MEUS VALORES, ONDE ANDAM? Por Gilvan de Brito
MEUS VALORES, ONDE ANDAM? Por Gilvan de Brito
MEUS VALORES, ONDE ANDAM? Por Gilvan de BritoO líder do grupo mercenário russo amotinado, Yevgeny Prigozhin, disse neste sábado, 24, que ordenou que seus combatentes, que avançavam em direção a Moscou, dessem meia volta e recuassem às suas bases para evitar derramamento de sangue.
Prigozhin havia dito mais cedo que queria depor o alto escalão do Exército e “restaurar a justiça”. O presidente russo, , disse que o motim tinha que ser decisivamente reprimido.
O gabinete do presidente de Belarus, Alexander Lukashenko, disse que conversou com Prigozhin, com aprovação de Putin, e que o chefe da milícia Wagner concordou em aliviar a situação.
Em uma mensagem de áudio divulgada pelo seu serviço de imprensa, Prigozhin disse:
“Eles queriam desmembrar a milícia Wagner. Embarcamos em uma marcha de justiça em 23 de junho. Em 24 horas, chegamos a 200 kms de Moscou. Até agora, não derramamos uma gota de sangue dos nossos combatentes.”
“Agora, chegou o momento em que sangue pode ser derramado. Entendendo a responsabilidade (pela chance) de que sangue russo seja derramado em um lado, estamos dando meia volta em nossas colunas e voltando aos campos como planejado”.
Prigozhin, um ex-condenado e aliado de longa data de Putin, lidera um exército privado que inclui milhares de combatentes recrutados nas prisões russas.
Seus homens enfrentaram os combates mais ferozes da guerra de 16 meses na Ucrânia, incluindo a batalha prolongada pela cidade oriental de Bakhmut.
Ele protestou durante meses contra os altos escalões do Exército regular, acusando os generais de incompetência e de reter munição de seus combatentes. Neste mês, ele desafiou ordens para assinar um contrato que colocava suas tropas sob o comando do Ministério da Defesa.
Ele lançou o aparente motim na sexta-feira, 23, depois de alegar que os militares mataram muitos de seus combatentes em um ataque aéreo. O Ministério da Defesa negou.
“Somos 25.000 e vamos descobrir por que o caos está acontecendo no país”, disse ele, prometendo destruir quaisquer postos de controle ou forças aéreas que estivessem no caminho do Wagner. Mais tarde, ele disse que seus homens se envolveram em confrontos com soldados regulares e derrubaram um helicóptero.
Terra.com

George Washington de Oliveira Sousa. Foto: Reprodução
BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Preso e condenado por planejar o atentado a bomba em um caminhão de combustível perto do aeroporto de Brasília, George Washington de Oliveira Sousa entrou no Congresso Nacional em novembro do ano passado com autorização do gabinete do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA).
George Washington, 24 dias antes da tentativa de atentado em Brasília, acompanhou uma audiência pública no Senado, promovida pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE), com ataques ao sistema eleitoral e pedidos de golpe militar.
O nome do senador que liberou a entrada é mantido sob sigilo pelo Senado Federal, mas foi obtido pela reportagem por pessoas com acesso à informação. Questionado, o Senado alegou que a divulgação representava “risco de violação à prerrogativa do sigilo da fonte”.
Em maio, George Washington foi condenado a nove anos e quatro meses de prisão. Ele foi convocado pela CPI do 8 de janeiro e prestou depoimento na quinta-feira (22).
Zequinha Marinho afirmou que não tem “nenhuma relação” com o condenado. O senador disse que, horas antes da audiência pública, seu gabinete foi procurado por um grupo de pessoas que afirmava ser do Pará –estado do senador– e que sua única motivação foi permitir o acesso de cidadãos ao encontro.
A assessoria do senador ressaltou ainda os procedimentos de segurança adotados pelo Senado Federal e disse que o condenado só entrou no prédio após fazer um cadastro na portaria e passar pelo detector de metais.
“Só após cumprir esse procedimento do Senado Federal é que [os cidadãos] foram liberados para acessar o plenário da Comissão”, disse o gabinete de Marinho.
“Não existe nenhuma relação do senador com os três citados [George Washington e outros dois acusados de participação no atentado frustrado]. Enfatizamos que a única motivação para liberar o acesso foi o de permitir cidadãos paraenses de participarem de uma audiência que era pública. Inclusive, é válido dizer que desses três, apenas um foi liberado pelo gabinete.”
Apesar do protocolo de segurança, policiais legislativos desconfiam que parte dos vândalos que invadiu os Três Poderes em 8 de janeiro acompanhou a audiência pública e aproveitou a entrada no Senado para mapear alguns pontos do prédio.
Chamou atenção da Polícia Legislativa que alguns agressores vieram preparados para escalar o Congresso e pareciam saber, por exemplo, onde estavam os hidrantes –ligados para conter o efeito das bombas de gás lacrimogêneo.
A audiência pública foi organizada por Girão na Comissão de Transparência, Fiscalização e Controle para discutir o tempo de propaganda dos candidatos nas eleições, que havia sido contestado, sem provas, pela campanha de Jair Bolsonaro (PL).
Durante a audiência, parlamentares bolsonaristas, advogados e ativistas fizeram ataques ao processo eleitoral e ao STF (Supremo Tribunal Federal), pediram a prisão ou impeachment do ministro Alexandre de Moraes e chegaram a defender um golpe militar.
Os outros dois acusados de participação no episódio frustrado da bomba, Alan Diego dos Santos Rodrigues e Wellington Macedo de Souza, também estavam na comissão do Senado no dia.
Girão nega que seu gabinete tenha sido responsável pela entrada do trio. Segundo relatos feitos à reportagem, Alan e Wellington foram liberados pela própria comissão, que durou mais de 11 horas e contou com a presença não só de senadores, mas também de deputados federais.
Procurado, Girão afirmou que “um número significativo de pessoas participou entre convidados e não convidados”. Ele disse que cerca de 40 parlamentares, entre senadores e deputados federais, fizeram uso da palavra.
“No dia da audiência pública estava presidindo a sessão e, por conta disso, totalmente focado no seu melhor andamento, sem que tivesse atuado no sentido de liberar a entrada dessas relatadas pessoas na comissão”, declarou em nota.
George e Alan foram condenados por expor a perigo a vida, a integridade física ou o patrimônio de outro, mediante colocação de dinamite ou substância de efeitos análogos, além de causar incêndio em combustível ou inflamável.
George ainda foi condenado por porte ilegal de arma de fogo e artefato explosivo ou incendiário. George e Alan estão presos, enquanto Wellington está foragido.
Segundo o Ministério Público do Distrito Federal, os três se conheceram no acampamento montado em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília.
O objetivo deles, segundo as investigações, era cometer algum crime que pudesse causar comoção social e instigar um golpe militar. George Washington saiu do Pará no dia 12 de novembro com armas, munição e dinamites. No dia 23 de dezembro, o grupo elaborou o plano do dia seguinte.
George Washington montou a bomba; Alan Diego colocou o artefato embaixo do caminhão de combustível; e Wellington Macedo levou Alan Diego até o aeroporto de Brasília.
A explosão acabou frustrada porque o motorista do caminhão desconfiou e acionou a polícia. O veículo estava carregado de querosene de aviação e tinha capacidade para 60 mil litros.
Procurada pela reportagem na quarta-feira (21) por meio de sua defesa, George Washington não quis se manifestar.
Palavraspb.com
Segundo informações obtidas pelo ClickPB, a vítima é José Carlos Alves dos Santos e era conhecido popularmente como ‘Porfírio’.

Um comerciante foi assassinado a tiros na manhã de hoje (24) no município de Boa Ventura, no sertão do estado. Segundo informações dão conta de que a vítima é José Carlos Alves dos Santos e era conhecido popularmente como ‘Porfírio’. Ele atuava com venda de bebidas e teria sido surpreendido por homens armados que o abordaram na frente da própria residência.
As informações preliminares são que o homem estaria retornando de uma festividade de São João. A Polícia Militar foi acionada ao local assim como o carro do Núcleo de Medicina e Odontologia e Legal (Numol). O caso deve ser investigado pela delegacia de polícia civil da região.
A cidade de Prata vai contar com R$ 108 mil também para contratação de carros-pipa para abastecimento da zona rural.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nessa sexta-feira (23), o repasse de mais de R$ 14,9 milhões a 59 cidades afetadas por desastres. Conforme apurou o ClickPB, apenas um município da Paraíba vai receber recursos.
A cidade de Prata vai contar com R$ 108 mil também para contratação de carros-pipa para abastecimento da zona rural.
O dinheiro vai para os estados do Acre, Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe. Na Paraíba receberá
Desde o início do ano, já foram repassados pelo MIDR mais de R$ 650 milhões para ações de proteção e defesa civil em todo o Brasil. São recursos para assistência humanitária, restabelecimento de serviços essenciais, reconstrução de infraestrutura e moradias atingidas pelo desastre e para a Operação Carro-Pipa, que leva água potável a municípios do semiárido brasileiro.
Nordeste
No estado do Maranhão, nove cidades atingidas por chuvas intensas e uma por inundações terão acesso a R$ 1,29 milhão. O maior repasse, de R$ 486 mil, será para Afonso Cunha, que usará os recursos na compra de cestas básicas. Outros cinco municípios que destinarão os repasses para a compra de itens de assistência humanitária são Esperantinópolis (R$ 108,6 mil), Graça Aranha (R$ 486 mil), Timon (R$ 23,3 mil), Buriti (R$ 39 mil) e Matões do Norte (R$ 130,9 mil).
Já as cidades de São João do Carú (R$ 96,4 mil), Açailândia (R$ 173,2 mil – aqui e aqui), Cajari (R$ 82,4 mil) e São Luís Gonzaga do Maranhão (R$ 18,5 mil) usarão os recursos no restabelecimento de acessos, vias públicas e ponte e limpeza urbana.
No Rio Grande do Norte, cinco cidades quem enfrentaram fortes chuvas vão receber, juntas, R$ 574 mil. Felipe Guerra (R$ 49,2 mil) e Caraúbas (R$ 28,5 mil) vão usar os recursos na compra de itens de assistência humanitária, como cestas básicas, colchões e kits de dormitório e higiene pessoal.
Já Taboleiro Grande (R$ 16,7 mil) e Doutor Severiano (R$ 297,4 mil) terão acesso a dois repasses, um para assistência humanitária e outro para recuperação de infraestruturas danificadas pelo desastre. Confira aqui e aqui (Taboleiro Grande) e aqui e aqui (Doutor Severiano). E a cidade de Upanema vai receber R$ 182,1 mil para recuperação de passagem molhada.
Já a Bahia vai contar com R$ 1,24 milhão para ações de defesa civil em quatro cidades atingidas por chuvas intensas. Belmonte (R$ 361,9 mil) e Canavieiras (R$ 509,5 mil) comprarão itens de assistência humanitária. Já Porto Seguro (R$ 274,4 mil) e Medeiros Neto (R$ 95,7 mil) usarão os repasses na limpeza urbana de vias públicas.
Ainda no Nordeste, o estado de Sergipe terá acesso a R$ 261,9 mil para a contratação de carros-pipa para fornecimento de água à população atingida pela estiagem. E, na Paraíba, a cidade de Prata vai contar com R$ 108 mil também para contratação de carros-pipa para abastecimento da zona rural.
www.reporteriedoferreira.com.br / com Brasil61

O chefe do grupo paramilitar Wagner, Yevgeny Prigojín, anunciou no sábado que conquistou a base militar do Exército russo e uma base aérea em Rostov sem nenhum tiro disparado, afirmando ter o apoio da população. O oligarca russo prometeu depor os principais comandantes militares.
Relatos da AFP mencionam a presença de sirenes de ambulâncias e carros de polícia nas ruas da cidade
“Por que o povo nos apoia? Porque estamos marchando em busca de justiça”, afirmou Yevgeny Prigojín, líder do Wagner, a quem o presidente russo, Vladimir Putin, acusou de “traição” em uma mensagem de áudio transmitida pelo Telegram.

“Entramos em Rostov e, sem um único disparo, ocupamos o prédio principal.”, disse.
Rostov é uma cidade portuária localizada no sul da Rússia a aproximadamente 100 km da fronteira com a Ucrânia, possui importância estratégica , pois é de lá que o comando militar russo no sul do país coordena as operações do exército na nação vizinha.
Um veículo blindado equipado com uma metralhadora e cerca de doze homens uniformizados com braçadeiras prateadas foram avistados em um cruzamento no centro de Rostov, conforme relatado por vários jornalistas. Fontes também contaram que veículos blindados estão estacionados em outros locais da cidade.

Kremlin negou rumores de fuga de Putin de Moscou após insurreição paramilitar Pedestres observam a passagem de veículos militares e homens armados com espingardas, suas braçadeiras prateadas bem visíveis.
Prigojín declarou que suas tropas assumiram o controle do principal centro de comando militar da Rússia para operações na Ucrânia, além de uma base aérea na cidade e prometeu depor os principais comandantes militares, que segundo ele conta com o apoio de 25 mil combatentes.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou neste sábado (24) que a rebelião do Grupo Wagner foi uma “punhalada nas costas” e prometeu punir quem trair as forças armadas russas.
Líder de milícia rompe com Putin e cria tensão na Rússia
Durante o pronunciamento, Putin disse que as Forças Armadas já receberam as ordens necessárias para que todos os responsáveis pelo motin sejam exemplarmente punidos.
“É um golpe para a Rússia, para o nosso povo. E nossas ações para defender a Pátria contra tal ameaça serão duras.”
“Todos aqueles que deliberadamente pisaram no caminho da traição, que prepararam uma insurreição armada, que seguiram o caminho da chantagem e métodos terroristas, sofrerão punição inevitável, responderão tanto à lei quanto ao nosso povo”, afirmou o presidente.
O presidente assumiu que a situação em Rostov-on-Don, cidade tomada pelos mercenários, é complicada, e declarou que será necessário “unir forças” para deixar as diferenças de lado.
Entenda o caso
Yevgeny Prigozhin, chefe do grupo mercenário Wagner, que integra o grupo de apoio a Rússia na guerra, rompeu com o governo Putin e expôs nesta sexta-feira (23). O posicionamento do líder fez com que os combatentes da organização se mobilizassem contra o presidente russo.
Segundo Prigozhin, o Ministério de Defesa da Rússia foi responsável pelos ataques contra acampamentos do grupo mercenário. Ele garantiu que o grupo irá contra-atacar.
Em sua resposta ao discurso de Putin, o oligarca mercenário acusou Moscou de corrupção e desvio de dinheiro por membros alto escalão do governo e do exército ligados à invasão russa na Ucrânia e agora segue em direção à Moscou.
Por Ig

Nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) mostra que a aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu de 51 em abril para 56 pontos percentuais em junho deste ano. O número já havia sido registrado em fevereiro, mas sofreu queda dois meses depois.
Já entre os que desaprovam, o índice passou de 28 pontos percentuais em fevereiro para 42 em abril e, agora, caiu para 40.
A aprovação do governo Lula é maior entre o sexo feminino, que marca 58 pontos percentuais, enquanto o masculino tem 54. Entre as mulheres, 37% reprovam e, entre os homens, o índice é de 43%.
Entre os eleitores do petista, a aprovação passou de 88 para 90 pontos percentuais. Os que desaprovam dentro desse grupo se manteve no 7%.
Já entre os que votaram no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições de outubro do ano passado, a aprovação passou de 14% para 22%. Os que reprovam foram de 81% para 76%, segundo os dados.
Em relação à aprovação geral do governo, o número oscilou positivamente de 36% para 37%. Os que consideram regular, aumentaram de 29% para 32%. E os que avaliaram negativamente, oscilaram de 29% para 27%.
Quando os governos anteriores de Lula são comparados, o terceiro mandato é o que tem menor índice de aprovação no início da liderança entre os ouvidos pelo instituto, além de também registrar maior avaliação negativa.
No primeiro mandato, a avaliação positiva foi de 42%, enquanto a negativa foi de 11%. No segundo, a positiva foi de 48% e a negativa 14%. No mandato atual, a aprovação é de 37% e a reprovação vai a 27%.
A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 18 de junho. As entrevistas foram feitas face a face com 2.029 eleitores com mais de 16 anos. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais. O nível de confiança é de 95%.
A REGULAÇÃO MIDIÁTICA Por Rui Leitao
É um tema que tem gerado muita polêmica. Mas como compreender e aceitar que metade da mídia brasileira esteja nas mãos de apenas 5 famílias, influenciando a formação da opinião pública? Esse oligopólio midiático nos bombardeia diariamente com informações estrategicamente elaboradas na conformidade dos seus interesses políticos, econômicos e sociais.
É muito poder nas mãos de poucas pessoas. Isso restringe a pluralidade de ideias e opiniões, contrariando os princípios básicos de uma democracia, porque interfere, inclusive, nas escolhas e decisões das pessoas. Por isso esses empresários que dominam a mídia nacional procuram fazer com que se acredite que a “regulação” é sinônimo de “censura”. E se negam a promover um debate transparente e diverso sobre o tema “regulação midiática”.
São muitos os países democráticos que asseguram o pluralismo cultural e a diversidade de expressão das várias correntes de pensamento, impedindo a formação de monopólios na comunicação. No Brasil a Constituição, em seu artigo 220, determina que “a mídia não pode, direta ou indiretamente, estar sujeita a monopólio ou oligopólios”. Dispositivo que nunca foi regulamentado, exatamente porque não interessa à mídia tradicional do país.
A democratização dos meios de comunicação em nosso país esbarra no fato de que muitos dos proprietários de rádios e TVs são políticos, ainda que isso seja vedado, também, pela Constituição, em seu artigo 54 quando não permite a “participação de políticos em exercício de mandato no quadro societário de empresas concessionárias de radiodifusão”. Prevalece, portanto, o interesse privado, político e religioso, em detrimento do interesse público. Os grupos sociais minoritários permanecem sendo excluídos.
Sem a regulação da mídia nunca conseguiremos ter uma comunicação de massa realizada nos valores fundantes de liberdade, igualdade e democracia. O professor de direito norte-americano Stephen Holmes é enfático ao afirmar que “o poder privado no setor midiático representa uma ameaça tão grande à liberdade quanto ao poder público”. O poder econômico que controla a mídia brasileira busca pautar atos e decisões dos indivíduos e grupos sociais, de acordo com as suas necessidades e desejos.
Na sociedade contemporânea a comunicação exerce papel central e decisivo. Portanto, a democratização de acesso aos meios de comunicação assegura a defesa do bem comum, tornando-se promotora do interesse público. Nos espaços democráticos há a necessidade de que todos participem das discussões sobre assuntos a serem decididos pelas instituições públicas. Urge, então, que se pense na adoção da regulação da mídia, adequada, não arbitrária, definindo limitação de conteúdo e de procedimentos, mas respeitando a noção de ideal democrático e republicano. O poder midiático precisa ter um nível de comprometimento com o interesse público em absoluta compatibilidade com o que lhe atribuiu a Constituição de 1988. Só assim alcançaremos efetivamente o Estado Democrático de Direito.
Rui Leitão- Advogado, jornalista, escritor e poeta
O vice-prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra (PSB), defendeu diálogo interno dentro do partido antes de indicação de seu nome na chapa de Cícero Lucena (PP) às eleições municipais de 2024.
Nos bastidores da política, tentou-se criar uma situação de colocar em dúvida o nome do Leo Bezerra como candidato a vice-prefeito na chapa de Cícero Lucena no pleito, mas por diversas vezes, tanto o governador quanto Cícero já reafirmaram o nome dele a vice.
Durante entrevista ao programa Arapuan Verdade, da Rádio Arapuan FM desta terça-feira (20/06), apesar de Leo defender o diálogo na escolha, ele crê na manutenção do seu nome por unanimidade na aliança.
“Nós vamos fazer justamente isso. Conversar, dialogar, discutir com muita tranquilidade. O pensamento não é Leo Bezerra, o pensamento é um projeto de um grupo que eu faço parte, que hoje é o grupo do PSB”, declarou.
Portal da Capital
Ex-senadora entende que o partido precisa se fortalecer internamente e disse que gostaria que a REDE tivesse mais vereadores e vereadoras

A federação política entre a REDE Sustentabilidade e o PSOL vai discutir nos próximos meses o lançamento de uma candidatura própria ou apoio a um candidato ou candidata de esquerda para as eleições de 2024 na Capital. A informação foi dada nesta quinta-feira (22) pela ex-senadora Heloísa Helena, uma das porta-vozes da REDE em âmbito nacional.
Como acompanhado pelo ClickPB, Heloísa afirmou que, inicialmente, a REDE está focada no fortalecimento do partido, que não conseguiu eleger o número de deputados federais que pensava em 2022. Com isso, qualquer movimentação que seja feita sobre candidaturas vai ser discutida com o PSOL.
“A REDE está em federação com o PSOL. Todas essas questões são discutidas com o PSOL. Se a federação decidir que terá candidatura em João Pessoa, vamos aceitar. Se for por apoiarmos outros e isso for consenso, também vamos aceitar. Desde de que seja uma candidatura com o conteúdo do programa se coaduna com o que a REDE defende. Gostaríamos muito que a REDE tivesse vereadores e vereadoras, que é onde você tem uma ferramenta política e está próxima da população”, disse a ex-senadora, como acompanhado pelo ClickPB.
Além da possibilidade de uma candidatura em João Pessoa, Heloísa Helena também lembrou que o partido deve ter candidatos ou candidata às prefeituras de Patos, Remígio e Sousa.
Clickpb