João e Cícero caminham no bairro do Cristo levando multidão às ruas

O governador e candidato à reeleição João Azevêdo (PSB) comandou a Caminhada 40 no bairro Cristo, em João Pessoa, que levou uma multidão às ruas na noite desta quarta-feira (24). O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (Progressistas), e o vice Leo Bezerra (PSB), estiveram acompanhando João.

Uma multidão acompanhou o governador, que foi recepcionado pelos moradores do bairro nas portas das casas. Na caminhada, ainda aconteceu um adesivaço 40, colorindo de amarelo as ruas do bairro Cristo.

João já investiu mais de R$ 15,9 milhões no bairro Cristo, e a população reconheceu esse trabalho. Obras como a reforma e ampliação da Escola Estadual José Lins do Rêgo, a reforma e ampliação da Escola Estadual Professor Orlando Cavalcanti Gomes, a reforma do Instituto de Polícia Científica, além da implantação do banco de alimentos da Empasa.

“É um momento muito feliz estar aqui no Cristo, andar por essas ruas e sentir o apoio e alegria de vocês. Não tem discurso, é mais uma agradecimento pela presença incrível de vocês. E, claro, um pedido: vamos seguir com esse projeto que vem transformando a Paraíba. Para isso, preciso de vocês, no dia 2 de outubro é votar 40. Já fizemos muito e faremos muito mais por esse bairro maravilhoso da nossa Capital”, afirmou João.

Ascom PSB




Mulher suspeita da morte de policial civil é presa

 

A companheira de um policial civil aposentado morto em João Pessoa foi presa na quarta-feira (24/8), suspeita de ser mandante do crime. Outras duas pessoas envolvidas no caso também foram presas. A Polícia Civil disse que busca um outro envolvido no crime, que aconteceu no bairro do Castelo Branco, no mês de junho,

De acordo com a polícia, a mulher, de 27 anos, planejou o assalto forjado que provocou a morte do policial civil aposentado, Luiz Abrantes de Queiroz.

Segundo a delegada Luísa Correia Lima, da Delegacia de Homicídios, a companheira do policial civil levantava suspeitas desde o início do caso. A principal preocupação da suspeita era com os bens econômicos, como chave da casa e documentos, enquanto o marido estava morto em casa.

A suspeita entrou em contradição sobre a dinâmica do crime todas as vezes em que foi ouvida. A versão dada pela mulher não condizia com as informações obtidas pela policia.

Além do mandado de prisão expedido pela vara do júri de João Pessoa contra a mandante, outras duas pessoas foram detidas pela operação Protec, nesta quarta-feira.

Uma prima da mulher do policial civil, que cuidava do bebê do casal, era a única que confirmava a versão da suspeita e no dia do caso, saiu da casa antes do crime acontecer, é considerada cúmplice por facilitar o crime.

As pessoas contratadas confessaram que receberiam R$ 20 mil pela participação no crime. O principal executor está no presídio do Roger.

Equipes da Polícia Civil continuam procurando quem fez a mediação entre a mandante e o executor, também sendo considerado como cúmplice.

A suspeita está na carceragem da Polícia Civil, aguardando audiência de custódia, que acontecerá na manhã da quinta-feira (25).

Entenda o caso

O Policial Civil aposentado, Luiz Abrantes de Queiroz, foi morto a facadas, na noite do dia 4 de junho, no bairro Castelo Branco, em João Pessoa. O policial estava chegando em casa quando se deparou com dois homens armados com uma pistola e uma faca dentro de sua casa, que estariam assaltando a esposa dele.

Os suspeitos levaram objetos que estavam em um cofre, aparelhos celulares e uma quantia em dinheiro. Após o crime, os suspeitos fugiram e levaram o carro da vítima, que foi abandonado e encontrado às margens da BR-230 pouco tempo depois.

Bandidos fazem arrastão em frente a colégio e levam cerca de 40 celulares no Valentina, em João Pessoa

Bandidos fizeram um arrastão no fim da tarde desta quarta-feira (24), em frente ao Centro Profissionalizante Deputado Antônio Cabral (CPDAC), no bairro Valentina Figueiredo, zona sul de João Pessoa.

De acordo com as informações das vítimas, os assaltantes armados levaram cerca de 40 celulares.

Os suspeitos devem ser identificados através de imagens de câmeras de segurança instaladas no próprio colégio e em estabelecimentos próximos.

Até o momento, ninguém foi preso.