Pesquisa Real Time Big Data aponta 2º turno entre João e Veneziano

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Pesquisa do Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira (19) sobre as intenções de voto para o Governo da Paraíba mostra que o candidato do MDB, Veneziano Vital do Rêgo, cresceu três pontos percentuais e agora aparece na segunda colocação. No levantamento anterior, de 23 de agosto, ele estava atrás de Nilvan Ferreira (PL) e Pedro Cunha Lima (PSDB). O líder é o atual governador e candidato à reeleição, João Azevêdo (PSB).

A pesquisa da Real Time Big Data foi encomendada pela Record TV e ouviu mil eleitores de toda a Paraíba. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PB-04433/2022.

No cenário estimulado, em que o nome dos candidatos é apresentado aos entrevistados, Azevêdo tem 33% das intenções de voto, enquanto Veneziano tem 17%. Ele está em um empate técnico com Nilvan Ferreira (15%) e Pedro Cunha (14%). Veja os números:

Segundo o Real Time Big Data, considerando os votos válidos, Azevêdo e Veneziano iriam ao segundo turno. Veja:

Disputa pelo Senado

O Real Time Big Data também fez um levantamento das intenções de voto para o Senado. Segundo o instituto, Ricardo Coutinho (PT) lidera, com 33%. Efraim Filho (União Brasil), com 20%, e Pollyana (PSB), com 16%, estão tecnicamente empatados. Confira:

www.reporteriedoferreira.com.br /R7

 




Popular é vítima de disparos de arma de fogo no município de Sousa 

Ainda não se tem informações da autoria do crime, nem tampouco da possível motivação.

Imagem do crime de morte ocorrido em Sousa ‧ Foto: Redes Sociais
Um homicídio aconteceu no final da tarde desta segunda-feira (19/09), nas proximidades da Fábrica Indamel, no bairro Jardim Iracema, município de Sousa, Sertão do estado.
Conforme informações, a vítima foi alvejada com quatro disparos de arma de fogo, sendo dois nas costas e dois na boca.

O popular que ainda não foi identificado, foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), e levado ao Hospital Regional de Sousa, no entanto, o mesmo acabou não resistiu a gravidade dos ferimentos e veio a óbito a caminho da unidade hospitalar.
Ainda não se tem informações da autoria do crime, nem tão pouco da possível motivação, sabe-se que populares ouviram os disparos e encontraram a vítima já caída ao solo.




Senado: Ricardo tem 33%, Efraim, 20%, e Pollyanna, 16%, diz Big Data/Record

Candidatos ao Senado da Paraíba — Foto: Divulgação

O ex-governador Ricardo Coutinho (PT), que teve o registro de candidatura indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), aparece com 33% das intenções de voto para o Senado Federal pela Paraíba, conforme pesquisa TV Record/Real Time Big Data, divulgada nesta segunda-feira (19).

Conforme os novos números, a disputa ficou acirrada entre Efraim Filho (União Brasil) e Pollyanna Dutra (PSB). O deputado federal tem 20% e a parlamentar chegou a 16%. Eles estão praticamente empatados dentro da margem de erro – que é de três pontos percentuais.

Brancos e nulos correspondem a 7%. A parcela dos que não souberam ou não quiseram responder foi de 10%.

A pesquisa, encomendada pela TV Record, ouviu 1.000 pessoas em entrevistas presenciais entre 16 e 17 de setembro e o nível de confiança é de 95%. O registro da pesquisa junto ao TSE é PB-04433/2022.

Confira:

Ricardo Coutinho (PT): 33%
Efraim Filho (União Brasil): 20%
Pollyanna Dutra (PSB): 16%
Bruno Roberto (PL): 7%
Sérgio Queiroz (PRTB): 5%
André Ribeiro (PDT): 1%
Alexandre Soares (PSOL): 1%
Manoel Messias (PCO): 0%
Branco/nulo: 7%
Não sabe/não respondeu: 10%




Funeral da rainha: corpo de Elizabeth é sepultado em evento particular

Monarca será enterrada no mesmo local onde estão seus pais e sua irmã

Funeral Elizabeth II
Reprodução/CBS News

Funeral Elizabeth II

Após a última cerimônia pública do funeral , o corpo da rainha Elizabeth II será sepultado em um evento particular, nesta segunda-feira (19), que acontece na Capela Memorial Rei Jorge VI, localizada no Castelo de Windsor.

O evento estava previsto para ter início às 19h30 do horário local (15h30 no horário de Brasília). Elizabeth II é a 11ª ex-monarca a ser enterrada no local.

A monarca que ficou sete décadas no trono do Reino Unido encomendou a capela em 1962, e as obras foram finalizadas em 1969.

O corpo da rainha será enterrado no mesmo local onde estão seus pais, rei Jorge VI e rainha Isabel, e também as cinzas da sua irmã,  a princesa Margaret.

O príncipe Philip, que morreu em abril do ano passado, estava temporariamente enterrado na Capela de São Jorge mas, agora, será tranferido para a capela memorial para ficar ao lado da sua esposa.

O caixão da monarca foi levado para um setor particular da capela, sendo acompanhado pelos membros da família real. Logo em seguida, os familiares da rainha deixaram o local a caminho do interior do Castelo de Windsor

Caminho até o Castelo de Windsor

O caixão da rainha, que morreu aos 96 anos, foi levado ao Castelo de Windsor na manhã desta segunda-feira. O rei Charles III e a rainha consorte Camilla acompanharam a cerimônia.

O castelo era o grande refúgio de Elizabeth II. Foi onde a monarca morou nos últimos anos.

O trajeto entre Londres e Windsor durou cerca de duas horas. O caixão com o corpo da rainha foi transferido para um carro fúnebre, que foi acompanhado pelo rei Charles III e a rainha consorte Camilla.

Ao longo de todo o trajeto, pessoas jogaram flores em homenagem à rainha. O rei Charles III disse estar “profundamente tocado” com o apoio que recebeu da população antes do funeral.

Charles afirmou que ele e Camilla ficaram “comovidos além da medida” por todos que se deram ao trabalho de prestar as condolências. “Enquanto nos preparamos para dizer nosso último adeus, eu queria simplesmente aproveitar esta oportunidade para agradecer”, disse ele.

www.reporteriedoferreira.com.br / Ig




O HOMEM DOS 40 Por Gilvan de Brito

O HOMEM DOS 40 Por
Gilvan de Brito

Num começo de tarde muito quente de 1982, cheguei ao aeroporto dos Guararapes (antigo) para embarcar com destino ao Rio de Janeiro. Era um desses dias de semana sem muito movimento. Ao fazer o chek in, vi que o aeroporto ainda se encontrava em reformas com algumas escoras e muita poeira. Então, para fugir das metralhas, mostrei a minha carteira da FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas), que me abria muitas portas e fui encaminhado à Sala Vip onde havia apenas uma pessoa. Retirei o Jornal do Brasil da alça da maleta e antes de abri-lo para ver as manchetes olhei para o lado, a surpresa: era o sambista João Nogueira, cujas músicas ocupavam as primeiras colocações nas paradas de rádios e televisão. Eu mesmo tinha o último CD de sua autoria intitulado

“O homem dos 40”, na sua inconfundível e agradável voz grave e aveludada. Pensei comigo: falo, não falo. Decidi que não falaria em respeito ao aparente cansaço que demonstrava, pois devia vir em trânsito de alguma cidade do Norte, quem sabe viajara a noite inteira depois de realizar algum show na noite anterior, e ali estava à espera da conexão que o levasse ao Rio de Janeiro onde estava à sua disposição uma cama amiga para se recuperar.

Vi pela parede de vidro que o avião estava chegando e alegrei-me ao saber que não haveria atraso. Comecei a ler o Jornal do Brasil, vendo primeiro as manchetes dos cadernos de esportes, cultura, política e administração. Minutos depois os alto falantes anunciaram o embarque e eu segui ao lado do artista para tomar lugar no avião, obedecendo a regra de que os passageiros da Sala Vip são liberados imediatamente, antes dos demais passageiros. Subi, fui à frente, encontrei a poltrona 14 F, coloquei a bolsa de mão no bagageiro acima e sentei-me, procurando estirar as pernas naquele curto espaço. Para a minha surpresa, João Nogueira veio atrás e tomou o outro assento (14 D), do corredor, quase vizinho e colocou a bagagem de mão na poltrona do meio.

– Sempre faço isto e fecho os olhos quando se aproxima alguém, para evitar a presença de algum gordo besuntado na poltrona do meio; às vezes o dono da poltrona chega, não quer importunar e vai procurar outro assento – disse amistosamente olhando nos meus olhos e sorrindo. Quando ele falava parecia sorrir, pela conformação da boca e dos olhos redondos e grandes, acompanhando a curva das sobrancelhas, de modo que ninguém sabia ao certo quando estava ou não sorrindo de verdade. Depois falou sobre vários assuntos, disse que fizera um show em Manaus e que saíra daquela cidade de madrugada, fazendo escalas em Belém, São Luís, Fortaleza e Natal; estava um bagaço.

Estranhei a sua cordialidade, demonstrando um comportamento muito diferente daquelas celebridades que conhecia de perto. E disso não lhe fiz segredo.
– Quando o vi na sala de embarque logo o reconheci, mas não quis invadir a sua privacidade. E agora me arrependo disso, porque já deveríamos nos ter conhecido antes para falar sobre o CD “O Homem dos 40”, que tem essa música título e outra da qual eu gosto muito – disse.
Ele quis saber da outra música e, por não me lembrar do título, cantei as primeiras estrofes:
TRANSFORMAÇÕES
João da Gente e Jurandir

Minha companheira foi embora
A solidão veio comigo morar
Já não tenho mais os lindos sonhos
Não tenho ninguém a me esperar
Quando eu me lembro
Daqueles olhos tristonhos
Sinto até vontade de chorar…

– Ah, chama-se Transformações; também gosto muito dessa música – revelou enquanto assinava alguns autógrafos solicitados pelos passageiros mais próximos.

Seguimos conversando sobre a sua saída da Portela para fundar a Escola de Samba Tradição, os 11 discos gravados até aquela data, do bloco Clube do Samba, da família de artistas da qual emergira e de alguns parceiros dos quais considerava Paulo César Pinheiro o mais importante na sua carreira. Fizemos uma escala em Salvador, onde ele desceu, comprou uma xilogravura de Caribé, tomou suco de laranja e atendeu aos fãs que o cercaram como acontecia em toda parte. Depois voltamos ao avião, ele dormiu, finalmente, e em pouco mais de uma hora desembarcamos do turboélice Samurai de 80 lugares no aeroporto Santos Dumont.
– Qualquer dia a gente se vê aí pelas quebradas – despediu-se com um toque de mãos espalmadas. Nunca mais nos encontramos, mas eu sempre comprava um disco novo, quando surgia, e foram muitos (18, ao todo, com 145 músicas gravadas).

Depois soube de sua morte prematura, um infarto fulminante, no ano 2000. João, quando o conheci pessoalmente, era um homem dos 40, como eu, apenas um ano mais novo; nascido em 1941. Fiz um minuto de silencio em sua homenagem, em casa ouvi o disco “O Homem dos Quarenta” e espantei-me com a premonição dos letristas João da Gente e Jurandir na música Transformações, justamente uma das que tanto eu quanto ele mais gostavam.
TRANSFORMAÇÕES
João da Gente e Jurandir

 

… Não me dá mais prazer
Contemplar o luar
Pelo buraco do teto do meu barracão
Que já não é mais palácio encantado,
Hoje estou magoado,
ferido no coração.
E até esta vida que eu tanto amo
Sinto que está chegando ao fim.
O meu barracão de madeira,
Lá em Mangueira,
Sem ela não nada para mim…

O compositor carioca havia composto até aquela data mais de 300 músicas, muitas delas interpretadas por Clara Nunes, Elizeth Cardoso, Elis Regina, Beth Carvalho, Alcione, dentre outras. Em resumo, foi bom ter encontrado João Nogueira, ocasionalmente, durante essa viagem, para filosofar sobre pensamentos avulsos. Tinha certeza de que jamais o veria novamente depois daquela pequeníssima e circunstancial brecha no espaço, mas o que é a vida senão a lembrança desses momentos que nos transportam na moldura do tempo?

www.reporteriedoferreira.com.br Por Gilvan de Brito- Jornalista, advogado e escritor.




QUEM TEM MEDO DO GOLPE? Por Rui Leitao

QUEM TEM MEDO DO GOLPE? Por Rui Leitao

Como alternativa derradeira o presidente intensifica o seu discurso golpista. E o faz sem qualquer constrangimento, buscando transmitir aos seus seguidores um clima de confiança nas suas intenções de golpear a democracia brasileira. Chega a ser risível declarar que “se as urnas não apontarem um percentual em torno de sessenta por cento dos votos a seu favor no primeiro turno, é porque algo de estranho aconteceu no TSE”. Ele sabe que as probabilidades de que seja derrotado ainda no dia dois de outubro, sem direito a disputar o segundo turno, são muito grandes. Então só lhe resta insuflar os trinta por cento de eleitores que ainda o acompanham a reagirem contra o resultado que as urnas apresentarão.

Permanece com a estratégia de criar um ambiente de não reconhecimento da derrota para promover perturbações que pudessem justificar ações das forças militares contra as instituições democráticas. Já está mais do que comprovado que tudo isso não passa de um delírio golpista. A retórica da intimidação já não amedronta, porque visivelmente enfraquecida.

O perigo de colapso da democracia brasileira inexiste. Portanto, já se percebe que o medo do golpe se transformou no golpe do medo. Mas sem qualquer resultado prático. Que o digam as pesquisas quando apontam uma rejeição a esse projeto político superando os cinquenta por cento da população. As ameaças são desconsideradas por falta de credibilidade. O leão que está rugindo, não tem dentes.

A elite econômica já deu sinais de que a perturbação institucional não faz parte do seu modelo de negócios. Diferentemente do que aconteceu em 1964, os EUA não se mostram interessados em influenciar no processo eleitoral do Brasil neste ano. As Forças Armadas brasileiras, embora envolvidas, como nunca antes, na máquina da administração pública, não embarcariam nessa aventura golpista. Vivendo no isolamento político, não há como viabilizar o plano de contestar uma eventual derrota. Não haverá tolerância para a tentativa do golpe de perdedor. Não conseguirá vencer a desvantagem eleitoral pela imposição do medo. Cão que ladra, não morde.

Rui Leitão




A ORIGEM DO PLEBISCITO Por Francisco Nóbrega dos Santos

A ORIGEM DO PLEBISCITO
Por Francisco Nóbrega dos Santos

Nos remotos séculos, durante oVelho Império o tratamento dado à
classe menos favorecida não era muito diferente do que se pratica hoje, no mundo
que se denomina moderno.
O Mundo vivia os clamares da escravidão e do desapreço com que era
tratada a PLEBE, cuja denominação é originária do velho latim, que simbolizava a
classe considerada inferior, ou seja, a terceira classe, como é hoje a dimensão de
camadas sociais. No Império Romano essa divisão discriminatória, desconsiderava os
desprovidos de meios financeiros, cujo tratamento equiparava-se “rés” que se traduzia
como “coisa, objeto desprovido de valor. Daí a classe considerada “c” não seria
provida de direitos, porém com todos os deveres e obrigações peculiares à plebe
Na vigência da Monarquia de tristes lembranças, o plebeu, como era
individualizado pelo poder, poderia ser negociado, trocado ou presenteado, como um
objeto insignificante.
Naqueles remotos tempos as camadas sociais eram escalonadas em
superpoderes, que o próprio sistema outorgava às autoridades supremas, onde eram
constituído, em primeiro plano, o Imperador, e no sequencial escalonamento, os
senhores feudais, donos das enormes glebas, muitas adquiridas através de guerras
de invasões,ou sucessões hereditárias.
Nessa hierárquica viriam O Clero, representado pelos Sumos Sacerdotes
e os ricos mercadores, que forneciam haveres para os governantes de estados ou
províncias. Infelizmente, a plebe não figurava em nenhuma lista de casta, origem e
camada social.
Com a evolução dos tempos foram surgindo outros segmentos de
poderes, onde nascera o “Senatus Consultus, que seria formado por cidadãos idosos
e experientes,(essa denominação indicava os senactus, derivado de senectus,” que
eram cidadãos de idades provectas) daí viera a formação do Senado que, com o
tempo,a derivação de senil, como os idosos que hoje são pejorativamente conhecidos
como “caducos”.
Como eram subestimados pelos incluídos na casta, o plebeu
representava, tão somente a mão de obras e vivia das sobras dos que tinham poderes
aquisitivos.
Aconteceu algo surpreendente que mudou a história da injustiça social.Eis
os fatos Um plebeu, de uma visão “sui generis” despertou a plebe pelo sentimento de
respeito e direitos. Ergueu a cabeça e foi em busca dos que, timidamente,
alimentavam esse ideal de liberdade. Improvisaram um conselho e fizeram com que
todos sentissem que a plebe era uma gigantesca maioria. Que tinha numero suficiente
para a imposição de se tornarem pessoas, ao invés de coisas.

Chegaram à solene conclusão de que a ausência dessa “rés” causaria
profunda revolta perante a classe dominante.Convenceram uma grande maioria a
uma “greve” geral, com a fuga para as elevadas montanhas existentes nas terras
dominadas pelos poderes, forçando, dessa forma, a reação contra o império, quanto a
ausência da plebe no rol de direitos outorgados ou conferidos aos detentores de
“status” que subjulgavam a plebe.
A medida surpreendeu os poderosos vez não existiam meios de realizar as tarefas
mais rudes, como sejam: roça de matos, limpeza nas casas e nos jardins, além dos
rudes meios de transportar materiais ou equipamentos pesados. Isso os obrigou a
pedir providências imediatas do Império, o que forçou as autoridades a procurar a
causa dessa ausência.
Um dos articuladores greve, como chamamos hoje, levou a mensagem de que os
plebeus subiram às montanhas, equipados com armamentos artesanais, como azeite,
calderoões e fogo para aquecer o material inflamável ou escaldante, que seria
utilizado contra quem ousasse galgar as montanhas, além cataputas que atirar bolas
incendiárias contra quem avançasse.
Tomadas essas providências, os detentores de poderes imperiais causaram
um inesperada balbúrdia forçando o império a encontrar uma solução. Procuraram os
líderes do movimento indagando sob os objetivos desse incidente. Obtiveram a solene
resposta; DIREITO A VOTO E VETO.
A ideia se tornou realidade e o poder maior, que estava adormecido na plebe,
contribuiu para que, hoje, a maioria é quem decide. Princípio Constitucional.

www.reporteriedoferreira.com.br   Por Francisco Nóbrega dos Santos- Jornalista- Advogado e Escritor




João Azevêdo dá largada a Carreata 40 pelas ruas de João Pessoa

João Azevêdo dá largada a Carreata 40 pelas ruas de João Pessoa

O governador e candidato à reeleição João Azevêdo (PSB) deu largada a maior carreata da história de João Pessoa, na manhã deste domingo (18). O candidato a vice-governador Lucas Ribeiro (Progressistas) acompanhou João no pontapé inicial. Ao lado deles, o prefeito da Capital Cícero Lucena (Progressistas), e o vice-prefeito Leo Bezerra (PSB).

A gestão João investiu mais de R$ 2,5 bilhões em João Pessoa, desde 2019. Somente em Saúde são investimentos que somam R$ 1,6 bilhão, em ações como a manutenção do Hospital de Trauma, no valor de R$ 424,3 milhões, e obras como a construção do Hospital da Mulher, orçado em mais de R$ 41,4 milhões. Em educação são quase R$ 100 milhões investidos, e em segurança alimentar foram R$ 154 milhões. Em segurança pública João investiu mais de R$ 113 milhões, e em recursos hídricos os investimentos giram em torno de R$ 242,6 milhões. Além de diversas outras ações, obras, investimentos e projetos para a Capital.

“Não tenho dúvidas que esse momento ficará para história de João Pessoa. Que alegria receber toda essa gente, da minha amada terra, em apoio ao nosso projeto. Evidentemente isso reflete todo nosso trabalho, esforço e dedicação em fazer da Paraíba, a cada dia, um lugar melhor. E essa é minha missão, nosso objetivo: continuar transformando a vida do povo paraibano,” afirmou João, na largada da carreata.

João Azevêdo dá largada a Carreata 40 pelas ruas de João Pessoa
João Azevêdo dá largada a Carreata 40 pelas ruas de João Pessoa

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Pesquisa RealTime para governador da Paraíba: João Azevêdo, 33%; Veneziano, 17%; Nilvan, 15%; Pedro, 14%

Levantamento foi feito presencialmente com 1.000 entrevistados entre os dias 16 e 17 de setembro; margem de erro é de três pontos percentuais.

A pesquisa, encomendada pela TV Record, ouviu 1.000 pessoas em entrevistas presenciais entre 16 e 17 de setembro e o nível de confiança é de 95%. (Foto: Reprodução)

 

Pesquisa TV Record/Real Time Big Data sobre as intenções de voto para o governo da Paraíba, divulgada nesta segunda-feira (19), mostra o governador candidato à reeleição, João Azevêdo (PSB), liderando com 33%.

Em seguida, três candidatos estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro, que é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Veneziano Vital do Rêgo (MDB), com 17%; Nilvan Ferreira (PL), com 15%; e Pedro Cunha Lima (PSDB), com 14%.

Major Fábio (PRTB) aparece com 2% e Adjany Simplicio (PSOL), com 1%.

Antônio Nascimento (PSTU) e Adriano Trajano (PCO) não pontuaram.

Brancos e nulos correspondem a 8%. A parcela dos que não souberam ou não quiseram responder foi de 10%.

A pesquisa, encomendada pela TV Record, ouviu 1.000 pessoas em entrevistas presenciais entre 16 e 17 de setembro e o nível de confiança é de 95%. O registro da pesquisa junto ao TSE é PB-04433/2022.

Primeiro turno

  • João Azevêdo (PSB) — 33%
  • Veneziano Vital do Rêgo (MDB) — 17%
  • Nilvan Ferreira (PL) — 15%
  • Pedro Cunha Lima (PSDB) — 14%
  • Major Fábio (PRTB) — 2%
  • Adjany Simplicio (PSOL) — 1%
  • Antônio Nascimento (PSTU) — 0%
  • Adriano Trajano (PCO) — 0%
  • Brancos e nulos — 8%
  • Não sabem/não responderam — 10%

Senado

A pesquisa também ouviu entrevistados sobre a corrida para o Senado. Nela, o ex-governador paraibano Ricardo Coutinho (PT) aparece à frente, com 33%.

  • Ricardo Coutinho (PT): 33%
  • Efraim Filho (União Brasil): 20%
  • Pollyanna Dutra (PSB): 16%
  • Bruno Roberto (PL): 7%
  • Sérgio Queiroz (PRTB): 5%
  • André Ribeiro (PDT): 1%
  • Alexandre Soares (PSOL): 1%
  • Manoel Messias (PCO): 0%
  • Branco/nulo: 7%
  • Não sabe/não respondeu: 10%



BTG/FSB: Lula vai a 44% e Bolsonaro mantém 35%, mostra pesquisa

A diferença em relação ao levantamento anterior subiu três pontos, dentro da margem de erro, já que o petista tinha 41%.

Lula (PT), Bolsonaro (PL). (Foto: Reprodução)

 

A vantagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL) na eleição presidencial deste ano é de 9 pontos percentuais, de acordo levantamento FSB Pesquisa para o banco BTG Pactual divulgado nesta segunda-feira (19). Segundo a pesquisa, Lula tem 44% das intenções de voto contra 35% de Bolsonaro.

A diferença em relação ao levantamento anterior subiu três pontos, dentro da margem de erro, já que o petista tinha 41%. No entanto, o chefe do Executivo manteve o percentual de 35%.

Já os outros candidatos como Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) tiveram oscilação negativa de dois pontos cada, dentro da margem de erro.

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 44% (tinha 41% no levantamento anterior);
  • Jair Bolsonaro (PL): 35% (manteve percentual);
  • Ciro Gomes (PDT): 7% (tinha 9%);
  • Simone Tebet (MDB): 5% (tinha 7%);
  • Soraya Thronicke (União Brasil): 1% (manteve percentual).
  • Brancos e nulos somam 4%. Os que não sabem ou não responderam são 3%.

Ainda segundo dados, Felipe D’Ávila (Novo), José Maria Eymael (DC), Vera Lúcia (PSTU), Sofia Manzano (PCB), Leonardo Péricles (UP) e Padre Kelmon (PTB), que também participam da disputa ao Planalto, não pontuaram na pesquisa.

Em um possível segundo turno, entre Lula e Bolsonaro, o petista venceria com 52% dos votos e o presidente ficaria com 39%. Na semana passada, o placar era 51% a 38% para o ex-presidente.

Caso a disputa fosse entre Lula e Ciro, o petista venceria por 48% a 35% –no levantamento anterior o placar era de 46% para Lula contra 35% do pedetista.

Em um outro cenário, entre o ex-presidente e a senadora Simone Tebet, Lula venceria por 50% contra 33%.

Já no caso de Bolsonaro passar para a 2ª etapa com Ciro, o candidato do PDT venceria a disputa por 49% a 41%. Numa disputa entre Bolsonaro e Tebet, a senadora fica com 48% e o presidente, com 41%.

Para a pesquisa, foram entrevistadas no período de 16 a 18 de setembro 2.000 pessoas, por telefone. A pesquisa está registrada no TSE com o número BR-07560/2022. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%. Custou R$ 128.957,83 e foi paga pelo banco BTG Pactual.

Ainda segundo o levantamento, Lula tem 45% de rejeição – na última pesquisa, o petista marcou 47%. Bolsonaro registrou 55% de rejeição (era 56%). Ciro Gomes marcou 48% (era 47%).

Os menores índices de rejeição são de Vera Lúcia, com 34% (era 35% no último levantamento), Felipe D’Ávila, com 37% (era 36%), e Simone Tebet, com 37% (manteve).

Além disso, o levantamento mostra que 34% avaliaram o governo Bolsonaro como “ótimo/bom” (manteve o resultado da pesquisa anterior). Outros 21% (ante 20%) disseram considerar a gestão atual “regular” e 43% (ante 44%), “ruim/péssimo”.