Suspeitos são presos em operação conjunta entre as Polícias Civil e Militar na cidade de Itaporanga

Os presos são investigados por associação criminosa, homicídios, tráfico de drogas e roubos praticados em toda a região.

Os presos são investigados por associação criminosa, homicídios, tráfico de drogas e roubos praticados em toda a região (Foto: Reprodução)

Foi deflagrada nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (15), uma ação integrada por parte da Polícia Civil através da 17ª DSPC sob a coordenação do Delegado Antônio Antonio Luís Barbosa Neto e policiais militares do 13º BPM comandados pelo TC Douglas, com o objetivo de dar cumprimento a mandados de prisão e de busca e apreensão no município de Itaporanga.

Denominada “Operação Imperium” em alusão a expansão das atividades ilícitas de uma organização criminosa que estava atuando na região do Vale do Piancó, assemelhando-se a um verdadeiro império a operação contou com a participação de 30 policiais.

Cinco indivíduos foram presos, uma mulher conduzida à DP e apreendidos um revólver calibre .38, uma espingarda, cartuchos calibre .12, três pés de planta semelhantes a maconha, além de uma quantia de aproximadamente 1.500 reais.

De acordo com informações, os presos são investigados por associação criminosa, homicídios, tráfico de drogas e roubos praticados em toda a região.

Os indivíduos e todo o material apreendido foram levados à delegacia de Polícia Civil para serem adotados os procedimentos cabíveis e em seguida os suspeitos levados à Cadeia Pública de Itaporanga, ficando à disposição da Justiça.

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TJPB nega recurso e mantém condenação com cumprimento de pena da ex-prefeita Lucrécia Adriana

O Tribunal de Justiça da Paraíba, através do desembargador Carlos Martins Beltrão Filho da Câmara Criminal, manteve a condenação da ex-prefeita de Joca Claudino, Lucrécia Adriana, por crime de responsabilidade. O julgamento ocorreu na última terça-feira (13) e o acordão deve ser publicado nos próximos dias.

O Ministério Público já havia concedido parecer favorável a condenação pela detenção da ex-gestora sertaneja.

O juiz Thiago Rabelo em sua decisão, concedeu a acusada recorrer em liberdade com restrições nos finais de semana.

Entenda:

“Trata-se de Apelação Criminal interposta por Lucrecia Adriana de Andrade Barbosa contra sentença lançada em primeiro grau que condenou à pena de 07 (sete) meses e 03 (três) dias de detenção, substituída por limitação de final de semana, pela prática do delito previsto no art. 1º, XIV, do Decreto-Lei 201/67. Em suas razões recursais a apelante pleiteia sua absolvição sob o argumento da insuficiência do conjunto probatório e a atipicidade da conduta, bem assim como ausência de dolo,” diz a defesa.

www.reporteriedoferreira.com.br    Fonte:Resenha Politika




Cícero anuncia cronograma com vacinação de 30+ a partir do próximo domingo

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (Progressistas), anunciou nesta quinta-feira (15) um cronograma ousado de vacinação contra a Covid-19 para os próximos dias. Em postagem nas redes sociais, o gestor disse que a meta é dar continuidade à imunização das pessoas com 40 anos ou mais na manhã desta sexta-feira (16) e iniciar a vacinação do grupo com 35 anos ou mais já no período da tarde. O passo seguinte, será abrir a imunização para o grupo com 30 anos ou mais a partir do próximo domingo (18).

“É com alegria que anunciamos na tarde de hoje a realização de um mutirão de vacinação a partir de amanhã em três etapas: logo cedo, às 8h, o público de 40+ sem comorbidades será imunizado. O agendamento poderá feito a partir das 18h de hoje. Na parte da tarde, abriremos vagas para 35+ em pelo menos duas fases de agendamento durante o sábado. Se tudo der certo, no domingo chegaremos a 30+ com agendamento prévio durante o sábado, e assim, ao terminar todo este trabalho, chegaremos a 75% do nosso público alvo imunizado com a primeira dose”, disse.

O prefeito acrescentou: “Este escalonamento se faz necessário para evitarmos possíveis aglomerações, por isso eh peço que, antes de se dirigir a um dos pontos de vacinação, veja no site da prefeitura todos os horários disponíveis de agendamento para cada faixa etária”.

www.reporteriedoferreira.com.br  / Suetoni Souto Maior




O governo Bolsonaro matou nosso porteiro; Por Ruth de Aquino

 

Adriano, 49 anos, contava os dias para se vacinar. No dia tão aguardado, semana passada, acordou mal e tomou injeção contra dor. O teste deu positivo para Covid. Foi internado e estava consciente, com máscara de oxigênio. Intubado na segunda, morreu na terça, com trombose pulmonar. O coração parou e os médicos não conseguiram reanimar o chefe dos porteiros que vivia rindo e morava com a família no prédio do Leblon desde a virada do século.

Se Adriano fosse inglês, francês, português, italiano, espanhol, alemão, americano, provavelmente estaria vivo e não teria deixado uma família repentinamente órfã, sem teto e sem chão. Em todos os países que investiram a tempo na compra de vacinas de diversos fabricantes, os cidadãos de 49 anos já foram há muito imunizados com as duas doses ou com a dose única da Janssen. O Brasil não é pobre. Tem o segundo Congresso mais caro do mundo.

Mas Bolsonaro sempre foi contra vacinas. Contra máscaras. Contra a vida. Faz propaganda de remédios ineficazes. Propaga o vírus. Desinforma. Fez uma bagunça colossal no Ministério da Saúde. Menospreza o luto. Mesmo beneficiado por observar antes a catástrofe no mundo, o Brasil de Bolsonaro não se preparou para evitar a carnificina. Ao contrário.

A omissão fez o total de mortos explodir em 2021. É aterrador, leia e releia: em 2020, morreram 195 mil brasileiros de Covid. Nos primeiros seis meses deste ano, até ontem, morreram mais 323 mil. Esse número deveria ser suficiente para aprovar o impeachment do presidente. A cada um minuto e meio, dois brasileiros ainda morrem de Covid.

O governo Bolsonaro matou nosso porteiro-chefe. Adriano perdeu a corrida contra o tempo. No dia em que se vacinaria, começou a última semana de sua vida. Paraibano, casado com Rosa, pai de Yasmin, 25 anos, e de Pedro, 16, tricolor doente, José Adriano da Silva sabia mais servir do que chefiar. Era prestativo demais da conta.

Era de Araçagi, uma cidade no Agreste com 18 mil habitantes. O nome, tupi, vem do Rio dos Araçás, fruto típico da região. A mãe de Adriano morreu no ano passado de Covid. O pai, vivo, está inconsolável, não escondia que Adriano era o preferido dos oito filhos, o que mais lhe dava carinho, o que mais o ajudou na vida, enviando dinheiro todo mês.

A história de Adriano é bem brasileira e era bem-sucedida. Veio para o Rio tentar a vida, foi zelador, faxineiro e subiu a chefe dos porteiros. Aqui conheceu a piauiense Rosa, trazida de Teresina por uma família para trabalhar como babá. O casal tinha pouco mais de 20 anos quando nasceu Yasmin. Moravam no playground. Adriano gostava do Fluminense, de churrasco, cerveja no botequim com os amigos, televisão, missa. Parecia feliz. Tinha diabetes, mas nem sabia.

Rosa e os filhos estão com Covid branda. Ela sabe que não pode chorar muito, tem pressão alta, precisa ser forte. O filho adolescente diz que ela não pode morrer, porque só sobrou a mãe. Rosa quer voltar para a Paraíba porque “aqui em casa tem lembrança forte demais do Adriano”. Ele não volta mais, repete Rosa. O prédio está de luto.

Na terra da família Bolsonaro, do general Pazuello, da médica Nise Yamaguchi, do empresário Wizard, do deputado Ricardo Barros, do diretor Roberto Dias e de tantos outros que colocaram seus interesses à frente da vida, Adriano não é ninguém. Apenas mais um morto numa pandemia que poderia ser muito menos cruel. Não fossem cruéis e inescrupulosos nossos governantes e os congressistas que os apoiam.

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Polícia civil da Paraíba avança sob o comando da superintendente Maísa Félix

 

Em pouco menos de dois meses à frente da Superintendência Regional da Polícia Civil, a delegada Maísa Félix Ribeiro de Araújo avança com medidas voltadas à modernização da instituição e, também, com ações de combate ao crime no Estado da Paraíba. O resultado do trabalho já é revelado a partir de números e dados que apontam queda de homicídios, roubos, furtos e ataques a agências de bancos no Estado
A delegada Maísa Félix foi nomeada superintendente regional da Polícia Civil no dia 18 de maio, com ato publicado no Diário Oficial do Estado. Na ocasião, o Diário trouxe mudanças nos quadros da instituição, promovidas pelo governador João Azevedo, que fez trocas de funções de delegados do órgão.
Maísa Félix chegou à Superintendência da Civil por merecimento, em reconhecimento ao excelente serviço realizado à frente das delegacias especializadas da Mulher, onde exerceu o cargo de coordenadora. Na oportunidade, ela se notabilizou pela realização de ações de relevância, que ganhou destaque em nível nacional.
Em novembro do ano passado, ela foi a vencedora do ‘Prêmio Viva-2020’. O prêmio é uma realização do Instituto Avon e Marie Claire, que reconhece e homenageia todas as pessoas que se destacam anualmente por sua atuação e pela defesa dos direitos femininos pelo Brasil

A atuação de Maísa Félix ganhou destaque nacional a partir da sua atuação direta em ações nas ruas, em blitzes nos bairros de João Pessoa. E, ainda, na promoção de um trabalho de conscientização de motoristas e transeuntes em defesa dos direitos das mulheres e contra a violência doméstica.
A delegada atuou, também, em canteiros de obras para alertar pedreiros, ajudantes e mestres de obras sobre as implicações e penalidades que podem sofrer ao agredir, ainda que verbalmente, suas respectivas companheiras.
A delegada Maísa Félix tem mais de 30 anos de serviço prestado à Polícia Civil e à sociedade paraibana.

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Governo da PB assina contrato com restaurante em Cajazeiras para fornecimento de refeição a R$ 1

O Secretário de Estado do Desenvolvimento Humano, Tibério Limeira, assinou na manhã da quinta-feira (15), em Cajazeiras, o contrato com a empresa vencedora da licitação do Programa “Tá na Mesa”, que vai fornecer as refeições, do tipo quentinha pelo preço de R$ 1.

Em Cajazeiras, serão 400 refeições dia e segundo o empresário Essuélio Morais Rodrigues, do Grupo Boi na Brasa, o serviço começará no dia 26 de julho.

“A ação em caráter emergencial tem o objetivo de promover assistência alimentar, pelo período de três meses, aos segmentos mais vulneráveis da população, minimizando a fome e a insegurança alimentar e nutricional da população através da distribuição de refeições adequadas, saudáveis, balanceadas e originadas de processos seguros. Um investimento do tesouro Estadual que ultrapassa R$ 4 milhões mensais”, disse o secretário estadual.

O deputado estadual Júnior Araújo (Avante) e a secretária executiva de Desenvolvimento Humano, Denise Albuquerque, estiveram na comitiva e destacaram o trabalho do governador João Azevêdo (Cidadania)

“Importante programa que vai atender muitas pessoas. Cajazeiras vai ganhar em breve também o Restaurante Popular. Esse ficará permanente com 1 mil refeições dia,” frisou Denise Albuquerque.

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Novo presidente do Podemos na PB quer fortalecer aliança com João e Cícero

O novo presidente estadual do Podemos, o advogado Júnior de Queiroz Pires Júnior disse que umas dos seus objetivos a frente da legenda será fortalecer ainda mais a aliança com o governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania) e com o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP).

Júnior Pires já fez parte da gestão de João Azevêdo e também foi secretário-executivo do Procon de João Pessoa. O líder do Podemos na Paraíba afirmou que o partido irá se unir para fortalecer o projeto de reeleição de João Azevêdo e a gestão de Cícero Lucena a frente da Prefeitura de João Pessoa.

“A conversa que tivemos com a presidente Renata Abreu foi no sentido de alinhar na Paraíba ainda mais com a reeleição com o governador João Azevedo e o prefeito Cícero Lucena”, afirmou.

www.reporteriedoferreira.com.br   /Paraíba Já




Cristiano diz que reverendo Amilton intermediou negociação da Davati com a Saúde

Cristiano Carvalho, representante comercial da Davati no Brasil, foi acusado pelo policial militar Luiz Paulo Dominguetti de envolvimento no caso de um suposto pedido de propina de US$ 1 por dose da vacina AstraZeneca na negociação com o Ministério da Saúde

Cristiano Carvalho, representante comercial da Davati no Brasil, na CPI da Covid
Divulgação/Agência Senado/Pedro França

Cristiano Carvalho, representante comercial da Davati no Brasil, na CPI da Covid

O representante comercial da  Davati Medical Supply no Brasil, Cristiano Carvalho, disse na sessão da CPI da Covid nesta quinta-feira (15) que o  reverendo Amilton Gomes de Paula foi o responsável pela intermediação entre a Davatti e o Ministério da Saúde para a venda das supostas 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca. Assista:

Segundo o representante da Davati, existiu um pedido de propina, o qual ele se refere como “comissionamento”. Conforme afirma Cristiano, o pedido veio do  do grupo do tenente-coronel Blanco e da pessoa que o tinha apresentado ao Blanco, que é de nome Odilon.

“A informação que veio a mim, vale ressaltar isso, não foi o nome propina. Ele [Dominghetti] usou comissionamento. Ele se referiu a esse comissionamento sendo do grupo do tenente-coronel Blanco e da pessoa que o tinha apresentado ao Blanco, que é de nome Odilon”, informou.

Cristiano também disse não saber como a empresa iria fornecer 400 milhões de doses do imunizante ao Ministério da Saúde, como prometia na negociação. O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da comissão parlamentar, lembrou que era um número muito expressivo de vacinas em um momento de escassez do imunizante em todo o mundo. Assista ao vivo:

“Há 15 dias, a própria Davati não consegue ou não quer dar essas explicações. Eu tenho pedido insistentemente à Davati que produza essa explicação. Como brasileiro, todos nós gostaríamos de saber, e, até o momento, não recebi essa informação”, disse Cristiano.  Confira:

Cristiano também disse não possuir vínculo empregatício com a Davati e negou ser o CEO [chefe] dela no país. A empresa está envolvida numa suspeita de corrupção, com pedido de propina por um funcionário do Ministério da Saúde, Roberto Dias, para a compra da vacina AstraZeneca. Dias teria pedido US$ 1 a mais por dose do imunizante – quando eram oferecidas 400 milhões de doses.

“Eu não tenho vínculo empregatício, não tenho contrato, nunca fui remunerado para fazer a aproximação entre a Davati e o governo brasileiro. Também não sou CEO da empresa, a Davati não possui CEO e nem representação comercial aqui no Brasil. Simplesmente, a empresa, através de um amigo, me pediu para intermediar a relação aqui com o Ministério da Saúde e o senhor Dominghetti”, disse Cristiano.

www.reporteriedoferreira.com.br / Ig




Presidente da CMJP e Presidente da CEF são recepcionados em Brasília

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O deputado federal e líder da Maioria no Congresso, Aguinaldo Ribeiro (Progressistas) recepcionou em Brasília, juntamente com o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, o presidente da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), vereador Dinho Dowsley (Avante), a vereadora e vice-presidente da Câmara, Eliza Vírginia (Progressistas) e o 2º secretário da Mesa Diretora, Tarcísio Jardim (Patriotas).

Na pauta do encontro estava a liberação do empréstimo para a construção de um novo prédio do Poder Legislativo Municipal, em João Pessoa.

Aguinaldo agradeceu a disponibilidade do presidente Pedro Guimarães, que sempre tem sido muito solícito em atender os pleitos da Paraíba, destacou a alegria de poder ser um canal direto entre a CMJP e a Caixa Econômica Federal e elogiou a iniciativa da Mesa Diretora da Câmara Municipal de João Pessoa em querer dar à cidade e aos habitantes, uma Casa Legislativa com melhor estrutura e que possibilite melhores condições de trabalho para parlamentares e servidores e maior participação popular.

“Eu fico feliz de poder ser aqui esse canal entre a CMJP e a Caixa Econômica, junto com a senadora Daniella e estar aqui ao lado do nosso presidente Pedro Guimarães, sempre muito solícito às nossas demandas. Nosso presidente da Câmara Municipal teve uma visão muito bacana de adquirir o terreno, com recursos próprios para que, de fato, possamos ter uma estrutura nova que vai, sem dúvida nenhuma, possibilitar que, não só os vereadores mas, sobretudo, os cidadãos de João Pessoa possam ter, ali, uma estrutura de sua participação popular condizente com a Capital paraibana”, declarou.

Por sua vez o vereador Dinho Dowsley agradeceu a colaboração que Aguinaldo sempre dá às demandas da Paraíba e de João Pessoa e comemorou o fato da reunião ter sido bastante produtiva.

“Essa audiência teve um avanço muito importante, com a presença do presidente Pedro Guimarães e sua equipe técnica. Nós trouxemos as documentações necessárias, como as notas técnicas, as condições financeiras, tanto do Município quanto da Câmara Municipal de João Pessoa, para que pudéssemos garantir a operação de crédito. A cidade avança e a gente já vai se projetando para quase 1 milhão de habitantes. Nós precisamos ter um plenário com condições necessárias para receber o público e que chegue a altura da nossa Capital”, argumentou.

Já o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães pontuou toda a parceria que a instituição possui com as gestões públicas e com os brasileiros de uma forma geral.

“A Caixa é o maior banco do Brasil e é o banco que financia o maior número de prefeituras. Nós financiamos mais de 600 no ano passado e quando nós assumimos a Caixa era um número muito menor em especial no interior do Brasil, Norte e Nordeste. Reforço ainda que a Caixa é, em especial nesse Governo, o banco de todos os brasileiros”, pontuou.

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Gás de cozinha fica R$ 3 mais caro a partir da segunda-feira

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O gás de cozinha vai ficar R$ 3 mais caro a partir da próxima segunda-feira (19), na Paraíba. O aumento não é proveniente da Petrobrás, mas sim de um deslocamento de fornecedor.

De acordo com Marcos Antônio, presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás de Cozinha da Paraíba (Sinregás), um dos principais fornecedores de gás de cozinha do estado não está mais funcionando e cerca de 85 funcionários foram demitidos.

Com isso, o gás de cozinha que chega à Paraíba virá de Suape, em Recife. Com o aumento do frete, o consumidor final também vai sentir o aumento na compra do gás de cozinha. Trata-se, conforme a Sinregás, de um aumento operacional.

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