Pacientes são retirados de hospital após vazamento de gás em João Pessoa

Pacientes, funcionários e acompanhantes tiveram que deixar o prédio do hospital Arlinda Marques, em João Pessoa, no início da noite desta quarta-feira. O motivo foi um vazamento de gás no local. A unidade hospitalar fica no bairro de Jaguaribe e é referência em atendimento pediátrico.

Pessoas que estavam dentro do prédio recebendo algum tipo de atendimento, seja na recepção ou nos ambulatórios, foram convidadas a deixar o hospital a ir para o lado de fora. As pessoa ocuparam o estacionamento e em seguida foram encaminhadas para uma outra ala, não atingida pelo vazamento.

A assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde do Estado disse que existe um problema em uma determinada tubulação no fornecimento de água nos arredores do hospital. Esse problema teria relação com vazamento de gás. Há informação ainda de que não é a primeira vez e que o episódio já aconteceu em anos anteriores.

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Ministro diz que viu pastores e assinou nomeação a pedido de ex-chefe

O ministro da Educação, Victor Godoy, disse nesta quarta-feira (11) que as “únicas vezes” que se encontrou com os pastores citados em denúncias de suposto direcionamento de verbas do MEC (Ministério da Educação) foram a convite do ex-chefe da pasta, Milton Ribeiro, e que só assinou a nomeação de um deles por ordem do antigo ministro.

“Todos os três eventos em que participei foram realizados no auditório do Ministério da Educação. Não participei de nenhum dos outros seis eventos, não participava das agendas do ministro [Milton Ribeiro] e dos pastores e os assuntos não eram de meu conhecimento”, disse o atual chefe da pasta aos deputados das comissões de Educação e de Fiscalização da Câmara.

Godoy assumiu o cargo há menos de um mês. Antes disso, ele era secretário-executivo do MEC durante a gestão de Milton Ribeiro. Ribeiro não chegou a falar com os parlamentares sobre as denúncias de irregularidades envolvendo os líderes religiosos. Em diversas ocasiões, Godoy negou envolvimento em irregularidades e citou pedidos de Ribeiro. O atual ministro disse que só conheceu os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura depois de ter entrado na pasta.

“Eu não conhecia esses pastores, nunca tinha ouvido falar desses pastores. [Foi] Em fevereiro de 2021, quando os conheci. O primeiro contato desses pastores com o ministro Milton no MEC ocorreu em setembro de 2020. Então, vejam que, de fato, eu não participava das agendas envolvendo esses pastores”, afirmou. O novo ministro se defendeu ainda da acusação de ter nomeado Arilton na Secretaria Executiva. Segundo Godoy, ele fez a indicação apenas seguindo orientação de Ribeiro.

“Eu não indiquei o pastor Arilton, eu assinei um ofício a pedido do ministro da Educação, porque assim era minha competência, não só desse indicado como de todos os outros indicados”, se defendeu Godoy. A nomeação de Arilton não ocorreu por negativa da Casa Civil. “Não só fiz esse, fiz todos os outros [ofícios] que me chegaram por indicação do ministro da Educação”, esclareceu o atual chefe da pasta Reportagem da Folha de S. Paulo teve acesso aos documentos que Godoy solicitou a nomeação do líder religioso com um salário base de R$ 10.373,30. Ele relatou que a “agenda com prefeitos era tocada” por Ribeiro e pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação).

Segundo reportagens, nesses eventos, os pastores cobravam propina dos municípios para conseguir a liberação de verba. Godoy também afirmou que, após tomar conhecimento das denúncias envolvendo os líderes religiosos, sugeriu ao então ministro ações para que os casos fossem investigados pela CGU (Controladoria Geral da União). Ele mesmo teria ficado responsável por encaminhar a denúncia ao órgão —o atual ministro é servidor de carreira da CGU.

Ao menos 41 deputados se inscreveram para fazer perguntas ao ministro. Godoy dava suas respostas após as questões de cinco parlamentares. O processo acabou beneficiando o chefe do MEC, que deixou de responder algumas perguntas. No Senado, um diretor do FNDE foi ouvido hoje pela Comissão de Educação.

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Homem é executado a tiros dentro de uma casa em Catolé do Rocha nesta quarta-feira

Um assassinato foi registrado no final da tarde desta quarta-feira (11 de maio) no bairro Tancredo Neves, na cidade de Catolé do Rocha-PB.

Um homem identificado como Hamelet Jackson Targino de Oliveira, de 33 anos, foi morto a tiros no interior de uma residência. Conforme as informações, ele era natural de Mossoró-RN e já tinha passagem pela polícia.

A polícia está no local isolando a cena do crime até a chegada da perícia. Em seguida o corpo será encaminhado ao IML para realização dos exames de praxe.

O caso será investigado.

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MPF quer manter sentença para interromper despejo de esgoto em sítio arqueológico na Paraíba

O degradador deve ser responsabilizado por todos os custos com a prevenção e a reparação de danos ambientais. Com o objetivo de defender esse princípio constitucional do “poluidor-pagador”, o Ministério Público Federal (MPF) emitiu parecer pela manutenção da sentença que determinou à Prefeitura de Junco do Seridó, no Sertão paraibano, a interrupção de despejo de esgotos residenciais no sítio arqueológico de Itacoatiaras do Chorão, que abriga pinturas rupestres. O documento, assinado pelo procurador regional da República Uairandyr Tenório de Oliveira, foi encaminhado ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5).

O Juízo da 14ª Vara Federal da Paraíba obrigou a Prefeitura de Junco do Seridó a apresentar projeto sustentável de tratamento de resíduos sólidos e líquidos que seja realizado com recursos do próprio Município. Além disso, deve ser evitado o lançamento de esgotos no Riacho do Chorão.

A Prefeitura deve ainda apresentar à Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) plano de recuperação da área degradada, com cronograma de recuperação a ser definido pelo órgão ambiental, e a sua completa execução. O Município recorreu da sentença ao TRF5, que julgará o caso na segunda instância.

O processo é fruto de ação civil pública ajuizada pelo MPF, em razão da degradação do sítio arqueológico de Itacoatiaras. Segundo as apurações, as pedras que reúnem pinturas rupestres vêm sendo danificadas pelo esgoto da cidade que, despejado no Riacho do Chorão, entra em contato com as referidas gravuras. A Justiça Federal da Paraíba já havia concedido liminar para cessar o despejo de esgoto na localidade e, assim, evitar danos ainda mais graves e irreparáveis ao meio ambiente e ao patrimônio cultural.

Para Uairandyr Tenório, não restam dúvidas de que a Prefeitura de Junco do Seridó é a única responsável pelos danos ocorridos no Riacho do Chorão. “Foi comprovada a omissão do Município na prevenção de medidas de esgotamento sanitário para sanar o lançamento dos efluentes líquidos no local”, aponta o procurador regional da República. “Diante do exposto, a sentença deve ser mantida na íntegra”, opina.

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Morre Moacir Barbosa, ex-professor de Jornalismo da UFPB

A Paraíba perdeu uma de suas referências no ensino de Comunicação Social (especificamente na área de Radiojornalismo). Faleceu o professor Moacir Barbosa de Sousa. Ele passou mal, foi levado a um hospital de João Pessoa, mas teve uma parada cardíaca. O falecimento foi ontem à noite.

Velório está acontecendo no Parque das Acácias, onde o corpo será sepultado ainda nesta quarta-feira, dia 11, às 17h. Moacir Barbosa de Sousa foi professor da UFPB, onde exerceu cargos de chefe de departamento, coordenador do curso de graduação em Comunicação Social e diretor do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes.

Foi meu professor na década de 1990 (uma honra para mim!), na graduação em Jornalismo (no Laboratório de Radiojornalismo). Calmo, doce, acessível e com muito saber e poder de reflexão. Era doutor em Ciências da Comunicação (pela USP).

Publicou diversos livros e foi professor associado III da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Departamento de Comunicação Social).

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Exército publica editais de concursos com 165 oportunidades

O Exército Brasileiro divulgou dois editais de concursos públicos para o Curso de Formação de Oficiais (CFO),  Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx). Os documentos oferecem oportunidades para diversas especialidades.

Desde janeiro de 2022, a Escola de Saúde do Exército (EsSEx) e a Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx) foram unificadas, sendo criada a Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército (ESFCEx), com sede na capital baiana. Ambas publicaram os editais, no Diário Oficial da União, nesta quarta-feira (11/5), com a oferta de 165 vagas em todo o país, distribuídos da seguinte forma:

  • Serviço de Saúde (120 vagas);

  • Quadro Complementar de Oficiais do Exército (40 vagas);

  • Serviço de Assistência Religiosa (05 vaga).

 

A Escola de Saúde e Formação Complementar do Exército traz as 120 vagas voltadas para a área da Saúde. Dessas, as chances são voltadas para médicos (107) de diversas áreas, além de farmacêuticos (oito) e dentistas (cinco). Confira a distribuição:

 

Cursos de Formação de Oficiais Médicos:

 

  • Anestesiologia: 3 vagas

  • Cancerologia/Oncologia: 5 vagas

  • Cardiologia: 8 vagas

  • Cardiologia Intervencionista (Hemodinâmica): 2 vagas

  • Cirurgia de Cabeça e Pescoço: 1 vaga

  • Cirurgia de Mão: 1 vaga

  • Cirurgia Geral: 2 vagas

  • Cirurgia Pediátrica: 1 vaga

  • Cirurgia Torácica: 1 vaga

  • Cirurgia Vascular: 2 vagas

  • Clínica Médica: 5 vagas

  • Endocrinologia e Metabologia: 3 vagas

  • Endoscopia Digestiva: 3 vagas

  • Gastroenterologia: 2 vagas

  • Geriatria: 3 vagas

  • Ginecologia e Obstetrícia: 3 vagas

  • Hematologia e Hemoterapia: 3 vagas

  • Infectologia: 3 vagas

  • Mastologia: 2 vagas

  • Medicina Intensiva: 3 vagas

  • Nefrologia: 3 vagas

  • Neurologia: 3 vagas

  • Oftalmologia: 2 vagas

  • Ortopedia e Traumatologia: 3 vagas

  • Ortopedia e Traumatologia (cirurgia de joelho): 1 vaga

  • Ortopedia e Traumatologia(cirurgia de ombro): 1 vaga

  • Otorrinolaringologi: 2 vagas

  • Patologia: 1 vaga

  • Pediatria: 2 vagas

  • Pneumologia: 2 vagas

  • Proctologia: 2vagas

  • Psiquiatria: 4 vagas

  • Radiologia: 2 vagas

  • Reumatologia: 1 vaga

  • Sem Especialidade: 19 vagas

  • Urologia: 1 vaga

 

Cursos de Formação de Oficiais Farmacêuticos:

 

  • Farmácia: 8 vagas

 

Cursos de Formação de Oficiais Dentistas:

 

  • Cirurgia e Traumatologia Buco – Máxilo- Facial: 1 vaga

  • Dentística Restauradora: 1 vaga

  • Endodontia: 3 vagas

 

Já no concurso EsFCEx, são 45 vagas, sendo 40 para o quadro complementar de oficiais do Exército, em diversas áreas. São elas:

  • Administração (quatro vagas);

  • Ciências Contábeis (duas);

  • Direito (duas);

  • Enfermagem (seis);

  • Estatística (uma);

  • Informática (três);

  • Magistério Espanhol (uma);

  • Magistério Física (duas);

  • Magistério Geografia (três);

  • Magistério História (três);

  • Magistério Inglês (três);

  • Magistério Matemática (duas);

  • Magistério Português (três);

  • Magistério Química (três);

  • Psicologia (uma); e

  • Veterinária (uma).

 

Também há cinco vagas para capelão, sendo elas:

  • pastor católico romano (quatro);

  • pastor evangélico (uma).

Exigências

Para se candidatar, é necessário curso superior completo na área de interesse. Para os candidatos do EsFCEx, das áreas de Medicina sem especialidade, Odontologia e Farmácia, será preciso ter, no máximo, 32 anos de idade (completados até 31 de dezembro do ano da matrícula).

Para os cargos de Medicina com especialidade, é preciso ter, no máximo, 34 anos até o dia 31 de dezembro do ano da matrícula. Os concursos também contam com altura mínima e máxima, sendo preciso ter, pelo menos:

  • 1,60m (sexo masculino); ou

  • 1,55m (sexo feminino).

Inscrições

Os interessados em uma das vagas poderão se inscrever  das 10h do dia 14 de junho e até as 15h do dia 5 de agosto, pela internet. Para se candidatar, é preciso acessar o site da própria EsFCEx  e preencher o formulário de inscrição. A confirmação da inscrição será após o pagamento da taxa, no valor de R$150.

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