Geraldo Medeiros diz acreditar na compra de vacinas, e distribuição pelo Ministério da Saúde

 

O impasse acerca das compras das vacinas está longe de acabar. Já que ainda não foi decidido de quem será a responsabilidade de adquirir 46 milhões de doses da vacina CoronaVac​.

O impasse acerca das compras das vacinas está longe de acabar. Já que ainda não foi decidido de quem será a responsabilidade de adquirir 46 milhões de doses da vacina CoronaVac​. (Foto: reprodução)

Após a declaração do vice-presidente Hamilton Mourão, feita na quinta-feira (22), onde afirma que os estados têm dinheiro para comprar as vacinas CoronaVac contra o coronavírus, o secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, em entrevista  repudiou a fala e disse que acompanha o andamento junto com o Ministério da Saúde. “Continuo acreditando na centralização de aquisição e distribuição de vacinas pelo Ministério da Saúde”, explicou.

O impasse acerca das compras das vacinas está longe de acabar. Já que ainda não foi decidido de quem será a responsabilidade de adquirir 46 milhões de doses da vacina CoronaVac. Para deixar ainda mais tensa a situação, o presidente Jair Bolsonaro disse também que não iria comprar nenhuma vacina da ‘China’, contrariando o Ministro da Saúde Eduardo Pazuello, que assinou na última terça-feira (20) um protocolo de intenções para adquirir as vacinas que estão sendo desenvolvidas pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

A fala do presidente Jair Bolsonaro foi feita durante entrevista à rádio Jovem Pan na última quarta-feira (21),  onde disse que não autorizará a compra da vacina CoronaVac, mesmo se Anvisa registrar e certificar o medicamento. De acordo com ele, “já existe um descrédito muito grande por parte da população” em relação à vacina chinesa.

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Tiroteio deixa duas vítimas mortas e vários feridos

  1. se

Quatro pessoas foram baleadas entre a noite dessa sexta-feira (23) e a manhã deste sábado (24), em João Pessoa e na região metropolitana. Duas delas morreram, uma está em situação grave e outra já recebeu alta. As informações são da polícia. Em todos os casos, nenhum suspeito foi preso.

João Pessoa

No bairro dos Bancários, na Zona Sul, um homem de 27 anos teria esbarrado em outro que estaria consumindo entorpecentes em uma aglomeração de pessoas na Praça da Paz. Teria ocorrido uma discussão, a vítima chegou a pedir desculpas, mas o suspeito sacou uma arma e atirou três vezes.

O homem tentou fugir, mas foi atingido em uma das pernas e no ombro. Ele foi socorrido para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) dos Bancários, que fica a cerca de 200 metros do local da ocorrência, mas foi transferido para o Hospital de Trauma, onde foi atendido e recebeu alta na manhã desse sábado (24).

Em outro ponto da Capital, um homem de 36 anos saiu de casa, no Valentina, e seguiu para o Rangel, na madrugada deste sábado (24), onde iria se encontrar com uma pessoa, mas foi baleado ao passar pela rua da Mata.

A vítima foi socorrida por uma equipe do Corpo de Bombeiros para o Hospital de Trauma, onde segue internado em situação estável, mas com quadro de saúde considerado grave.

Santa Rita

Na cidade metropolitana, um homem foi baleado por desconhecidos enquanto trafegava por uma rua na Comunidade Cadeado. Ele morreu no local. Segundo apuração da TV Correio, havia poucas informações sobre essa ocorrência.

Conde

Também na região metropolitana, um homem trafegava por uma rua de pouca iluminação na cidade, quando foi baleado por desconhecidos e morreu no local. A população acionou a polícia após ouvir barulho de tiro, mas nenhum suspeito foi visto na área.

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Após polêmica envolvendo general Ramos, Salles fala em ‘assunto encerrado’

Depois de chamar o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, de “Maria Fofoca”, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, não pretende seguir com a polêmica, após Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre o criticarem publicamente pela postura.

Ao assistir, neste sábado, às reações do presidente da Câmara e do Senado, Salles optou por não contra-atacar e prolongar o assunto. “Para mim, este assunto está encerrado”, disse Salles ao jornal ‘O Estado de S. Paulo’.

A decisão de Salles de não alimentar mais o confronto veio de uma indicação do próprio presidente, Jair Bolsonaro (sem partido), que não reprovou o gesto do titular do Meio Ambiente, mas não tem interesse em prolongar a crise.Neste sábado, mais cedo, pelas redes sociais, Maia e Alcolumbre resolveram se colocar do lado de Ramos na disputa contra Salles.

Maia disse que “o ministro Ricardo Salles, não satisfeito em destruir o meio ambiente do Brasil, agora resolveu destruir o próprio governo”. Já Alcolumbre disse que “não é saudável que um ministro ofenda publicamente outro ministro. Isto só apequena o governo e faz mal ao Brasil”.

Ramos e Salles protagonizam o mais recente atrito dentro do governo, que já ocorria nos bastidores e foi tornou-se público nesta semana após Salles usar as redes sociais para se posicionar contra Ramos.

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Oposição quer CPI sobre uso da Abin na defesa de Flávio Bolsonaro

 

Além da CPI, a Rede protocolará um mandado de segurança no STF um pedido de afastamento do ministro Augusto Heleno (GSI) e do diretor da Abin, Alexandre Ramagem. Os dois se encontraram com a defesa de Flávio Bolsonaro para discutir o caso de Fabrício Queiroz

Randolfe Rodrigues, Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz e o ministro Augusto Heleno (GSI) (Foto: Abr | Reprodução)

 

247 – Por iniciativa do senador Randolfe Rodrigues (AP), a Rede protocolará um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de afastamento do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, e do diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem, após a informação de que tiveram uma reunião na qual estavam Jair Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), para discutir as irregularidades nas movimentações financeiras de Fabrício Queiroz, ex-assessor do parlamentar.

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Segundo a coluna de Guilherme Amado, o mandado de segurança da Rede também requererá que o Serviço de Processamento de Dados do governo federal (Serpro) e a Receita Federal, também acionados pela defesa de Flávio Bolsonaro, se abstenham de fornecer ao clã presidencial informações sobre o caso das rachadinhas envolvendo o senador. A legenda quer que Bolsonaro seja impedido de fazer qualquer solicitação à Receita Federal sobre o caso.

O líder do PSB na Câmara dos Deputados, Alessandro Molon (RJ), iniciou a coleta de assinaturas com o objetivo de abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito para avaliar o plano. Também apresentará uma solicitação de apuração na Procuradoria-Geral da República (PGR).

Molon pedirá oficialmente explicações do Gabinete de Segurança Institucional, comandado por Augusto Heleno, e do Ministério da Economia.

Em petição entregue ao GSI, a defesa de Flávio Bolsonaro disse que a Inteligência só foi envolvida por se tratar da segurança da família presidencial e da “estabilidade da democracia”.

Queiroz

De acordo com relatório do antigo Conselho de Atividades Financeiras (Coaf), Queiroz fez movimentações atípicas de R$ 7 milhões de 2014 a 2017.

O ex-assessor também depositou 21 cheques na conta de Michelle, entre 2011 a 2016, totalizando R$ 72 mil. Márcia Aguiar, esposa de Queiroz, depositou outros seis, totalizando R$ 17 mil.

O ex-assessor de Flávio Bolsonaro foi preso em junho na cidade de Atibaia (SP), onde estava escondido num imóvel que pertence a Frederick Wassef, ainda defensor de Flávio na época. Depois ele deixou a defesa do congressista.

www.reportriedoferreira.com.br    Brasil 247

 




Fux diz que tema da vacina da Covid-19 deve chegar ao STF

 

Nesta semana, o Ministério da Saúde comunicou as intenções de compra da vacina do Butantan, mas a aquisição foi vetada por Bolsonaro

Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux , afirmou nesta sexta-feira (23) que é “necessário” que o tema da vacina da Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), chegue ao poder Judiciário para que a Corte tome uma decisão à respeito da obrigatoriedade da imunização por parte da população.

“Podem escrever, haverá uma judicialização, que eu acho que é necessária, que é essa questão da vacinação. Não só a liberdade individual, como também os pré-requisitos para se adotar uma vacina”, ressaltou o ministro.

Fux deu a declaração após dizer que é comum os mais variados temas vão parar no STF. “O Supremo teve que decidir Código Florestal. Quem entende de Código Florestal no Supremo? Ninguém foi formado nisso. Idade escolar, quem entende de pedagogia ali? Questões médicas”, afirmou o ministro.

Nesta quinta-feira (22), a Rede Sustentabilidade acionou o Supremo para que a corte obrigue o governo federal a comprar 46 milhões de doses da Coronavac , vacina produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech em convênio com o Instituto Butantan, ligado ao governo paulista.

O assunto virou  motivo de embate entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Ainda nesta semana, o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, chegou a  anunciar um acordo de intenções de compra para aquisição das vacinas, mas, no dia seguinte,  Bolsonaro descartou a compra pelo governo até que haja comprovação de eficácia.

Embora Fuz tenha dito que o assunto da vacina deva ser discutido pelo STF, ele não deu maiores detalhes sobre como o Supremo pode encarar a questão.

O ministro deu a declaração no evento online sobre o papel do Judiciário no atual cenário de crise, realizado pela Aliança de Advocacia Empresarial.

www.reporteriedoferreira.com.br Por Ig




Maia: Salles resolveu destruir o próprio governo

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tomou partido no conflito político entre os ministros Ricardo Salles, do Meio Ambiente, e Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo. Em suas redes sociais, o deputado atacou Salles dizendo que o ministro depois de “destruir o meio ambiente, agora resolveu destruir o próprio governo”. A crítica à atuação de Salles por parte de Maia não é novidade, mas tem significado diferente diante da disputa e teste de forças do chefe do Meio Ambiente com o palaciano Ramos.

“O ministro Ricardo Salles, não satisfeito em destruir o meio ambiente do Brasil, agora resolveu destruir o próprio governo”, escreveu Maia. O presidente da Câmara já elogiou Ramos em outras ocasiões. O ministro, que é responsável pela articulação política com o Parlamento, tem o apoio de membros do Centrão.

O apoio de Maia se soma ao do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), que já havia usado as redes sociais para sinalizar reforço a Ramos. A chamada ala ideológica do governo, contudo, é crítica ao militar, a quem responsabiliza pela aproximação do governo com o Centrão. Além da ala mais conservadora do governo, Salles tem do seu lado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente.

Conforme o Broadcast/Estadão mostrou, Salles tem informações de que Ramos atua para minar sua atuação na pasta do Meio Ambiente. O conflito se intensificou ainda mais depois que Salles soube que Ramos teria articulado com o Ministério da Economia maiores recursos para as pastas da Infraestrutura e do Desenvolvimento Regional. Já para o Meio Ambiente, o chefe da Secretaria de Governo teria sugerido reduções.

Na última quinta-feira, Salles usou as redes sociais para expor o atrito com o ministro palaciano. Em publicação que logo foi apagada, Salles chamou Ramos de “banana de pijama”. Depois, em outra, criticou a postura de “#maria fofoca” atribuída ao articulador do Planalto.

Ainda na quinta-feira, à noite, Salles e Ramos chegaram a se falar brevemente. Ontem, os ministros foram vistos em evento da Força Aérea Brasileira (FAB) junto do presidente Jair Bolsonaro, que atuou como mediador imparcial para a amenizar a relação dos seus dois chefiados.

Bolsonaro e os ministros almoçaram juntos, acompanhados de outros membros do governo. De lá, Ramos e Salles saíram com a intenção de conversar pessoalmente, mas em outro momento. Ainda não há, contudo, previsão para isso ocorrer.

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CRÔNICA DE GILVAN DE BRITO CARCARÁ, PEGA, MATA E COME: Por Gilvan de Brito

 

CRÔNICA DE GILVAN DE BRITO

CARCARÁ, PEGA, MATA E COME: Por Gilvan de Brito

Durante as minhas caminhadas pela orla do Atlântico, na praia do Bessa, de vez em quando topo com um pássaro não muito comum por essas bandas: o Carcará, também chamado Gavião, muito raro nos centros urbanos, por se tratar de um tipo carnívoro, parente distante da águia, que se alimenta exclusivamente da caça aos pequenos animais. Eu vou andando, tanto na calçadinha ou nas areias da praia, quando ele surge voando, gralheando, estridente, a música que emite seu nome.

Às vezes chega baixo, rasante, em velocidade; de outras, planando sobre uma vegetação rasteira existente nas proximidades da praia de Intermares. Sempre impulsionado pelas longas asas com uma envergadura de aproximadamente 60 cm, quando me vê, invariavelmente, faz uma graça: Pousa nas finíssimas areias da praia e sai andando com dificuldade, parecendo um papagaio e olhando de lado, acompanhando-me por uns dois minutos.

Na semana passada ele (ou ela) parou à minha frente, curioso, e eu também fiquei a admirá-lo durante pouco menos de um minuto. O tempo parou, foi como uma eternidade, em fina sintonia. Ele me perscrutando de cima a baixo e eu o perquirindo nos mínimos detalhes: solidéu preto sobre a cabeça até os olhos, bico voltado para baixo, parte do bico avermelhado, metade do pescoço branco e o restante em listas circulares brancas e marrons, 30 cm de altura, longas pernas amarelas, garras em lugar de patas e plumagem tipo “carijó”, pedrês, com as penas salpicadas de branco em campo marrom

. Acenei-lhe, sem alarde, e ele balançou a cabeça umas três vezes de um lado para o outro com aqueles olhinhos miúdos, como se correspondesse ao agrado. Depois, decidido, foi-se batendo as longas e graciosas asas, com destino à Restinga de Cabedelo, resquício da Mata Atlântica, onde deve habitar. No outro dia, quando eu passava pelo mesmo local encontrei uma pena, largada por ele no meu caminho. Uma pena linda de 19 cm, do papo, curvada, onde cada fio é marcado por três inserções brancas num campo marrom, dos dois lados, como se pode ver na foto.

Parece até que foi arrancada com o próprio bico para ser oferecida como prenda, porque mostrava na base vestígios da pele. Um presente e tanto, com especial carinho, oferecido por um bicho reconhecidamente malvado. Porém, como dizem, ninguém é totalmente mau. Há sempre uma dose de bondade em todo ser humano ou animal. Mas, há algo de estranho e de imponderável em tudo isso, que não sei nem consigo entender nem explicar. É que este tipo de atração muitas vezes em mim se repete, trazendo uma emoção contagiante recíproca que se pode chamar de empatia com os bichos, em muitas oportunidades, já demonstradas. Gilvan de Brito, (Em 22.09.2018 Facebook)

www.reporteriedoferreira.com.br Por Gilvan de Brito-Jornalista, advogado e escritor




Ibope divulga nova pesquisa em João Pessoa e Cícero Lucena lidera com 21% seguido por Nilvan, com 15%

A pesquisa Ibope ouviu 602 entrevistados e foi executada entre o dia 16 de outubro e esta quinta-feira (22).​

Os candidatos a prefeitura de João Pessoa (Foto: Reprodução)

O Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) divulgou, nesta quinta-feira (22), uma nova pesquisa eleitoral com as intenções de votos para a Prefeitura Municipal de João Pessoa.

Cícero Lucena recebeu 21% das intenções de voto dos eleitores entrevistados, liderando a disputa. O segundo candidato mais bem colocado foi Nilvan Ferreira, com 15%. Já o candidato Ricardo Coutinho teve 10% das intenções de voto registradas na pesquisa, empatado com Wallber Virgolino, que teve o mesmo resultado. Edilma Freire e Ruy Carneiro também aparecem empatados com 9% das intenções de voto cada um. João Almeida apresenta 3% das intenções de voto enquanto os candidatos Raoni Mendes e Anísio Maia empatam com 1%.

Na primeira pesquisa Ibope, Cícero teve 18% das intenções de voto, subindo três pontos percentuais na que foi divulgada hoje e passando para 21%. Já o candidato Nilvan Ferreira obteve o mesmo percentual que havia tido da última vez. As intenções de voto em Ricardo Coutinho caíram de 12% para 10%, comparando as duas pesquisas Ibope. Já Wallber Virgolino manteve o percentual anterior.

Ruy Carneiro passou de 7% para 9% das intenções de voto. A candidata Edilma Freire também subiu na pesquisa e passou de 5% para 9%. Já o candidato João Almeida subiu nas intenções de voto de 1% para 3%. Raoni Mendes caiu de 2% para 1% e Anísio Maia manteve o mesmo 1% anterior.

Conforme apurou o ClickPB, a pesquisa Ibope contratada pela TV Cabo Branco no valor de R$ 53.270,98, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código PB-08581/2020, ouviu 602 entrevistados e foi executada entre o dia 16 de outubro e esta quinta-feira (22).

A margem de erro é de 4 pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiabilidade da pesquisa é de 95%.

Confira o resultado da pesquisa Ibope:

  • Cícero Lucena (PP): 21%
    • Nilvan Ferreira (MDB): 15%

  • Ricardo Coutinho (PSB): 10%
  • Wallber Virgolino (Patriota): 10%
  • Ruy Carneiro (PSDB): 9%
  • Edilma Freire (PV): 9%
  • João Almeida (Solidariedade): 3%
  • Anísio Maia (PT): 1%
  • Raoni Mendes (DEM): 1%

Italo Guedes (PSOL) e Rama Dantas (PSTU) tiveram menos de 1%. Camilo Duarte (PCO), Carlos Monteiro (REDE) e Rafael Freire (UP) não foram citados.

REJEIÇÃO

Também foram pesquisadas as intenções de quem os eleitores não votariam de jeito nenhum. Confira abaixo:

  • Ricardo Coutinho (PSB): 53%
  • Cícero Lucena (PP): 30%
  • Ruy Carneiro (PSDB): 17%
  • Nilvan Ferreira (MDB): 17%
  • Wallber Virgolino (PATRIOTA): 16%
  • Anísio Maia (PT): 15%
  • Edilma Freire (PV): 13%
  • João Almeida (SOLIDARIEDADE): 13%
  • Raoni (DEM): 12%
  • Rafael Freire (UP): 11%
  • Rama Dantas (PSTU): 11%
  • Carlos Monteiro (REDE): 10%
  • Camilo Duarte (PCO): 8%
  • Ítalo Guedes (PSOL): 8%
  • Poderiam votar em todos: 1%
  • Não sabem ou preferem não opinar: 11%

Pesquisas anteriores

Na primeira pesquisa Ibope, divulgada no início desse mês, os candidatos mais lembrados pelos eleitores entrevistados foram o ex-prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), o radialista Nilvan Ferreira (MDB) e o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB). Ricardo Coutinho também liderou no índice de maior rejeição, com 43%.

A pesquisa Arapuan/Consult, divulgada nessa terça-feira (20), trouxe Cícero Lucena (PP) e Nilvan Ferreira (MDB) em empate técnico no primeiro lugar, seguido de Wallber Virgolino (Patriota) e Ricardo Coutinho (PSB). A pesquisa Arapuan/Consult foi a primeira realizada após uma semana de exibição do guia eleitoral na TV e Rádio.

www.reporteiedoferreira.com.br/ Clickpb




O RESPEITO A “PONTOS DE VISTA” DIVERGENTES: Por Rui Leitao

O RESPEITO A “PONTOS DE VISTA” DIVERGENTES: Por Rui Leitao
Temos todos nós uma tendência muito forte a não querer compreender os discordantes como parceiros positivos em uma conversação. E assim recusamos a possibilidade de rever nossos conceitos, na frágil convicção de que os “pontos de vista” que defendemos sobre determinado assunto representam a verdade absoluta.
As opiniões são frutos da interpretação do que vivenciamos. Elas se afirmam na conformidade dos nossos interesses e propósitos. E, por isso mesmo, somos levados a imaginar que só nossa visão do mundo é a correta. Ficamos insistentemente incapacitados de apreciar as diferenças. Então assumimos uma postura de arrogância, intolerância, empáfia. Procuramos impor nosso “ponto de vista” como algo incontestável, a verdade absoluta.
A verdade é plural, múltipla. Não existe verdade única, a não ser aquelas definidas como “dogmas de fé”. Então tudo o que exija compreensão, avaliação, entendimento, pode receber diferentes formas de juízo de valor, são mutáveis. O que percebemos como verdade hoje, pode ser alterado conceitualmente amanhã, a partir da análise de ideias divergentes e o uso da racionalidade.
O inevitável conflito nas diferenças de “pontos de vista”, deve ser encarado como oportunidade de reflexão, nunca como ameaça ao nosso pensamento, quando nos comportamos como “donos da verdade”. É preciso exercitar a humildade, despir-se da jactância tão comum nas pessoas que querem fazer prevalecer, a qualquer custo, as suas opiniões. Acolher pacificamente a diversidade que há no mundo.
Todavia, nunca deveremos ter receio de expor nossos “pontos de vista”. É necessário que se faça com apresentação de argumentos presumivelmente convincentes. O que não quer dizer que desrespeitemos as opiniões alheias e nos neguemos a escutar as razões que diferenciam das nossas.
A lucidez dos discernimentos e escolhas se obtém através da capacidade de dialogar, na convivência com interlocutores críticos. Quando se manifesta a incompetência para aceitar os “pontos de vista” diferentes, se abre ensejo para sofrer consequências desagradáveis no modo de viver. A vida social ou familiar exige a busca da racionalidade, evitando o radicalismo.
O Papa Francisco faz uma recomendação importante quanto a isso: “É preciso investir todas as forças no diálogo para reconstruções, respeito a legalidades e encontro das indispensáveis saídas, evitando descompassos que comprometam a civilidade, a ordem e a justiça. Acima de tudo, os segmentos diversos da sociedade, para superar mediocridades, partidarismos, radicalismos de todo tipo, fecundando nova cultura, precisam estar em diálogo pelo bem comum”.
www.reporteriedoferreira.com.br   Por Rui Leitão- Jornalista, advogado e escritor.



OMS rebate críticas de Bolsonaro à origem da vacina: ‘escolhemos a ciência’

 

Porta-voz da entidade diz que debate não deve girar em torno de nacionalidade do imunizante, mas de sua eventual eficácia e segurança

Agência Brasil

Nos últimos dias, Jair Bolsonaro vêm criticando a CoronaVac por ser desenvolvida por um laboratório chinês.

decisão do presidente Jair Bolsonaro de vetar a aquisição de doses da vacina Coronavac , produzida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech e testada no Brasil contra a Covid-19 pelo Instituto Butantan, foi repercutida por uma representante da Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira (23).

Indagada sobre a posição do dirigente brasileiro, Margaret Harris afirmou, em Genebra, que a entidade se guia “pela ciência” ao indicar os imunizantes mais promissores na corrida global contra o novo coronavirus (Sars-CoV-2).

“Nós escolhemos a ciência . [O debate] não é a respeito da nacionalidade, e essa é a beleza de ser multilateral, esse é o ponto da ONU. Nós escolhemos a ciência e deveremos escolher a melhor vacina. E, como se sabe, não vamos apoiar nenhuma vacina até que seja provado que ela teve o mais alto padrão de segurança e o nível certo de eficácia”, disse Harris a jornalistas.

Na última quarta-feira (21), em entrevista à rádio Joven Pan, Bolsonaro criticou a vacina Coronavac e criticou sua origem chinesa da vacina .

O presidente afirmou que existe um “descrédito muito grande” em relação ao imunizante, sem detalhar suas ressalvas, e que por isso o governo federal não comprará doses do imunizante mesmo que ele seja aprovado pela Anvisa .

Mais cedo, no mesmo dia, o Ministério da Saúde havia anunciado que aguardaria a eventual aprovação da fórmula pela Anvisa para sinalizar qualquer intenção de acordo com o Butantan .

“A da China nós não compraremos, é decisão minha. Eu não acredito que ela transmita segurança suficiente para a população [inaudível]. Esse é o pensamento nosso. Tenho certeza que outras vacinas que estão em estudo poderão ser comprovadas cientificamente, não sei quando, pode durar anos”, disse.

Jair Bolsonaro também afirmou que “a China, lamentavelmente, já existe um descrédito muito grande por parte da população, até porque, como muitos dizem, esse vírus teria nascido por lá”.

No mesmo dia, o presidente havia desautorizado o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello , que anunciara a governadores na última terça-feira (20) que a pasta assinou um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da Coronavac do Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo, comandado pelo desafeto João Doria (PSDB).

Na quinta-feira (22), o ministro sinalizou que seguira a orientação do presidente em uma transmissão ao vivo do lado de Bolsonaro. “É simples assim, um manda e outro obedece. Mas a gente tem carinho, dá para desenrolar”, comentou Pazuello .

www.reporteriedoferreira.com.br  /Agência Brasil