PGR pede ao STF inclusão de Bolsonaro em inquérito sobre atos terroristas em Brasília

A Procuradoria-Geral da República pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a inclusão de Jair Bolsonaro (PL) no inquérito que apura os atos terroristas nas sedes dos três poderes, em Brasília no último dia domingo (8).

A representação aponta que, ao postar vídeo no dia 10 de janeiro questionando a regularidade das eleições presidenciais de 2022, o ex-chefe do Executivo teria feito incitação pública à prática de crime. A postagem foi apagada após a veiculação, no dia 11 de janeiro.

www.reporteriedoferreira.com.br brasil247




Desesperado, afastado e com risco de ser preso, Ibaneis diz que Exército impediu remoção de acampamentos terroristas

O governador afastado do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), disse que o Exército impediu a ação de policiais para acabar com o acampamento em frente ao Quartel-General (QG) de Brasília (DF). A informação foi divulgada nesta sexta-feira (13) pela jornalista da CNN Brasil Daniela Lima.

O emedebista disse que determinou a retirada do acampamento no dia 29 de dezembro, mas o Exército não concordou com a decisão.

Ibaneis foi afastado do cargo por decisão do Supremo Tribunal Federal. Ele e Anderson Torres, ex-secretário de Segurança,  são acusados de omissão quando aconteceram as invasões ao STF, ao Congresso e ao Planalto, no último domingo (8), em Brasília.

No depoimento, Ibaneis disse não ter recebido informações da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). De acordo com ele, a secretaria de segurança pública é que recebia informações da Abin.

www.reporteriedoferreira.com.br brasil247




PSOL pede prisão de Wallber Virgolino, Nilvan Ferreira, Pâmela Bório e Eliza Virgínia ao STF

Em representação criminal protocolada no STF nessa quinta-feira (12), o PSOL da Paraíba pede que o Ministro Alexandre de Moraes, relator do Inquérito 4781, que investiga os atos antidemocráticos no Brasil, avalie a possibilidade de decretação de prisão preventiva contra o Deputado Estadual Walber Virgolino, o ex-candidato ao governo Nilvan Ferreira, a suplente de Deputada Federal Pâmela Bório e a Vereadora de João Pessoa e suplente de Deputada Federal Eliza Virgínia, por supostamente apoiar os ataques terroristas realizados em Brasília no último domingo (8) com publicações nas redes sociais.

O PSOL também pede que seja determinada a imediata suspensão dos perfis nas redes sociais dos representados, apontados como autores do crime de incitação, previsto no art. 286, do Código Penal. Em novembro do ano passado, o Partido já tinha protocolado uma notícia-crime no Ministério Público Federal da Paraíba pedindo que fossem desfeitos os acampamentos golpistas em Campina Grande e em João Pessoa e que fossem identificados os responsáveis pelos atos antidemocráticos no Estado da Paraíba.

Para Olímpio Rocha, advogado do Partido, “não é possível aceitar que agentes políticos e pessoas públicas fomentem e incitem atos antidemocráticos e ataques terroristas que temos visto acontecer no país, desde a eleição e a posse do Presidente Lula. No que depender do PSOL, os responsáveis por esses crimes no Brasil serão identificados e presos!”

Agora, caberá ao Ministro Alexandre de Moraes avaliar o pedido do PSOL da Paraíba e decidir se acata ou não os pedidos contra Walber Virgolino, Nilvan Ferreira, Pâmela Bório e Eliza Virgínia.

www.reporteriedoferreira.com.br f5 online