Fluminense vence Boca na prorrogação e é campeão da Libertadores pela 1ª vez

O Fluminense venceu o Boca Juniors, neste sábado (4),  e conquistou pela primeira vez o título de campeão da Taça Libertadores da América. O jogo aconteceu no Estádio Maracanã.

Um trauma de uma geração extirpado com sangue, suor e lágrimas. Assim, com a conquista da Libertadores, neste sábado, 04 contra o Boca Juniors, o Fluminense lavou a alma de milhões de torcedores que tiveram de lidar com a frustração de uma derrota que povoou suas mentes e suas vidas durante muitos anos. O mesmo palco, porém, com destinos diferentes, a história foi reescrita em verde, branco e grená.

Diante de sua torcida que lotou o Estádio, o tricolor saiu na frente com German Kano, aos 35 minutos do primeiro tempo. Só que os hermanos não se intimidaram com o feito do seu compatriota e aos 26 minutos do segundo tempo deixaram tudo igual com gol marcado por Advíncula.

Como o resultado foi até o final do segundo tempo, o jogo foi para a prorrogação.  Aos  oito minutos, brilhou a estrela de John Kennedy, que marcou o gol do título.

Com a conquista, o Fluminense receberá, além do troféu, um prêmio de  US$ 18 milhões (R$ 91 milhões). Com o acúmulo de premiações ganho desde a fase de grupos, o campeão da Libertadores pode ter faturado algo em torno de US$ 27,15 milhões (ou R$ 133,4 milhões) durante a competição.

Além disso, o vencedor se garante na Recopa Sul-Americana, contra a LDU, no Mundial de Clubes, em dezembro, na Arábia Saudita e na primeira edição do novo Mundial de Clubes, em 2025, com 32 clubes, que será organizado pelos Estados Unidos como evento-teste para a Copa de 2026.

 




Preparação para o ENEM: cuidados devem ser com o corpo e a mente

Foto: Shutterstock

Os dias que antecedem a realização das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) podem ser de muita tensão e nervosismo para os candidatos. Mas alguns hábitos podem ser adotados para que a ansiedade não atrapalhe o seu desempenho. 

A primeira dica é evitar estudos intensos na véspera da prova. “O que eles tinham que ter de aprendizado já deve ter ocorrido, então na última semana a revisão deve ser de forma mais tranquila e sem pressão”, orienta a coordenadora de convivência ética do Colégio Sigma, de Brasília, Paula Cavalcante.

Ler um livro, assistir a um filme, dar uma caminhada e estar com a família e com amigos são boas opções para passar esse tempo. As atividades físicas podem ser uma válvula de escape para a ansiedade, mas também devem ser praticadas com moderação, para evitar lesões, diz a professora.

A alimentação na véspera e no dia da prova também merece atenção. A dica é manter uma alimentação leve e evitar alimentos que façam mal ao trato digestivo. “A véspera do Enem não é dia de comer coisas diferentes”, aconselha a orientadora educacional e psicopedagoga do colégio Mopi, do Rio de Janeiro, Adriana Ferreira.

Neste ano, o Enem será aplicado nos dias 5 e 12 de novembro. No primeiro dia de prova, os participantes fazem as questões de Linguagens e Códigos, Ciências Humanas e redação. No segundo dia, de Ciências da Natureza e Matemática.

Ansiedade

Em um momento importante e decisivo como este, a ansiedade é natural, mas deve ser controlada para não atrapalhar o desempenho dos candidatos. “Quanto melhor estiverem emocionalmente, melhores serão os resultados”, diz Paula Cavalcante. Segundo ela, descansar a mente é extremamente importante neste momento e quem já tem o hábito de fazer meditação ou respiração guiada pode lançar mão desses recursos antes e durante a prova.

Para o momento da prova, a principal orientação da professora Adriana é beber água.  “Estudante hidratado consegue pensar melhor”. Ela também aconselha o aluno a levar algum alimento que seja fonte de caloria e também de prazer, como um chocolate por exemplo.

Caso o estudante perceba que o nervosismo está atrapalhando, é indicado beber água e dar uma pausa para respirar. “Oxigene seu cérebro, isso não é perda de tempo, é ganho, pois se entrar em uma crise de ansiedade, não vai conseguir resolver as questões”, afirma Adriana.

Dicas para driblar a ansiedade

Antes da prova:

Manter alimentação leve, evitando comidas diferentes do habitual

Fazer atividades físicas leves

Assistir a um filme, ler um livro, fazer uma caminhada

Conversar com a família e amigos

Não fazer estudos intensos

Se sentir necessidade, revisar anotações e mapas mentais

Na hora da prova:

Beber água

Levar um lanche leve e saboroso

Se ficar nervoso ou ansioso, fazer uma pausa para ir ao banheiro

Fazer respiração consciente

Agência Brasil




Prefeitura de João Pessoa dá passe livre a estudantes que farão prova do Enem

Todos os candidatos que têm carteira de estudante terão passe livre no transporte público coletivo de João Pessoa nos dias de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) – 05 e 12 de novembro. O benefício foi anunciado pela Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob-JP) neste sábado (04), após diálogo com o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros (Sintur- JP). O passe livre vai valer durante todo o domingo (dias 05 e 12)

Segundo Expedito Leite Filho, superintendente de Mobilidade da Capital, para ter o benefício, basta o candidato, no momento do embarque, mostrar o documento. “O prefeito Cícero Lucena nos pediu esse benefício para os estudantes. Então, conversamos com o Sintur-JP e decidimos nos dois domingos de provas, 5 e 12 de novembro, todo o candidato que tiver a carteira de estudante terá o passe livre automaticamente”, explicou.

Durante a semana, a Semob-JP já havia anunciado um esquema especial de trânsito e transporte para garantir o deslocamento dos candidatos até os locais de prova. O planejamento contará com atuação de pelo menos 50 agentes de mobilidade e ainda reforço de seis linhas extras de ônibus. Vale ressaltar que aos domingos, a faixa exclusiva de ônibus é liberada para todos os veículos, facilitando o deslocamento de quem for de carro ou moto aos locais de prova.

As equipes de monitoramento do fluxo viário estarão iniciando as ativida-des às 6h, garantindo a circulação de veículos no entorno dos locais de provas. Entre os pontos monitorados estarão: UFPB (Castelo Branco), Unipê (Água Fria), IFPB (Jaguaribe), FPB (Avenida Walfredo Leal), Faculdade Maurício de Nassau (Avenida Epitácio Pessoa) e Lyceu Paraibano (Centro), justamente por serem locais com maior expectativa de candidatos.

Ônibus – Nos horários que antecedem e encerram as provas, ou seja, entre 9h40 e 12h e 15h40 e 18h, serão 52 linhas em circulação – aos domingos, a operação conta normalmente com 46 linhas.

As linhas 521, 502, 523, 527, 1519 e 003, que geralmente não rodam aos domingos, estarão ativas nos dois dias de Enem, totalizando 130 ônibus em circulação, que devem realizar 940 viagens. Além destas linhas extras, a 401, que já circula aos domingos, será reforçada com duas viagens extras, como também as linhas circulares 1500 e 5100, que estarão ope-rando com acréscimo de 22 viagens.

Mais informações – Para conferir todos os detalhes sobre linhas e itinerá-rios, a Semob-JP recomenda que os usuários de ônibus acessem o site portal.semobjp.pb.gov.br.

Assessoria Semob-JP




Deputado Adriano Galdino reclama de Cícero Lucena por falta de lealdade com João Azevêdo

O deputado estadual e presidente da ALPB, Adriano Galdino, reclamou da falta de lealdade do prefeito Cícero Lucena com o governador João Azevêdo.

A reclamação de Adriano Galdino contra Cícero Lucena foi destacada durante entrevista ao programa de Rádio Arapuan Verdade FM. (Foto: Reprodução)

O deputado estadual e presidente da ALPB, Adriano Galdino, reclamou da falta de lealdade do prefeito Cícero Lucena com o governador João Azevêdo.  A crítica é referente à postura do prefeito de João Pessoa, em aguardar uma posição do PP, em apoio ao governador na última campanha de reeleição, em 2022.

A reclamação de Adriano Galdino contra Cícero Lucena foi destacada durante entrevista ao programa de Rádio Arapuan Verdade FM, desta sexta-feira (3), ao jornalista e apresentador Clilson Júnior.  O presidente da ALPB manifestou uma possível crise na união política entre os líderes do executivo estadual e municipal.

Segundo Adriano Galdino, o governador João Azevêdo sempre atuou pela união com Cícero Lucena, tomado decisões favoráveis pela construção e manutenção da relação, ou seja, jamais recuou ou abriu brechas pela ruptura, ao contrário de Cícero Lucena.

“O prefeito Cícero Lucena não tem sido muito leal ao governador, como João é com ele. Teve um momento que Cícero ficou ali, sem saber que ficava com João, esperando o PP, na campanha de governador. João nunca gaguejou com relação a apoio a Cícero”.




Mais um lançamento: “Filosofia Pura”, Por Gilvan de Brito

Mais um lançamento: “Filosofia Pura”, o resultado de um pensamento pronto e acabado com a utilização da pesquisa, da investigação, da reflexão e da epistemológia para buscar pela sabedoria os segredos da vida e da morte, fatos de natureza moral e social, tudo que é percebido pelos sentidos e pela consciência e os mecanismos do cosmos. Como atividade científica, a filosofia (lógica dedutiva, partindo do geral para o particular) representa o produto de uma pesquisa objetiva e racional visando descobrir a verdade a respeito do funcionamento das coisas que nos cercam.
Antes de Sócrates a investigação era realizada empiricamente para tentar explicar o mundo, os fenômenos naturais e suas transformações: (Tales de Mileto, Demócrito, Heráclito, Anaximandro e Parmênides). Os socráticos que vieram em seguida desejavam saber como tudo começou: (Pitágoras, Sócrates, Platão e Aristóteles). O período que se seguiu, chamado helenístico, difundiu a cultura grega além-Mediterrâneo, desenvolveu a ciência e se muniu de outros instrumentos e métodos para as suas análises e pesquisas (Marco Aurélio, Sêneca, Epíteto, Lucano, Pirro de Elis, Antístenes, Diógenes de Sínope, Euclides e Arquimedes).
Embora tenha surgido na Grécia Antiga, a filosofia trouxe raízes e ensinamentos do Egito, da China e da Ásia Menor (Turquia). Teria, pois, que retornar às origens de alguma forma. Neste terceiro período, iniciou-se, então, a propagação da cultura grega entre o Mediterrâneo, o Médio Oriente e a Ásia Central, desenvolvendo-se com maior intensidade e vigor em Roma, onde se elevou para exercer o predomínio de toda a região. Isso graças a Alexandre, o Grande, discípulo de Sócrates que, ao conquistar as principais cidades antigas, difundiu a cultura grega por onde passou. O livro, didático, permite ao leitor , ao terminar de lê-lo, falar com qualquer pessoa a respeito da Filosofia. Custa 14,90 e pode ser solicitado no site acima, da Amazon.
www.reporteriedoferreira.com.br Por Gilvan de Brito- Jornalista,



A TENTAÇÃO AUTORITÁRIA Por Rui Leitao 

A TENTAÇÃO AUTORITÁRIA Por Rui Leitao

Impressiona como a tentação autoritária se faz presente na consciência política de boa parte da população brasileira. Os arrivistas estão por aí pregando a ruptura democrática, sonhando com um poder militarizado, ainda que a experiência recente com fardados na política e em cargos públicos tenha sido desastrosa. Não se desfez o desejo, por alguns, de ver o Brasil mergulhado numa quartelada. A democracia está a todo instante sendo ameaçada.

 

O fantasma do totalitarismo continua nos rondando. A apologia aos regimes ditatoriais tornou-se estratégia de marketing política, porque a extrema direita saiu do armário sem qualquer constrangimento. E surge procurando apresentar uma imagem de cordialidade, de moralismo, alicerçada em fundamentalismo religioso, apesar de, contraditoriamente, se utilizar da retórica da violência, do desrespeito aos direitos humanos, dos preconceitos e do ódio a quem pensa diferente. E o pior é que esses arroubos totalitários têm recebido a chancela do maior símbolo da democracia: o voto. Ainda bem que na última eleição para presidente conseguimos ser majoritários, mas muitos reacionários conquistaram assentos no parlamento, procurando dificultar a adoção de pautas políticas progressistas.

 

Parte do eleitorado se mantém seduzida pelo discurso retrógrado da extrema direita. Sabemos que o militarismo no Brasil tem origem no Império. E a República se instalou através de um golpe militar. Em nome do que julgam ser a necessidade de impor a normalidade democrática, temos visto, ao longo da nossa história, a repetição de intervenções militares, com manifestações populares que antecedem aos golpes. O imaginário do militarismo se mantém firme em considerável parcela do eleitorado brasileiro.

 

Com isso temos um país dividido. Pacificar a Nação é uma tarefa histórica a ser desafiada. Mas não está sendo fácil. Conseguiram plantar a semente da discórdia e do confronto político-ideológico nas famílias e em qualquer ambiente social. Caberá às futuras gerações conter essa “tentação totalitária” que se vê latente entre nós. Não podemos aceitar a naturalidade com que se encara a exclusão social, política e cultural dos que não estão na escala superior da sociedade. É inadmissível o estímulo à violência. Inaceitável a idéia do pensamento único, sem permitir as divergências e o contraditório, tão essenciais ao exercício da democracia plena.

 

O totalitarismo tem como objetivo maior enfraquecer os princípios fundamentais da democracia. Há um trabalho articulado visando concentrar o poder e eliminar adversários necessários ao jogo democrático, seja no Legislativo, seja no Judiciário, seja na sociedade civil. É muito preocupante testemunhar chefes de estado que agem para provocar a erosão da democracia. A governança democrática precisa ser fortalecida para que, assim, possamos resistir aos ímpetos totalitários. Proteger a ordem democrática é a palavra de ordem para enfrentar os golpistas de plantão.

 

As lideranças políticas alcançadas pela tentação autoritária emergem como compulsão humana para se fixar na ignorância, esquecendo que são providos de inteligência. Será que são mesmos? Mas acham chique manifestarem-se ignorantes, comportando-se como fanfarrões irresponsáveis e incivilizados. A tentação totalitária nasce do deslumbramento do poder. Querem ser absolutos. A partidarização dos quartéis e o enfraquecimento das instituições democráticas foram experimentados com redundante fracasso, mas deixaram fieis apoiadores que se recusam a enxergar o óbvio. No momento presente já é possível distinguir os militares que rejeitam a aventura golpista e aqueles que conservam elevado espírito autoritário herdado dos anos de chumbo que vivenciamos na segunda metade do século passado. Líderes retiram as máscaras de democratas e optam pelo populismo que descamba para o autoritarismo. Pregando um ideário conservador e salvacionista lançam propostas de endurecimento do regime.

 

Acabemos com a guerra das patrulhas ideológicas. Nas democracias constitucionais os fins não justificam os meios. O poder sem limites leva à barbárie. Afastemos, pois, esses, ainda permanentes, delírios autocráticos. E que VIVA A LIBERDADE. DITADURA NUNCA MAIS.

www.reporteriedoferreira.com.br Por Rui Leitão- Jornalista, advogado, poeta e escritor




Casa onde morou João Pessoa na Praça da Independência Por Sérgio Botelho

PARAHYBA DO NORTE E SUAS HISTÓRIAS.
Casa onde morou João Pessoa na Praça da Independência Por Sérgio Botelho
Há uma casa de valor histórico na Praça da Independência, em João Pessoa, que, igualmente a tantas outras, é vista diariamente por milhares de pessoas, as quais, em grande parte, não têm a menor ideia do que ela representa. No lado sul da praça, por onde trafega a maioria dos ônibus com destino à zona leste da cidade, foi lá que morou o ex-presidente do Estado, João Pessoa, e de onde partiu, para não mais voltar, em viagem ao Recife, quando foi morto pelo advogado João Dantas, em 26 de julho de 1930.
A bem da verdade, o ilustre morador ali residia por um breve período, em tempo de reformas no Palácio do Governo, na Praça João Pessoa, oficialmente local onde moravam os presidentes paraibanos desde os tempos de província, ainda no Brasil Imperial. O imóvel, segundo dizem os órgãos preservacionistas, foi construído na década de 1920, época em que também a praça foi entregue à população de Parahyba do Norte, em comemoração ao centenário da Independência do Brasil.
Antes de servir de residência provisória ao presidente João Pessoa, a bela construção foi moradia de um cidadão de nome Tranquilino Monteiro. Tratava-se de um bem-sucedido comerciante de algodão, commodities largamente produzida na Paraíba e em alta no mercado brasileiro e internacional, naquele momento. Mas, assim como o algodão fez muita gente rica, no estado, sua decadência deixou um rastro de falências e pobreza como resultado. Aconteceu exatamente isso com o proprietário do palacete, que se viu obrigado a alugá-lo ao poder público estadual. Tempos depois, foi comprado pelo industrial Otávio Ribeiro Coutinho e, em 1980, terminou vendida ao governo do estado.
Conforme explica o Departamento de Arquitetura da Universidade Federal da Paraíba, por meio do Memória João Pessoa, a edificação, que tem área de 2.800 m², enquanto sua parte coberta é de apenas 450 metros quadrados, “possui características próprias das construções de sua época, apresentando elementos Art Nouveau como, por exemplo, a curvatura de algumas das suas aberturas e o gradil de ferro que arremata seu muro frontal”. Hoje está restaurada e integra, com destaque, a paisagem local, além de prestar inestimável serviço na condição de Museu da Cidade de João Pessoa.
O referido museu inclui sala com móveis pertencentes à família do então presidente João Pessoa, também um bureau de trabalho dele e a mesa onde foi morto no Café Glória, em Recife. Guias contam as histórias do ex-presidente e da cidade, enquanto os visitantes passeiam pelas diversas salas da exposição permanente do órgão. O casarão foi tombado através do decreto nº 8.634, de 26 de agosto de 1980 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico da Paraíba.
www.reporteriedoferreira.com.br Por Rubens Nóbrega- Jornalista, poeta e escritor.