Preço do combustível em João Pessoa cai para R$ 5,89

Em outros postos da capital, a gasolina pode ser encontrada por R$ 5,94 e R$ 5,97.

Preço do combustível no estado continua em queda depois da aprovação do ICMS (Foto: Divulgação)

De acordo com o aplicativo Preço da Hora, um posto de João Pessoa, no bairro dos Estados, está comercializando o litro da gasolina por R$ 5,89 no final da manhã desta quinta-feira (7). Em outros postos da capital, a gasolina pode ser encontrada por R$ 5,94 e R$ 5,97.

Os preços têm caído após a redução da cobrança do ICMS em cumprimento à Lei Complementar  que limita os estados a cobrarem somente até 18% de ICMS sobre os combustíveis.

Antes da redução, preço médio da gasolina comum em João Pessoa estava em R$ 7,17.

O aplicativo Preço da Hora orienta que a população consulte os postos para confirmar se a gasolina ainda está sendo ofertada no mesmo valor encontrado no app, pois há atualização constante nos preços.




AVIÃO CAI EM CAMPINA GRANDE; Por Gilvan de Brito

AVIÃO CAI EM CAMPINA GRANDE; Por Gilvan  de Brito

Fazia alguns meses que Orlando Tejo não visitava Campina Grande e a família estava ansiosa para vê-lo. Certo dia ele venceu o medo de viajar de avião, foi à agencia do Loide Nacional e comprou um bilhete de embarque para uma sexta-feira à tarde. Seria a primeira viagem de avião, uma das coisas que ele mais temia no mundo. Como o embarque estava previsto para as seis horas da noite para chegar em Campina antes das sete horas, Orlando resolveu beber com alguns amigos naquela tarde, para passar o tempo e desanuviá-lo do temor. Foram para o Savoy onde a boa conversa o fez esquecer da viagem.

Quando se lembrou do compromisso, olhou no relógio e viu que lhe restavam 30 minutos para o embarque. Então despediu-se dos amigos, arrastou a mala debaixo da mesa, apanhou um taxi e seguiu para o aeroporto dos Guararapes, solicitando pressa ao motorista porque faltavam poucos minutos para o avião levantar voo. Mas o trânsito na Avenida Domingos Ferreira estava bastante congestionado e o carro demorou alguns minutos a mais até chegar ao aeroporto. Correu para o cheque-in, quando a moça do atendimento, depois de ver o bilhete, mostrou m avião que estava subindo:

– O seu voo estava previsto para aquele avião que acaba de decolar – disse apontando para a aeronave, que roncava tentando elevar-se no ar.
Lamentou a falta de sorte e foi, ainda, até a porta de vidro de onde viu viu o avião fazer a curva com destino ao interior, na rota de Campina Grande. Como não tinha mais nada a fazer, transferiu a viagem para a sexta-feira seguinte e tomou um taxi de volta ao bar Savoy, onde reencontrou os companheiros e seguiu com a bebedeira. Às oito horas da noite a televisão teve o som aumentado para que os fregueses do bar pudessem ouvir o Jornal Nacional, como faziam todos os dias. A primeira notícia foi arrasadora.

“- Cai o avião do Loide Nacional que saiu do Recife com destino a Campina Grande.”
Todos os amigos se levantam para cumprimentar Orlando Tejo, que havia nascido de novo, ao abusar da bebedeira e perder o horário do embarque, poucas horas antes. Orlando não sabia o que fazer, tomado de emoção. Foi quando um dos amigos o aconselhou a ligar para a família e anunciar que estava vivo, em Recife. E foi o que ele fez.

Comprou cartão telefônico (não existia celular) foi até um “orelhão” e ligou para sua casa. Atenderam ao telefone do outro lado e disseram que o pessoal da casa estava comovido com a notícia da queda do avião, da morte de Orlando Tejo anunciada pelas rádios Borborema, Cariri e Caturité e que ninguém da família poderia atender naquele momento. Desligou em seguida antes que ele dissesse que era o próprio Orlando Tejo quem estava falando. Teve que ligar, então, para um vizinho, solicitando que anunciasse na sua casa a informação de que perdera o voo daquele avião sinistrado e que se encontrava em Recife, são e salvo. Fizeram uma festa quando a informação foi transmitida.

– Fiquei arrasada quando a rádio informou que o nome de meu filho não estava entre os sobreviventes – disse dona Maria das Neves, mãe de Orlando.
Trecho da biografia de Orlando Tejo, por mim escrita e não publicada.O livro tem 160 páginas.

Fazia alguns meses que Orlando Tejo não visitava Campina Grande e a família estava ansiosa para vê-lo. Certo dia ele venceu o medo de viajar de avião, foi à agencia do Loide Nacional e comprou um bilhete de embarque para uma sexta-feira à tarde. Seria a primeira viagem de avião, uma das coisas que ele mais temia no mundo. Como o embarque estava previsto para as seis horas da noite para chegar em Campina antes das sete horas, Orlando resolveu beber com alguns amigos naquela tarde, para passar o tempo e desanuviá-lo do temor. Foram para o Savoy onde a boa conversa o fez esquecer da viagem. Quando se lembrou do compromisso, olhou no relógio e viu que lhe restavam 30 minutos para o embarque.

Então despediu-se dos amigos, arrastou a mala debaixo da mesa, apanhou um taxi e seguiu para o aeroporto dos Guararapes, solicitando pressa ao motorista porque faltavam poucos minutos para o avião levantar voo. Mas o trânsito na Avenida Domingos Ferreira estava bastante congestionado e o carro demorou alguns minutos a mais até chegar ao aeroporto. Correu para o cheque-in, quando a moça do atendimento, depois de ver o bilhete, mostrou m avião que estava subindo:

– O seu voo estava previsto para aquele avião que acaba de decolar – disse apontando para a aeronave, que roncava tentando elevar-se no ar.
Lamentou a falta de sorte e foi, ainda, até a porta de vidro de onde viu viu o avião fazer a curva com destino ao interior, na rota de Campina Grande. Como não tinha mais nada a fazer, transferiu a viagem para a sexta-feira seguinte e tomou um taxi de volta ao bar Savoy, onde reencontrou os companheiros e seguiu com a bebedeira. Às oito horas da noite a televisão teve o som aumentado para que os fregueses do bar pudessem ouvir o Jornal Nacional, como faziam todos os dias. A primeira notícia foi arrasadora.
“- Cai o avião do Loide Nacional que saiu do Recife com destino a Campina Grande.”
Todos os amigos se levantam para cumprimentar Orlando Tejo, que havia nascido de novo, ao abusar da bebedeira e perder o horário do embarque, poucas horas antes. Orlando não sabia o que fazer, tomado de emoção. Foi quando um dos amigos o aconselhou a ligar para a família e anunciar que estava vivo, em Recife. E foi o que ele fez. Comprou cartão telefônico (não existia celular) foi até um “orelhão” e ligou para sua casa.

Atenderam ao telefone do outro lado e disseram que o pessoal da casa estava comovido com a notícia da queda do avião, da morte de Orlando Tejo anunciada pelas rádios Borborema, Cariri e Caturité e que ninguém da família poderia atender naquele momento. Desligou em seguida antes que ele dissesse que era o próprio Orlando Tejo quem estava falando. Teve que ligar, então, para um vizinho, solicitando que anunciasse na sua casa a informação de que perdera o voo daquele avião sinistrado e que se encontrava em Recife, são e salvo. Fizeram uma festa quando a informação foi transmitida.

– Fiquei arrasada quando a rádio informou que o nome de meu filho não estava entre os sobreviventes – disse dona Maria das Neves, mãe de Orlando.
Trecho da biografia de Orlando Tejo, por mim escrita e não publicada.O livro tem 160 páginas.www.reporteriedoferreira.com.br Por Gilvam de |\brito




Boris Johnson renuncia ao cargo de primeiro-ministro britânico

 

Boris Johnson renuncia ao cargo de primeiro-ministro britânico

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, renunciou nesta quinta-feira (7) à liderança do Partido Conservador e, por consequência, deixará o cargo de primeiro-ministro. Ele fica como interino até que um novo premiê seja escolhido.

“É desejo do Partido Conservador que haja um novo líder e um novo primeiro-ministro. E eu falei com o comitê do partido, e a questão de escolher esse novo líder deve acontecer agora. Até o novo líder aparecer, eu estarei aqui como interino”, afirmou.

Johnson foi abandonado pelos ministros do governo. Até mesmo o ministro das Finanças, Nadhim Zahawi, que só foi nomeado para o cargo na quarta-feira (6), pediu a renúncia do premiê. Ele passou dias resistindo à renúncia, mas não obteve êxito.

A situação política de Johnson ficou mais delicada após o deputado Chris Pincher, nomeado pelo premiê como vice-líder do governo, ter sido acusado de ter apalpado dois homens em um clube privado em Londres.




Pacheco autoriza instalação de CPI do MEC; líderes devem indicar nomes

O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), realizou, nesta quarta-feira (6/7), a leitura dos requerimentos pendentes de instalação das comissões parlamentares de inquérito (CPIs) – incluindo a CPI do MEC, articulada pela oposição, e a CPI das Obras Paradas, pleiteada pelos senadores governistas. A etapa significa uma autorização formal para a abertura dos colegiados.

Ocorre que os senadores signatários do colegiado terão uma tarefa árdua para tirar a CPI do papel. Isso porque há um entendimento dos líderes de que a comissão só deve funcionar após as eleições. O possível atraso frustraria os planos da oposição de desgastar a imagem do presidente Jair Bolsonaro (PL) às vésperas do pleito eleitoral.

Agora, com os requerimentos lidos em plenário, a próxima etapa prevê que os líderes das bancadas indiquem senadores para as cadeiras titulares e suplentes de cada comissão parlamentar. Nada impede, porém, que os blocos partidários retardem as indicações ou se mobilizem pela suspensão imediata dos trabalhos até o final do segundo turno eleitoral. Diante disso, a oposição promete forte reação aos senadores que atrasarem a instalação das comissões.

“Sobre a Constituição, não cabe juízo de valor, de oportunidade, de conveniência de quem quer que seja, muito menos do colégio de líderes do Senado Federal. Eu aguardarei até amanhã a leitura do requerimento para instalação da CPI do MEC, caso não ocorra. Não restará outra alternativa a não ser recorrer ao Supremo Tribunal Federal”, defendeu, recentemente, o líder da oposição, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

O líder da minoria, senador Jean Paul Prates (PT-RN), endossou as críticas de Randolfe ao encaminhamento dado pela Presidência do Senado. “A CPI é um instrumento da minoria e, sendo instrumento da minoria, não cabe jamais dentro desse conceito a maioria fazer um julgamento de mérito. Um instrumento que é da minoria, não pode estar sujeito à vontade da maioria de julgar se há mérito e oportunidade em ter CPI. Senão, do contrário, jamais haveria CPI, né?”, explicou o oposicionista.

Entenda o impasse

Após reunião do colégio de líderes, Pacheco confirmou que dará andamento à instalação de todas as CPIs pendentes, incluindo o colegiado articulado pela oposição para investigar a gestão do ex-ministro Milton Ribeiro no Ministério da Educação. Houve, no entanto, um entendimento entre os senadores de que a respectiva instalação só deve ocorrer após as eleições.

“A ampla maioria dos líderes entende que a instalação de todas elas deve acontecer após o período eleitoral, permitindo-se a participação de todos os senadores e evitando-se a contaminação das investigações pelo processo eleitoral”, defendeu o senador após reunião com líderes das bancadas do Senado.

Pacheco assegurou que os requerimentos de todas as comissões pendentes “serão lidos em plenário por dever constitucional e questões procedimentais serão decididas”. O presidente do Senado, porém, não estipulou uma data para a leitura dos requerimentos – rito que marca a instalação das comissões parlamentares.

Senado terá quatro CPIs

Com a decisão do presidente do Senado, além da CPI do MEC, outras quatro CPIs funcionarão simultaneamente. A primeira na fila é a do senador Plínio Valério (PSDB-AM). Autointitulada CPI das ONGs, a comissão parlamentar articulada pelo tucano quer investigar repasses dos governos petistas a organizações não governamentais.

O colegiado aguarda desde 2019 para ser aberto e já recebeu 31 assinaturas em apoio à sua instalação. Seu requerimento, inclusive, já foi lido em plenário e, até o presente momento, aguardava a indicação de membros titulares e suplentes pelas respectivas bancadas da Casa.

Na sequência, está a CPI do Narcotráfico e Crime Organizado. Proposta pelo senador Eduardo Girão (Podemos-CE), o pedido de abertura do colegiado foi apresentado em 8 de abril deste ano. Esta, por sua vez, busca apurar a relação entre a ampliação dos índices de homicídios de jovens e adolescentes, no território nacional, entre os anos de 2016 a 2020, com a atividade do narcotráfico.

Ele fundamenta o pedido de CPI na expansão das rotas e do comercio de drogas no território brasileiro e a consequente disputa entre facções pelo controle deste mercado.

Segundo o senador, também são objetivos da CPI: levantar dados acerca da expansão da atuação de organizações criminosas no narcotráfico nos últimos anos nas regiões Norte e Nordeste; e reunir informações sobre a estrutura e funcionamento destes grupos criminosos dentro e fora dos estabelecimentos prisionais do país.

Por fim, outro requerimento que aguarda tramitação do presidente do Senado diz respeito à CPI destinada a investigar supostas irregularidades e crimes na condução de obras financiadas pelo Ministério da Educação (MEC) nos governos do PT. Esta foi criada pela base governista da Casa, em resposta à oposição, que na ocasião tentava tirar a CPI do MEC do papel. Seu requerimento foi protocolado em 12 de abril deste ano e aguarda desde então pelo aval de Pacheco.

CPI do MEC

Articulada pelo líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), a CPI do MEC se propõe a apurar suposto esquema de corrupção no Ministério da Educação, durante a gestão do pastor Milton Ribeiro, que chegou a ser preso pela Polícia Federal na semana passada, alvo da Operação Acesso Pago.

Outro objetivo paralelo da CPI será identificar o envolvimento do presidente Jair Bolsonaro (PL) no esquema que envolveria liberação de verbas da pasta para pastores aliados do chefe do Executivo nacional e do próprio ministro.

Além disso, a CPI se dedicará a investigar a possível interferência de Bolsonaro, que é suspeito de ter avisado Milton, anteriormente, sobre o trabalho de busca e apreensão realizado pela operação.

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Homem é morto dentro de loja de acessórios em João Pessoa

O Empresário do ramo de madeira, Elson Pereira, 40 anos, foi assassinado na tarde desta  quarta-feira (6), dentro de uma loja na Av. Beira Rio, no bairro da Torre, em João Pessoa.

De acordo com as informações, a vítima foi ao local fazer serviços de manutenção no próprio carro. O homem foi surpreendido pelos atiradores após descer do veículo e entrar na loja.

Câmeras de segurança do estabelecimento comercial registraram o crime, e podem ajudar na investigação da polícia.

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Neste domingo (10), banda Lagum apresenta turnê ‘Pra ficar na memória’ em João Pessoa

*Neste domingo (10), banda Lagum apresenta turnê ‘Pra ficar na memória’ em João Pessoa*

A banda Lagum pop alternativo que vem consolidando desde 2014 chega à capital dia 10 de julho no Clube Cabo Branco apresentando a maior turnê da sua carreira, “Pra Ficar na Memória” os ingressos estão sendo vendidos pelo Sympla ou na loja Mioche (Mag Shopping).

Na formação, Pedro Calais (vocal), Jorge (guitarra), Chico Jardim (baixo) e Zani (guitarra) mostrarão grandes sucessos e as novidades de seu mais recente álbum, MEMÓRIAS (de onde eu nunca fui).

Com shows lotados em diversas cidades pelo Brasil e os números de streamings crescendo cada vez mais, o quarteto é hoje um dos nomes mais falados da cena musical brasileira e chega a ser a banda mineira mais ouvida no Spotify.

Serviço:
Lagum “Pra ficar na memória” dia 10 de julho
Local: Clube Cabo Branco / R. Cel. Souza Lemos, Miramar
Abertura dos portões: 13h00 / Valor: A partir de R$ 80,00
Ingressos: Online Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/lagum-joao-pessoa-pb-clube-cabo-branco/1505253 / Loja física: Mioche (Mag Shopping)
Informações: (83) 98797-6879




Ala de ministros do STF quer evitar embate com Senado sobre CPI do MEC

Magistrados manifestam receio de de tomar uma decisão política sobre investigação parlamentar

Sessão no Supremo Tribunal Federal (STF)
Reprodução

Sessão no Supremo Tribunal Federal (STF)

Com receio de tomar uma decisão política e estimular um choque entre Poderes, uma ala de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) avalia que a Corte não deve antecipar a instalação da CPI do MEC . Na terça-feira, ao citar a vontade da maior parte dos líderes partidários, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), anunciou que a comissão só funcionaria após as eleições. A oposição tenta no Supremo fazer com que a abertura da investigação ocorra no prazo mais breve possível. Parlamentares do grupo alegam que os requisitos constitucionais foram cumpridos no requerimento de criação da comissão. A seu favor, há ainda um precedente de 2005.

O impasse coloca novamente a Corte como mediadora de um conflito político. No ano passado, a CPI da Covid só foi instalada após uma decisão do ministro Luís Roberto Barroso. Na avaliação de um grupo de magistrados do Supremo, contudo, um pedido para que a Corte se pronuncie novamente pode ter um desfecho distinto. Para esses ministros, uma vez feita a leitura por parte do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), a decisão sobre a indicação de líderes para compor a comissão pode ser tratada como questão “interna corporis” do Congresso, não cabendo ao STF dar um veredicto.

Ainda na avaliação de alguns integrantes da Corte, o cenário atual é diferente do enfrentado durante a CPI da Covid, em 2021. Eles ponderam que, neste caso, a comissão não será barrada pela presidência do Senado. Na compreensão desses ministros, uma decisão determinando o início dos trabalhos da CPI do MEC antes das eleições poderia gerar um novo conflito entre os Poderes, o que seria indesejável.

Apesar disso, há um precedente do Supremo que pode mudar o jogo. Em 2005, seguindo o voto do ministro Celso de Mello, o plenário do Supremo determinou, por nove votos a um, que o então presidente do Senado nomeasse os membros da CPI dos Bingos que não foram indicados pelos partidos para compor a comissão. Na época, o governo havia conseguido impedir o funcionamento da CPI, com a negativa dos partidos da base de indicar seus representantes na comissão. Prevaleceu no Supremo a decisão do relator dos seis mandados de segurança, ministro Celso de Mello, que entendeu serem as comissões de investigação um direito das minorias.

“O direito de oposição, especialmente aquele reconhecido às minorias legislativas, para que não se transforme numa prerrogativa constitucional inconsequente, há de ser aparelhado com instrumentos de atuação que viabilizem a sua prática efetiva e concreta no âmbito de cada uma das Casas do Congresso Nacional. A maioria legislativa não pode frustrar o exercício, pelos grupos minoritários que atuam no Congresso Nacional”, diz o precedente de Celso de Mello.

Na decisão de 2021 dada por Barroso, o julgamento da CPI dos Bingos foi apontado como fundamento para que o Supremo determinasse ao Senado a instalação da comissão. O pedido ao Supremo foi feito pelos senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Jorge Kajuru (Cidadania-GO), que queriam a instauração da CPI. Na época, o Brasil vivia um agravamento da pandemia, e Pacheco dizia publicamente que aquele não era o momento apropriado para a investigação. Para Barroso, porém, não caberia omissão ou análise de conveniência política por parte da Presidência da Casa Legislativa sobre quando a comissão deve ser criada.

Por

Agência O Globo



Boris Johnson se recusa a renunciar cargo de primeiro-ministro

Mais de 30 membros de Gabinete pediram demissão desde ontem

Pessoas protestam em Londres com cartazes
Reprodução/Flickr Reggie McLarhan – 07.06.2022

Pessoas protestam em Londres com cartazes

A movimentação é intensa no número 10 da rua Downing, em Londres, nesta quarta-feira. Um grupo de ministros se reuniu na sede do  Gabinete do primeiro-ministro Boris Johnson para pedir que ele renuncie ao cargo.

O grupo inclui a ministra do Interior, Priti Patel, o recém-nomeado chanceler Nadhim Zahawi, e o ministro de Transportes, Grant Shapps, que foi visto deixando o local há pouco.

De acordo com o jornal britânico The Guardian, acredita-se que um grupo de apoiadores também esteja lá, incluindo a ministra da Cultura, Nadine Dorries, e o chefe da pasta de Oportunidades do Brexit, Jacob Rees-Mogg. Eles declaram apoio a Boris.

O premier britânico está determinado a ficar no cargo, informou Anushka Asthana, da ITV, no Twitter. De acordo com a jornalista, Boris se recusa a renunciar, alegando que sua saída pode ser seguida por eleições antecipadas e derrota dos conservadores.Mais demissões à vista

Ao menos mais um ministro de Boris Johnson deve renunciar na noite desta quarta-feira, em protesto à resistência do premier britânico de deixar o cargo. A informação é de Jason Groves, editor de Política do jornal Daily Mail. Mais de 30 membros de Gabinete pediram demissão desde ontem.

 




João Pessoa é uma das próximas cidades a receber o sinal 5G

A partir desta quarta-feira (6), a internet de quinta geração começa a ser fornecida em Brasília. A expectativa é que as operadoras disponibilizem o sinal aos clientes da capital federal de forma imediata.

Após a capital federal, entram na lista João Pessoa, São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre. Nessas cidades ainda não há data de implantação, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A decisão sobre as quatro próximas capitais contempladas foi tomada pela Entidade Administradora de Faixa (EAF), que informou os nomes das cidades em reunião extraordinária do Grupo de Acompanhamento da Implantação das Soluções para os Problemas de Interferência na faixa de 3.625 a 3.700 MHz (Gaispi).

De acordo com o conselheiro Moisés Moreira, que coordena o Gaispi, a Entidade Administradora de Faixa fez testes na capital federal no fim de semana, e as operadoras concluíram todas as etapas para a ativação do 5G em Brasília ainda nesta semana.

Segundo ele, a EAF listou São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e João Pessoa como as mais viáveis para a implantação da tecnologia depois de Brasília, mas ainda está determinado o prazo para isso.

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Galo volta a bater próprio recorde de público no Mineirão em 2022

Além de vencer o Emelec por 1 a 0 e garantir a classificação para as quartas de final da Libertadores, o Atlético-MG conseguiu outro feito na noite desta terça-feira. Com 56.421 torcedores presentes no Mineirão, o Atlético-MG bateu o próprio recorde de público como mandante em 2022 e arrecadou R$ 3.291.413,50 brutos em bilheteria.

O recorde anterior foi na partida contra o Flamengo, em 19 de junho, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. Naquele domingo, 55.373 torcedores foram ao Gigante da Pampulha assistir ao Atlético-MG. A partida era decisiva para a manutenção do técnico Antonio Mohamed no cargo.

O Atlético está nas quartas de final da Libertadores, e a torcida teve papel importante na classificação. Apesar da superioridade em campo, o time só chegou ao gol da vitória aos 33 minutos do segundo tempo. Hulk marcou cobrando pênalti e carimbou a classificação.

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