REPÓRTERES POLICIAIS: Escrito Por Gilvan de Brito 

REPÓRTERES POLICIAIS: Escrito Por Gilvan de Brito

Jornalista, advogado e escritor.

Nas redações dos jornais onde trabalhei nos meus 55 anos de jornalismo, constatei que os repórteres policiais eram as figuras mais curiosas da profissão, onde cada um tinha características próprias, uns pela forma outros pelo conteúdo, fugindo dos padrões. No jornal O Norte, nas décadas de 70 a 90, havia um competente repórter, chamado Juarez Felix, que se sustentou no batente até a terceira idade. Juarez era uma figura interessante: tinha a cara fechada, parecendo que estava sempre irado ou aborrecido com alguma coisa. Quem olhasse para ele, na redação, não queria conversa. Imaginava logo tratar-se de um tipo inabordável. Isso pela forma como encarava as pessoas, com a cara de poucos amigos. Por conta dessa cara de mau humor permanente ganhou o apelido de “Juarez Bute” entre os mais íntimos (a expressão “deu o bute”, no dicionário popular, significa: quando há um acontecimento inesperado). Juarez, porém, era a melhor pessoa do mundo, incapaz de intimidar ou aborrecer qualquer ser humano, e demonstrava isso quando encontrava um amigo ou um colega na rua, onde conversava alegre e até ria, pelo canto da boca. As aparências enganavam aqueles que pensavam diferente.

 


No Correio da Paraíba fui colega de outro repórter policial, chamado José de Sousa, capaz de levar ao fim do dia, quantidade insuperável de notícias do setor. Não primava, porém, pelo aprimoramento da redação. Suas matérias passavam, sempre, pela revisão de Frank Ribeiro, por conta das repetições de palavras e de contradições. Ele escrevia rápido e nunca revisava nada daquilo que colocava no papel. Certa vez, entre as matérias que entregara ao editor da cidade, Bosco Gaspar, havia uma curiosidade: a notícia se referia a um acidente entre um veículo e um poste, no centro da cidade, causando ferimentos no motorista, e ao fim informava que o poste havia sido recolhido ao Hospital de Pronto Socorro (que ainda existia na rua Visconde de Pelotas) enquanto que a vítima fora conduzida ao depósito do Detran. Bosco chamou-o e pediu confirmação da notícia. Ele leu e em seguida garantiu: “É isso mesmo, só esqueci de dizer que a vítima não sofreu maiores consequências”.

 


Outro repórter competente do setor policial era Iedo Ferreira, também do meu tempo. Conhecia todos os delegados, os agentes do Detran, da polícia rodoviária, integrantes da rádio patrulha e policiais civis e militares. Chegava ao jornal pela manhã, sentava-se diante do telefone e começava a colher informações. Quando os repórteres de outros setores estavam saindo para colher as últimas, ele deixava uma pilha de notícias prontas, com Bosco Gaspar, com as ocorrências da noite anterior e as primeiras do dia, até aquele momento. Hoje Iedo não trabalha mais em jornal (mesmo porque fecharam (restando apenas A União, que nunca deu bola ao setor policial), mas, para não fugir à tradição foi ser assessor de comunicação, da Central de Polícia, de onde manda, eventualmente, notícias do setor para este Facebook.

A imagem pode conter: Iedo Ferreira
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Jornalista, advogado e escritor.




Homens fortemente armados e suspeitos de roubar cargas são presos pela PRF em Sobrado-Pb

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Paraíba prendeu quatro homens, apreendeu três armas de fogo, recuperou duas carretas, libertou dois motoristas que era mantidos como reféns pelos assaltantes e recuperou um carro roubado. As carretas transportavam leite em pó e as cargas recuperadas são avaliadas em R$ 1 milhão.

A ação iniciou por volta das 20h, em duas abordagens a automóveis diferentes, ambos na BR 230, nas proximidades de Café do Vento, município de Sobrado/PB, onde haviam em cada veículo três ocupantes, sendo dois criminosos e uma vítima sequestrada.

Dentro do primeiro veículo, um VW/Gol, com placas de Recife/PE, foi encontrada uma pistola de calibre 380, já no segundo veículo, um Peugeot/408, com placas aparentes de Maceió/AL, foram encontados um revólver e uma pistola. Haviam ainda muita munição e rádios HTs para comunicação, além de vários aparelhos celulares.

Durante as abordagens, as vítimas informaram que estavam sendo sequestradas, que foram assaltadas na tarde desta terça-feira (21) na Paraíba em ações diferentes, sendo uma em Alcantil e outra em Campina Grande. Com as informações das carretas roubadas, as quais estavam carregadas com leite em pó, foram realizadas buscas, sendo encontrado o primeiro veículo abandonado no KM 103 da BR 230, município de Ingá, com a carga íntegra. A segunda carreta foi interceptada somente no início da madrugada desta quarta-feira (22), pela Polícia Militar do Estado da Paraíba, no município de Sumé/PB, onde o motorista, após acompanhamento tático, conseguiu fugir para o mato. Foram realizadas buscas, mas os motoristas não foram encontrados.

Após uma fiscalização minuciosa nos veículos, foi constatou-se que o veículo Peugeot/408 utilizado pelos criminosos durante a ação era clonado e havia sido roubado em setembro de 2019, no município de Palmares/PE.

Os homens detidos, dois de 29 anos e dois de 25 anos, eram moradores de Pernambuco e já possuem extensa ficha criminal e deverão responder agora pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo, roubo de carga, sequestro e cárcere privado, associação criminosa, receptação de veículo roubado e adulteração veicular. Ao Diante das circunstâncias, todos os envolvidos foram encaminhados para a Central de Flagrantes de João Pessoa.




Coronavírus; Paraíba tem 301 casos confirmados e 39 mortes

Um novo boletim sobre o avanço do coronavírus na Paraíba foi divulgado no fim da tarde desta terça-feira, 21, pela secretaria estadual de Saúde da Paraíba. Dos 301 casos confirmados até hoje, 116 já se recuperaram, 42 estão hospitalizados, 10 deles em leitos de UTI e 39, infelizmente, faleceram. Os demais se recuperam em isolamento domiciliar acompanhados pelas secretarias municipais de saúde.

Os casos estão distribuídos em 23 municípios: João Pessoa (202), Santa Rita (24), Campina Grande (20), Cabedelo (12), Bayeux (9), Patos (8), Junco do Seridó (3), Pombal (2), Serra Branca (1), Sapé (3), Sousa (1), Igaracy (1), Taperoá (1), São João do Rio do Peixe (1), Riachão do Poço (1), São Bento (1), Congo (1), Queimadas (1), Bom Jesus (1), Conde (1), Cruz do Espírito Santo (1), Itabaiana (1), Cajazeiras (2)

Mulher, 71 anos, residente em João Pessoa, apresentava comorbidades como diabetes e obesidade. Estava internada em hospital privado, óbito do dia 17/04.

Homem, 56 anos, profissional da saúde, residente em João Pessoa, cardiopata, teve início dos sintomas em 04/04, estava internado em hospital privado. Óbito ocorrido no dia 21/04/2020.

Homem, 62 anos, portador de neoplasia de cólon, estava internado em UTI de um hospital público. Residia em João Pessoa. Óbito ocorrido em 21/04

Mulher, 67 anos, Moradora de João Pessoa, ex-tabagista,iniciou sintomas 07/04 ( tosse, cefaléia, febre, dor muscular), piorou e no dia 15/04 deu entrada em uma UPA sendo encaminhada a Hospital Público. Óbito 21/04

Idoso, 95 anos, morador de João Pessoa iniciou sintomas gripais no dia 06/04, deu entrada em hospital público no dia 14/04 já com agravamento do quadro. Óbito ocorrido em 21/04

Homem, 61 anos, hipertenso, residente em Cajazeiras, teve início de sintomas em 10/04. Estava internado em hospital público e o óbito ocorreu em 20/04.

No momento, 144 pessoas estão internadas com notificação de suspeita para Covid-19, sendo 111 em enfermaria (84 público/ 27 privado) e 33 na UTI (22 público/ 11 privado).

Boletim do Coronavírus em João Pessoa (22/04)

Casos confirmados (205)

15 – Cristo Redentor

14 – Manaíra

12 – Mangabeira

11 – Miramar

09 – Bairro dos Estados, Bancários e Valentina

08 – Aeroclube, Jardim Cidade Universitária e Funcionários

07 – Gramame

06 – Cabo Branco

05 – Jardim Oceania, Altiplano, Cruz das Armas e Ernesto Geisel

04 – Treze de Maio, Tambaú, Tambauzinho e Portal do Sol

03 – Bessa, Bairro dos Ipês, Brisamar, Pedro Gondim, Expedicionários, Torre, Oitizeiro e João Paulo II

02 – Jaguaribe, Castelo Branco, Alto do Mateus, Varjão e José Américo

01 – Mandacaru, Bairro São José, Roger, Centro, Ilha do Bispo, Tambiá, Trincheiras, Jardim São Paulo, Anatólia, Jardim Veneza, Ernani Sátiro, Costa e Silva, Cuiá, Planalto da Boa Esperança, Paratibe, Esplanada e um (ainda) não identificado

 

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21 d abril 2020; Hoje o Grande Oriente da Paraíba completa 40 anos de sua fundação.

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Hoje o Grande Oriente da Paraíba completa 40 anos de sua fundação. No dia 21 de Abril de 1980 O então Presidente do Colégio de Grão Mestre da Maçonaria Brasileira Armando Fagundes então Grão Mestre do Grande Oriente Independente do Estado do Rio Grande do Norte(GOERN) com uma comitiva de valorosos irmãos de Natal juntamente com irmãos do Grande Oriente Independente de Pernambuco ( GOIPE) fundaram no Oriente de Mamanguape o Grande Oriente Independente da Paraíba (GOIPB) e assim nasceu as 03 primeiras lojas UNIÃO MAÇÔNICA MAMANGUAPENSE N. 01, FRANCISCO EDWARD N. 02 e 21 DE ABRIL N. 03, e que em 1992 através de uma revisão na nossa Constituição Maçônica passou a ser denominado de GRANDE ORIENTE DA PARAÍBA ( GOPB).

ONILDO ALMEIDA DA SILVA- GRÃO MESTRE

Hoje é um dia festivo para todos nós, pois com muita luta, trabalho, dedicação e amor fazemos 40 anos de nossa fundação, é por esses 40 anos passaram por seu comando maçons de muita responsabilidade como: Francisco de Assis Veloso Filho, Altair Cavalcante Quintão, José Altino da Rocha, Geraldo Nicolau Baptista de Mello, João Laércio Gagliardi Fernandes, Carlos Augusto Braz Cavalcante e na atual gestão Onildo Silva Almeida Filho .
Na atual administração conseguimos assinar Tratados com vários Grandes Orientes da COMAB em torno de 19 já em 2019 conseguimos assinar Tratados com a Grande Loja do Estado da Paraíba( GLEPB), Grande Loja do Estado da Bahia(GLEBA), Grande Loja do Estado do Rio Grande do Norte(GLERN) e o mais importante que foi o Tratado com o Grande Oriente do Brasil ( GOB) e estamos já com os documentos para darmos entrada na Confederação Maçônica Interamericana (CMI). Então meus irmãos maçons do GOPB hoje é o nosso dia de comemorar mais um aniversário cheio de conquista, de trabalho, de luta incessante no nosso Estado. Orgulho de fazer parte desta Obediência Maçônica, Orgulho de fazer parte da COMAB, Orgulho de ter valorosos irmãos que honraram e honram o nome do GOPB. JUNTOS SOMOS FORTES, SEPARADOS SEREMOS FRACOS. PARABÉNS GOPB POR MAIS UM ANO DE VIDA.
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SEMOB de Cabedelo PB, participa do Dia Nacional da Paz no Trânsito

Abimadabe Vieira
Subgerente da Educação para o Trânsito da Secretaria de Mobilidade Urbana (SEMOB – Cabedelo/PB)
Observadora Certificada pelo ONSV/ Representante Estadual do Maio Amarelo 2020 da Paraíba.

O Dia Nacional da Paz no Trânsito, essa data 21 de abril, tem como objetivo conscientizar a sociedade sobre a importância da conduta de condutores e pedestres para a redução de acidentes no trânsito. Com isso, é necessário reavivar posturas e atitudes corretas que devem ser adotadas diariamente.

O município de Cabedelo, através da Subgerente da Educação para o Trânsito da Secretaria de Mobilidade Urbana (SEMOB – Cabedelo/PB)m tendo a frente sua titular Abimadabe Vieira, fez lembrar a data participando efetivamente no que tange ao programa de conscientização direcionado a população de um modo geral ,como deve se comportar no trânsito diariamente.

 

Segundo o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTPA), o desrespeito às leis de trânsito, a falta de atenção e a imprudência são responsáveis por 50%, 60% dos acidentes. Por isso promover a tolerância, a gentileza e a paz entre motoristas e pedestres é fundamental.

É prudente inferir a importância das instituições filantrópicas que através de projetos e colaboradores vem contribuindo para a construção de um trânsito mais consciente e humano, como por exemplo, as ações do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) que através do seu Corpo de voluntários e funcionários cooperam para a redução de mortes e lesões no trânsito. Dessas ações pode-se citar: O Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATRANS) e o Movimento Nacional Maio Amarelo, além de outras relevantes concepções para o Brasil.

Vale ressaltar que este dia também serve para lembrar-se do respeito às regras do Código de Trânsito Brasileiro. O Código  estabelece, entre outros pontos, que é dever de todo condutor ter o domínio constante do veículo, dirigindo com atenção, e cuidados indispensáveis à segurança no trânsito.

Além disso, é relevante destacar a pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET), constata-se que seis de cada dez leitos são ocupados por pessoas feridas de acidente de trânsito, na sua maioria destaca-se os motociclistas.

Devido à pandemia vivida atualmente pelo corona vírus (covid-19), vem despertando a necessidade da proteção dos indivíduos para combater a disseminação, entre elas estão a importância da higienização e proteção através do isolamento social, havendo dessa forma, menos pedestres e condutores em ruas e avenidas, e consequentemente a redução dos índices de acidente no trânsito brasileiro.

Dessa forma, desoprime os hospitais e disponibilizam-se as unidades de saúde para atendimento aos pacientes suspeitos do vírus. Com isso, é imperiosa a necessidade em dar continuidade ao trabalho de educação para o trânsito (Home Office) utilizando as ferramentas disponíveis nas redes sociais, com o propósito de atingir o maior número de pessoas possíveis. Sendo assim, após retornarmos total ou parcialmente à normalidade teremos uma população mais informada e com maior poder de percepção do perigo no trânsito.

PERCEBA O RISCO, PROTEJA A VIDA”

 

Abimadabe Vieira

Subgerente da Educação para o Trânsito da Secretaria de Mobilidade Urbana (SEMOB – Cabedelo/PB)

Observadora Certificada pelo ONSV/ Representante Estadual do Maio Amarelo 2020 da Paraíba.

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BRASÍLIA É DIFERENTE DE TUDO: Escrito Por Gilvan de Brito 

BRASÍLIA É DIFERENTE DE TUDO: Escrito Por Gilvan de Brito

 

A primeira vez que estive em Brasília foi três meses após a inauguração, em junho de 1960. Era um rapazinho que resolveu prolongar uma viagem de pau de arara ao Rio de Janeiro e Belo Horizonte, dando vasão às aventuras que sempre me tocaram. Em Brasília o que mais se observava era poeira vermelha, estradas de barro e construções que não acabavam mais. Tudo estava por fazer, só havia prédios das instituições e sedes dos três poderes. Emprego só para peão de obra. Não deu, voltei para João Pessoa. Depois que entrei no jornalismo fui várias vezes à Brasília realizar cobertura de eventos políticos para o Correio da Paraíba e a cada uma delas encontrava a cidade muito mais convidativa. Fui-me acostumando e quando surgiu uma oportunidade para trabalhar na Capital Federal fui correndo assumir o cargo de Secretário Parlamentar, da Câmara dos Deputados, que foi interrompido durante dois anos quando voltei para assumir a diretoria de comunicação da Assembleia Legislativa. Terminado o período fui de novo para Brasília onde ocupei, pela segunda vez, o mesmo cargo na Câmara dos Deputados.

 

Depois surgiu uma oportunidade e fui nomeado pelo ministro Andrade Vieira, da Indústria, Comércio e Turismo, para a coordenação geral de planejamento de turismo, no governo Itamar Franco. Ainda trabalhei no ministério, no governo Fernando Henrique, mas depois, fui atraído pela Câmara dos Deputados, onde me aposentei. Foram 12 anos em Brasília, uma cidade que me ensinou a gostar de um lugar diferente daquele em que nasci e me criei: João Pessoa. Brasília é uma cidade moderna, de boa locomoção; o trânsito flui com naturalidade e racionalidade. As moradias são excelentes, nas super-quadras das asas norte e sul. Cada uma com vida própria, serviços e facilidades para a aquisição de tudo que se precisa. Facilidade de comunicação com Rio e São Paulo, para onde se chega por via aérea numa viagem com uma hora e uma hora e vinte minutos, respectivamente.

 

Opções de lazer não faltam, no parque de Itiquira, a 80 k, onde há uma cachoeira com cem metros de queda, e a metade da água se esgarça no ar; Goiania a duas horas e meia por via rodoviária; Pirenópolis, a 150 k, (casario colonial com uma cruz pintada nas portas para identificar os cristãos novos, na inquisição), a cidade das pedras ao lado da serra dos Pireneus, com 1.385 m de altura, onde há um mirante. E Goiás Velho, antiga capital, onde se vê a casa-museu onde residiu a poeta Cora Coralina. Em Brasília, porém, é difícil sobreviver nos meses de julho a setembro, quando bate a seca. A temperatura cai a zero grau e a densidade do ar desce a 7 por cento, complicando até a respiração e obrigando a dormirmos com lençóis molhados na cabeceira da cama e respiradores de oxigênio aspirando no ar, quando prevalece o sangramento do nariz e os problemas respiratórios. Nesta época a cidade cobre-se de fuligem trazida das matas do entorno, em chamas. Mas, de resto, dá para tirar de letra. Essa a minha homenagem à cidade onde habitei por mais de uma década, que me trouxe grandes alegrias e que está completando hoje 60 anos, por exclusiva obra e graça de Juscelino Kubitschek.

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O JOGO DO “MORDE E ASSOPRA”: Escrito Por Rui Leitao

O JOGO DO “MORDE E ASSOPRA”: Escrito Por Rui Leitao

A expressão “morde e assopra”, segundo pesquisadores, tem origem na observação de como os morcegos agem quando atacam suas vítimas para sugar seu sangue sem que elas percebam. Eles têm uma saliva anestésica que permite aliviar a dor da ferida causada após soprá-la. Essa tática tem sido usada por alguns políticos contemporâneos. Dizem ou fazem algo num dia, e, no outro, ao perceberem a repercussão negativa de sua atitude, tentam minimizar os efeitos ruins do seu procedimento da véspera.

 

Quando a gente vê um político fazendo o jogo do “morde e assopra” no seu comportamento cotidiano, ficamos na dúvida se ele adota essa postura por estratégia para conseguir o que quer, ou se na verdade ele sequer sabe o que quer e o que diz. A dubiedade que caracteriza a sua forma de lidar com as situações que lhe compete emitir opinião ou adotar ações proativas, induz a opinião pública a perceber a sua incoerência recorrente.

 

Alguns, por uma carência de aplausos, se comportam ao sabor das emoções eventuais, de forma a satisfazer grupos que os elegeram para cumprir missões, muitas das vezes insensatas e até impossíveis. Por isso, no primeiro momento fala aquilo que seus admiradores gostariam de ouvir. Todavia, pouco depois, ao descobrirem que cometeram um ato falho, se apressam em desdizer o discurso antes pronunciado. Atacam, “mordem”, por impulsos circunstanciais, mas rapidamente negam o que açodadamente falou no ontem.

 

Esse comentário tem a ver com as ocorrências políticas do domingo passado. O presidente, ao tomar conhecimento de que uma pequena aglomeração de manifestantes se localizava em frente ao quartel general do exército em Brasília, decidiu ir ao encontro dos seus seguidores. Ali chegando, estimulado pela demonstração de apoio dos fanáticos militantes da ultradireita brasileira, não avaliou as consequências do seu ato, subiu em um veículo e proferiu o discurso que os ativistas desejavam escutar. Entre os manifestantes eram visualizados faixas e cartazes antidemocráticos que pregavam o fechamento do Congresso e o STF, além da reedição do AI5.

 

Um chefe de nação responsável jamais teria entrado nesse jogo. Ele fez exatamente o contrário do que recomenda o bom senso que deve prevalecer no comportamento de um presidente da república. Incitou os aglomerados e, por conseguinte, seus admiradores do resto do país à desobediência civil, não só às recomendações médico-científicas para o enfrentamento da crise sanitária provocada pela pandemia do coronavírus, como também às práticas democráticas que a nossa Constituição preceitua.

 

“Mordeu” ontem para hoje tentar “assoprar”, ao considerar o grave desatino protagonizado publicamente. Já não se revela qualquer surpresa o seu procedimento. Faz parte da sua personalidade ambígua. A pergunta que não quer calar é até quando as instituições democráticas vão admitir passivamente esse estilo de governar o país, ultrapassando todos os limites de comedimento e compostura exigidos pelo cargo que exerce.

www.reporteriedoferreira.com.br     Escrito Por Rui Leitão- advogado e escritor




Inmet alerta;  pode chover forte na Paraíba nessas próximas 24h

Pode chover forte na Paraíba nas próximas 24h. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta laranja de perigo de chuvas intensas para todas as cidades do Estado. O aviso começou a valer às 10h32 desta segunda-feira (20) e segue até as 11h da terça-feira (20).

De acordo com o alerta laranja, as chuvas podem ser entre 30 e 60 milímetros por hora, ou até 100 milímetros por dia. Também poderá ocorrer ventos intensos, de 60 a 100 quilômetros por hora. Há risco de corte de energia elétrica, de queda de galhos de árvores, de alagamentos e descargas elétricas.

O Inmet recomenda que os moradores das cidades listadas, em caso de rajadas de vento, evitem se abrigar embaixo de árvores. Veículos também não devem ser estacionados próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. A população deve evitar utilizar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

 

 




João Azevêdo decreta calamidade pública em todo estado da PB por 180 dias

 

Por causa da crise de saúde e econômica gerada pela pandemia do novo coronavírus, o governador João Azevêdo decretou estado de calamidade pública em todo Estado por um período de 180 dias.

No decreto, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (21), o governo leva em consideração a rápida taxa de avanço do contágio da doença.

“Este Decreto tem a finalidade de promover ações de prevenção, preparação,
mitigação, resposta e recuperação frente à pandemia do novo coronavírus causador da doença denominada Covid-19”, diz o governador no decreto.

Com ele, fica autorizada a adoção de todas as medidas administrativas necessárias à imediata resposta por parte do poder público à situação. O estado

Nos casos de efetiva demonstração de urgência, as aquisições de bens e serviços podem ser feitas com dispensa de procedimentos licitatórios, autorizando a assunção de despesas com
flexibilidade às normas de empenho orçamentário;

O governo também poderá requisitar bens móveis e imóveis privados, serviços pessoais e utilização temporária de propriedade particular, desde que sejam estrita e efetivamente necessárias a minorar o grave e iminente perigo público, observadas as demais formalidades legais.

     




    Ela é sessentona! Brasília, a capital do Brasil, completa 60 anos e ensina as belezas da melhor idade

    Brasília completa 60 anos (Foto: Shutterstock)

    O sonho de um presidente, a imaginação de uma dupla e das mãos e pés de muito trabalhadores. Brasília mudou para sempre a história do nosso país. Inaugurada em 21 de abril de 1960, a capital federal levou 3 anos e 10 meses para sair dos papéis de Lúcio Costa e Oscar Niemeyer e ficar pronta. A dupla foi a responsável por tornar realidade o grande marco do governo de Juscelino Kubitschek.

    Costa pensou na cidade como um ponto de encontro entre os desejos do passado, do presente

    Patrimônio cultural da humanidade pela UNESCO, Brasília é essencialmente uma cidade-arte, ou seja, a arte é a própria cidade. Ao lado de cidades como Berlim, Dubai e Singapura, a capital possui também o título de cidade criativa do design. Passear por aqui é ver esculturas-prédios e edifícios-monumentos que foram pautados pela liberdade das formas, pela estética e pela leveza, e que dividiram a história da arquitetura brasileira em antes e depois.

    Igreja Nossa Senhora de Fátima (Foto: Shutterstock)
    Igreja Nossa Senhora de Fátima (Foto: Shutterstock)

    Pessoas do mundo todo e do próprio Brasil se atentaram para a experiência única que é conhecer Brasília. Turistas vêm com o objetivo de entender a unicidade de uma cidade que tem como atrativo a arquitetura, o design e a arte. Por aqui, é comum se sentir pequenino em meio à monumentalidade que é esse acervo a céu aberto, mas ao mesmo tempo se sentir grande no meio de uma das superquadras residenciais.

    Monumento do JK (Foto: Maurilio Quadros on Unsplash)
    Monumento do JK (Foto: Maurilio Quadros on Unsplash)

    Eixo Monumental

    Um dos cenários mais conhecidos, é no Eixo Monumental que se concentra monumentos, órgãos governamentais importantes, museus, a Torre de TV e dois setores hoteleiros. É ali, inclusive, que está localizado o B Hotel, que conversa com a cidade modernista com suas linhas sinuosas, seu urbanismo e paisagismo.

    Hotel B, em Brasília (Foto: divulgação)
    Hotel B, em Brasília (Foto: divulgação)

    Assinado pelo renomado arquiteto brasileiro Isay Weindfeld, o B nasceu com o espírito avant-garde daqueles que projetaram Brasília, entendendo que a hospedagem vai muito além de bons quartos e oferecendo um design de experiência completo desde o momento em que se cruza a porta giratória da recepção até a vislumbre do pôr do sol no rooftop ou ao tomar um drinque em seu bar, é possível entender o lifestyle e as particularidades brasilienses.

    Fazem parte do “pacote Brasília” monumentos que exploram o contraste entre linhas retas e curvas, luz e sombra, antes e depois; um caldeirão formado por pessoas e culturas distintas; os jovens da Universidade de Brasília e os idosos que construíram a cidade; uma gastronomia que agrega aspectos regionais, nacionais e internacionais, possível apenas por se tratar da capital do país.

    Conhecer Brasília é conhecer o Brasil.

    Texto por: Carina Benedetti, produtora de conteúdo da agência 5561 BrandBoutique