Acidente envolvendo moto e carreta deixa saldo de dois mortos em Juazeirinho Pb

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado , porém, chegando ao local a equipe médica constatou que as duas pessoas envolvidas no acidente já estavam mortas

Acidente ocorreu em trecho da BR-230, em Juazeirinho (Foto: Reprodução)

Duas pessoas morreram em um grave acidente ocorrido nessa sexta-feira (22), em Juazeirinho, interior da paraíba as vítimas tinham 47 e 53 anos e trafegavam em uma moto quando bateram de frente com uma carreta.

De acordo com informações do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu), a equipe foi chamada para prestar os primeiros atendimentos, mas as duas vítimas já tinham morrido.

A equipe acionou o Corpo de Bombeiros e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) para realizar a perícia.

Segundo informações de testemunhas ao samu, os dois homens trabalhavam quebrando pedra em uma pedreira próxima ao local e estavam voltando para casa, em São José da Mata, distrito de Campina Grande, após o trabalho.

O acidente aconteceu no km 175, no sentido Campina Grande-Patos, alto sertão paraibano. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o condutor e o passageiro da moto morreram no local.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas quando a equipe chegou os dois já estavam mortos.




 LULA, A VOZ DO BRASIL PARA O MUNDO Por Rui Leitao 

LULA, A VOZ DO BRASIL PARA O MUNDO Por Rui Leitao

O Brasil recuperou o prestígio global na oportunidade em que o presidente Lula proferiu o discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU, nesta semana. Nosso país voltou a falar para o mundo, despertando atenção da mídia internacional, pela forma como abordou temas de relevância que preocupam o planeta. Foi competente, corajoso e didático. Despertou em todos nós um orgulho patriótico que estávamos desacostumados a sentir.

Denunciou a desigualdade social e a fome que penalizam cerca de 735 milhões de pessoas, resultando de uma concentração de renda que faz com que os 10 maiores bilionários possuam mais riqueza que os 40% mais pobres da humanidade. Falou sobre questões climáticas. Criticou a governança global e a estrutura…
[07:56, 22/09/2023] Rui Leitao Jornalista: O PRECONCEITO CONTRA A INTELIGÊNCIA

Quando os preconceitos se manifestam, há sempre a intenção de favorecer uns e desfavorecer outros. Prepondera o objetivo de criar um falso ideal de superioridade. No íntimo revelam-se sentimentos de ódio, de animosidade e de implicância, difundidos por meio de convicções ideológicas. Não deixa de ser um comportamento covarde, porque tem característica de hostilidade social, uma atitude política aversiva. O preconceituoso se acha no direito de emitir um juízo ou opinião sobre algo, antes de conhecer o que está sendo por ele discriminado.

Nesta semana ouvi, estarrecido, a demonstração de um preconceito que impressiona. O preconceito contra a inteligência. Todo preconceito é inaceitável. Porém o preconceito contra a intel…
[11:04, 23/09/2023] Rui Leitao Jornalista: A RELIGIÃO E A POLÍTICA

Quando vemos alguns fanáticos misturarem política com religião, passamos a duvidar do sentimento de cristandade que se esforçam em propagar. Ao que se percebe buscam colocar a religião muito mais como identidade política do que uma definição de fé. O que não pode é vincular incorretamente as duas coisas, tornando-as instrumentos de fortalecimento um do outro. Isso acontece nas oportunidades em que se evidencia o fundamentalismo, adotando o absolutismo das próprias ideias. É histórico o aproveitamento dos discursos religiosos pelos políticos oportunistas, independente do matiz ideológico das manifestações, sejam eles da direita ou da esquerda.

O debate público pautado pelo campo político tem ensejado uma relação intrincada entre as crenças e os posicionamentos ideológicos. O problema maior é quando se verifica que a religião marca presença nos palanques políticos, explicitando confrontos desnecessários. Fogem dos princípios básicos de qualquer religião os discursos da intolerância, incentivo aos conflitos pessoais e as manifestações de discriminação e preconceitos. Inadmissível que apareçam porta-vozes da verdade suprema, desprezando a pluralidade de pensamentos na convivência entre os indivíduos numa sociedade.

Mais grave ainda quando o “messianismo” se transforma em ódio, ultrapassando os limites da legalidade, deixando a população vulnerável diante da insensatez que caracteriza posturas de falso moralismo e obscurantismo. É inconcebível a apaixonada veneração a lideranças políticas como se fossem “salvadores do apocalipse”. Os paladinos da moralidade, como são apresentados, não se comportam de forma a acreditar nessa imagem construída. São farsantes, usam do proselitismo religioso para alcançar objetivos voltados exclusivamente para se posicionarem no apogeu do poder.

É preciso proteger os princípios humanistas de igualdade entre todos os cidadãos. Isso tem a ver com os ensinamentos da fraternidade cristã. Respeitando as diferenças, estaremos, também, respeitando a democracia que garante um ambiente de justiça social tão necessário. Fomentar “partidarização” da religião é a tentativa de impor interesses de um grupo sobre outros. A religião nos permite reconhecer e respeitar as regras políticas a partir do mandamento religioso, sem, portanto, assumir o aspecto coercitivo. Nem se constituir razão de obrigação política. O que não representa dizer que integrantes de igrejas se eximam de expressar suas opiniões, segundo suas convicções, ou serem ativistas na militância política, desde que obedeçam preceitos éticos. As igrejas, como qualquer outra instituição civil, têm o direito de contribuír para as pautas políticas aderentes às suas crenças e visões de mundo.

Entendo que a religião, pode e deve funcionar como alavanca capaz de produzir comportamentos individuais e coletivos politicamente úteis. Porém, não deve ser aceito o mandamento religioso como disfarce à norma política. Recomenda-se, então, o seu uso com a devida prudência, utilizando argumentos racionais para convencimento de protagonismo político. A religião jamais deve se prestar a ser instrumento de manipulação dos interesses dos poderosos em detrimento dos desprotegidos pelas políticas públicas, nunca perdendo sua ligação com a liberdade e o bem comum. É importante encontrar na religião a fonte de inspiração para o exercício do patriotismo, em estrita obediência aos princípios do cristianismo, já que essa é a religião professada majoritariamente em nosso país: amar a Deus sobre todas as coisas, sem utilizar o Seu nome em vão; amar ao próximo como a si mesmo e compreender que as pessoas são mais importantes do que coisas.

www.reporteriedoferreira.com.br Por Rui Leitão, jornalista. advogado, poeta e escritor