Jornalista Gil Sabino morre em João Pessoa

Foi confirmada na manhã desta quarta-feira (15) a morte do jornalista Gil Sabino. Com passagens em vários projetos e veículos de comunicação de João Pessoa e da Paraíba, Gil não resistiu a uma parada cardíaca.

O comunicador já enfrentava problemas de saúde relacionados a diabetes descontrolada e questões cardíacas. Gil também atuava como produtor cultural.

A despedida de Gil acontecerá na funerária São João Batista, no bairro do Tambiá, região central de João Pessoa. O sepultamento deve ocorrer às 17h, em local a ser definido.

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PMJP entrega reestruturação da Escola General Ângelo Notare, no 13 de Maio

Estudantes, profissionais e pais de alunos da Escola Municipal Ângelo Notare, localizada no bairro 13 de Maio, em João Pessoa, participaram da inauguração da unidade na manhã desta quarta-feira (15). O prédio foi reestruturado pela prefeitura municipal e entregue pelo prefeito Cícero Lucena (PP).

“Ao todo são 60 escolas que serão, mais que reformadas, reconstruídas, pois precisam de intervenção ampla. Já fomos capazes de inserir a tecnologia na rotina das escolas, em um processo que vai culminar no fim do analfabetismo digital na Rede Municipal. Agora seguimos no projeto de reestruturação e qualificação que vão assegurar um futuro melhor para nossas crianças”, comentou Cícero.

O momento também foi oportunidade para entrega simbólica dos novos fardamentos escolares e kit professor com material escolar, apontador a laser, planer e garrafa térmica. “Essa gestão tem buscado dar um olhar diferenciado para a Educação, sempre com o interesse de cuidar de quem mais precisa”, afirmou o vice-prefeito Leo Bezerra (Cidadania), que participou da entrega.

A unidade atende a 257 alunos do Ensino Infantil e Fundamental I. O prédio recebeu modernização da fachada, pintura, execução dos projetos elétrico, de combate a incêndio, de cabeamento e de climatização. Foi feita também a recuperação e substituição de cobertas, pisos, rede hidrossanitária e esquadrias, além de adequação da acessibilidade. No total foram investidos R$ 720 mil.

A secretária municipal da Educação, América Castro, afirma que a Educação está na agenda prioritária da gestão.

“Todos os dias estamos nas escolas. Esta é a quarta unidade que estamos entregando e a primeira com a nossa planilha de serviços, focando cada necessidade. A última reforma estrutural nesta unidade foi feita pelo próprio Cícero em 2004, não por falta de pedido dos profissionais, mas por falta de sensibilidade das gestões. Estamos podendo atender a estas demandas agora”, afirmou.

Estiveram presentes no evento o deputado estadual João Gonçalves, os vereadores Guga e Emano Santos, o secretário municipal da Infraestrutura, Rubens Falcão, a secretária executiva da Educação, Luciana Dias, entre outros auxiliares da gestão municipal.

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Hospital Santa Isabel passa a oferecer cirurgias de endometriose

O Hospital Municipal Santa Isabel (HMSI), em João Pessoa, está dando início à realização de cirurgias de endometriose profunda. Segundo o Ministério da Saúde, o problema afeta cerca de 10% da população feminina brasileira.

O procedimento é ofertado por meio do Serviço da Mulher do HMSI. Segundo a diretora-geral da unidade, a médica Adriana Lobão, a possibilidade de tratar a endometriose por via endoscópica, por uma equipe multidisciplinar, não existia no SUS.

“Passa a existir a partir daqui, porque estamos agregando as equipes de ginecologia e cirurgia geral em prol dessas cirurgias. Essas equipes vão fazer essa abordagem multidisciplinar no campo cirúrgico”, explicou.

A primeira fase da cirurgia de uma paciente foi realizada esta semana. “Foi um caso concreto complexo, que exigiu diversos especialistas envolvidos no mesmo ato cirúrgico, como ginecologia, cirurgia do aparelho digestivo, urologia e cirurgia torácica”, afirmou a médica Carolina Bandeira Domiciano, que coordena o serviço de ginecologia endoscópica do Hospital e chefiou a equipe cirúrgica.

De acordo com Carolina, o serviço de ginecologia minimamente invasivo, realizado por via endoscópica, traz a paciente diversos benefícios, como curto tempo de internação, menor tratamento intraoperatório e retorno das atividades habituais de forma mais precoce.

A médica Adriana Lobão explica que a endometriose profunda é uma doença grave, limitante e incapacitante, porque prejudica a fertilidade da mulher, tornando-a incapaz de gestar e provocando muitas dores no período menstrual. “Então, é uma doença bem limitante para a mulher e a rede municipal, através do Hospital Santa Isabel, passou a oferecer cirurgias para pacientes com endometriose profunda”.

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Alexandre de Moraes é eleito presidente do TSE

Ministro do STF estará à frente das eleições e vai comandar tribunal até 2024

Ministro do STF, Alexandre de Moraes
Crédito: getty images

Ministro do STF, Alexandre de Moraes

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) elegeu, na noite desta terça-feira, o ministro Alexandre de Moraes como próximo presidente da Corte. Ele toma posse no próximo dia 16 de agosto e estará à frente do tribunal durante as eleições. Seu mandato como presidente do TSE vai até abril de 2024.

Alvo constante de ataques do presidente Jair Bolsonaro (PL), Moraes foi eleito por unanimidade, em uma votação simbólica, que também alçou à vice-presidência o ministro Ricardo Lewandowski.

Pela composição do TSE, a presidência e a vice-presidência sempre são ocupadas por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O TSE é formado por, no mínimo, sete ministros. Três ministros são do STF, um dos quais é o presidente da Corte, dois ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ), um dos quais é o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, e dois juristas vindos da classe dos advogados, nomeados pelo presidente da República. Todos eles têm um mandato de dois anos.

Moraes sucede à frente da Corte eleitoral o ministro Edson Fachin, que assumiu a presidência em fevereiro e teve a presidência mais resumida pelo fato de seu mandato no TSE expirar em agosto. Sua vaga será ocupada pela ministra Cármen Lúcia, que hoje está em uma das vagas de ministro substituto.

Após o anúncio da eleição, Fachin parabenizou os escolhidos e elogiou o diálogo e o trabalho em conjunto feito pelos dois ministros.

“A sucessão democrática no exercício dos cargos mais elevados da República, sem percalços e observadas as regras já conhecidas do jogo, seja no âmbito interno da Justiça Eleitoral, seja nas eleições gerais, é o signo indelével da atuação serena e constante dessa Justiça Eleitoral no âmbito da República”, disse o presidente do TSE.

Alexandre de Moraes nasceu em São Paulo. É ministro efetivo do TSE desde 2 de junho de 2020, após atuar como ministro substituto desde abril de 2017. Foi promotor de Justiça, advogado, professor de Direito Constitucional, consultor jurídico e ministro da Justiça. Tomou posse como ministro do STF em março de 2017

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Agência O Globo



Câmara aprova texto-base de projeto que cria teto para o ICMS

Medida tem como objetivo a redução no preço dos combustíveis

Câmara aprova texto-base de projeto que visa redução do preço dos combustíveis
Paulo Sergio/Câmara dos Deputados

Câmara aprova texto-base de projeto que visa redução do preço dos combustíveis

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira, por 348 votos a favor e nenhum contrário, o texto-base do projeto que cria um teto para o ICMS que incide sobre combustíveis, energia, telecomunicações e transporte coletivo .

O objetivo é limitar o imposto, o mais importante dos estados, a 17% para estes setores, classificando-os como produtos essenciais. Agora, os parlamentares analisam os chamados “destaques” ao texto, que podem modificar alguns pontos. Depois, o projeto segue para a sanção do presidente Jair Bolsonaro.

Com o apoio do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), o texto foi aprovado apenas um dia após a análise do Senado. No plenário, a oposição não se opôs ao mérito do texto, mas criticou as ações de Bolsonaro para combater a inflação e as políticas relacionadas à Petrobras. Enquanto isso, apoiadores do governo argumentavam que a medida era necessária diante do cenário internacional.

A iniciativa começou a tramitar na Câmara, onde foi aprovada no dia 25 de maio, mas foi modificada pelo Senado. Agora, o texto voltou a ser alterado pelos deputados em alguns pontos.

Prioridade do governo Jair Bolsonaro (PL) em ano eleitoral, o projeto é o principal trunfo do Palácio do Planalto para baixar os preços dos combustíveis. Hoje, há casos de alíquotas de 34% do ICMS em alguns destes produtos.

Com o limite menor, a expectativa do governo é que isso possa dar um alívio na inflação às vésperas do pleito. Não há, contudo, garantia de que esses efeitos serão sentidos no bolso dos consumidores.

Mesmo assim, a proposta vai custar R$ 46,4 bilhões aos cofres do governo federal neste ano. A redução do preço dos combustíveis é uma obsessão de Bolsonaro, que ganhou o endosso do Congresso. A ala política do governo identifica o aumento dos preços de combustíveis como um ponto-chave que precisa ser resolvido para que o presidente volte a ganhar popularidade.

Ao longo da crise dos combustíveis, Bolsonaro fez repetidas críticas aos reajustes de combustíveis, culpando a Petrobras — embora controlada por seu governo — e os governadores.

Além do teto do ICMS, as ações do governo englobam uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), em que o governo pretende zerar tributos federais que incidem sobre gasolina e etanol — já há isenção sobre o diesel — até o fim do ano.

O Executivo prevê compensar os estados que aceitarem zerar o ICMS sobre diesel, gás de cozinha e gás natural. Outra PEC determinaria que os estados fixem alíquota de 12% para o etanol. As duas PECs serão votadas primeiro no Senado e depois na Câmara.

Em outra frente, o governo rejeitou a proposta dos estados enviada ao Supremo Tribunal Federal na segunda-feira que previa uma ampla compensação pela redução de receitas decorrentes do ICMS menor.

A Advocacia-Geral da União (AGU) disse ao STF que não haverá um acordo com os estados e municípios a respeito das mudanças. O informe foi encaminhado ao ministro André Mendonça, que conduz um grupo de trabalho para tentativa de conciliação sobre o assunto na Corte.

No ofício apresentado a Mendonça, a AGU aponta a existência de um “desacordo substantivo” que “obstaculiza qualquer avanço em direção à solução compositiva”.

Agora, diante da falta de um entendimento conjunto, o ministro tomará uma decisão sozinho, já que ele é relator da ação em que o governo federal pede a suspensão da definição pelos estados do ICMS sobre o diesel. Depois, a tendência é que o caso seja levado ao plenário do STF.

Antes da votação da proposta, o autor do texto, Danilo Forte (União-CE), afirmou que tinha duas preocupações em relação ao texto aprovado no Senado: a compensação extra ao Fundeb e a mudança na forma de apurar a queda de arrecadação dos estados.

O relator do tema, Elmar Nascimento (União-BA), manteve a mudança de senadores em relação ao Fundeb, mas manteve o entendimento da Câmara sobre a apuração da arrecadação.

“Se você já está compensando a queda total do ICMS, e o Fundeb e SUS a contrapartida é parte do ICMS, você está cobrando duas vezes para o mesmo objeto”, afirmou.

Agência O Globo




Prefeitura da Capital inicia nesta quarta-feira (15) transferência de famílias do Complexo Beira Rio

O projeto de infraestrutura do Complexo Beira Rio que abrange pavimentação, água encanada, drenagem, esgotamento sanitário, iluminação pública e contenção de barreiras nas comunidades segue avançando. A Prefeitura de João Pessoa e representantes do Consórcio responsável pelo Plano de Desenvolvimento Comunitário do Complexo Beira Rio estão se reunindo com os moradores que vivem em áreas de risco e precisam ser transferidos.

O objetivo é traçar um plano de ação para transferência para um local seguro já nesta quarta-feira (15), às 8h.

As reuniões ocorrem nos Escritórios Locais de Gestão (Elos), instalados nas próprias comunidades. Ao todo, 32 famílias precisarão ser realocadas. Porém, nesse primeiro momento, 18 deixarão os imóveis, sendo 12 da comunidade Santa Clara, duas da comunidade Padre Hildon Bandeira e quatro da Tito Silva. Essas famílias foram contempladas com o auxílio emergencial de R$ 500, pago mensalmente pelo Programa João Pessoa Sustentável.

“O benefício do aluguel emergencial é uma ação transitória, válida até que seja feita a solução habitacional definitiva que será concedida pelo Programa João Pessoa Sustentável no período mais curto possível”, afirmou Joelma Silvestre, coordenadora de Aspectos Sociais do Programa, que acompanha de perto todo o processo junto com a equipe social.

Demolição

Os imóveis esvaziados serão demolidos pela Defesa Civil para evitar ocupações indevidas, uma vez que a estrutura está comprometida. Na quarta-feira, oito casas com risco de desabamento serão derrubadas na comunidade Santa Clara, no Castelo Branco. “O objetivo é evitar risco de colapso e de segurança às famílias e transeuntes, como também controlar a questão da reocupação indevida”, lembrou Rita de Kássia, assistente social da Defesa Civil.

Trabalho conjunto

A realocação das famílias é uma ação que envolve diversas secretarias municipais: Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), Direitos Humanos e Cidadania (Sedhuc), de Habitação (Semhab), Desenvolvimento Urbano (Sedurb), além da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (Compdec). Cagepa e Energisa também são parceiros.

Infraestrutura e requalificação urbana

O projeto de infraestrutura do Complexo Beira Rio vai beneficiar cerca de duas mil famílias. Os moradores que precisarem ser realocados porque vivem nas áreas de risco terão cinco opções de reassentamento, a exemplo da transferência para conjuntos habitacionais que serão construídos no entorno. Quem precisar deixar o território e receberá o aluguel emergencial, também será beneficiado com uma das alternativas de reassentamento previstas.

João Pessoa Sustentável

O programa, orçado em 200 milhões de dólares, está previsto para ser executado até 2024. São 90 ações voltadas para a redução das desigualdades, modernização dos instrumentos de planejamento urbano, da prestação de serviços e da administração pública e fiscal. Por meio do João Pessoa Sustentável, a Prefeitura vai trazer dignidade e qualidade de vida para centenas de famílias que vivem em áreas de risco.

Fonte: Secom-PMJP




Deputados aprovam projeto da LDO 2023 com projeção financeira de 15.3 bilhões

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou o Projeto de Lei 3.740/2022, que trata da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício financeiro do Estado em 2023, encaminhada pelo Poder Executivo. De acordo com o texto apreciado na manhã desta terça-feira (14), a projeção financeira para o próximo ano é de R$ 15.364.669.902 bilhões.

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino, destacou o avanço que são as emendas impositivas e como colaboram para ajudar os municípios no mais diversos setores. Ele ressaltou também o diálogo com o Poder Executivo, que tem permitido cada vez mais que a Casa de Epitácio Pessoa possa trabalhar em harmonia para buscar um estado mais digno para todos os paraibanos.

Já o presidente da Comissão de Orçamento, o deputado Branco Mendes, ressaltou que o reajuste aprovado nas Emendas Impositivas mostra um avanço do Governo do Estado em relação às atividades dos parlamentares.

O projeto da LDO contempla, entre outras coisas, a projeção das metas de resultados fiscais para o período 2023-2025. O texto foi relatado pelo deputado Wilson Filho. Segundo o deputado foram apresentadas 92 emendas parlamentares. Cinco emendas de texto, 88 emendas de meta. Das emendas, três foram rejeitadas. A proposta do percentual para as Emendas Impositivas passa de 0,5% para 0,7%. “O papel de um relator é de consenso. Analisamos cada uma das emendas, debatemos em audiência, tivemos uma extensa quantidade e alterações ao texto apresentado”, disse o relator.

A LDO é o instrumento utilizado pelo Poder Executivo para estabelecer nas principais diretrizes da Administração Pública as suas metas e prioridades no que se refere aos programas que o Governo pretende executar no exercício seguinte, principalmente para a elaboração do Orçamento. Ela antecede e orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA).

Ainda na manhã de hoje a Comissão de Orçamento realizou reunião onde o relatório final da LDO foi aprovado. Participaram da reunião o presidente Branco Mendes, o relator Wilson Filho, e os deputados Júnior Araújo, Buba Germano, Ricardo Barbosa e Camila Toscano.

Remanejamento

Também de autoria do Governo do Estado, os deputado aprovaram o projeto de lei 3.878/2022 do Poder Executivo, que permite efetuar remanejamento de dotações orçamentárias em favor da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária, da Companhia Docas da Paraíba e do Fundo de Desenvolvimento do Estado da Paraíba – FDE, e o projeto 3.879/2022, também do Governo do Estado, que autoriza a abertura de Crédito Especial ao Orçamento vigente.

Direitos da Mulher

A Casa de Epitácio Pessoa aprovou por unanimidade o Projeto de Lei 3.764/2022 que proíbe, no âmbito do Estado da Paraíba, a exigência, por planos e seguros privados de saúde suplementar, de consentimento do companheiro para a inserção de Dispositivo Intrauterino (DIU) e Sistema Intrauterino (SIU) em mulheres casadas, em união estável ou em relacionamento de qualquer natureza. A deputada Pollyanna Dutra, autora da matéria destacou que a matéria possui extrema relevância por se tratar do poder de decisão e da liberdade da mulher sobre o seu corpo. Para a parlamentar, é inadmissível que, em pleno século 21, ainda seja exigido da mulher a autorização de seu esposo para que ela faça uso de métodos anticonceptivos.

“É um projeto de relevância significativa para as mulheres por tratar de um instrumento de tutela da saúde e da liberdade reprodutiva das mulheres paraibanas. Os planos de saúde, assim como o SUS, para que a mulher coloque um DIU, exigem que ela tenha a autorização do marido, ou seja, no século 21, a mulher não consegue ser responsável pelo seu próprio corpo. O DIU é mais uma forma de se preservar e prevenir uma gravidez. Então, diante do protagonismo da mulher nesse momento do século 21 é ela quem tem que decidir e não o homem decidir por ela. A paraíba ganha com esse projeto e nós mulheres ganhamos com isso”, afirmou a deputada Pollyanna.

A deputada Rafaela Camaraense parabenizou a deputada Pollyanna Dutra pela proposta e acrescentou que “a mulher não é propriedade, não é objeto e é um absurdo grande ter que pedir ao companheiro para colocar um DIU”. “É um projeto digno de aplauso e sou extremamente favorável”, completou a deputada Dra. Jane Panta.




João Azevêdo sanciona Lei que eleva comarcas de Guarabira e Sousa à 3ª Entrância do Poder Judiciário

O governador João Azevêdo sancionou, nesta segunda-feira (13), a Lei Complementar que eleva as comarcas de Guarabira e Sousa, no Brejo e Sertão da Paraíba, respectivamente, à 3ª Entrância do Poder Judiciário do Estado. O anúncio ocorreu durante o programa semanal Conversa com o Governador, transmitido em cadeia estadual pela Rádio Tabajara.

Além de aperfeiçoar a prestação jurisdicional para o interior do estado, a elevação das Comarcas à 3ª Entrância é o reconhecimento da necessidade de garantir à população local um atendimento jurídico mais forte e eficiente. 

“O Poder Judiciário fez a propositura da Lei, a Assembleia Legislativa aprovou, e estamos sancionando hoje. Essa é uma forma de ampliar a prestação de serviços à população, dando melhores condições para esse trabalho e parabenizo a todos pelo esforço para chegar mais perto do cidadão que precisa do atendimento”, frisou o chefe do Executivo estadual.

Para a elevação de uma Comarca são considerados pelo Tribunal de Justiça alguns requisitos e as Comarcas de Guarabira e Sousa preencheram as condições necessárias, a exemplo de possuírem população acima de 100 mil habitantes, sendo no mínimo 30 mil eleitores.

Recentemente, a comarca de Patos também foi elevada à 3ª Entrância viabilizando uma melhor prestação de serviço do Poder Judiciário para a região sertaneja, que sofria com a falta de magistrados e terá, a partir de agora, mais agilidade nos processos, além de promover uma maior fixação de juízes na região.




Senado aprova projeto que reduz imposto para baixar preço dos combustíveis

Com 65 votos a favor e 12 contra, o Plenário do Senado aprovou o projeto que fixa teto de 17% do ICMS sobre combustíveis, energia elétrica e serviços de telecomunicações e de transporte público (PLP 18/2022). A proposta prevê uma compensação aos estados com o abatimento de dívidas com a União, quando a perda de arrecadação passar de 5%.

Os governos não endividados terão prioridade para fazer empréstimos com o aval da União, e podem ter recursos adicionais em 2023. Os senadores ainda analisam emendas destacadas para votação em separado. 

O governo argumenta que a mudança vai diminuir os preços dos combustíveis para o consumidor final e ajudará no controle da inflação, ajudando a economia como um todo. Já os críticos do PLP afirmam que não haverá redução significativa de preços nas bombas, mas áreas como saúde e educação podem ser afetadas.

O relator Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) complementou seu relatório analisando todas as 77 emendas apresentadas por senadores. Ele acolheu quatro emendas de maneira integral e outras nove emendas parcialmente.

Como o projeto considera que combustíveis — assim como energia, transportes coletivos, gás natural e comunicações — são bens essenciais e indispensáveis,  os governos não poderão cobrar ICMS acima do teto se o PLP virar lei.

Os governadores têm demonstrado resistência à proposta, visto que o ICMS é a principal fonte de arrecadação dos estados. Já os parlamentares de oposição  consideram a medida eleitoreira, que pode prejudicar os governos locais sem surtir o efeito desejado, que é baixar os valores na bomba. A questão também é objeto de processo que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).

O texto aprovado reduz a zero as alíquotas de Cide-Combustíveis e PIS/Cofins incidentes sobre a gasolina até 31 de dezembro de 2022. Atualmente, tais tributos federais já estão zerados para diesel e gás de cozinha. O relator optou também por derrubar a zero a PIS/Cofins incidente sobre álcool hidratado e sobre álcool anidro adicionado à gasolina.

Nos cálculos apresentados por Fernando Bezerra Coelho em plenário, as perdas arrecadatórias de estados e municípios representarão pouco frente ao aumento das receitas dos últimos anos.

— Os estados poderão comportar e dar a sua contribuição para que a gente possa reduzir o preço da energia, o preço dos combustíveis, o preço das telecomunicações (… ) estados e municípios podem, sim, suportar o impacto deste projeto — afirmou o relator.

Para Fernando Bezerra Coelho seu relatório aperfeiçoou os mecanismos de compensação aos estados previstos no projeto original, de autoria do deputado Danilo Forte (União-CE).

Líder do PL no Senado, o senador Flávio Bolsonaro (RJ) defendeu a aprovação do projeto por entender que haverá redução nos preços do frete e dos alimentos, além do alívio inflacionário.

— É um passo importante e corajoso a favor dos mais pobres que o Congresso Nacional dará, pois estamos tratando os combustíveis como bens essenciais que são, conforme já o próprio Poder Judiciário vem reiteradamente reconhecendo e formando um conceito majoritário  — disse Flávio Bolsonaro.

Também apoiaram a aprovação do projeto os senadores Wellington Fagundes (PL-MT), Marcos Rogério (PL-RO), Carlos Portinho (PL-RJ), Jorginho Mello (PL-SC), Zequinha Marinho (PL-PA), Reguffe (União-DF), Lucas Barreto (PSD-AP), Angelo Coronel (PSD-BA), Esperidião Amin (PP-SC), Fabio Garcia (União-MT) e outros.

Críticas

O senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) criticou duramente o PLP. Ele disse que há 100 milhões de brasileiros que vivem em insegurança alimentar e que as mudanças vão “subsidiar o combustível dos carros da classe média”

— Enquanto uma criança passa fome e tem o desenvolvimento mental dos seus neurônios comprometido pela ausência de proteínas e de alimentação básica, é justo que se estabeleça uma política pública de usar dinheiro público para financiar combustível de carro de passeio? Eu jamais colocarei minha impressão digital sobre tamanho absurdo. Isso não faz nenhum sentido! — opinou Oriovisto.

A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) também foi contrária ao PLP. Ela disse que as alterações vão prejudicar os caixas dos estados e diminuir investimentos em saúde e educação. Ela acrescentou não haver garantias que o preço vai diminuir nos postos de combustível.

— Enquanto a Inglaterra está decidindo taxar os lucros das empresas petrolíferas, aqui nós estamos optando por retirar recursos da educação e da saúde dos estados e dos municípios para manter os lucros e os dividendos dos acionistas da Petrobras, que pagam zero de Imposto de Renda. Isso não se pode fazer! — afirmou Zenaide.

Os senadores Jean Paul Prates (PT-RN), Alessandro Vieira (PSDB-SE) e Oriovisto Guimarães também disseram duvidar que o projeto vai conseguir diminuir o preço dos combustíveis nos postos. Eles chegaram a pedir o adiamento da votação, mas não obtiveram sucesso.

— A nossa posição como líder da minoria é de ceticismo absoluto em relação a esse projeto por saber que a solução não reside em, mais uma vez, atacar a tributação estadual e zerar impostos sobre combustíveis fósseis, sacrificando a capacidade de atendimento dos estados e municípios ao público — afirmou Jean Paul Prates.

www.reporteriedoferreira.com.br   Fonte: Agência Senado




Em postagem no Twitter, Aguinaldo Ribeiro define data para comunicar decisão sobre o seu futuro político

O deputado federal e pré-candidato a senador, Aguinaldo Ribeiro (PP), definiu uma data para acabar com a novela a respeito de se ele vai ser mesmo pré-candidato ao Senado e, se sim, se vai ser na chapa do governador João Azevêdo (PSB): 15 deste mês, ou seja, na próxima quarta-feira.

“Já é chegada a hora! Quarta-feira, 15/06, anunciarei os próximos passos da nossa caminhada. O meu projeto é trabalhar e lutar para trazer muitos resultados para nossa Paraíba. E para isso foi preciso ouvir muito e conversar muito. Estamos juntos!”, publicou.
Aguinaldo Ribeiro foi convidado formalmente por João para fazer parte de sua chapa majoritária. No entanto, especulações dão conta de que o parlamentar pode tentar a reeleição na Câmara dos Deputados ou, ainda, lançar a sua irmã Daniella Ribeiro (PSD) como pré-candidata a governadora e embarcar em uma chapa familiar.

 

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