Campinense vence Potiguar-RN pela Série D do Brasileirão


Jogando em casa, o Campinense venceu o Potiguar-RN por 1 a 0, em partida válida pela 7ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série D. O jogo aconteceu neste sábado (10), no Estádio Amigão, em Campina Grande.

O único gol da partida foi do zagueiro Fredson, no primeiro tempo, aos 42 minutos. Na segunda etapa, poucas chances de gols e o Campinense levou a melhor.

Com o resultado, a Raposa passou a ocupar a terceira colocação, do Grupo 3, com 10 pontos. O time visitante está na em quinto lugar do grupo com 10 pontos.

O próximo compromisso do Campinense será quarta-feira (14), onde vai enfrentar o Potiguar mais uma vez. O jogo será em Mossoró, no Rio Grande do Norte, às 20h.

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Morre, aos 72 anos, advogado Francisco Araujo; ALPB decreta lutou de três dias

O advogado Francisco Gomes de Araújo, de 72 anos, pai do deputado estadual Júnior Araújo (PSB), faleceu na madrugada deste domingo (11), vítima de um infarto fulminante, em Cajazeiras, no Sertão da Paraíba. A informação foi confirmada pela própria assessoria de comunicação do parlamentar.

“A morte sempre é dolorosa! E quando ela bate a porta sem prévia comunicação, sem qualquer oportunidade da despedida, de preparar o coração, de abraçar, beijar quem a gente ama, se torna muito mais difícil. Difícil compartilhar a notícia, mas perdi meu pai, um amigo e conselheiro!”, lamentou Júnior.

O velório aconteceu hoje na Central de Velórios em Cajazeiras. Corpo foi sepultamento no Cemitério Jacinta Laura.

Luto de três dias na ALPB

Por conta desse acontecimento, o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino, em nome de todos os parlamentares e servidores do Poder Legislativo Paraibano, decretou luto de três dias pelo falecimento de Chico Araújo, que trabalhou na Defensoria Pública do Estado da Paraíba.

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Multidão derruba grades e invade Parque do Povo após superlotação

Os portões de acesso ao Parque do Povo foram derrubados pela multidão que aguardava os shows de Simone Mendes e Felipe Amorim na noite deste sábado (10).

Devido ao local atingir a capacidade máxima, os portões precisaram ser fechados por volta das 21h e uma grande quantidade de pessoas ainda aguardava para entrar e assistir as apresentações.

Imagens que o Notícia Paraíba teve acesso mostram o momento do tumulto, onde várias pessoas derrubam as grades de proteção e invadem o local.

A Polícia Militar conseguiu controlar a situação.




A BATALHA DO RIACHUELO Por: Rui Leitão

Publicado no jornal A UNIÃO edição de hoje

A BATALHA DO RIACHUELO

Há exatos 158 anos acontecia a “Batalha Naval do Riachuelo”, que teve importância decisiva para o Brasil no maior conflito armado da América do Sul, a Guerra do Paraguai. Por isso o dia 11 de junho passou a ser considerado a data magna da nossa Marinha. A vitória brasileira defronte a foz do Riachuelo, afluente do Rio Paraná, bloqueou o acesso do Paraguai ao mar, impedindo-o de receber armamentos do exterior.

A chamada Guerra do Paraguai foi causada pela iniciativa do ditador Francisco Solano Lopez, quando tentou colocar em prática uma política expansionista do seu país, buscando se apossar de terras de nações vizinhas e ter acesso ao mar pelo Porto de Montevidéu. Ele queria anexar ao território paraguaio, tanto o Uruguai, quanto partes da Argentina e das províncias brasileiras do Rio Grande do Sul e do Mato Grosso.

Naquela oportunidade se iniciava uma nova fase da guerra, tendo ainda cinco anos de duração. Foi assinado, na época, o “Tratado da Tríplice Aliança”, formada pelo Brasil, Argentina e o Uruguai. O Paraguai, no entanto, não tinha condições militares, nem econômicas, para sustentar uma guerra por longo período contra os países platinos. Era um enfrentamento desigual, até em termos de população. Enquanto o Paraguai possuía em torno de 650 mil habitantes, o Brasil já contava com mais de 9 milhões, a Argentina 1 milhão e 700 mil e o Uruguai com pouco mais de 200 mil.

Em 1864, após a invasão e deposição do ditador Aguirre, do Uruguai, Solano Lopez, em retaliação, decidiu aprisionar, no Porto de Assunção, o navio brasileiro Marquês de Olinda, e atacou Dourados, na província do Mato Grosso. Foi o estopim da guerra.

O almirante Barroso era o comandante das forças militares brasileiras. No ano seguinte à batalha do Riachuelo, nova vitória do Brasil ocorreu durante o mais sangrento embate campal da Guerra do Paraguai, a batalha do Tuiuti, registrando uma baixa de treze mil paraguaios, contra cerca de quatro mil dos países aliados. No desenrolar do conflito, o General Manoel Luís Osório, futuro Marquês de Herval, assumiu o posto de comandante-em-chefe das tropas brasileiras. Por quatro décadas esse episódio seria comemorado como a principal atuação do Exército Imperial Brasileiro. Daí porque a data de 24 de maio, por muito tempo, foi comemorada como o Dia do Exército.

Mas voltemos à Batalha do Riachuelo. A esquadra brasileira não era adequada para operar em águas restritas e pouco profundas como as dos rios Paraná e Paraguai. Isso concorria para que nossos navios encalhassem com facilidade. A vitória brasileira, contudo, só foi obtida graças à manobra de abalroamento das embarcações paraguaias. No decorrer do conflito o Almirante Barroso deu duas ordens por meio de sinalizações de bandeiras, com frases que ficaram famosas: “O Brasil espera que cada um cumpra o seu dever!” e “Sustentar o fogo, que a vitória é nossa!”.

Nessa batalha surgiram vários heróis, dentre eles Greenhalgh e Marcílio Dias, cujos feitos ficaram imortalizados pela história, merecendo as justas reverências da Marinha do Brasil, a cada 11 de junho. A Batalha do Riachuelo é considerada pelos historiadores militares como uma das mais importantes vitórias brasileiras da Guerra do Paraguai.

Rui Leitão