Fernando Collor é condenado pelo STF por corrupção e lavagem de dinheiro
O ex-presidente e ex-senador Fernando Collor de Melo foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O julgamento teve início na semana passada.
O caso é um desdobramento da Lava Jato. Além de Collor, outros dois réus são acusados de crimes: os empresários Luis Pereira Duarte de Amorim e Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos. O primeiro é apontado na denúncia como administrador de empresas de Collor; o segundo seria o operador particular do ex-parlamentar.
Segundo a denúncia, apresentada em 2015, os pagamentos teriam sido feitos entre 2010 e 2014 em negócios envolvendo a subsidiária, que tinha à época dois diretores indicados pelo senador.
O próximo passo é a definição da pena a ser aplicada, o que deve ocorrer ainda hoje. Relator do caso, o ministro Edson Fachin sugeriu mais de 33 anos de prisão, além da aplicação de multa, pagamento de indenização por danos, perda de bens relacionados ao crime e proibição do exercício de função pública.
G1
As últimas horas foram marcadas pela violência em João Pessoa. A cidade registrou dois assassinatos e outras três tentativas de homicídios, num intervalo de 12 horas. As ocorrências aconteceram nos bairros do Cristo Redentor, Jardim Veneza, Tambiá e Mandacaru.
A Prefeitura de João Pessoa vai antecipar o pagamento dos salários e todos os servidores municipais já recebem nesta sexta-feira (26), são eles: aposentados, efetivos, comissionados e prestadores de serviço. As secretarias de Administração (Sead) e de Finanças (Sefin) já fecharam a folha e autorizaram o pagamento.
Reviravolta no caso do assassinato da professora Honorina Oliveira Costa, morta em Cuité em novembro do ano passado. O filho da vítima e a namorada dele confessaram o crime, segundo a Polícia Civil.
Nesta quinta-feira (25), o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, anunciou a redução de impostos federais sobre automóveis . O objetivo do governo federal é reduzir o preço final de carros populares entre 1,5% e 10,94%.