Projeções em prédios alertam para manter cuidados contra a Covid-19 na Capital

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A Câmara Municipal de João Pessoa iniciou esta semana uma nova campanha como forma de alertar a população sobre a necessidade de manter os cuidados contra a Covid-19. Desde segunda-feira, 19, projeções de mensagens começaram a ser feitas em pontos de grande movimento do trânsito no início da noite informando que a pandemia continua a fazer vítimas em nosso Estado. A ação começou na avenida Epitácio Pessoa e nesta terça-feira, 20, foi ao bairro dos Bancários. Quem passava pela Rua Empresário João Rodrigues Alves pôde conferir a frase: “Só hoje a Covid levou 3321 pessoas” projetada na lateral do Delta Center.

Nesta quarta-feira, 21, o ponto de projeção será o Edifício Síntese, no cruzamento das avenidas Dom Pedro II e Maximiano Figueiredo. Na quinta-feira, o local escolhido será o Retão de Manaíra.

As projeções de mensagens em prédios foram uma forma de expressão que se tornaram mais populares a partir da pandemia do novo coronavírus. Adotadas inicialmente como uma forma de protesto, elas passaram a ser usadas também para informar ou transmitir frases de esperança.

Para o diretor de Comunicação da Câmara de João Pessoa, Suetoni Souto Maior, o projeto é uma importante ferramenta de alerta à população sobre os cuidados que todos devem ter para evitar a contaminação e disseminação do coronavírus. “Desde o início da pandemia, a Câmara Municipal não mede esforços para contribuir da melhor maneira possível no combate a esse vírus que mata”, afirmou.

Suetoni salientou que a Covid-19 é uma preocupação do Legislativo Municipal e vem ganhando cada vez mais espaço, fomentada pelo debate promovido pelos vereadores, através de iniciativas que visam o enfrentamento à pandemia, por meio da aprovação de projetos e requerimentos.

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 Cícero Lucena entrega novo viveiro florestal no Valentina Figueiredo nesta quarta-feira

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O prefeito Cícero Lucena inaugura nesta quarta-feira (21), às 15h, o novo Viveiro Florestal de João Pessoa. O espaço, que foi completamente reformado, vai funcionar produzindo as mudas de árvores nativas de Mata Atlântica, utilizadas no plantio urbano, bem como na recuperação e preservação das áreas verdes da Capital.

O novo Viveiro Florestal conta com espaço para a produção de mudas, estufa, área de compostagem e uma área específica para ações de educação ambiental, onde serão recebidos estudantes, que poderão acompanhar todo o processo de produção das mudas de árvores, da coleta, escolha  e preparo das sementes até o surgimento das mudas.

O Viveiro Florestal está localizado numa área perto do antigo Viveiro, no Valentina Figueiredo, na Rua Embaixador Sérgio Vieira de Melo, s/nº, próximo ao Sesc Gravatá.

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Bolsonaro implantou “república da morte”, diz comissão da OAB

Documento elaborado por uma comissão de juristas do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acusa o presidente Jair Bolsonaro de ter cometido crimes de homicídio e lesão corporal por omissão e crime contra a humanidade pela forma com que tem conduzido o enfrentamento à pandemia de covid-19. Defende ainda que ele seja denunciado ao Tribunal Penal Internacional, sediado na Holanda.

O parecer, que ainda será discutido e analisado nos próximos dois ou três meses pelos 81 conselheiros da OAB nacional, relaciona vários episódios de omissão do governo federal e destaca que o número de mortes poderia ter sido significativamente menor se o presidente tivesse adotado as medidas recomendadas pelas autoridades sanitárias e comprado as primeiras vacinas ofertadas, em vez de propagar seu discurso negacionista.

O parecer, assinado pelo ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Carlos Ayres Britto e outros nove juristas, cita o desinteresse do governo em negociar com a Pfizer para que o processo de vacinação começasse no fim de 2020.

“O desinteresse do governo federal mostra-se verdadeiramente incompreensível, não somente pelo alto grau de eficácia da vacina, como também pela disponibilidade que tinha a Pfizer de entregar doses do imunizante ainda no final do ano passado […] De acordo com estudos científicos, o simples atraso de alguns meses na imunização da população já seria suficiente para um aumento significativo no número de mortes”, diz o parecer.

O relatório também informa que Bolsonaro desautorizou a negociação prometida pelo então ministro da Saúde Eduardo Pazuello para as primeiras compras da vacina Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan, do governo de São Paulo, em parceria com a chinesa Sinovac. Depois de ser repreendido pelo presidente, Pazuello disse: “Um manda, outro obedece”.

“Houvesse o presidente cumprido com o seu dever constitucional de proteção da saúde pública, seguramente milhares de vidas teriam sido preservadas. Deve, por isso mesmo, responder por tais mortes em omissão imprópria, a título de homicídio. Deve também, evidentemente, responder, em omissão imprópria, pela lesão corporal de um número ainda indeterminado de pessoas que não teriam sido atingidas caso medidas eficazes de combate à covid-19 tivessem sido implementadas.”

O relatório também mostra que o presidente da República descumpriu o dever de zelar pela saúde pública, como também tentou sistematicamente impedir que medidas adequadas ao combate da covid-19 fossem tomadas, como a política de distanciamento social e as restrições para o funcionamento de atividades não essenciais como forma de reduzir a circulação do vírus.

Os crimes de Bolsonaro, no entanto, não se restringem à esfera nacional, apontam os juristas. O documento afirma que Bolsonaro cometeu crime contra a humanidade, passível de denúncia perante o Tribunal Penal Internacional, ao fundar uma “república da morte”, e cita estimativa feita pelo cientista Pedro Hallal em artigo para a revista científica britânica The Lancet.

Segundo o cientista, o Brasil poderia ter evitado 180 mil mortes até março de 2021, quando o país contava 262 mil mortos, caso tivesse adotado as medidas preconizadas pelas autoridades sanitárias para o enfrentamento da doença.

“Em suma: por meio de sistemáticas ações e omissões, o governo Bolsonaro acabou por ter a pandemia sob seu controle, sob seu domínio, utilizando-a deliberadamente como instrumento de ataque (arma biológica) e submissão de toda a população”, assinalam os juristas.

“Não há outra conclusão possível: houvesse o Presidente cumprido com o seu dever constitucional de proteção da saúde pública, seguramente milhares de vidas teriam sido preservadas. Deve, por isso mesmo, responder por tais mortes”, sustentam os juristas, no parecer aprovado por unanimidade.

Assinam o documento, além de Ayres Britto, Miguel Reale Jr., Carlos Roberto Siqueira Castro, Cléa Carpi, Nabor Bulhões, Antonio Carlos de Almeida Castro, Geraldo Prado, Marta Saad, José Carlos Porciúncula e Alexandre Freire.

 

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Brasília equilibra o Brasil:  Por Valter Nogueira 

Brasília equilibra o Brasil:  Por Valter Nogueira

A semente plantada no Planalto Central brasileiro pelo visionário Juscelino Kubitscheck dá frutos no tempo atual, promovendo o equilíbrio regional, quanto à questão de descentralização populacional e de recursos financeiros. Estamos falando de Brasília, a capital federal do Brasil e a sede de governo do Distrito Federal, localizada na região Centro-Oeste do país.   Hoje, a cidade completa 61 anos.

Sem Brasília, provavelmente o Rio de Janeiro seria, hoje, a maior cidade do país, em número de habitantes, e com concentração de poder e renda. Com certeza,  estaria maior que São Paulo. E, ainda, mais longe das demais regiões do país; Brasília está melhor localizada em relação aos demais rincões.

Por sorte, e em tempo, Kubitscheck arrancou a capital brasileira do litoral do Sudeste e a replantou no Planalto Central do Brasil. E, assim, o que antes não passava de um lugar no meio do nada, que parecia não vingar, hoje é a terceira maior cidade do país, com cerca de 3 milhões de habitantes e com um dos aeroportos mais movimentados da Nação.

Brasília é o centro político do Brasil e é uma das únicas cidades modernas do mundo a receber o título de Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO. Através do planejamento realizado desde a sua fundação, ela atrai pessoas de diversos lugares do mundo.

E o grande arquiteto Oscar Niemeyer tinha razão quando afirmava, na década de 1960, que Brasília era a cidade do futuro. Segundo depoimentos de amigos de sua geração, Niemeyer costumava a encontrar amigos que, insistentemente, diziam não gostar de Brasília – tipo, cidade para não morar – , no que ele respondia:

– Mas Brasília não foi feita pra a gente, pra nossa geração. Quem vai gostar de Brasília são os jovens de hoje.

É possível que, à época, tenha dito também: quem viver, verá!

No Centro do País

Brasília foi erguida no meio do cerrado, em menos de quatro anos, a partir de uma concepção modernista de urbanismo e arquitetura. A cidade foi o ápice do projeto desenvolvimentista do presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira (1956-1961), conhecido pelo lema “Cinquenta anos em cinco”.

Cidade sem esquinas

A cidade de Brasília não possui esquinas, se levado em conta o encontro das principais  ruas e avenidas, que costumam ser em formato de uma tesoura, em vez de esquinas a cada quarteirão.

Política

Diferente dos demais municípios do Brasil, a capital do país não tem eleições para prefeito e vereador. O eleitor da capital federal vota apenas para presidente, governador, senador, deputado federal e deputado distrital.

Parabéns, Brasília!

www.reporteriedoferreira.com.br  Por Valter Nogueira- Jornalista, Radialista  e Escritor.




Vítima da Covid morre  Irenaldo Cavalcvante dono da Autoescola Rainha da Paz, em João Pessoa 

 

O proprietário da Autoescola Rainha da Paz, Irenaldo Cavalcante, morreu nesta quarta-feira (21), em João Pessoa, vítima de complicações de Covid-19. O paraibano é natural do município de São José de Piranhas, no Sertão do Estado.

De acordo com informações , o empresário estava internado em um hospital particular da capital paraibana há dias, mas não resistiu às complicações decorrentes da doença e faleceu na madrugada de hoje.

Conforme o último boletim da Secretaria de Estado da Saúde, a Paraíba contabiliza 282.039 casos confirmados da doença. Foram realizados 803.172 testes para diagnóstico da Covid-19 até o momento. Quanto aos óbitos, o Estado totaliza 6.520 mortes. O boletim registrou ainda um total de 194.932 pacientes recuperados da doença.

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