Aguinaldo e Efraim trocam farpas em Campina Grande
Os deputados Aguinaldo Ribeiro (Progressistas) e Efraim Filho (DEM) trocaram farpas nesta sexta-feira (5) em Campina Grande.
Efraim Filho afirmou à imprensa campinense que não teria medo de enfrentar Aguinaldo Ribeiro nas urnas. Ambos são pré-candidatos ao Senado.
Aguinaldo disse estar sintonizado com o governador João Azevêdo (Cidadania) no aspecto de discutir formação de chapa só em 2022.
Ribeiro também fez uma insinuação que Efraim já não tem mais o comando do seu partido na Paraíba após a fusão com o PSL.
“Nossa diferença é que temos partido para trabalhar. O PP é grande. Deveriam parar de se preocupar comigo”.
Motociclistas detêm taxista que atropelou motoboy em João Pessoa/PB
Uma grande confusão se formou na Avenida Ruy Carneiro, em João Pessoa, depois que vários motociclistas se reuniram para deter um taxista que teria provocado um acidente que atingiu um motoboy, na noite desta quarta-feira
De acordo com informações da Polícia Militar, o taxista estava com sinais de embriaguez e teve seu carro danificado pelos motociclistas. O taxista foi preso e conduzido para a Central de Polícia que fica localizada no bairro do Geisel.
Saúde mental é debatida na CMJP
O evento, em alusão ao Dia Mundial da Saúde Mental, celebrado dia 10 de outubro, foi proposto pelo vereador Durval Ferreira (PL)
Na manhã desta sexta-feira (5), a Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) realizou uma sessão especial que debateu estratégias das políticas públicas e da sociedade voltadas à saúde mental. O evento, em alusão à passagem do Dia Mundial da Saúde Mental, celebrado dia 10 de outubro, foi proposto pelo vereador Durval Ferreira (PL). Profissionais e representantes de instituições relacionados ao tema participaram das discussões.
“Uma entre quatro pessoas será afetada por problemas de saúde mental ao longo da vida, o que dá a dimensão de um problema que tem se agravado com a pandemia. Tendo em vista as comemorações do Dia Mundial da Saúde Mental e das pressões psicológicas do pós-pandemia que todos enfrentamos, achamos por bem promover o debate e considerações sobre o tema junto à sociedade. Hoje os profissionais aqui presentes enriquecem o conhecimento sobre o tema”, justificou Durval Ferreira.
O coordenador do Setor de Saúde Mental de João Pessoa, Vinícius Soares de Oliveira, destacou que o tema vive permeado de preconceito e por muitos anos os pacientes eram tratados em espaços fechados com imensas violações de direitos humanos. “Com uma nova visão e novo paradigma, ocorreu a Reforma Antimanicomial que fechou os hospitais psiquiátricos e criou uma ampla rede substitutiva de atendimentos aos pacientes com transtornos psíquicos e surtos psiquiátricos”, explicou. Ele elencou as unidades de atendimento relacionadas a saúde mental na capital paraibana: o Ambulatório de Saúde Mental Gutemberg Botelho – Rua: Dom Pedro II, 1826; o Caps Regional AD III Jovem Cidadão – Rua Safra Said Abel da Cunha, 326 – Tambauzinho; o Espaço de Atenção à Crise/Serviço de urgência e emergência – Complexo Psiquiátrico Juliano Moreira | Endereço: Rua: Dom Pedro II, 1826 – Torre; o Caps III Caminhar – R. Paulino Santos Coelho, s/n Bairro: Jardim Cidade Universitária; o Caps III Gutemberg Botelho – Av.: Minas Gerais, 409, Bairros dos Estados; o Caps-AD III David Capistrano – R.: José Soares, s/n bairro: Rangel; o Caps I Cirandar – R: Gouveia Nóbrega, s/n bairro: Roger; o Complexo Hospital Municipal Tarcísio Burity – Ortotrauma e Pronto de Atendimento de Saúde Mental – (Pasm) – R.: Agente Fiscal José Costa Duarte, s/n, Mangabeira; e o Hospital Municipal Valentina de Figueiredo – Av. Mariângela Lucena Peixoto, Valentina I.
A diretora do Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil Cirandar (Capsi Cirandar), Luana Campos, revelou que o centro atende 582 jovens em profundo sofrimento com atenção multidisciplinar e apoio às famílias. “É muito difícil ver os jovens sofrendo com transtornos psicológicos e nos faz questionar o que está acontecendo. A verdade é que nossa sociedade está adoecida mentalmente. Precisamos de uma equipe mais fortalecida para garantir tratamento adequado aos jovens de nossa cidade e das cidades circunvizinhas, que nos procuram. Agradeço ao vereador Durval e a Câmara por esse momento”, comentou.
Já a coordenadora do Pronto Atendimento em Saúde Mental (Pasm), Maria Alexina Bezerra, destacou que o programa funciona 24 horas, todos os dias, no Complexo Hospitalar Governador Tarcísio Burity (Ortotrauma), no bairro de Mangabeira. De acordo com ela, o Pasm recebe casos de urgência e emergência em saúde mental de pacientes com idade a partir de 18 anos moradores das cidades de João Pessoa, Cabedelo, Bayeux e Santa Rita. O programa oferece atendimento de uma equipe multidisciplinar que envolve o médico psiquiatra, psicólogo, assistente social, enfermeiro, técnicos de enfermagem e equipe de apoio. “Somos um serviço de referência no estado e atendemos diariamente cerca de 30 pacientes multidisciplinarmente e com atenção à família”, ressaltou.
Por sua vez, representando a esfera privada, a psicóloga e filha do propositor da sessão, Rebeca Ferreira, enfatizou que as questões da saúde mental ainda são tabus e sofrem muito preconceito e muitas vezes são marginalizadas e segregadas pela sociedade. Ela destacou a importância de a esfera privada participar da rede de atenção à saúde mental como suporte para população. “As pessoas estão voltadas para a imagem estética e física sem dar importância ao interior. Precisamos desmistificar que só precisa de psicólogo e psiquiatra pessoas com sérios problemas. Prevenir transtornos e se conhecer melhor permite uma melhor qualidade de vida”, arguiu.
www.reporteriedoferreira.com.br por Damiao Rodrigues
Foto: Olenildo Nascimento
Vivendo de “bicos” Por Rui Leitão
O mercado de trabalho no Brasil experimenta uma realidade preocupante: jovens se adaptando a condições de sub-emprego, sem registro na CLT e com baixa renda. Vivendo de “bicos”, passam a integrar o grande número dos que estão envolvidos nas atividades que ficam à margem da formalidade. É um efeito atrasado da crise econômica que atinge o país nos anos recentes, alcançando fortemente a juventude.
Isso concorre, também, para que diminua a qualificação da nova geração com idade de trabalhar. Não tendo condições de continuarem frequentando uma faculdade, os jovens são obrigados a entrar no mercado informal para terem alguma renda, até pela necessidade de sobrevivência da família. Trabalham para várias empresas ao mesmo tempo, sem criar vínculos empregatícios. Há uma tendência para que busquem a se virar por conta própria.
A situação se agrava quando não se consegue enxergar saídas a curto prazo, pairando um clima de incertezas quanto ao futuro da nossa economia. As mudanças promovidas na CLT geraram insegurança jurídica, tanto no lado do empregador, quanto do empregado. As relações de trabalho foram precarizadas.
Na falta de emprego, os jovens se desdobram em vários trabalhos, como autônomos, buscando compor a renda. A quantidade de brasileiros vivendo de “bicos” é a maior da história. A verdade é que muitos não conseguem ocupar o espaço no mercado de trabalho de acordo com a sua formação ou com os seus propósitos de vida. O excesso de trabalho, em alguns casos, chega a ser considerado quase escravidão.
Esse é o símbolo da recessão que o país atravessa. Uma realidade cruel que nos assusta. É o pior cenário desde a década de 1990. Além dos jovens, os idosos igualmente são alcançados pelo desemprego, sendo forçados a viver de “bicos”. O trabalho informal também ganha força na faixa etária dos que estão acima dos cinquenta anos. Mesmo os que têm experiência e qualificação estão encontrando dificuldades para serem recolocados no mercado de trabalho. As aposentadorias não são suficientes para o sustento deles próprios e da família. No entanto, as portas se fecham para esses profissionais, até pela dificuldade em competirem com os mais jovens. Não lhes resta alternativa, a não ser a informalidade.
O fato é que, além das preocupações com a pandemia, cujo vírus circula entre nós desde o ano passado, o desemprego tem sido o drama que angustia a população brasileira na atualidade, ao criar chagas sociais que nos causam desassossego. O governo precisa dar sinais de alguma eficiência para gerar confiança na sociedade e acelerar a geração de emprego.
www.reporteriedoferreira.com.br Autor
Rui Leitão
Jornalista e escritor, membro fundador efetivo da Academia Cajazeirense de Artes e Letras (Acal).
Prefeito Marcus Diôgo anuncia programação da festa da luz na próxima terça-feira
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O Prefeito de Guarabira, Marcus Diôgo, através da Secretaria de Cultura e Turismo, em conjunto com diversos setores da administração municipal, anunciará na próxima terça-feira (9), às 20h, no Maison de Mel Laguna a programação para a edição da “nova” Festa da Luz.
Após os casos da covid-19 terem baixado consideravelmente e a vacinação seguir em ritmo acelerado no município, existe a expectativa da Prefeitura anunciar o novo formato da festa da luz que é uma das mais tradicionais festas de Padroeiro do Brasil. O evento que é considerado o maior da cidade e do Estado no segmento, não foi realizado com público presencial em 2021 devido à pandemia de Coronavírus. O objetivo da Prefeitura é que com a retomada do evento a economia guarabirense avance ainda mais e seja um grande marco de retomada para diversos setores como a hotelaria, turismo e tantos outros que foram abalados pela pandemia.
Em contato com o site, o Prefeito de Guarabira disse: “A festa da luz é uma das mais tradicionais do Brasil e é uma grande alegria mais uma vez divulgar as grandes atrações. Só quem ganha é a cidade e o Guarabirense.”
Câmara de João Pessoa aprova ‘Aluguel de Transição Emergencial’ para famílias do Complexo Beira Rio
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A Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) aprovou, na sessão ordinária híbrida desta quinta-feira (4), o ‘Aluguel de Transição Emergencial’ às famílias que atualmente residem em condições de extrema precariedade no Complexo Beira Rio. Também foram aprovadas duas realocações orçamentárias e cinco homenagens a personalidades da cidade.
A MP 12/2021, dispõe sobre as normas que regulamentam a implantação do ‘Aluguel de Transição Emergencial’ que será pago às famílias que atualmente residem em condições de extrema precariedade no Complexo Beira Rio para que estas possam ser realocadas voluntariamente em residências próximas que tenham segurança e salubridade, até que cesse o estado de precariedade constatado pelos órgãos públicos, em especial a Defesa Civil, limitado a 24 meses e à disponibilidade de dotação orçamentária e recursos financeiros destinados a essa finalidade, conforme planejamento da execução do Programa João Pessoa Sustentável.
Já o PLO 646/2021, de autoria do Executivo Municipal, autoriza a realocação de dotações orçamentárias através dos instrumentos do remanejamento da transposição e da transferência de recursos de uma categoria de programação para outra no valor de R$ 8.709.500,00, nos seguintes órgãos: Gabinete do Prefeito, na Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Sedec), Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) e Secretaria da Administração. Por sua vez, o PLO 714/2021, realoca R$ 1.800.000,00 na Secretaria Municipal de Habitação Social (Semhab). Ambos foram acatados pela Comissão.
Também foram aprovados cinco Projetos de Decreto Legislativo (PDL) com homenagens a personalidades locais: o 22/2021, do vereador Carlão (Patriota), concedendo a Medalha Cidade de João Pessoa ao ex-gestor da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), Evaldo Cavalcanti da Cruz Neto; os 26/2021, 27/2021, 28/2021 e 29/2021, dos vereadores Marmuthe Cavalcanti (PSL), Emano Santos (PV), Milanez Neto (PV) e Durval Ferreira (PL), outorgando a cidadania pessoense à enfermeira obstetra e idealizadora do projeto ‘Hora do Colinho’, Mariluce Ribeiro e Sá, ao jornalista Danilo Miranda de Medeiros Alves, à pastora Cláudia Roberta Pimentel Barbosa e à missionária Eva Rego Oliveira Nóbrega, respectivamente.
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PEC dos Precatórios expõe falta de coesão na terceira via e abre crise no PDT
Deputados de siglas como PSDB, PSD e Podemos, que planejam ter candidato contra Bolsonaro, votaram com o governo na proposta que ajuda a furar o teto de gastos
Pablo Valadares/ Câmara dos Deputados
PEC dos Precatórios expõe falta de coesão na terceira via e abre crise no PDT
A aprovação em primeiro turno na Câmara, na madrugada de ontem, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que autoriza o governo a adiar o pagamento de precatórios e abre folga orçamentária para o Auxílio Brasil e para emendas parlamentares expôs a falta de coesão nos partidos que pretendem concorrer em uma terceira via para presidente da República no ano que vem.
Deputados de siglas como PSDB, PSD e Podemos, que planejam ter candidato contra Bolsonaro, votaram com o governo na proposta que ajuda a furar o teto de gastos, em contradição com o que defendem suas principais lideranças. No caso do PDT, a repercussão se tornou uma crise. O presidenciável da legenda, Ciro Gomes, anunciou a suspensão de seu projeto eleitoral depois que a bancada do partido foi decisiva para a vitória de Bolsonaro na votação.
Na maioria dos partidos, prevaleceu a lógica de sobrevivência e interesse pessoal dos próprios deputados. O governo e seus aliados na cúpula do Congresso acenaram com maior participação em emendas no ano eleitoral, fator considerado decisivo pelos parlamentares para renovar os votos em suas bases.
Formalmente, o argumento governista é que a aprovação da PEC era imprescindível para garantir o Auxílio Brasil em 2022. Opositores afirmam que o auxílio poderia ser financiado mesmo sem a PEC, e que o texto votado servia principalmente para turbinar emendas sem fiscalização, além de representar uma quebra na responsabilidade fiscal e um calote no pagamento de precatórios (dívidas do governo sobre as quais não cabem mais contestações judiciais).
O apoio ao Planalto em seus partidos deixou adversários de Bolsonaro em situação desconfortável. Logo pela manhã, Ciro Gomes anunciou que pode até desistir de disputar a Presidência:
“Há momentos em que a vida nos traz surpresas fortemente negativas e nos coloca graves desafios. É o que sinto, neste momento, ao deparar-me com a decisão de parte substantiva da bancada do PDT de apoiar a famigerada PEC dos Precatórios. A mim só me resta um caminho: deixar minha pré-candidatura em suspenso até que a bancada do meu partido reavalie sua posição. Temos um instrumento definitivo nas mãos, que é a votação em segundo turno, para reverter a decisão e voltarmos ao rumo certo”, escreveu Ciro no Twitter.
Ele afirmou ainda que “justiça social e defesa dos mais pobres não podem ser confundidas com corrupção, clientelismo grosseiro, erros administrativos graves, desvios de verba, calotes e quebra de contratos”.
O PDT contribuiu com 15 votos a favor do Planalto. Só seis deputados, de uma bancada de 24, votaram contra a proposta, que foi aprovada com uma margem de quatro votos a mais que o mínimo necessário, de 308. Quatro dos cinco deputados do partido pelo Ceará, reduto político de Ciro Gomes, votaram a favor da PEC.
Em reação, o líder da legenda na Câmara, Wolney Queiroz (PE), escreveu uma mensagem aos colegas de bancada em que afirma não ter recebido nenhuma orientação de Ciro sobre o tema — ele pôs o cargo à disposição.
Ao GLOBO, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, afirmou que a votação da bancada foi um “erro estratégico” e que vai conversar com cada um dos deputados até a próxima terça-feira, quando a PEC deve ser votada em segundo turno.
O PDT foi convencido a votar a favor da PEC no fim da tarde de quarta-feira, quando pesou um acordo feito com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), de que seria colocado em votação um projeto que destina aos professores 60% do que a categoria tem direito dessas dívidas (precatórios), mas que será escalonada em três anos.
“Eu sabia que o André (Figueiredo) estava fazendo uma costura pelo Fundef (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério), mas em nenhum momento sabia que o PDT ia ter orientação favorável (à PEC)”, disse Lupi.
Contabilidade
O lado governista procurou aprofundar o desgaste dos adversários. Na madrugada de votação, aliados do Planalto defendiam a aprovação da PEC com o discurso de que só ela financiaria um programa social no ano que vem. Horas depois, na manhã de ontem, o presidente Jair Bolsonaro reforçou a estratégia:
“Mais de cem deputados votaram contra os pobres. Por birra, por eu ser o presidente”.
Entre os partidos que tentam construir uma alternativa eleitoral entre o ex-presidente Lula e o presidente Jair Bolsonaro, a contribuição para a aprovação da PEC foi de 56 votos. Dos 32 deputados do PSDB, 22 foram favoráveis ao texto, seis foram contrários e três não votaram. A legenda tem três pré-candidatos à Presidência, que disputarão prévias: os governadores João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS), e o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio.
Em nota, Doria afirmou que a PEC “fura o teto de gastos e é uma irresponsabilidade do governo federal”. Ele destacou que os deputados do PSDB de São Paulo votaram contra a proposta — seis dos sete tucanos paulistas se posicionaram dessa forma. “Lamento que alguns deputados do meu partido tenham votado a favor do governo”, disse Doria.
No Twitter, Leite afirmou que a PEC “acabou servindo de instrumento para alterações casuísticas no teto de gastos” e que “mina a credibilidade das contas públicas”, mas não comentou o apoio de seu partido para aprová-la. Os dois deputados gaúchos do PSDB votaram a favor da PEC.
No PSD, que deve lançar ao Planalto o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MG), 29 dos 35 deputados votaram com o governo, apesar do discurso de oposição do presidente do partido, Gilberto Kassab.
Já no Podemos, que aposta na candidatura do ex-juiz e ex-ministro da Justiça Sergio Moro, dos dez deputados, cinco foram favoráveis, quatro contrários e um não votou. Moro, prestes a se filiar ao partido, foi contra a PEC. “Aumentar o Auxílio Brasil e o Bolsa Família é ótimo. Furar o teto de gastos, aumentar os juros e a inflação, dar calote em professores, tudo isso é péssimo”, escreveu.
www.reporteriedoferreira.com.br
Por
Agência O Globo
Paraibano Leonardo Rolim é exonerado da presidência do INSS
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O presidente do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), Leonardo José Rolim Guimarães, foi exonerado. Ele vai assumir o cargo de secretário de Previdência do Ministério do Trabalho no lugar de Narlon Gutierre Nogueira.
José Carlos Oliveira, que era superintendente regional Sudeste do instituto, assume o comando do INSS. A troca foi publicada na edição desta sexta-feira (5) do Diário Oficial da União (DOU).
Rolim, irmão da saudosa jornalista Lena Guimarães, assumiu o comando do INSS em janeiro do ano passado, no lugar de Renato Vieira, exonerado por causa das filas dos benefícios represados no INSS.
www.reporteriedoferreira.com.br Metrópoles
AH SE EU FOSSE UM PEIXE! Por Gilvan de Brito
AH SE EU FOSSE UM PEIXE! Por
Gilvan de Brito
Uma das músicas populares mais belas do cancioneiro sertanejo, na minha opinião, chama-se “Riacho do Navio”, de Luiz Gonzaga (1912-1989) e Zé Dantas (1921-1962).
Sou um arraigado citadino, nasci na capital, mas gosto muito das coisas dos sertões brasileiros. Morei em Cajazeiras alguns anos onde aprendi a sentir o gosto, o cheiro e os costumes das coisas do interior. Riacho do Navio traduz esse gosto em alguns aspectos: o rio, os cangapés, as quermesses, o caminho das águas, o peixe, os mergulhos, as vaquejadas, o acordar ao barulho do chocalho e dos passarinhos, as caçadas, a distância do mar e da civilização; e o rádio, que antes imperava e hoje ainda é a fonte de alegria dos habitantes dessas regiões.
Luiz Gonzaga certa vez revelou que recebera essa letra para colocar a música, e que tentou durante vários anos, sem sucesso. Um dia amanheceu inspirado, pegou a sanfona e colocou de uma só vez toda a música sobre a letra em forma de baião. Depois, pegou a sanfona, correu para a fazenda de Zé Dantas, abriu a cancela e entrou cantando a música Riacho do Navio. Zé Dantas ficou arrepiado, ao ouvir aquela maravilha. Eis a música: “Riacho do Navio/ Corre pro Pajeú/ O rio Pajeú vai despejar/ No São Francisco/ O rio São Francisco/ Vai bater no mei do mar/ O rio São Francisco/ Vai bater no mei do mar// Ah! se eu fosse um peixe/ Ao contrário do rio/ Nadava contra as águas/ E nesse desafio/ Saía lá do mar pro/ Riacho do Navio/ Eu ia direitinho pro
Riacho do Navio// Pra ver o meu brejinho/ Fazer umas caçada/ Ver as pega de boi/ Andar nas vaquejada/ Dormir ao som do chocalho/ E acordar com a passarada/ Sem rádio e sem notícia/ Das terra civilizada/ Sem rádio e sem notícia/ Das Terra civilizada// Riacho do navio/ Riacho do navio/ Riacho do navio Tando lá não sinto frio”
(Foto da Pedra do Navio, por onde passa o rio riacho do Navio no interior pernambucano),
www.reporteriedoferreira.com.br Por Gilvan de Brito- Jornalista, advogado e escritor
Secretário-chefe, Roberto Paulino, participa de inauguração do Museu da Cidade de João Pessoa
O secretário-chefe do Governo do Estado, Roberto Paulino (MDB), participou da manhã desta quinta-feira da solenidade de inauguração do Museu da Cidade de João Pessoa (MCJP), localizado na parte sul da Praça da Independência, no palacete onde residiu o então presidente da Paraíba.
Roberto Paulino também encontrou-se, na solenidade de inauguração do MCJP, com Rique Peres, Presidente da Juventude do MDB paraibano, ao lado de Rafael Rabelo, Presidente do MDB Socioambiental da mesma agremiação, juntos na festa de abertura do Museu da Cidade de João Pessoa.