Incêndio em apartamento causa pânico entre moradores de prédio no bairro do Bessa, em João Pessoa

 Um incêndio atingiu um apartamento em um prédio residencial localizado na rua Randal Cavalcante Pimentel, no bairro do Bessa. O Corpo de Bombeiros foi acionado para conter as chamas. O prédio foi evacuado imediatamente até o incêndio ser controlado. As causas dos fogo devem ser investigadas pelo peritos.

Veja imagens:

 




Motoristas enfrentam intenso congestionamento na volta do feriadão em João Pessoa

Motoristas enfrentaram trânsito intenso e pontos de congestionamento na volta do feriadão da Semana Santa, em João Pessoa.

Motoristas enfrentam intenso congestionamento na volta do feriadão em João Pessoa

Motoristas enfrentaram trânsito intenso e pontos de congestionamento na volta do feriadão da Semana Santa, em João Pessoa. Neste domingo (31) de Páscoa, diversos trechos das rodovias federais BR-230 e BR-101 registraram lentidão na região Metropolitana de João Pessoa.

O grande fluxo de veículos retornam do interior do estado. Na BR-101, lentidão foi registrada no sentido Natal e João Pessoa. Outro ponto bastante crítico é na BR-230, nas proximidades do Hospital Metropolitano, em Santa Rita.

Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) monitoram os motoristas em pontos de congestionamento nas rodovias federais na Grande João Pessoa, no intuito de evitar acidentes e proporcionar mais fluidez no trânsito.

Veja imagem da BR-230 nas proximidades do Hospital Metropolitano

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Atos em Israel pedem saída de Netanyahu e libertação de reféns em Gaza

Manifestações antigovernamentais ocorreram nas ruas de Tel Aviv, Jerusalém, Cesareia, Raanana e Herzliya no sábado (30); 16 pessoas foram presas

 

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iG Último Segundo

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Protesto em Tel Aviv; a polícia diz ter havido na cidade “uma grande quantidade de manifestantes que perturbaram a ordem pública”; 16 foram presos
Reprodução/X

Protesto em Tel Aviv; a polícia diz ter havido na cidade “uma grande quantidade de manifestantes que perturbaram a ordem pública”; 16 foram presos

Neste sábado (30), milhares de manifestantes foram às ruas nas cidades israelenses de Tel Aviv, Jerusalém, Cesareia, Raanana e Herzliya para protestar pela libertação de todos os reféns detidos na Faixa de Gaza e pela destituição do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

De acodo com o jornal britânico The Guardian, foram registrados protestos em Tel Aviv, Jerusalém, Haifa, Cesareia, Be’er Sheva, entre outros locais.

Para os manifestantes, Netanyahu é um “obstáculo ao acordo” de cessar-fogo com o Hamas, que inclui libertação dos reféns que ainda estão sob o poder do grupo extremista.

De acordo com a política, em Tel Aviv, “houve uma grande quantidade de manifestantes que perturbaram a ordem pública”. Foram usados canhões de água para dispersar os presentes e 16 pessoas foram presas.

Os protestos na Rua Kaplan, em Tel Aviv, também pediram eleições gerais. Já em uma manifestação separada na Praça dos Reféns, em Tel Aviv, os reféns que foram libertados pelo Hamas pediram às autoridades israelenses a volta imediata de todos ainda detidos em Gaza.

Além disso, centenas de pessoas se reuniram em frente à casa de Netanyahu em Jerusalém. A expectativa é que seja realizado outro grande ato na cidade. Ainda de acordo com o The Guardian, alguns manifestantes planejam acampar em tendas perto do Knesset, a sede do Legislativo israelense.

Em 26 de março, o governo de Israel abriu mão das negociações por um acordo de cessar-fogo e chamou de volta os negociadores israelenses que foram ao Qatar para fechar um acordo com o Hamas. Na época, Netanyahu declarou que não aceitará o fim da guerra sem que seus objetivos sejam alcançados.

De acordo com o gabinete do premiê, esses objetivos são: “destruir as capacidades militares e governamentais do Hamas, libertar todos os reféns e garantir que a Faixa de Gaza não represente uma ameaça para o povo de Israel no futuro”.




Datafolha: 53% não acreditam em uma nova ditadura no Brasil

Os que acreditam na instalação desse tipo de regime atualmente somam 20%

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Manifestação estudantil durante a ditadura militar
Reprodução: commons

Manifestação estudantil durante a ditadura militar

A Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (31) aponta que 53% dos eleitores descartam a volta da ditadura no Brasil . Segundo o levantamento, o índice é o maior dos últimos dez anos. Os que acreditam na instalação desse tipo de regime atualmente somam 20%, enquanto 22% acham que um pequeno risco do Brasil deixar de ser uma democracia.

No levantamento anterior, realizado em agosto de 2022, 49% descartavam um novo regime ditatorial no país, ante 20% que acreditava na volta do regime militar e 25% vendo pouca chance.

O maior índice da série história que acreditava na volta da ditadura foi registrado em 2018, ano em Jair Bolsonaro (PL) foi eleito presidente. Na pesquisa, 31% acreditavam na possibilidade, outros 42% não temiam o risco e 19% consideravam pouco risco.

Na pesquisa Datafolha divulgada no sábado (30),  63% dos entrevistados desconsideram a data de início da ditadura militar no Brasil , em 31 de março de 1964. Enquanto isso, 28% não veem motivo para comemoração. Outros 9% não souberam responder.

Em relação à pesquisa feita em abril de 2019, houve uma mudança de opinião entre os eleitores. Na época, 36% dos entrevistados afirmaram que a data deveria ser celebrada, ante 57% que sugeriam o desprezo e 7% que não sabiam opinar.

Do ponto de vista político, a pesquisa de 2019 diz que 58% dos bolsonaristas autodeclarados disseram que a data deveria ser desprezada, enquanto 33% defendia a celebração. Atualmente, os índices caíram para 51% e 39%, respectivamente.

Entre os petistas, 68% desprezam a data do golpe e 26% elogiam o início do regime militar. Entre os neutros na polarização, 60% defendem o desprezo e 26% a celebração.

O Datafolha entrevistou, em 147 cidades, 2.002 pessoas com 16 anos ou mais. O levantamento foi realizado entre os dias 19 e 20 de março, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou menos.




STF tem 3 a 0 contra tese de intervenção militar constitucional

Julgamento avalia tese de que as Forças Armadas possuem um “poder moderador”; ação foi apresentada pelo PDT em 2020

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STF vota tese de intervenção militar constitucional
Reprodução: Jogada10

STF vota tese de intervenção militar constitucional

O  STF (Supremo Tribunal Federal) formou, neste domingo (31), o placar de 3 a 0 contra a tese de que as Forças Armadas possuem um “poder moderador” constitucional. O último a votar foi o ministro Flávio Dino , que acompanhou o relator Luiz Fux . O outro voto foi do presidente do Tribunal, Luiz Roberto Barroso .

Relator da ação, que foi apresentada pelo PDT em 2020, Luiz Fux votou nesta sexta-feira (29) para dizer que a Constituição não permite uma “intervenção militar constitucional” e nem encoraja uma ruptura democrática.

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Já o voto de Dino acontece no dia em que o golpe militar completa 60 anos. “Há 60 anos, à revelia das normas consagradas pela Constituição de 1946, o Estado de Direito foi destroçado pelo uso ilegítimo da força”, afirmou o ministro. “Em consequência, durante décadas, regredimos a um modelo jurídico assentado em uma Constituição puramente semântica.”

Em seu voto, Dino destacou que a função militar é subordinada aos poderes, e não superior a eles. “Com efeito, lembro que não existe, no nosso regime constitucional, um ‘poder militar’ “, destacou o ministro. “O poder é apenas civil, constituído por três ramos ungidos pela soberania popular, direta ou indiretamente. A tais poderes constitucionais, a função militar é subalterna, como aliás consta do artigo 142 da Carta Magna”, acrescentou.

A ação continuará sendo julgada no plenário virtual, através de um sistema eletrônico, até o próximo dia 8. Outros oito ministro ainda precisam dar seus votos sobre a tese.