Morador de rua é assassinado a tiros em JP e Adolescente é esfaqueada nas costas pelo marido

 

O crime aconteceu na Avenida Professora Maria Sales, por trás do Mercado de Artesanato em Tambaú, área turística da cidade

Foto: Reprodução

Um morador de rua foi executado a tiros na noite deste sábado (7), no bairro de Tambaú, em João Pessoa. O crime aconteceu na Avenida Professora Maria Sales, por trás do Mercado de Artesanato em Tambaú, área turística da cidade.

Uma equipe Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) chegou a ser acionada, no entanto, apenas constatou o óbito da vítima.

A polícia suspeita de acerto de contas por dívidas de drogas. O crime deve ser investigado e câmeras de segurança podem ajudar a identificar

Adolescente é esfaqueada nas costas pelo marido durante discussão em Santa Rita

De acordo com informações apuradas pelo ClickPB, o suspeito de cometer o crime é o marido da vítima.

A adolescente foi socorrida para o Hospital de Trauma de João Pessoa (Foto: Walla Santos)

Uma adolescente de 17 anos foi esfaqueada na madrugada deste domingo (08), no bairro Popular, em Santa Rita, na Paraíba. De acordo com informações apuradas pelo ClickPB, o suspeito de cometer o crime é o marido da vítima.

A adolescente estava com a irmã e o marido quando um homem chegou ao local em uma motocicleta. O marido teria ficado com ciúmes, começou a discutir com a adolescente e a esfaqueou nas costas.

Ela foi socorrida para o Hospital de Trauma de João Pessoa. O estado de saúde não foi divulgado. A Polícia está a procura do marido da vítima.

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Pesquisa mostra Bruno C. Lima e Ana Cláudia no segundo turno em Campina Grande

Segundo o Datavox deste domingo (8), Bruno Cunha Lima (PSD) e Ana Cláudia (Podemos) estariam no segundo turno das eleições de Campina Grande. As intenções de voto de 42% e 22%, respectivamente, mostram uma corrida eleitoral para à Prefeitura de Campina Grande bastante acirrada.

Em terceiro, conforme estimativa, o candidato Inácio Falcão (PCdoB), com 19,3%; seguido de Artur Bolinha (PSL), com 3,3%; Olímpio Rocha (Psol), com 2,2% e Edmar Oliveira (Patriota), com 0,3%. Os indecisos: 7,3% e os que pretende votar em branco ou nulo, 3,6%.

Portanto, os números somados entre os candidatos de oposição chegam a 47,1%, mostram que as eleições de Campina Grande serão decididas no segundo turno, percentuais que superam as intenções de votos dadas a Bruno Cunha Lima, que tem 42%.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral no dia 2 de novembro de 2020, sob o protocolo PB-02681/2020 – TSE/TRE. As entrevistas foram realizadas no dia 4 deste mês e o instituto ouviu 600 pessoas como mais de 16 anos.

O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máximo é de 4,0% para mais ou para menos, sobre os resultados encontrados.

www.reporteriedoferreira.com.br / blogo marcone ferreira




Prefeito de Uiraúna na Paraiba é afastatado pela Justiça por recebimento de propinas

 

Prefeito afastado mobiliza antigos fornecedores da prefeitura e pede voto para Leninha, sua antiga adversária

Bosco Fernandes foi afastado do cargo por suposto recebimento de propinas. Foto: Reprodução

Não poderia, mas informações de bastidores a que o blog teve acesso dão conta de que o prefeito afastado de Uiraúna, João Bosco (PSDB), mergulhou de cabeça na campanha eleitoral deste ano. Fotos e vídeos mostram que o gestor, principal alvo da Polícia Federal na operação “Pés de Barro”, tem reunido fornecedores da prefeitura e pedido apoio para a candidata de oposição, Leninha Romão (PP).

Bosco foi preso no dia 21 de dezembro do ano passado, como consequência da deflagração da operação da PF. Para quem não lembra, se trata daquele prefeito flagrado colocando na cueca R$ 25 mil de propinas pagas por um empresário. Ele deixou a cadeia no meio deste ano, com a obrigação de cumprir medidas cautelares.

Bosco é proibido de encontrar qualquer servidor da prefeitura ou desenvolver atividades relacionadas com a administração municipal. As fotos e vídeos que mostram ele se encontrando com fornecedores da prefeitura e o trabalho de pedido de voto porta a porta, portanto, é visto por aliados e adversários como “comportamento de risco”.

A operação Pés de Barro investiga acusações de peculato, lavagem de dinheiro, fraude licitatória e formação de organização criminosa. O blog apurou que um dossiê está sendo elaborado por adversários para ser remetido à Polícia Federal.

O caso investigado pela PF era conduzido pelo ministro Celso de Mello. com a aposentadoria dele, o caso deve ficar a cargo do ministro Nunes Marques, empossado recentemente

www.reporteriedoferreira.com.br  / Jornal da Paraiba




Biden planeja reverter imediatamente algumas medidas de Trump

Em meio ao clima de comemoração que prevalece neste domingo nos Estados Unidos, o presidente eleito, Joe Biden, planeja voltar por exemplo ao acordo de Paris sobre mudança climática e ainda reverter a retirada do país na OMS

Donald Trump e Joe Biden
Donald Trump e Joe Biden (Foto: Reuters)

247 – O presidente eleito dos Estados Unidos planeja rever de imediato medidas de Donald Trump, revelou na noite de sábado o site do The Washington Post, horas depois de Biden ter sido projetado pela grande mídia dos EUA como o vencedor das eleições de 2020.

Pessoas próximas a Biden disseram ao Post que o novo presidente planeja voltar ao acordo de Paris sobre mudança climática, um acordo que os Estados Unidos abandonaram oficialmente na última quarta-feira.

Biden também planeja reverter a retirada dos Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde, que entraria em vigor em 6 de julho de 2021.

Outra medida que Biden vai revogar imediatamente é a proibição que visava imigrantes de  muitos países de maioria muçulmana e restabelecer o programa Ação Adiada para Chegadas à Infância, conhecido pela sigla DACA, de acordo com o Post.

O presidente eleito planeja assinar rapidamente uma série de ordens executivas após assumir o cargo em 20 de janeiro, o que sinalizaria imediatamente que a política do país mudou e que sua presidência será guiada por prioridades radicalmente diferentes.

Por outro lado, um Senado nas mãos dos republicanos, ou mesmo um com uma estreita maioria democrata, poderia afetar as nomeações para o gabinete de Biden, devido ao poder desse corpo legislativo de confirmar os indicados.

Uma opção que está sendo avaliada é nomear membros do gabinete como membros interinos, uma tática que Trump também usou, disse uma fonte próxima ao presidente eleito ao Post.

Biden já começou a planejar a transição e, a esse respeito, o jornal The New York Times noticiou na sexta-feira que o político democrata planeja anunciar suas preferências por cargos ministeriais em torno do Dia de Ação de Graças – quarta quinta-feira de novembro, informa a Prensa Latina.

Brasil 247 




Barack Obama: ‘Não poderia estar mais orgulhoso de parabenizar nosso próximo presidente, Joe Biden’

Por G1Foto de arquivo de setembro de 2008 mostra o então senador Joe Biden ao lado de Barack Obama, na época candidato presidencial democrata, durante um comício de campanha em Detroit, Michigan   — Foto: Jason Reed/Reuters/Arquivo

Foto de arquivo de setembro de 2008 mostra o então senador Joe Biden ao lado de Barack Obama, na época candidato presidencial democrata, durante um comício de campanha em Detroit, Michigan — Foto: Jason Reed/Reuters/Arquivo

Em pronunciamento oficial nas redes sociais, o ex-presidente dos EUA Barack Obama afirmou que não poderia estar mais orgulho de parabenizar o “próximo presidente, Joe Biden, e a vice-presidente, Jill Biden”.

Em texto oficial publicado no Twitter, o democrata afirmou que quando Biden chegar à Casa Branca em janeiro, vai enfrentar desafios que nenhum presidente enfrentou antes, como uma pandemia incessante, sistemas econômicos e de Justiça únicos, uma democracia em risco e o sistema climático em perigo.

“Sei que ele fará o melhor trabalho para o interesse de cada norte-americano, mesmo que ele tenha ou não recebido seu voto. Então, sugiro que os norte-americanos deem uma chance a ele. Essa eleição mostrou que nosso país ainda continua profundamente dividido”, afirmou Obama.

Obama concluiu o texto dizendo que “a democracia precisa mais de todos nós do que nunca”.

“Michelle e eu esperamos apoiar nosso próximo presidente e a primeira-dama sempre que possível”, disse.

Vitória de Biden

O democrata Joe Biden passou a marca dos 270 delegados no Colégio Eleitoral neste sábado (7), segundo projeções de diversos veículos de imprensa. O número é suficiente para derrotar o republicano Donald Trump e se sagrar o 46º presidente dos Estados Unidos. Kamala Harris torna-se a primeira mulher vice-presidente do país.

Joe Biden agradeceu aos eleitores pelas redes sociais e afirmou que será um presidente para todos os americanos.

Autoridades mundiais repercutem projeção de vitória de Joe Biden

Autoridades mundiais repercutem projeção de vitória de Joe Biden

“América, estou honrado por ter me escolhido para liderar nosso grande país. O trabalho que temos pela frente será árduo, mas prometo o seguinte: serei um presidente para todos os americanos – quer você tenha votado em mim ou não. Vou manter a fé que vocês colocaram em mim”, postou Biden no Twitter.

Embora não oficial, a projeção dos veículos de comunicação é suficiente para que a sociedade americana reconheça a eleição de um presidente (entenda como funciona), já que a contagem chega a demorar semanas e o sistema de colégio eleitoral permite saber antecipadamente quem será o vencedor

Quem foi Biden

A vitória de Biden marca o retorno de um democrata à Casa Branca após a saída de Barack Obama, que governou o país entre 2009 e 2017. Biden foi seu vice-presidente.

Casado com Jill Biden, Joe Biden nasceu em 1942 na Pensilvânia, em uma família católica. O democrata se notabilizou na política em 1972, quando, aos 29 anos, se elegeu para o Senado pelo estado de Delaware e se tornou uma das pessoas mais jovens a assumir o cargo na história dos Estados Unidos.

7 vídeos

Comentaristas listam os pontos fortes e fracos de Donald Trump e Joe Biden

Marcelo Lins: O medo rende votosGuga Chacra: Kamala ajuda Biden, mas não será tão eficiente como Pence foi para Trump

www.reporteriedoferreira.com.br  G1



Líderes europeus parabenizam Joe Biden, eleito presidente dos EUA

 

Emmanuel Macron, da França, falou em ‘superar desafios’; primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, pediu cooperação no combate às mudanças climáticas.

Por G1

Candidato presidencial democrata Joe Biden fala aos apoiadores em Wilmington, Delaware, na quarta-feira (4) — Foto: Paul Sancya/AP

O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, recebeu cumprimentos de lideranças de países aliados na Europa. Momentos depois de os veículos de imprensa anunciarem a vitória do democrata, representantes de Alemanha, França e Reino Unido se pronunciaram nas redes sociais.

Emmanuel Macron, presidente da França, escreveu mensagens em inglês e em francês para dar os parabéns a Biden e à vice eleita, Kamala Harris. “Os americanos escolheram seu presidente”, disse.

“Parabéns, Joe Biden e Kamala Harris! Temos muito o que fazer para superar os desafios de hoje. Vamos trabalhar juntos”, escreveu Macron.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, chamou de “conquista histórica” a vitória dos democratas nos EUA e colocou o meio ambiente em pauta.

“Os EUA são nosso aliado mais importante e eu espero trabalhar bastante junto nas nossas prioridades compartilhadas, das mudanças climáticas a comércio e segurança”, escreveu Johnson, em nota.

Na Alemanha, o ministro de Relações Exteriores, Heiko Maas, comemorou a divulgação dos resultados pelas agências americanas. “Bom que finalmente tenhamos números claros”, afirmou nas redes sociais.

“Estamos felizes para trabalhar com o próximo governo dos EUA. Queremos investir na nossa cooperação para um novo começo transatlântico, um novo acordo”, completou Maas.

O que aconteceu hoje, diretamente no seu e-mail

Joe Biden vence na Pensilvânia e é o presidente dos EUA, aponta projeções da AP

Conglomerado de mídia americana confirma Joe Biden como o novo presidente dos EUA.

www.reporteriedoferreia.com.br  G1




‘Os números são convincentes, nós vamos ganhar essa eleição’, diz Biden após virada em estados cruciais

 

Candidato democrata não se declarou vitorioso e reforçou o pedido de calma em um pronunciamento na cidade de Wilmington, em Delaware.

Candidato democrata, Joe Biden, em pronunciamento neste sábado no Delaware, EUA — Foto: Kevin Lamarque/Reuters

O candidato democrata Joe Biden disse que espera vencer a eleição dos Estados Unidos em seu primeiro pronunciamento após a virada em estados cruciais, neste sábado (7).

“Não temos uma declaração final de vitória, mas os números são convincentes, nós vamos ganhar essa eleição”, disse Biden.

Na sexta-feira (6), Biden conquistou a maioria dos votos em dois estados-chave: a Pensilvânia e a Geórgia. Nesses dois estados, a vantagem do democrata sobre o republicano cresceu ao longo do dia.

Na Pensilvânia, ele lidera por 27.174 votos, com 99% da apuração, segundo a projeção da agência Associated Press. A margem na Geórgia é menor, mas Biden lidera por 4.020 votos, com 99% da apuração.

“Vamos vencer com uma grande maioria, tivemos mais de 74 milhões de votos”, disse o democrata. “É mais do que qualquer outra chapa teve na história, e nosso total de votos está crescendo.”

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Joe Biden diz em discurso que vai ganhar a eleição

O ex-vice-presidente repetiu o pedido de calma aos americanos e disse que a contagem é devagar para que todos os votos sejam apurados.

Ele fez comentários também sobre a pandemia do novo coronavírus e disse que já prepara um plano de ação para seu governo, se for eleito.

Os EUA são o país que mais tem casos e mortes por Covid-19 no mundo. São mais de 9,7 milhões de infectados e 236 mil mortos.

www.reporteriedoferreira.com.br   / G1




Bolsonaro pode seguir Trump e questionar as eleições de 2022, diz Maia

 

Presidente da Câmara avalia que judicialização no Brasil pode se espelhar no que está ocorrendo no pleito dos Estados Unidos

Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), avalia que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pode seguir o comportamento de Donald Trump e questionar o resultado das eleições de 2022 no Brasil. O comentário foi feito pelo deputado durante live nesta sexta-feira (6).

De acordo com o parlamentar, o governo federal tem cerca de seis meses de implementação de medidas econômicas que definirão o restante do mandato de Bolsonaro.

“Em relação a 2022, temos que esperar seis meses. Temos que entender as decisões do governo. Os próximos seis meses de governo serão decisivos para o fortalecimento ou enfraquecimento. Somado a isso, estamos vendo nos Estados Unidos como os mais radicais trabalham o processo eleitoral, o que pode ser um espelho para o Brasil. O centro precisa procurar um caminho. Tem convergência com a parte liberal da economia do governo Bolsonaro, mas divergência com outras pautas”, disse.

Maia ainda comentou que, a depender dos rumos da economia, Bolsonaro pode terminar o mandato enfraquecido, abrindo espaço para um número maior de candidatos. “A gente deve, e pode, avançar na mudança do sistema eleitoral. O fim das coligações terá impacto em 2022. Podemos construir um acordo para caminhar para um sistema misto. O Brasil é um país continental. Tem chance de poder avançar”, afirmou.

www.reporteriedoferreira.com.b  Agência Brasil




O MENINO E O SANTO: Por  FÁBULA DE GILVAN DE BRITO

O MENINO E O SANTO: Por

FÁBULA DE GILVAN DE BRITO

O menino ouvia falar que São João nunca havia tomado conhecimento dos festejos que se faziam na Terra, em sua homenagem, nos dias 23 e 24 de junho de cada ano. As pessoas acendiam fogueiras, dançavam forró, baião, xote e quadrilha junina, soltavam vários tipos de fogos de artifício e balões coloridos, deglutiam pamonhas, canjica, mungunzá e bolo de milho verde.

O que fazer para despertar o santo? Imaginava que, talvez, uma bomba de alto teor pudesse acordá-lo, mas o barulho das bombinhas que ouvia não chegava ao quarteirão mais próximo. Então tomou a iniciativa de acordar o santo com os recursos de que dispunha. Foi ao seu quarto, quebrou o cofrinho de barro em formato de um porco e saiu direto para o bazar de fogos do seu Clidineu, com todas as suas economias, suficientes apenas para a compra de quatro bombas do tipo “arrasa-quarteirão”.

Foi até a pracinha de São Gonçalo e solicitou de dois adultos conhecidos que soltassem as quatro bombas de uma só vez, e pediu um retardo de cinco minutos. Correu para casa, sentou-se no batente que dava para a rua de terra batida e algum tempo depois ouviu uma grande explosão provocada pelos seus petardos. Foi um grande barulho, mas insuficiente para atingir o espaço, segundo imaginou, porque não repercutiu em eco. Frustrado por não ter atingido o alvo, começou a pensar noutra alternativa.

Foi então que lhe veio à memória uma matéria que havia lido numa revistinha do SESI, mandada para seu pai pelo Sindicato, que falava de um lugar chamado “Mitologia Nórdica”, onde existiam vários deuses. Um deles era Thor, filho de Odin, o deus dos raios e trovões, que provocava extraordinários estrondos em tudo que batia com o seu martelo. Pensou em fazer uma prece para o deus do trovão, mas não sabia rezar, vinha de uma família de ateus. Então resolveu fazer um pedido ao deus Thor, para que desse uma martelada com toda força em alguma coisa, para provocar o maior estrondo de que já se ouvira falar.

Não demorou um minuto quando foi surpreendido com uma bola de fogo que cortava o espaço, sobre a sua cabeça, largando enormes labaredas, no sentido oeste-leste, na direção do oceano Atlântico. Tudo aconteceu em segundos, e a bola de fogo, uma réplica das estrelas cadentes que via riscar os céus, sendo aquela, porém, de tamanho muito avantajado, desapareceu após fazer um barulho parecido com o de um tecido de seda sendo rasgada: shsssssssss. Enquanto ruminava a respeito da notável aparição sobre sua cabeça, ouviu, trinta segundos após, uma grande explosão, a maior que já ouvira em toda a vida, soprada das bandas da praia de Tambau, que provocou um eco prolongado: “bummmmmm-bummmmm-bummmm-bummm-bumm-bum”.

Pulou de alegria, deu um murro no ar com o punho cerrado, como fazia Pelé após marcar um gol. Era tudo de que precisava para acordar São João do sono que provocava a suspensão de suas atividades corporais por 48 horas, justamente nos dias em que os habitantes do bairro da Torre lhe prestavam essa fantástica reverência. Agradecido, dirigiu-se ao deus Thor, informando-lhe que a lasca que ele retirara da Lua, com a sua violenta martelada, foi suficiente para provocar uma explosão capaz de acordar o santo.

MORAL DA HISTÓRIA:

Quando insistimos numa ideia, de alguma forma a veremos prosperar, mesmo que o resultado muitas vezes não chegue ao nosso conhecimento.

www.reporteriedoferreira.com.br Por Gilvan de Brito- Jornalista, advogado e escritor




O GRITO DE INDEPENDÊNCIA: Escrito Por Rui Leitao

 

O GRITO DE INDEPENDÊNCIA: Escrito Por Rui Leitao

 

O mais célebre grito de independência da nossa história foi proclamado em 1822, por Dom Pedro I, nos libertando da condição de colônia portuguesa. Decorridos quase dois séculos, esse grito continua sendo necessário ecoar, como manifestação de apreço à liberdade, à soberania nacional e a luta contra a dependência cultural, política e econômica, imposta pelo domínio de pensamentos conservadores.

Não podemos continuar dependentes de conceitos arcaicos do “fazer política”, produzindo uma postura que inibe a liberdade de pensar e de agir. Temos sido ao longo desse tempo vítimas da subordinação à dinâmica da economia internacional, à ingerência de potências estrangeiras e a práticas políticas que agridem os princípios democráticos.

Enquanto persistirem as desigualdades e injustiças sociais, não podemos “bater no peito” e aclamar nossa soberania. Continuamos dependentes de paradigmas que em nada contribuem para a afirmação de uma nação que possa se considerar livre de qualquer tipo de subalternidade. Permanecemos sujeitos a uma cultura política que marginaliza e segrega classes sociais, promove a miséria e estimula a corrupção.

Existe uma estratégia montada para inibir os gritos de rebeldia, os questionamentos, as insurreições, urdida por setores internalizados nos poderes constituídos (executivo, legislativo e judiciário) ou articulada por uma mídia com fortes amarras políticas, desprezando a isenção que se espera de um jornalismo sério e responsável. O novo grito de independência surge na voz rouca das ruas, no clamor por ética na política, nas mobilizações populares, nas cobranças, na fiscalização. A inércia, a passividade, o comodismo, contrariam qualquer formulação de luta pela liberdade, pela independência individual ou coletiva.

O grito de independência não pode ser considerado apenas um brado em favor da nossa autonomia nacional, mas deve servir de símbolo da coragem de se posicionar contra tudo o que venha comprometer nossa liberdade, enquanto povo e enquanto cidadãos. Ficar com esse grito contido é admitir a submissão, a obediência irrestrita, o servilismo, por questões de sobrevivência ou de apego a interesses individuais.

O mais célebre grito de independência da nossa história foi proclamado em 1822, por Dom Pedro I, nos libertando da condição de colônia portuguesa. Decorridos quase dois séculos, esse grito continua sendo necessário ecoar, como manifestação de apreço à liberdade, à soberania nacional e a luta contra a dependência cultural, política e econômica, imposta pelo domínio de pensamentos conservadores.

Não podemos continuar dependentes de conceitos arcaicos do “fazer política”, produzindo uma postura que inibe a liberdade de pensar e de agir. Temos sido ao longo desse tempo vítimas da subordinação à dinâmica da economia internacional, à ingerência de potências estrangeiras e a práticas políticas que agridem os princípios democráticos.

Enquanto persistirem as desigualdades e injustiças sociais, não podemos “bater no peito” e aclamar nossa soberania. Continuamos dependentes de paradigmas que em nada contribuem para a afirmação de uma nação que possa se considerar livre de qualquer tipo de subalternidade. Permanecemos sujeitos a uma cultura política que marginaliza e segrega classes sociais, promove a miséria e estimula a corrupção.

Existe uma estratégia montada para inibir os gritos de rebeldia, os questionamentos, as insurreições, urdida por setores internalizados nos poderes constituídos (executivo, legislativo e judiciário) ou articulada por uma mídia com fortes amarras políticas, desprezando a isenção que se espera de um jornalismo sério e responsável. O novo grito de independência surge na voz rouca das ruas, no clamor por ética na política, nas mobilizações populares, nas cobranças, na fiscalização. A inércia, a passividade, o comodismo, contrariam qualquer formulação de luta pela liberdade, pela independência individual ou coletiva.

O grito de independência não pode ser considerado apenas um brado em favor da nossa autonomia nacional, mas deve servir de símbolo da coragem de se posicionar contra tudo o que venha comprometer nossa liberdade, enquanto povo e enquanto cidadãos. Ficar com esse grito contido é admitir a submissão, a obediência irrestrita, o servilismo, por questões de sobrevivência ou de apego a interesses individuais.

www.reporteriedoferreira.com.br Por Rui Leitão-Jornalista, advogado e escritor.