Geraldo Medeiros diz acreditar na compra de vacinas, e distribuição pelo Ministério da Saúde
O impasse acerca das compras das vacinas está longe de acabar. Já que ainda não foi decidido de quem será a responsabilidade de adquirir 46 milhões de doses da vacina CoronaVac.
O impasse acerca das compras das vacinas está longe de acabar. Já que ainda não foi decidido de quem será a responsabilidade de adquirir 46 milhões de doses da vacina CoronaVac. (Foto: reprodução)
Após a declaração do vice-presidente Hamilton Mourão, feita na quinta-feira (22), onde afirma que os estados têm dinheiro para comprar as vacinas CoronaVac contra o coronavírus, o secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, em entrevista repudiou a fala e disse que acompanha o andamento junto com o Ministério da Saúde. “Continuo acreditando na centralização de aquisição e distribuição de vacinas pelo Ministério da Saúde”, explicou.
O impasse acerca das compras das vacinas está longe de acabar. Já que ainda não foi decidido de quem será a responsabilidade de adquirir 46 milhões de doses da vacina CoronaVac. Para deixar ainda mais tensa a situação, o presidente Jair Bolsonaro disse também que não iria comprar nenhuma vacina da ‘China’, contrariando o Ministro da Saúde Eduardo Pazuello, que assinou na última terça-feira (20) um protocolo de intenções para adquirir as vacinas que estão sendo desenvolvidas pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.
A fala do presidente Jair Bolsonaro foi feita durante entrevista à rádio Jovem Pan na última quarta-feira (21), onde disse que não autorizará a compra da vacina CoronaVac, mesmo se Anvisa registrar e certificar o medicamento. De acordo com ele, “já existe um descrédito muito grande por parte da população” em relação à vacina chinesa.
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Depois de chamar o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, de “Maria Fofoca”, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, não pretende seguir com a polêmica, após Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre o criticarem publicamente pela postura.
Randolfe Rodrigues, Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz e o ministro Augusto Heleno (GSI) (Foto: Abr | Reprodução)
Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tomou partido no conflito político entre os ministros Ricardo Salles, do Meio Ambiente, e Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo. Em suas redes sociais, o deputado atacou Salles dizendo que o ministro depois de “destruir o meio ambiente, agora resolveu destruir o próprio governo”. A crítica à atuação de Salles por parte de Maia não é novidade, mas tem significado diferente diante da disputa e teste de forças do chefe do Meio Ambiente com o palaciano Ramos.

Os candidatos a prefeitura de João Pessoa (Foto: Reprodução)
O RESPEITO A “PONTOS DE VISTA” DIVERGENTES: Por Rui Leitao
Agência Brasil