PSDB da PB marca reunião para debater candidaturas para 2022

O PSDB paraibano realiza no próximo dia 10 de abril, às 14h, de forma virtual, uma reunião com todos os filiados da legenda para discutir e ouvir posicionamentos sobre o processo eleitoral de 2022 e as candidaturas a presidente da República e ao Governo do Estado. A definição da data e a organização do evento foram definidas em uma reunião, com integrantes do partido, comandada pelo tesoureiro André Coelho, realizada nesta terça-feira (23).

“Estamos iniciando o processo de preparação para consulta prévia para definir candidatura a presidente da República, assim como está realizando o PSDB nacionalmente. Aqui na Paraíba, vamos aproveitar para ouvirmos os nossos filiados também sobre a possibilidade de candidatura própria ao Governo do Estado. Pretendemos ouvir todos os nossos filiados, esteja com mandato ou não”, destacou o presidente estadual do PSDB, o deputado federal Pedro Cunha Lima.

De acordo com o presidente, o PSDB que tem mais de 31 mil filiados na Paraíba, pretende com a realização da consulta prévia, mais do que buscar concordâncias, garantir o debate livre, aberto e franco com todos os integrantes da legenda que lutam por uma sociedade unida, mais justa, sempre com respeito, equilíbrio, tolerância e principalmente, com olhar atento aos princípios democráticos.

Presidência

O PSDB vai realizar, em outubro deste ano, prévias para a escolha de seu candidato à Presidência da República em 2022. A decisão foi publicada em Resolução assinada pelo presidente nacional do partido, Bruno Araújo.

A eleição para a escolha de candidatos a cargos majoritários está prevista no artigo 151 do Estatuto do PSDB e deve ocorrer “sempre que houver mais de um candidato disputando a indicação do partido”. O mesmo artigo também garante à Executiva Nacional a prerrogativa de disciplinar a realização das prévias. Já o artigo 152 assegura que o candidato vencedor terá seu nome homologado pela Convenção convocada para este fim.




Bolsonaro cria comitê anti-Covid, mas insiste em ‘tratamento precoce’

O presidente Jair Bolsonaro fez pronunciamento ao lado de ministros, governadores e chefes de poderes — Foto: Reprodução/TV Brasi
Após reunião na residência oficial do Palácio da Alvorada com governadores, ministros e chefes de poderes, o presidente Jair Bolsonaro anunciou a criação de um comitê em parceria com o Congresso para definir medidas de combate à pandemia de Covid-19. Ainda de acordo com Bolsonaro, caberá ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), levar ao comitê as demandas dos governadores.

“Resolvemos, entre outras coisas, que será criada uma coordenação junto aos governadores, com o senhor presidente do Senado Federal. Da nossa parte, um comitê que se reunirá toda semana com autoridades para decidirmos ou redirecionarmos o rumo do combate ao coronavírus”, afirmou o presidente em um breve pronunciamento após o encontro, ao lado dos governadores, ministros e chefes de poderes.

O presidente disse também que, na reunião, discutiu o que ele chama de “tratamento precoce”. O método prevê a utilização de medicamentos defendidos pelo presidente, mas que não têm eficácia contra a Covid-19, de acordo com pesquisas científicas internacionais.

“Tratamos também de possiblidade de tratamento precoce. Isso fica a cargo do ministro da Saúde, que respeita o direito e o dever do médico off-label tratar os infectados”, argumentou Bolsonaro.

Vida ‘em primeiro lugar’

O presidente disse ainda que defende “a vida em primeiro lugar”. Desta vez, ao contrário de suas falas habituais, Bolsonaro não equiparou o emprego à vida na categoria de prioridade.

A reunião entre Bolsonaro, governadores, ministros e chefes de poderes ocorre em um momento em que o Brasil chega perto da marca de 300 mil mortos por Covid-19, desde que a pandemia começou, há pouco mais de um ano.

O país vive o momento mais grave da pandemia, com sucessivos recordes diários de número de mortes e de novos casos. Os sistemas de saúde nos estados estão sobrecarregados, com filas na UTI e ameaça de falta de oxigênio hospitalar e de insumos para sedação de pacientes.

Isolamento social

Em nenhum momento de seu pronunciamento, Bolsonaro falou de medidas de isolamento social, defendidas por especialistas como fundamentais para conter o descontrole do contágio, como é o caso atual da pandemia no Brasil.

Bolsonaro é um crítico de medidas de isolamento adotadas nos estados e, nos últimos dias, tentou, sem sucesso, barrar algumas delas na Justiça.

O tema do isolamento, no entanto, foi defendido pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), que também fez um pronunciamento após a reunião. Ao lado de Bolsonaro, ele ressaltou a importância de restringir a circulação de pessoas.

“Pedir a todos que entendam que em situações delicadas e críticas muitas vezes se faz necessário o isolamento social”, disse o governador.

Os governadores presentes à reunião não são críticos declarados do presidente. Além de Caiado, participaram Wilson Lima (Amazonas), Romeu Zema (Minas Gerais), Ratinho Júnior (Paraná), Marcos Rocha (Rondônia), Renan Filho (Alagoas).

Vacinação

Em sua fala, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que a articulação entre União, estados e municípios vai ajudar a agilizar a vacinação e diminuir os efeitos da pandemia.

“A conclusão é o fortalecimento do SUS, articulado nos três níveis, União, estados e municípios, para prover à população brasileira, com agilidade, uma campanha de vacinação que possa atingir uma cobertura vacinal capaz de reduzir a circulação do vírus”, afirmou o ministro.

Homenagem às vítimas e aos profissionais de saúde

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, prestou em solidariedade às famílias enlutadas e agradeceu aos profissionais de saúde pelo trabalho realizado.

Fux explicou que o Judiciário, por ter a prerrogativa de “aferir a legitimidade dos atos que serão praticados” pelos governantes, não poderá participar diretamente do comitê. Contudo, o Judiciário vai trabalhar em estratégias para evitar disputas desnecessárias na Justiça.

“Como esses problemas da pandemia exigem soluções rápidas, nós vamos verificar a estratégias capazes de evitar a judicialização, que é o fator de demora na tomada dessas decisões”, disse.

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SINDSPOL/PB PARTICIPOU DO LOCKDOWN NACIONAL DA SEGURANÇA CONTRA PEC 32/20 E POR VACINAS

A UPB e a COBRAPOL foram responsáveis pela convocação e organização da mobilização nacional, seguidas por todas as entidades sindicais e associativas dos profissionais da segurança pública. Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Penal e Guardas Municipais participaram dos atos públicos em todo o estado da Paraíba. Em João Pessoa na Central de Polícia, a categoria foi orientada a participar da paralisação nacional por (02) duas horas, das 11 às 13 horas e nesta segunda-feira (22) suspenderam todo o atendimento presencial inclusive no Instituto de Polícia Científica, que atingiu 100%, com exceção dos exames legistas e liberação de cadáver.

A mobilização chamada de Lockdown Nacional da Segurança Pública, teve o alvo principal denunciar a falta de compromisso dos governos federal e estadual, com a distribuição de vacinas contra a covid-19 para aos profissionais da segurança pública, que estão na linha de frente e são essenciais, como também denunciar à sociedade as maléficas medidas de retirada de direitos, a exemplo da PEC 32/20 e a falta de valorização dos policiais civis da Paraíba que recebem o pior salario do Brasil e ao se aposentarem perdem mais da metade da remuneração, as viúvas e aposentados estão há mais de oito anos sem qualquer reajuste em seus proventos e pensões.


O movimento nacional aqui no Estado da Paraíba foi um dos maiores. Os policiais das três esferas atenderam a convocação de suas respectivas entidades e o ato atingiu as expectativas, mesmo com as restrições e respeito ao protocolo da “OMS”, o que prova a insatisfação dos policiais com as medidas injustas e agressivas aos seus direitos, afirmou Antonio Erivaldo presidente do SINDSPOL/PB.

SINDSPOL/PB na Luta!

www.reporteriedoferreira.com.br     Da Assessoria.




Empresários e economistas mudam discurso e já sugerem até lockdown em meio ao avanço da pandemia

Lembra-se daqueles segmentos que pregavam à volta da normalidade na indústria e no comércio, mesmo em meio a tantas mortes e contaminações decorrentes do covonavírus? Aqueles que colocavam sempre os lucros acima da vida, alegando que com medidas restritivas a economia não suportaria?

Lembra-se, né?! Eles, sim, empresários, banqueiros, economistas e outros pertencentes ao andar de cima, às classes mais abastadas, que faziam carreatas em seus carrões reluzentes contra as medidas restritivas.

Pois bem, enlouquecidos e encurralados por uma triste realidade que já os alcançou, eles agora mudaram radicalmente de opinião. E (pasmem!) já sugerem até lockdown.

Uma constatação no mínimo curiosa: na primeira onda do coronavírus, apenas as classes mais necessitadas – sobretudo de idade avançada – foram infectadas, inclusive com um grande número de mortes. Agora, nesta segunda onda, o “corona” veio numa versão muito mais contagiosa e letal, passando o rodo geral, independente de idade, classe social e condições de isolamento.

Com a segunda onda começou a sofrer a classe mais abastada. Políticos, empresários, economistas etc. e tal passaram a frequentar a lista das vítimas das contaminações e mortes. Sem falar, nas celebridades, que também (e lamentavelmente) entraram no circuito de infectados.

E, como era de se esperar, agora o tom da conversa é outro…

Em entrevistas a portais e emissoras de rádio e TV de alcance nacional, alguns empresários, ao comentar a carta, sugeriram a adoção até de lockdown, “onde se fizer necessário”.

É a realidade nua e crua se sobrepondo a falta de bom senso…

Contextualizando

Centenas de banqueiros e economistas divulgaram uma carta aberta à sociedade pedindo medidas de combate à pandemia. O documento será enviado ao Ministério da Economia e aos presidentes do Supremo Tribunal Federal, do Senado e da Câmara.

Ex-ministros da Fazenda, ex-presidentes do Banco Central, economistas de variadas posições no espectro ideológico, empresários: são mais de 500 assinaturas na carta aberta que cobra do governo Bolsonaro um conjunto de providências para finalmente enfrentar a catástrofe sanitária.

Os signatários do documento afirmam no texto que o Brasil é hoje o epicentro mundial da Covid, que o quadro fica ainda mais alarmante com o esgotamento dos recursos de saúde, que a situação econômica e social é desoladora, que a contração da economia afetou desproporcionalmente trabalhadores mais pobres e vulneráveis. E que esta recessão, assim como suas consequências sociais nefastas, foi causada pela pandemia e não será superada enquanto a pandemia não for controlada por uma atuação competente do governo federal.

A carta lembra que a saída definitiva da crise requer a vacinação em massa da população. Que infelizmente, estamos atrasados. Que no ritmo atual, levaríamos mais de três anos para vacinar toda a população. E que impressiona a negligência com as aquisições.

No Congresso

O presidente Jair Bolsonaro passa a viver um mau momento político desde que perdeu a narrativa da vacina. A opinião é de Ciro Nogueira, um dos principais representantes do Centrão.

Nogueira, entretanto, negou que haja desembarque do Centrão do governo. “Não vejo a menor perspectiva de não estarmos com ele. Vamos estar agora e em 2022”, afirma.

Água

Ao ensejo do Dia Mundial da Água, ontem (22), o deputado estadual Jeová Campos reverenciou o Açude Senador Epitácio Pessoa, de Cajazeiras.

O parlamentar lembra que é também autor de um requerimento que solicita a execução da Emenda nº 95, apresentada por ele ao Orçamento Estadual do ano de 2021, com o objetivo de revitalizar o Açude Grande, com a construção do parque linear no entorno do citado manancial.

www.reporteriedoferreira.com.br   Por agências




Bolsonaro presta solidariedade às famílias, às vésperas das 300 mil mortes

Presidente fez discurso com tom moderado e disse que 2021 será “o ano da vacinação dos brasileiros”

Bolsonaro defende vacinação em pronunciamento
Reprodução

Bolsonaro defende vacinação em pronunciamento

Em um pronunciamento transmitido em rede de rádio e televisão na noite desta terça-feira (23), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fez um discurso em defesa da vacinação para vencer a pandemia de Covid-19.

O presidente tentou se afastar do discurso em que colocava dúvidas sobre a vacinação dizendo que o governo buscou vacinas desde o início da pandemia e, pela primeira vez, deu destaque para a prestação de solidariedade às famílias dos quase 300 mil mortos por Covid-19.

Bolsonaro disse, também, que o Brasil é o 5º país que mais vacinou no mundo. Isso porém, diz respeito aos números absolutos de vacinados. Levando em consideração a proporção de vacinados pelo número de habitantes, o Brasil ocupa a posição de número 60º , segundo levantamento do Our World in Data.

Após culpar a variante brasileira do novo coronavírus pelo aumento da mortalidade da doença, Bolsonaro garantiu que toda a população será vacinada com as “mais de 500 milhões de doses adquiridas pelo governo federal”.

“A produção nacional vai garantir que possamos vacinar os brasileiros todos os anos, independentemente das variantes que possam surgir (…) Solidarizo-me com todos aqueles que tiveram perdas em suas famílias. Que Deus conforte seus corações. Faremos de 2021 o ano da vacinação dos brasileiros. Essa é a missão e vamos cumpri-la”, finalizou.

www.reporteriedoferreira.ccm.br     Por Ig




Cícero Lucena encaminha à Câmara projeto sobre Consórcio Metropolitano

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Chegou nesta terça-feira (23), à Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), um projeto de lei de autoria do Executivo Municipal autorizando a Capital da Paraíba a constituir com os municípios de seu entorno o Consórcio Intermunicipal da Região Metropolitana de João Pessoa. O objetivo é aumentar as ofertas de serviço de interesse comum para a promoção e o desenvolvimento político, administrativo, econômico, social e ambiental dos municípios.

O projeto que tem caráter de urgência ainda destaca que através do Consórcio, o município poderá proporcionar à população um conjunto de soluções integradas de forma a melhorar os serviços, otimizando os recursos nos setores sociais, de infraestrutura, institucionais, notadamente: saúde, educação, trabalho e ação social, habitação, saneamento, agricultura, indústria e comércio, turismo, abastecimento de água, energias renováveis, transporte, comunicação, meio ambiente, lazer, cultura, esporte e segurança.

www.reporteriedoferreira.com.br    assessoria




Delegados e agentes envolvidos em morte de empresário em Santa Luzia são presos


O delegado, um agente de investigação da Polícia Civil e um policial militar envolvidos na morte do empresário paraibano Gefferson de Moura foram presos na tarde desta terça-feira (23), em Aracaju, Sergipe. A Polícia Civil de Sergipe realizou a prisão, atendendo ao decreto do Ministério Público e o Poder Judiciário da Paraíba.

A Polícia Civil da Paraíba representou pela decretação da prisão temporária da equipe de policiais sergipanos que participou de uma ação na cidade paraibana de Santa Luzia que resultou na morte do comerciante Gefferson de Moura, de 32 anos.

A morte do comerciante Gefferson de Moura ocorreu na noite da última quarta-feira (17). Segundo os primeiros relatos dos policiais sergipanos, a equipe estava em território paraibano para cumprir mandados de prisão expedidos contra um grupo que atua no roubo de cargas em Sergipe e que estava escondido na Paraíba.

No entanto, segundo a versão dos policiais sergipanos, durante as diligências, eles se depararam com um veículo em atitude suspeita e com o condutor armado com uma pistola. Houve uma reação e os policiais atingiram o motorista, que ainda foi socorrido com vida mas morreu em seguida.

No entanto, as informações não foram confirmadas pelas investigações. O caso passou a ser investigado pela Delegacia de Homicídios da cidade de Patos (PB).

Os trabalhos estão sob a coordenação dos delegados Sylvio Rabello e Glauber Fontes.

De acordo com o delegado Sylvio Rabelo, segundo as investigações, houve fraude processual e execução da vítima.

“Os policiais apresentaram uma arma de fogo, afirmando que ela pertencia à vítima, mas rastreamos a origem e descobrimos que ela pertence a um policial militar de Sergipe e que não havia nenhuma queixa de roubo ou furto. O exame realizado no corpo da vítima mostrou que ela sofreu sete disparos de arma de fogo. E foi socorrida já sem vida ao hospital”, afirmou o delegado.

“Em virtude de as investigações mostrarem condutas muito graves praticadas pelos servidores públicos e da presença de fortes indícios das autorias e materialidade dos crimes praticados, a Polícia Civil da Paraíba representou pela prisão temporária dos envolvidos, para garantir a tranquilidade necessária para a conclusão das investigações”, acrescentou Rabelo.

Os três agentes, incluindo o delegado Osvaldo Neto, ficarão custodiados na sede da Polícia Civil em Aracaju. Uma equipe de policiais civis da Paraíba irá até o local para realizar interrogatórios e demais diligências necessárias.

“As investigações ainda não foram concluídas. Os trabalhos estão em continuidade. A Polícia Civil da Paraíba está trabalhando de maneira técnica e imparcial”, destacou o delegado.

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O DIA DE HOJE HÁ 50 ANOS: Por Gilvan de Brito 

O DIA DE HOJE HÁ 50 ANOS: Por Gilvan de Brito
“Tanto riso/ Oh, quanta alegria/ Mais de mil palhaços no salão/ Arlequim está chorando/ Pelo amor da Colombina/ No meio da multidão.”
Então acordo-me, sentado numa das fileiras da quadra de esportes do Esporte Clube Cabo Branco, lotada de foliões, cada um com uma fantasia mais colorida. O cheiro de lança-perfume está no ar, juntamente com o som da música Máscara-Negra, cantada por milhares de pessoas, circulando no dancing improvisado da quadra.
“Foi bom te ver outra vez/ Tá fazendo um ano/ Foi no Carnaval que passou/ Eu sou aquele Pìerrrot, que te abraçou, que te beijou/ Meu amor.”
O som aprimorado da Orquestra Tabajara, com Severino Araújo à frente, de costa para o público, dançando sem parar, regendo e ás vezes tocando clarineta, contagia a todos. A voz da cantora, firme, forte tirando os acordes com precisão, olho para o centro do dancing, identifico várias pessoas da sociedade local.
“A mesma máscara-negra/ que esconde o teu rosto/ Eu quero matar a saudade/ Vou beijar-te agora \não me leve a mal/ Pois é Carnaval/ Vou beijar-te agora \não me leve a mal/ Pois é Carnaval.”
Chamo a mulher e desço para o dancing, misturando-me aos foliões e circulando com aquele bloco alegre, que todos os anos encontra-se naquele mesmo local, comemorando os dias de Momo. Sinto um fio de gelo percorrendo às minhas costas. Olho e vejo um amigo espargindo sua lança perfume. Retribuo com um jato do líquido da minha lança perfume Rodouro, gelado no seu peito, rimos e seguimos em frente. Então a orquestra de Severino Araújo, a um sinal feito no ar, dá um breque e muda parta outra Marcha Rancho, desta vez a música “Turbilhão”, de Moacir Franco. Os foliões aplaudem e começam a cantar a nova música:
“A gente brinca escondendo a dor/ E a fantasia do meu ideal/ É você, meu amor/ Sopraram cinzas no meu coração/ Tocou silêncio em todos clarins/ Caiu a máscara da ilusão dos Pierrots e Arlequins/ Vê colombinas azuis a sorrir laiá./ Vê serpentinas na luz reluzir/ Vê os confetes do pranto no olhar/ Desses palhaços dançando no ar/ Vê multidão colorida a gritar lará/ Vê turbilhão dessa vida passar/ Vê os delírios dos gritos de amor/ Nessa orgia de som e de dor”.
Então acordo-me, triste e saudoso dos velhos tempos que não voltarão jamais,, quando éramos felizes e não sabíamos. Quem conheceu, sabe”!
www.reporteriedoferreira.com.br   Por Gilvan de Brito, Jornalista,advogado e escritor



Novo ministro; nova postura ante à crise sanitária por Valter Nogueira

Novo ministro; nova postura ante à crise sanitária  por Valter Nogueira

O governo do presidente Jair Bolsonaro parece, enfim, se render à ciência ante a força letal do novo Coronavírus, fato perceptível a partir das declarações do novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Desde que assumiu o Ministério, Queiroga tem recomendado o que já era prescrito pelo médico Luiz Henrique Mandetta – primeiro ministro da Saúde do atual governo.

A receita do atual e do ex-ministro é simples: adoção de medidas preventivas, tais como isolamento social e uso de máscara, além de higienização pessoal. Tudo isso, agora, claro, com o incremento e celeridade da campanha de vacinação.

Em resumo, Marcelo Queiroga voltou recomendar tudo o que Bolsonaro era contra. O fato novo é que, diferente do que ocorreu com os seus antecessores, o ministro paraibano não foi, em momento algum, desautorizado em nada pelo chefe da Nação – que bom!

Em tempo – e para o bem geral da nação –, o presidente Bolsonaro parece ter aceitado um auxiliar que impõe condições – com conhecimento de causa –, vez que se trata de um médico que, antes de tudo, não abre mão da ciência e da técnica.

Novo tempo

A partir das declarações do novo ministro da Saúde, é possível vislumbrar o início de um novo tempo quanto à política nacional de enfrentamento ao novo e letal vírus (Covid-19). E, o que é melhor, o presidente Bolsonaro parece ter acatado a mudança de rumo proposta pelo médico Marcelo Queiroga.

Alto Preço

Antes tarde do que nunca, diz o ditado popular. Porém, a mudança tardia do presidente face à pandemia não é capaz de apagar o desgaste do chefe da Nação ante o posicionamento negacionista adotado por este, desde o início da crise sanitária. Prova disso é a queda de popularidade do presidente.

Mudança de Rota

Fontes de Brasília dão conta de que a orientação do Palácio do Planalto é, no momento, aproveitar a onda de credibilidade do novo ministro para tentar mudar a imagem desgastada do presidente Bolsonaro.

Não por acaso Marcelo Queiroga, em suas declarações, insiste em afirmar que é do governo, que é do presidente da República, e não do Ministro, a orientação da política de Saúde atual.

Balela, pois todo mundo sabe que, até ontem, o presidente adotava uma postura negacionista diante da maior crise sanitária enfrentada pelo país e pelo mundo.  Na verdade, a nova política é um projeto formatado pelo ministro paraibano, sem o qual é impossível tirar o país da atual situação de calamidade em que se encontra.

E o presidente Jair Bolsonaro, abatido diante da incapacidade de lidar com a crise, teve que engolir a realidade de goela abaixo, sob pena de ser defenestrado do cargo antes do tempo.

Simples assim!

www.reporteriedoferreira.com.br  por Valter Nogueira, Jornalista e escritor



Drª Paula aponta colapso na Saúde por falta de anestésico para intubação e pede providência urgente ao governo federal

A deputada Doutora Paula (Progressistas) informou que o sistema de Saúde já vive colapso por falta de anestésico necessário à intubação, ao tempo que fez um apelo ao novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para fazer gestão junto ao presidente Jair Bolsonaro, no sentido de que seja tomada providências para enfrentar a crise.

A revelação foi feita pela parlamentar, nesta terça-feira (23), na sessão da Assembleia Legislativa da Paraíba, realizada de forma remota.

“É urgente que o ministro da saúde, Marcelo Queiroga, procure providenciar os insumos necessários à produção de anestésicos. Faço um apelo ao ministro para que este vá até o presidente Jair Bolsonaro, como forma de sensibilizar o chefe da Nação para a gravidade do fato, exigindo, também, ao senhor presidente, a urgente necessidade de tomar medidas concretas para enfrentar a crise”, declarou.

A parlamentar disse, também, que espera que a ação ocorra o mais rápido possível, como forma de salvar vidas. “Que o governo federal não faça como fez com a vacina, cujo plano nacional de imunização demorou a ser formatado, chegando ao povo brasileiro de forma um tanto quanto tardia”, ressaltou.

Em tempo
Em tempo, a deputada Doutora Paula parabenizou as autoridades pela decisão de acelerar a campanha de vacinação contra a Covid-19, disponibilização todas as vacinas para imunizar o maior número de pessoas possível com a primeira dose. “É preciso vacinar mais gente agora, deixando a segunda dose para período posterior”, defendeu.

www.reporteriedoferreira.com.br  / Assessoria