Paraíba quanto cada candidato a governador da Paraíba recebeu de seus partidos para a campanha
Candidatos ao Governo da Paraíba – 2022
Os candidatos Veneziano Vital do Rêgo, do MDB, com R$ 5 milhões, e João Azevedo, com R$ 4 milhões, são os dois concorrentes ao cargo de governador com mais recursos recebidos para a campanha eleitoral.
Em relação aos outros dois candidatos que aparecem cotados para disputar o segundo turno, Nilvan Ferreira, do PL, e Pedro Cunha Lima, não há dados na prestação de contas, de forma, que fica prejudicada informação em saber quanto cada um teria recebido para despesa de campanha.
Major Fábio, do PRTB, recebeu R$ 8.400,00 de doações particulares, Antônio Nascimento, do PSTU, recebeu R$ 24.500,00 , sendo R$ 23 mil do partido e R$ 1.500,00 de doações particulares.
Não há dados sobre a receita de campanha d candidata Adjany Simplício, do Psol.
Primeira vitória: Fundo partidário é depositado na conta de Ricardo Coutinho; veja o valor
Já está na conta de campanha do ex-governador Ricardo Coutinho (PT), recursos do Fundo Partidário. Foram depositados R$ 193.850,00, conforme dados do site divulgacandcontas, do Tribunal Superior Eleitoral.
No entanto, há uma decisão Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB), proibindo o candidato a utilizar o dinheiro, por conta da sua condição de inelegibilidade.
O ex-governador, candidato ao Senado Federal, poderá pagar multa de R$ 100.000,00 em caso de descumprimento da decisão.
Além desses recursos, consta mais R$ 126.350,00 de doação de pessoas físicas.
Por PalavrasPb.com
Rainha Elizabeth II morre aos 96 anos
A Rainha Elizabeth II faleceu aos 96 anos de idade. A monarca, que ocupou o trono britânico por mais de sete décadas e foi uma das monarcas mais longevas da história, deve ser sucedida pelo filho mais velho, o príncipe Charles, de 73 anos.
Na quinta-feira (8), o Palácio de Buckingham emitiu um comunicado falando sobre o estado de saúde delicado da monarca. Na ocasião, Membros da família real foram chamados para ir ao palácio de Balmoral, na Escócia, residência de férias onde Elizabeth II estava há mais de uma semana.
A história
Elizabeth Alexandra Mary, conhecida a partir de 1952 como rainha Elizabeth II, nasceu em Londres, no dia 21 de abril de 1926. Ele era filha de Albert Frederick Arthur George, o duque de York, e de Lady Elizabeth Bowes-Lyon. Durante o nascimento de Elizabeth, o rei do Reino Unido era Jorge V, e seu pai, o duque de York, era o segundo na linha de sucessão ao trono inglês.
Elizabeth virou herdeira direta do trono quando seu tio, Eduardo VIII, abdicou do trono para casar-se com uma norte-americana divorciada chamada Wallis Simpson. Com isso, Elizabeth tornou-se a herdeira imediata ao trono britânico. No entanto, como mencionado, se seu pai tivesse um filho, este tomaria seu lugar na linha de sucessão. Quando seu pai foi coroado rei do Reino Unido, Elizabeth tinha apenas 10 anos de idade.
Leia Mais: Qual membro da família real tem o mesmo signo que você?Elizabeth casou-se em 20 de novembro de 1947 com Philip, príncipe da Grécia e da Dinamarca. Ele faleceu aos 99 anos em 9 de abril de 2021. Ele foram casados por 73 anos.
Aos 25 anos, Elizabeth tornou-se rainha do Reino Unido, no dia 6 de fevereiro de 1952, o dia que seu pai, Jorge VI, faleceu. Neste ano, a Rainha completou 70 anos de reinado e se tornou o primeiro monarca britânico a celebrar o Jubileu de Platina.
Desde a morte do marido, o príncipe Philip a rainha vinha diminuindo o número de compromissos oficiais, que se tornaram cada vez mais esparsos na agenda da soberana depois que ela teve Covid-19 em 2022. No dia 2 de junho, ela deu íncio às festividades do jubileu de platina, festejando seus 70 anos de reinado. Aguentou com garbo o primeiro dia do aniversário especial, acompanhada por membros de sua família na varanda do Palácio de Buckingham, mas, “indisposta” se ausentou da missa na Catedral de São Pedro em sua homenagem.
A soberana já vinha apresentando problemas de mobilidade, passando a andar com o auxílio de uma bengala. A preocupação com sua saúde levou seus médicos a cortarem os drinques diários que ela consumia, reduzir suas atividades e evitar que ela se estressasse, tarefa cada vez mais difícil nos últimos tempos.
Conhecida por ser discreta e rigorosa com na preservação da realeza, a rainha enfrentou duros golpes recentemente. Além da perda do duque de Edimburgo, viu o filho favorito, o príncipe Andrew, de 62, envolvido em um escândalo sexual. Acusado de manter relações sexuais com uma adolescente de 17 anos em 2001, a quem teria apresentado pelo pedófilo Jeffrey Epstein, Andrew fez uma acordo financeiro com ela para o caso não ir adiante como processo criminoso e foi afastado das funções na Família Real.
A monarca também viu o príncipe Harry, filho mais novo de Charles e da princesa Diana, que morreu em 1997, deixar a realeza com a mulher, Meghan Markle. O casal, bastante atacado pelos tabloides britânicos, se mudou para os Estados Unidos, onde está criando os filhos, e já deu várias entrevistas sobre a vida na Família Real, inclusive acusando um de seus membros de racismo.
As duas crises não foram as primeiras no longuíssimo reinado de Elizabeth II. Ela sofreu com os rumores nunca confirmados sobre os problemas em seu casamento com Phlip; os escândalos envolvendo a irmã, a princesa Margareth, nos anos 60 e 70; e a erosão do casamento de Charles e Diana, marcada pela traição do futuro rei com Camilla Parker-Bowles, que virou manchete dos jornais e foi explorado em detalhes em um livro sobre sofrimento da princesa no casamento conto de fadas – uma constrangedora conversa entre o príncipe e amante, na qual ele dizia que ‘queria ser um absorvente interno’ para viver em Camila.
Muito religiosa, a rainha, que era chefe da Ingreja Anglicana, viu ainda Andrew e Sarah Ferguson se separando e a única filha, a princesa Anne, pondo um fim na união com Mark Philips, que já tinha tido um filho fora do casamento. Em 1992, em seu discurso anual, com os problemas de três dos quatros filhos, mais um incêndio que destruiu parte do Castelo de Windsor, desabafou em latim, em seu discurso anual: “annus horribilis”, ou, em latim, um ano de eventos extremamemte ruins.
Fase pior só em 1997, quando Diana morreu em um acidente de carro. A comoção popular, somada à reação na internet, foi algo para o qual a realeza não estava preparada, e a rainha, que demorou dias para se posicionar sobre a morte da ex-nora, viu sua popularidade despencar. Não demorou tanto assim para Elizabeth II voltar a ser querida pelos súditos – e respeitada até por aqueles contra a monarquia.
Figura principal em uma instituição cuja validade é constantemente questionada, tanto politicamente quanto em termos práticos de custos para os cofres do Reino Unido, a rainha recuperou a confiança e popularidade usando suas grandes armas: paciência e tempo.
Rainha Elizabeth, Camilla Parker e Príncipe Charles em evento em 2022 (Crédito:Reprodução/Instagram)
Com Charles ela planejou o futuro do príncipe William e Harry, de forma que o primeiro fosse preparado para assumir o trono e o segundo não sofresse com a síndrome do “segundo filho do rei”, aquele cujo maior papel é garantir que, caso o irmão mais velho não chegue a reinar por qualquer razão, a linha sucessória continue sendo direta – no caso os filhos de Charles e não os de Andrew. Manteve os filhos de Diana o mais isolados possível da imprensa, fez com que eles abraçassem desde cedo causas humanitárias. Aceitou Camilla, depois de anos de preparação para o papel, como mulher de Charles; começou a preparar a geração dos netos para garantir o futuro da monarquia.
LEGADO
Para muitos analistas, este talvez seja o verdadeiro legado de Elizabeth II: A continuidade à monarquia no Reino Unido. A Família Real recebe do governo o Soverign Grant (Subsídio Soberano), que já chegou a R$ 440 milhões em 2019-2020, e as críticas aos gastos públicos com a manutenção de toda a estrutura real, financiada também pela renda privada da rinha, aumentam a cada nova crise.
Elas já existiam quando Elizabeth, então uma menina, viu o tio, Edward VIII, abrir mão do trono para se casar com a americana Wallis Simpson, mais velha que ele e divorciada. O escândalo levou seu irmão, o pai da rainha, George VI, a assumir o trono. Elizabeth II, assim como sua mãe, nunca perdoou o tio por ter abdicado sem ter antecipado a George que ele seria rei e preparado o nobre para ser rei.
Ao contrário do pai, desde os 10 anos, com a abdicação, ela passou a ser moldada para a função, tendo aulas com tutores privados das melhores escolas do país. Durante a Segunda Guerra Mundial, a Rainha Mãe Elizabeth se recusou a deixar Londres, e a futura rainha fez parte do Serviço Territorial Auxiliar, onde treinou como motorista e mecânica, sendo promovida a comandante júnior honorária. Também foi nomeada como parte do Conselho de Estado do pai, caso algo acontecesse a ele.
Em 1953, já casada e mãe de dois filhos, Elizabeth II foi coroada na Abadia de Westminster, em uma cerimônia transmitida pela televisão. Ao contrário do próprio pai, que se chamava Albert, não quis adotar um nome régio e avisou que iria reinar com o seu nome de batismo.
No ano anterior, já tinha decidido que a casa real continuaria sendo Casa de Windsor, o nome de sua família, contrariando a tradição, que ditava que deveria mudar para o sobrenome do marido.
Philip era príncipe da Grécia e Dinamarca, mas foi expulso com a família do primeiro país quando a monarquia foi derrubada em 1922. Militar, conheceu Elizabeth quando ela tinha 13 anos – reza a lenda que a futura rainha se apaixonou na hora e aceitou o pedido de casamento, em 1946, sem consultar os pais. Para que a união fosse adiante, ele teve que renunciar seus títulos, se converteu da Igreja Ortodoxa Grega para o anglicanismo, se afastou de parentes, inclusive as irmãs, que tivessem qualquer forma de associação ao nazismo.
Ele também passou a usar o nome de Philip Mountbatten, o sobrenome do lado inglês da família de sua mãe. O sobrenome “Mountbatten-Windsor” acabou sendo adotado para os descendentes de Philip e Elizabeth que não possuem títulos reais, como Archie e Lilibeth, os filhos de Meghan e Harry, ou quando os que têm precisam por alguma razão usar um sobrenome. Uma forma, dizem, de apaziguar o príncipe, que como consorte real tinha papel bem menor que a esposa.
Com quatro filhos, Charles, Anne, Andrew e Edward, e um cargo sem funções políticas de fato, a rainha viu nações que faziam parte do Império Britânico, aquele onde o sol nunca se punha, se tornarem independentes. Raramente se manifestava sobre acontecimentos mundiais, mas criticou, com tato e discrição, algumas decisões dos primeiros-ministros aos quais sobreviveu e movimentos políticos que testemunhou.
Visitou vítimas dos atentados terrorista em Londres em 2005 e do show da cantora Ariana Grande em 2017, o que não surpreendeu os súditos: ao longo de décadas de vida pública, Elizabeth II foi patrona de centenas de instituições de caridade, com os mais diversos fins, tendo uma agenda cheia de compromissos oficiais. Viajou o mundo inteiro e veio ao Brasil em 1968 com o marido, passando por Recife, Salvador, Brasília, São Paulo e Rio, onde viu um amistoso no Maracanã com Pelé, Gerson, Jairzinho e Clodoaldo.
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Coordenador do Gaeco cobra transparência na gestão da Fundação do Hospital Napoleão Laureano
“Estamos diante de uma caixa preta que precisa ser revelada a sociedade” disparou Coordenador do Gaeco
Promotor Octávio Paulo Neto
O coordenador do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público da Paraíba, promotor Octávio Paulo Neto, fez críticas duras à falta de transparência na gestão das contas do Hospital Napoleão Laureano.
“Estamos diante de uma caixa preta que precisa ser revelada a sociedade. Existem denuncias diárias agravadas pelo desabastecimento de medicamentos e insumos que provoca a interrupção dos serviços de saúde naquele hospital. Por outro lado sabemos que volumosas quantias de emendas parlamentares, doações e parcerias financeiras são feitas aos milhões sem nenhum controle ou transparecia. A sociedade precisa saber o que acontece naquela fundação e só dando transparência aos que se recebe e como se gasta, poderemos sanar todas as dúvidas desta gestão” disse Octávio Paulo Neto.
Os Ministérios Públicos Federal e da Paraíba ajuizaram no ano passado uma ação civil pública contra a Fundação Napoleão Laureano, pedindo o afastamento de 14 diretores, em razão de supostas fraudes contábeis, dentre outras irregularidades.
A ação civil pública é um desdobramento de procedimentos instaurados no MPF e também no MPPB para apurar denúncia envolvendo a Fundação e o Hospital Napoleão Laureano, em razão de reclamações sobre o atraso no início dos tratamentos de quimioterapia, radioterapia e cirurgias eletivas, em decorrência de um evidente desequilíbrio econômico-financeiro por parte do hospital.
A Justiça Federal negou o pedido a princípio. Mas explica que ainda há a possibilidade de haver a destituição dos diretores da fundação e o pedido pode, inclusive, ser reexaminado.
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Justiça julga nesta sexta-feira registro de candidatura de Ricardo Coutinho; MP quer candidato fora da Eleição
Até a próxima segunda-feira (12) a Justiça Eleitoral deve julgar todos os registros de candidatura postulados para estas Eleições 2022.
O parecer do Ministério Público Eleitoral pede a impugnação da candidatura de Ricardo Coutinho (Foto: Walla Santos)
O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) deverá julgar ainda nesta sexta-feira (09) o registro de candidatura de Ricardo Coutinho (PT), que pretende concorrer ao Senado da Paraíba. O parecer do Ministério Público Eleitoral pede a impugnação da candidatura de Ricardo Coutinho em decorrência de inelegibilidade que foi imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2020.
O candidato ao Senado Bruno Roberto (PL) também impugnou a candidatura de Ricardo Coutinho em representação feita ao TRE-PB.
A próxima sessão do TRE-PB está marcada para acontecer a partir das 14h desta sexta-feira (09). Alguns processos já constam na pauta e outros deverão ser incluídos até o início da sessão conforme haja liberação para julgamento.
A expectativa, segundo apurou o ClickPB, é de que o registro de candidatura seja julgado ainda amanhã, tendo em vista a proximidade do fim do prazo. Até a próxima segunda-feira (12) a Justiça Eleitoral deve julgar todos os registros de candidatura postulados para estas Eleições 2022. Na Paraíba, a única candidatura para o Senado apreciada pela Corte eleitoral foi a de Alexandre Soares (PSOL), que já foi deferida.
Em um parecer de 38 páginas, a procuradora regional eleitoral Acácia Soares Peixoto Suassuna requer a procedência total da impugnação apresentada pelo Ministério Público e a procedência parcial da impugnação apresentada por Bruno Roberto, reconhecendo a incidência da causa de inelegibilidade. Além disso, também é pedida a confirmação da tutela de urgência que determinou a suspensão do repasse de fundos públicos para a campanha de Ricardo Coutinho.
No dia 20 de agosto o juiz José Ferreira Ramos Junior acatou o pedido de tutela de urgência feito pelo Ministério Público Eleitoral para suspender o repasse de verbas do fundo eleitoral para a campanha de Ricardo Coutinho. Desde então, o candidato tenta reverter essa suspensão na Justiça Eleitoral. Porém, o caso deverá ser resolvido somente com o julgamento do registro de candidatura.
www.reporteriedoferreira.com.br /Clickpb
STF começa a julgar piso salarial da enfermagem na sexta-feira
O ministro Luís Roberto Barroso, que suspendeu a lei, tem reunião nesta terça-feira com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Os ministros do STF terão a oportunidade de avaliar a decisão do ministro Luís Roberto Barroso que suspendeu a lei no último domingo por 60 dias. (Foto: Reprodução)
O Supremo Tribunal Federal (STF) vai começar o julgamento sobre o piso salarial da enfermagem na próxima sexta-feira. A votação será no plenário virtual da corte e está prevista para terminar na quarta-feira, dia 14.
Com isso, os ministros do STF terão a oportunidade de avaliar a decisão do ministro Luís Roberto Barroso que suspendeu a lei no último domingo por 60 dias. O prazo servirá para que entes públicos e privados do setor de saúde esclareçam o impacto financeiro da lei e os riscos para a empregabilidade do setor.
A lei que foi aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro estabeleceu um piso salarial de R$ 4.750 para enfermeiros em todo o país, 70% desse valor para técnicos e 50% para auxiliares e parteiras.
Entidades do setor e do poder público alertaram para o efeito desse piso para o atendimento de saúde. A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) calcula uma despesa de R$ 9,4 bilhões para as prefeituras.
No setor privado, 98% dos hospitais não pagarão o piso neste mês. O GLOBO mostrou que grandes grupos, como Amil e Unimed, decidiram aguardar a decisão final do STF.
Barroso se reúne nesta terça-feira com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para discutir o tema. Pacheco já se posicionou a favor do piso. Depois, o ministro ainda se encontra com as deputadas Alice Portugal (PCdoB-BA) e Carmen Zanotto (Cidadania-SC), que também defendem a lei aprovada pelo Congresso.
www.reporteriedoferreira.com.br Por O Globo
Azevedo buscará soluções para pagar piso da enfermagem
O governador João Azevêdo (PSB) disse que buscará soluções para efetivação do piso salarial da enfermagem, tendo já mobilizado a equipe econômica do governo para proceder um estudo e sentir o impacto financeiro com a medida.
Como se sabe, o ministro Luís Roberto Barroso suspendeu, de forma individual [monocrática] o pagamento dos novos valores dos profissionais. A medida surtiu efeito negativo no segmento e na sociedade, em especial.
Nas redes sociais, o governador escreveu: “O Piso Nacional da Enfermagem é fruto da luta de toda uma categoria que merece respeito e reconhecimento. Nós não apenas apoiamos, como já autorizados o início dos estudos para implantação”.
E mais: “Assim como fazemos com os professores, pagando o piso nacional sem penduricalhos, faremos também com enfermeiros e técnicos de enfermagem”.
Cícero libera mais de R$ 2 milhões em emendas cidadãs para o Hospital Laureano
A principal referência em atendimento ao câncer na Paraíba recebeu um apoio relevante para seu trabalho. O Hospital Napoleão Laureano, localizado no bairro de Jaguaribe, recebeu mais de R$ 2 milhões em recursos do orçamento municipal, o que foi possível por meio das emendas cidadãs orientadas por 12 vereadores da Capital. Os recursos foram oficialmente liberados pelo prefeito Cícero Lucena, na manhã desta quinta-feira (8).
“Esse gesto demonstra a unidade com a Câmara na busca de resolver os problemas da cidade. Os vereadores direcionaram as emendas e a Prefeitura libera os recursos para que o Laureano possa prestar este serviço que não é só para a cidade de João Pessoa, mas para o Estado como um todo. Somos todos gratos por fazer parte disso”, declarou Cícero Lucena.
As emendas foram destinadas pelos vereadores Odon Bezerra, Mikika Leitão, Milanez Neto, Bruno Farias, Bispo José Luiz, Zezinho Botafogo, Emano Santos, Dinho Dowsley, Luís Flávio, Bosquinho, Chico do Sindicato e Damásio Franca. A soma exata dos recursos é de R$ 2.054.126,00.
“O prefeito se mostrou muito sensível ao dar vida as emendas cidadãs, ao mostrar que sabe que o orçamento não deve ser monopolizado, mas utilizado em benefício dos interesses da cidade. Este hospital tem uma história de dedicação a favor da vida e de pessoas em momento de grande dor e angústia. Ver e apoiar esse trabalho nos enche de esperança”, afirmou o vereador Bruno Farias, que representou os parlamentares na mesa.
O presidente da Fundação Napoleão Laureano, Dr. Marcelo Lucena, afirmou que os recursos chegam em boa hora. “O Hospital necessita desse apoio para continuar mantendo os equipamentos mais modernos, as equipes mais preparadas e para isso existe um custo. Quem é da área sabe que o custo na oncologia é muito alto, os insumos estão muito caros e essa verba chega para nos ajudar a manter a qualidade no atendimento”, afirmou.
Ainda participaram do evento o secretário municipal da Saúde, Luís Ferreira; e a secretária executiva Janine Lucena.
Da Redação com Assessoria
Bolsonaro se refere a Lula como “quadrilheiro de nove dedos” no Rio
Presidente discursou em Copacabana e voltou a defender pautas conservadoras em cima de trio elétrico
Reprodução/RecordNews – 07.09.2022
Bolsonaro discursa em ato do 7 de Setembro em Copacabana (RJ)
O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF) de maneira indireta, nesta quarta-feira (7). Durante ato na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, o mandatário mencionou, novamente, as “quatro linhas da Constituição”.
“Esperem a reeleição para ver se todos não vão jogar nas quatro linhas da Constituição”, disse o presidente.
O discurso do mandatário durou cerca de 17 minutos em cima de um trio elétrico e, e em sua fala, defendeu pautas conservadoras, citando a posição contrária à legalização das drogas, ao aborto e à “ideologia de gênero”.
“Não sou muito educado, falo palavrões, mas não sou ladrão”, afirmou Bolsonaro, que não citou o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas se referiu a ele como “quadrilheiro de nove dedos” que quer “voltar à cena do crime” e deve ser, na visão dele, “extirpado da vida pública”.
“Compare o Brasil com a Argentina, a Venezuela e a Nicarágua. Eles são amigos do quadrilheiro que disputa a eleição. Esse tipo de gente tem que ser extirpado da vida pública, teremos um governo muito melhor com a nossa eleição, com a graça de Deus”, afirmou.
O evento ocorre na Zona Sul do Rio, onde o mandatário chegou acompanhado de apoiadores em uma ‘motociata’. Ao lado de Bolsonaro no Rio, estão o vice de sua chapa, general Braga Netto, o governador do estado, Cláudio Castro (PL), e seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL).
O empresário Luciano Hang, o deputado Daniel Silveira, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello e o pastor Silas Malafaia também acompanham o chefe do Executivo.
* Em atualização
Por Ig
Temendo ser espancada pelo marido, mulher pula de varanda
Suspeito de agredir a esposa foi peso em flagrante, em João Pessoa — Foto: Reprodução/TV Cabo Branco
Um homem foi preso na terça-feira (6), no bairro Parque do Sol, em João Pessoa, suspeito de agredir e ameaçar a companheira. De acordo com informações da Polícia Militar, o homem teria ameaçado a mulher com uma faca e, para fugir da agressão, ela teria pulado da varanda que fica no primeiro andar de um prédio.
A situação começou por volta das 23h40 da segunda-feira (5). A Polícia Militar foi acionada ao local porque o suspeito estaria agredindo a companheira. Ao chegar no local, a PM identificou um homem de 42 anos, embriagado.
Ele teria tentado esganar a esposa, com quem está junto há três anos, e a ameaçou com uma faca. Ao tentar fugir da agressão e pular da varanda, a mulher fraturou os dois calcanhares. Ela foi encaminhada ao Trauminha de Mangabeira, mas já recebeu alta médica. O suspeito foi preso e segue detido na Central de Polícia Civil de João Pessoa.