De acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), os tribunais de Justiça pelo país informaram ao órgão que 42 processos chegaram a ser suspensos à espera da decisão do STF sobre o cumprimento imediato da pena após condenação pelo júri.

Após o desfecho no Supremo, esses condenados já podem ser presos.

Prescrições

Para Ludmila, a decisão do Supremo “é simbólica e responde aos clamores da sociedade”, mas não ataca o principal problema dos tribunais do júri: a demora para a realização dos julgamentos.

A morosidade acaba levando à impossibilidade de o Estado punir os réus, seja pela morte deles ou, na maioria dos casos, pela prescrição.

“Se nós queremos efetivamente responder ao problema do júri, precisamos repensar mais a questão da extinção da punibilidade do que o cumprimento imediato da pena“, avalia a pesquisadora.

Um estudo do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) publicado em 2019 mostrou que em 32,4% dos processos do júri houve extinção da punibilidade. Em 47,9% dos casos, os jurados condenaram os acusados, e em 19,6%, houve absolvição.

Esse mesmo estudo do CNJ, o mais recente sobre o tema, apontou que o tempo médio entre a data do crime e a realização do júri é de 6 anos e 8 meses, mas há estados em que passa de dez anos. A pesquisa de Ludmila, de 2014, chegou a um tempo médio de 8 anos e 6 meses.

Para evitar um aumento dos casos de prescrição, o Poder Judiciário realiza anualmente um mutirão, no mês de novembro, para acelerar julgamentos pelo júri.

O mais recente, de 2023, resultou em 2.038 condenações e 962 absolvições. No final do ano passado, havia quase 160 mil processos pendentes nos tribunais do júri pelo país.

O relatório do CNJ sobre o mutirão de 2023 mostrou que:

  • o percentual de condenações cresce quando a vítima é mulher: 85%
  • o percentual de condenações cai quando o réu é policial: 39%

Segundo Ludmila, isso ocorre porque, em geral, as investigações sobre feminicídios trazem mais provas do que as demais, como testemunhos de familiares e vizinhos do casal, não deixando dúvidas sobre a autoria do crime.

Já no caso de policiais acusados de assassinato, conforme a pesquisadora, ainda existe entre boa parte dos jurados a lógica do “bandido bom é bandido morto”, o que os leva a tolerar a criminalidade policial.

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Defesa alega que Raíssa Lacerda sofre de síndrome do pânico e pede revogação de prisão

maurílio júnior

A defesa da vereadora Raíssa Lacerda (PSB) protocolou nesta sexta-feira (20/09) à Justiça Eleitoral um pedido de revogação da prisão da parlamentar, alvo da operação Território Livre, da Polícia Federal, que mira crimes de aliciamento violento de eleitores e organizações criminosas em comunidades de João Pessoa.

Conforme apurou o @blogmauriliojunior, os advogados de Raíssa alegam que ela é ré primaria, possui boa conduta social e bons antecedentes, tem residência fixa e exerce o cargo de vereadora de João Pessoa, de modo que não há qualquer risco a devida persecução criminal no presente caso.

Além disso, a equipe jurídica de Raíssa argumenta que ela possui Síndrome do Pânico, Transtorno de ansiedade generalizada e depressão. A defesa também informou que Lacerda é curadora e representante do seu irmão, pessoa inimputável e com deficiência mental.

O pedido será analisado pela juíza da 76ª Zona Eleitoral, Virgínia Gaudêncio de Novais.




PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. As velhas retretas pessoenses Sérgio Botelho

Na foto, o Pavilhão do Chá, atualmente.
PARAHYBA E SUAS HISTÓRIAS. As velhas retretas pessoenses
Sérgio Botelho
– Concorridas eram as retretas nas atuais praças João Pessoa (antiga Comendador Felizardo) e Venâncio Neiva, na primeira metade do Século XX. Os referidos eventos, geralmente animados pelas bandas da Força Pública (Polícia Militar) e do 22º Batalhão de Caçadores (depois 15º Regimento de Infantaria), criavam um ambiente propício para o encontro de jovens (destacadamente) e adultos.
Naquele período histórico, onde as normas sociais eram bem conservadoras, as retretas ofereciam chance legítima e socialmente aceita para que a sociedade interagisse. As famílias frequentemente compareciam em conjunto, mas era natural que os jovens encontrassem momentos para trocar olhares, sorrisos e iniciar conversas sutis sob a atmosfera envolvente da música ao vivo. A disposição espacial das retretas, em torno do coreto, na Praça João Pessoa, e do Pavilhão do Chá, na Venâncio Neiva, permitia livre circulação dos participantes.
As moças, sobretudo, deixavam o confinamento, somente aliviado pelas janelas de suas casas, onde se debruçavam para observar os passantes, e, quem sabe, estabelecer alguma paquera. Na retreta, o ambiente descontraído atenuava as rígidas barreiras sociais vigentes, tornando o flerte mais fácil. Além disso, a música desempenhava papel catalisador nesses encontros. Canções românticas ou melodias conhecidas estimulavam as conversas.
As retretas das praças João Pessoa e Venâncio Neiva, portanto, foram verdadeiros pontos de convergência social. Em muitas narrativas familiares, antigamente, era comum ouvir histórias de casais que se conheceram ou estreitaram laços, naquelas circunstâncias. Dessa maneira, o significado das antigas retretas da cidade reside na criação de um espaço onde a música e a convivência social se encontravam, permitindo que relações pessoais florescessem em ambiente acolhedor e festivo, além dos limites residenciais. Elas representam um capítulo importante na história das relações sociais e comunitárias, na capital paraibana.
www.reporteriedoferreira.com.br Por Sérgio Botelho- Jornalista, poeta, escritor



Eleições: Polícia Federal prende 19 candidatos que tinham mandados em aberto

As prisões, que atingem candidatos de diversos partidos, foram realizadas em diferentes estados espalhados pelo país

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Polícia Federal prende 19 candidatos que tinham mandados em aberto
Caio Barbieri

Polícia Federal prende 19 candidatos que tinham mandados em aberto

Polícia Federal realizou uma operação entre os dias 17 e 19 de outubro que resultou na prisão de 19 candidatos que disputam as eleições municipais deste ano. Os detidos possuíam mandados de prisão em aberto, e foram localizados em diferentes estados, envolvendo partidos variados.

Entre os crimes pelos quais os candidatos eram procurados, estão tráfico de drogas , corrupção ativa , porte ilegal de armas , imigração ilegal de menores , estupro de vulnerável e até mesmo a falta de pagamento de pensão alimentícia . A diversidade das acusações chama atenção pela gravidade de algumas infrações, especialmente em um cenário de candidatos a cargos públicos.

Apesar das prisões, a legislação eleitoral brasileira não impede que indivíduos com mandados de prisão em aberto participem das eleições. A restrição só ocorre em casos de condenações definitivas ou quando há uma sentença por um colegiado de juízes. Um exemplo comum é a questão da pensão alimentícia, que não impediria o candidato de seguir na disputa, mesmo se condenado.

A informação de que 61 candidatos estavam com mandados de prisão pendentes foi divulgada pelo site G1, mas, conforme a legislação atual, eles ainda podem disputar os cargos desde que não tenham condenação em segunda instância. Além disso, esses candidatos podem ser presos se localizados pelas autoridades, o que de fato ocorreu com 19 deles nesta operação da PF.




Ataque a tiros deixa dois jovens mortos e um gravemente ferido em Santa Luzia Pb

Ronny e Renan

Na madrugada da quinta-feira (19/9), a cidade de Santa Luzia, no sertão paraibano, foi palco de um crime violento que resultou em dois homicídios e deixou um adolescente gravemente ferido. Segundo informações da polícia, o crime ocorreu em uma residência no bairro São Sebastião, onde três jovens foram alvejados por disparos de arma de fogo.

As vítimas, identificadas como Ronny e Renan, foram encontradas mortas em cima de duas camas, enquanto um terceiro adolescente, Francisco, foi atingido por tiros, mas socorrido com vida. Ele foi encaminhado ao Hospital Regional de Patos e aguarda por cirurgia.

A Polícia Militar e uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram acionadas logo após o crime. No local, as autoridades constataram o duplo homicídio e prestaram socorro ao adolescente ferido. Uma unidade do Instituto de Polícia Científica (IPC) também esteve presente para realizar a remoção dos corpos e iniciar os primeiros procedimentos periciais.

A Polícia Civil informou que abrirá um inquérito para investigar o caso e apurar as motivações por trás dos assassinatos. A violência alarmou a população de Santa Luzia, e as autoridades intensificam as buscas por suspeitos.

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Com informações do Portal Vale Notícias




Circuito Cultural nos Parques: Diversão e Cultura garantidas em João Pessoa neste sábado(21) e domingo(22)

Circuito Cultural nos Parques: Diversão e Cultura garantidas em João Pessoa neste sábado(21) e domingo(22)

No último final de semana, João Pessoa foi tomada por um clima de alegria e cultura com o início do Circuito Cultural nos Parques, uma iniciativa da Secretaria de Meio Ambiente e da Prefeitura de João Pessoa, com produção da Arretado Produções. O projeto, que transformou os parques da capital em espaços de entretenimento, seguirá durante todo o mês de setembro, proporcionando atividades culturais de qualidade, completamente gratuitas e acessíveis a toda a população.

Com uma programação recheada de diversão para todas as idades, o Circuito movimentou o Parque Sólon de Lucena e o Parque da Bica no primeiro final de semana. As famílias se encantaram com os brinquedos infláveis, oficinas de balões, além da distribuição de pipoca e algodão-doce. Espetáculos de dança, teatro e circo também trouxeram um toque lúdico e interativo, cativando crianças e adultos.

Para Aparecida Castro, mãe de um menino autista, o evento teve um significado especial: “Foi incrível ver meu filho se divertir e interagir com outras crianças em um ambiente tão acolhedor. O Circuito é uma oportunidade única para as famílias se conectarem por meio da arte e do lazer.”

O Circuito Cultural nos Parques tem sido um sucesso, com uma recepção calorosa do público e a participação ativa de famílias que estão aproveitando as atividades culturais oferecidas. Os parques têm se transformado em verdadeiros centros de entretenimento e cultura, proporcionando uma experiência enriquecedora e divertida para todas as idades. A programação promete continuar a atrair e encantar os visitantes ao longo do mês de setembro.

O Circuito continua com muita animação e promete mais atividades para o próximo final de semana. Desta vez, os parques escolhidos são o Parque das Três Ruas, nos Bancários, e o Parque Parahyba 4, no Bessa.

Veja a programação:
Sábado (21) – Parque das Três Ruas (Bancários) A partir das 15h:
– Brinquedos infláveis
– Esculturas em balões
– Contação de histórias – A Fada Rosa
– Espaço Colorir
– Distribuição de pipoca e algodão-doce
– Maquiagem artística
– Espetáculo infantil de dança: As Aventuras Dançantes de Amora, Carambola e Acerola
– Espetáculo infantil de teatro e circo: O Menor Circo do Mundo / Arretado Produções
– Espetáculo adulto: Michael Jackson Cover (Michael Junior)

Domingo (22) – Parque Parahyba 4 (Bessa) A partir das 16h:
– Brinquedos infláveis
– Espaço Colorir
– Esculturas em balões
– Recreadores
– Distribuição de pipoca e algodão-doce
– Maquiagem artística
– Espetáculo infantil: Os Três Porquinhos / Cia Argonautas
– Espetáculo de dança: O Preto e o Branco e a Jornada de Mundos Possíveis
– Espetáculo teatral: Trupizupe, o Maior Quengo do Nordeste / Cia Soluar

www.reporteriedoferreira.com.br com assessoria




GRÃO-MESTRE REELEITO; Sereníssimo Grão-Mestre Ailton Elisiário

GRÃO-MESTRE REELEITO

A Assembleia Geral da Grande Loja da Paraíba realizada neste sábado, 14 de setembro, na Loja Regeneração Campinense, em regime de Convenção Eleitoral aclamou a única chapa apresentada para a gestão 2025-2029.

A chapa Transformando a Fraternidade encabeçada pelo Sereníssimo Grão-Mestre Ailton Elisiário, está formada juntamente com os irmãos Benedito Santana, Canuto Fernandes e Antonio Soares, respectivamente para os cargos de Grão-Mestre Adjunto, Grande Primeiro Vigilante e Grande Segundo Vigilante.

Pela primeira vez nos últimos 50 anos a Grande Loja elegeu por aclamação a única chapa apresentada, que resultou de um trabalho desenvolvido de efetiva união entre os irmãos. Os Veneráveis Mestres e Vigilantes das Lojas e demais membros da Assembleia aplaudiram a chapa aclamando-a eleita, dispensando o processo eleitoral.

Diversos irmãos discursaram externando suas satisfações pelo evento, tendo o Sereníssimo Grão-Mestre, sob condições de visíveis emoções, agradecido a confiança e o reconhecimento dos irmãos. Expôs o programa futuro de trabalho, enfatizando o programa de educação maçônica, a atualização da legislação maçônica e a revisão dos rituais.

Os membros da Assembleia despediram-se contentes e satisfeitos, vislumbrando melhores dias para a nossa Grande Loja, pela união de todos e comprometimento com a Ordem Maçônica.

www.reporteriedoferreira.com.br  /Grande Secretaria de Imprensa e Comunicação da GLEPB, em 18.09.2024.




Flamengo joga mal, perde para o Peñarol em pleno Maracanã e se complica na Libertadores

Peñarol venceu o Flamengo em pleno Maracanã
Reprodução/Conmebol Libertadores

Peñarol venceu o Flamengo em pleno Maracanã

Flamengo se complicou na Libertadores . Diante de mais de 64 mil torcedores, o Rubro-Negro foi derrotado pelo Peñarol , do Uruguai, por 1 a 0, nesta quinta-feira (19), no Maracanã, pelo jogo de ida das quartas de final. Portanto, precisará vencer a partida de volta por dois gols de diferença, no dia 26, fora de casa, para chegar à semifinal da competição. Cabrera marcou o gol da vitória ainda no primeiro tempo.

O Flamengo entrou em campo sem sintonia. Desorganizado e desfocado, o Rubro-Negro sofreu para criar jogadas. Por outro lado, o Peñarol demonstrou mais vontade e organização desde o início. Assim, soube encontrar espaços, levou mais perigo e abriu o placar aos 12 minutos, com Cabrera, após contra-ataque bem armado. O time uruguaio voltou a ter outras oportunidades ao longo do jogo, mas faltou capricho.

Em desvantagem, o Flamengo controlou as ações e buscou o empate a todo custo. Entretanto, faltava algo a mais no último terço do campo. Assim, o Rubro-Negro acumulou decisões erradas e abusou dos erros técnicos. Gonzalo Plata chegou a acertar a trave e Bruno Henrique parou em grande defesa do goleiro Aguerre, mas a reação rubro-negra foi minada pela cera e retranca uruguaia no Maracanã.

Flamengo x Peñarol

Quartas de final da Libertadores – Jogo de ida
Data : 19/09/2024
Local : Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Flamengo : Rossi; Varela (Wesley), Fabrício Bruno, Léo Pereira e Alex Sandro (Ayrton Lucas); Erick Pulgar (Carlos Alcaraz), De la Cruz (Léo Ortiz), Gerson e Arrascaeta; Gonzalo Plata (Carlinhos) e Bruno Henrique. Técnico : Tite
Peñarol : Aguerre; Milans (Mayada), Guzmán Rodríguez, Javier Méndez e Maxi Olivera; Damián Garcia, Darias (Gastón Ramírez), Cabrera (Sequeira), Léo Fernández e Jaime Báez (Lucas Hernández); Maxi Silvera (Facundo Batista). Técnico : Diego Aguirre
Árbitro : Jesús Valenzuela (VEN)
Auxiliares : Jorge Urrego eTulio Moreno (VEN)
VAR : Juan Soto (VEN)
Gol : Cabreara, aos 12′ do 1ºT (0-1)
Cartões amarelos : Erick Pulgar e Gonzalo Plata (FLA); Javier Méndez e Damián Garcia (PEN)

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Operação Território Livre; Veja relação de presos pela PF hoje na nova fase da Operação

Quatro pessoas, todas mulheres, foram presas na segunda fase da Operação Território Livre deflagrada na manhã desta quinta-feira (19) pela Polícia Federal.

Elas foram encaminhadas para o Instituto de Medicina Legal onde passarão por exames e, segundo a PF, após o IML voltam para a superintendência da Policia Federal para aguardarem as audiências de custódia.

As presas são:

– Raissa Lacerda – Vereadora de João Pessoa

– Pollyanna Monteiro Dantas dos Santos – Usa de poder para determinar quem deve ser votado no bairro Jardim São José

– Taciana Batista do Nascimento – Usada por Pollyana para exercer influência na comunidade, é seu braço direito. Segundo informação da PF, ela é ligada a ONG Ateliê Vida

– Kaline Neres do Nascimento Rodrigues – É articuladora de Raíssa Lacerda no alto do Mateus. De acordo com a PF, tem ligação com facção do bairro e usa influência para coagir os votos em determinados candidatos.

Fora as prisões preventivas também foram expedidos 7 mandados de busca e apreensão, sendo quatro cumpridos nos locais das prisões, um na sede da ONG do Bairro São José e os outros ainda estão sendo realizados.

 

 

Imagem: Reprodução TV Cabo Branco




Oficial: Anna Carla é a mais votada na lista sêxtupla para vaga da OAB no TJ; confira

Advogada Anna Carla Lopes foi a mais votada para lista sêxtupla da OAB-PB

Anna Carla Lopes, Bruno Nóbrega, Breno Wanderley, Thiago Leite, Nevita Luna e Flávia de Paiva foram os advogados mais votados na lista sêxtupla da eleição do chamado “Quinto Constitucional”, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PB), para a vaga aberta de desembargador (a) no Tribunal de Justiça da Paraíba. O pleito foi realizado durante toda esta quarta-feira (18)A votação ocorreu em 12 municípios paraibanos, contou com a participação de mais de 10 mil advogados e o resultado oficial saiu por volta das 20h30.

Pela primeira vez, por decisão do Conselho da OAB-PB, a lista foi composta obrigatoriamente por três homens e três mulheres, em votação paritária, sendo eleitos os três mais votados de cada gênero. Os seis advogados e advogadas eleitos para compor a lista paritária que será enviada ao TJPB, são: Anna Carla Lopes (3010 votos), Bruno Nóbrega (2662), Breno Wanderley (2572), Thiago Leite (2526), Nevita Franca (1924) e Flávia de Paiva (1732).

Anna Carla Lopes, Nevita Luna, Flávia de Paiva, Bruno Nóbrega, Breno Wanderley e Thiago Leite

Mulheres

Anna Carla Lopes – 3010 votos
Nevita Franca – 1924 votos
Flávia de Paiva  – 1732 votos

Homens

Bruno Nóbrega – 2662 votos
Breno Wanderley – 2572 votos
Thiago Leite – 2526 votos

Votação

No total, 22 advogados disputaram a lista e cada eleitor apto pôde votar em até seis candidatos. A lista sêxtupla aleita pelos advogados será encaminhada ao TJPB. Os desembargadores escolherão três nomes que serão enviados para nomeação do governador João Azevêdo (PSB), a quem cabe a palavra final.

A eleição foi realizada das 8h às 17h na Seccional da OAB-PB em João Pessoa e nas Subseções da Ordem nas cidades de Mamanguape, Campina Grande, Guarabira, Patos, Monteiro, Princesa Isabel, Sousa, Cajazeiras, Pombal, Catolé do Rocha e Itaporanga, utilizou 63 urnas eletrônicas cedidas pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). Cada eleitor pôde votar em até seis candidatos, com liberdade de escolha entre homens e mulheres. No entanto, a composição final da lista respeita a paridade de gênero, conforme o projeto aprovado pela atual gestão da OAB-PB.

Harrison avalia eleição

O presidente da OAB-PB, Harrison Targino, considerou o pleito tranquilo, elogiou a postura dos 22 concorrentes e destacou a inovação da disputa pela paridade.

“Uma avaliação extremante positiva e uma mensagem de equidade. Tivemos candidatas e candidatos extremamente qualificados. Estamos muito felizes com o resultado e parabenizo a todos os envolvidos e a Comissão Eleitoral. A OAB-PB forma a lista pelo voto direto, diferente de outros estados, e não em decisão do Conselho”, avaliou Targino.

Já o presidente da Comissão Eleitoral, formada pela OAB-PB para organizar o pleito, Afrânio de Melo, destacou que mais uma vez a OAB Paraíba promoveu a democracia entre seus membros. “Com essa eleição, depreende-se que nós, advogados, estamos de acordo com a democracia. E essa democracia foi expressa hoje de modo vibrante pelos advogados paraibanos”, ratificou.

www.reporteriedoferreira.com.br com MaisPB