Vários açudes estão sangrando na Paraíba e Boqueirão ultrapassa sua capacidade

“O Sertão vai virar mar”. A frase proferida por Euclides da Cunha no livro “Os Sertões”, está se concretizando. As fortes chuvas que tem caído na Paraíba, tem molhado a terra, enchido rios, açudes e elevado consideravelmente a reserva hídrica do Estado. Com as cheias dos principais rios que cortam o Estado, como os rios Paraíba, Taperoá e Piancó, 41 açudes atingiram a capacidade máxima de armazenamento estão sangrando, conforme dados divulgados pela Agência Executiva de Gestão das Águas do estado (Aesa).

 

Entre os açudes que estão com mais de 100% da capacidade estão o reservatório de São Gonçalo, em Sousa, no Sertão, o açude Jatobá e a barragem da Farinha em Patos, o açude do Cordeiro, na cidade de Congo e do município de Camalaú, no Cariri da Paraíba. Já o reservatório de Camalaú, no Cariri, transbordou após 11 anos e está com um volume de 48.190.726 m³. As águas que jorraram desses mananciais seguem para o açude Epitácio Pessoa em Boqueirão.

 

O açude Jatobá sangrou na tarde desta quarta-feira, após 11 anos. Em meio a sangria, parede do sangradouro apresenta várias fissuras, preocupando a população da região, que fez o registro da situação. Apesar da estrutura precária do sangradouro do açude, o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) afirmou que o processo de escoamento ocasionado não compromete a estrutura do local. Porém, uma empresa já foi contratada para, posteriormente, realizar os reparos necessários.

 

O Jatobá, que já foi o principal açude no abastecimento da cidade de Patos, teve sua construção em 1952 no governo de José Américo e sangrou pela primeira vez no dia 25 de março de 1960.

A sangria proporciona sempre um espetáculo que inevitavelmente chama a atenção da população. As águas jorrando por cima dos paredões das barragens formam uma imensa cachoeira, e um espetáculo de beleza incomparável.

 

Segundo a Aesa, dos 134 açudes da Paraíba, 65 estão com capacidade superior a 20% do seu volume total, entre eles o Açude de Boqueirão, que acumula 63,72% de sua capacidade; a barragem Coremas, com 38,38%; Mãe-d’Água (38,12%) e Engenheiro Ávidos, em Cajazeiras (44,01%).

Mesmo com as chuvas e 15 açudes estão em situação crítica, com menos de 5% do volume. Entre os açudes que permanecem em situação crítica estão os reservatórios Capivara em Uiraúna, no Sertão, e Jandaia, em Bananeiras, no Brejo da Paraíba.

 

O açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão, que abastece Campina Grande e região, amanheceu neste sábado (25) com 297.930.285 metros cúbicos e está com 63,86% de sua capacidade, de acordo com o Dnocs. Responsável por abastecer Campina Grande e mais 18 municípios do Compartimento da Borborema, Boqueirão está a menos de 4 metros para atingir o volume máximo e transbordar.

 

Com capacidade para armazenar 411,686 milhões de metros cúbicos de água, o manancial foi inaugurado em 16 de janeiro de 1957 e logo se transformou na principal fonte de abastecimento de Campina Grande.
Desde a inauguração, em 1957, Boqueirão sangrou 18 vezes, nos anos de 1967, 1968, 1973, 1974, 1975, 1976, 1978, 198, 1984, 1985, 1986 1989. Depois ele passou 15 anos sem sangrar.

www.reporteriedoferreira.com.br     /Severino Lopes
PB Agora




20 governadores divulgam carta aberta em defesa da democracia

Documento declara apoio aos presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, por ataques de Bolsonaro e foi divulgado no dia em que o chefe do Planalto participou de um ato que pedia intervenção militar

Jair Bolsonaro; Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia no detalheJair Bolsonaro; Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia no detalhe (Foto: Alan Santos/PR | Agência Senado)Vinte governadores assinaram uma Carta Aberta em defesa da democracia em apoio ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), após ataques feitos por Jair Bolsonaro às duas lideranças do Congresso.

Para os signatários, as falas de Bolsonaro, que na sexta-feira 17 acusou o Congresso, STF e o governador João Doria (PSDB-SP) de articular um golpe contra ele, “afrontam princípios democráticos que fundamentam nossa nação”. O embate entre o Executivo, Congresso e os governadores tem sido principalmente por conta das regras do isolamento social para combater a disseminação do coronavírus.

“Nossa ação nos estados, no Distrito Federal e nos municípios tem sido pautada pelos indicativos da ciência, por orientação de profissionais da saúde e pela experiência de países que já enfrentaram etapas mais duras da pandemia, buscando nesse caso evitar escolhas malsucedidas e seguir as exitosas”, diz trecho da carta.

O documento foi assinado neste sábado 18, mas publicado neste domingo 19, dia em que Bolsonaro participou de um ato em Brasília em defesa da intervenção militar e do AI-5, dando ainda mais importância à carta.

Aos manifestantes, Bolsonaro discursou dizendo não querer “negociar nada”. “Estou aqui porque acredito em vocês”, afirmou, dizendo ainda que “acabou a época da patifaria” e que “é agora o povo no poder”.

20 governadores divulgam agora Carta Aberta em defesa da Democracia. Manifestamos também solidariedade aos presidentes da Câmara, @RodrigoMaia, e do Senado, @davialcolumbre, em face de declarações de Bolsonaro.

 

www.reporteriedoferreira.com.br Por Brasil 247



Vítima de Infarto morre Wilson Terroso de Sousa, ex-presidente da antiga ARENA e diretor da Rádio Tabajara

WILSON TERROSO DE SOUSA, JUNTO A SUA FAMÍLIA.

 

Faleceu neste sábado ( 25 )  Wilson Terroso de Sousa, vítima de infarto fulminante, segundo informações de amigos e familiares, o velório vai acontecer no Parque das Acácias, no Conjunto José Américo de Almeida e, o sepultamento vai acontecer as l5 hs.

QUEM FOI WILSON TERROSO DE SOUSA

Na década de 70 Presidente Municipal da extinta Arena ( Aliança Renovadora Nacional ) hoje PSDB
Trabalhou como Diretor de transportes na empresa DER-PB

 

Trabalhou como Secretário Chefe de Gabinete na empresa Prefeitura de João Pessoa

 

Trabalhou como Presidente Conselho na empresa Cinep – Companhia de Desenvolvimento da Paraíba

 

Trabalhou como Presidente CONSELHO ADMINISTRATIVO na empresa Rádio Tabajara

 

Trabalhou como Gerente Administratikvo na empresa Jornal A União

 

Trabalhou como sec. chefe de gabinete na empresa Prefeitura de João Pessoa

 

Estudou Economicas na instituição de ensino UFPB

 

Frequentou Lyceu Paraibano

 

Frequentou UFPB

 

Mora em João Pessoa

 

De João Pessoa

 

Casado

Mais informações em instantes

www.reporteriedoferreiras.com.br




Kim Jong Un estaria morto, segundo site internacional

De acordo com uma rede de transmissão de Hong Kong, Kim Jong Un pode estar morto. Uma revista japonesa informa que o homem-foguete da Coréia do Norte está em um “estado vegetativo” depois de ser submetido a uma cirurgia cardíaca no início deste mês.

Um vice-diretor da HKSTV Hong Kong Satellite Television, uma rede de transmissão apoiada por Pequim em Hong Kong, afirmou que Kim estava morto, citando uma “fonte muito sólida”. Seu post no aplicativo de mensagens chinês Weibo foi amplamente compartilhado nas mídias sociais, de acordo com um relatório do International Business Times.

Já outros relatórios não confirmados, atribuídos a fontes do partido em Pequim, disseram que uma operação para inserir um stent deu errado porque as mãos do cirurgião estavam tremendo muito.

 

 

 

Por Istoé




Proteção a Flávio Bolsonaro em rachadinha teria causado demissão na PF, diz site

Segundo o The Intercept Brasil, rachadinhas de Flávio Bolsonaro com Fabrício Queiroz financiaram e lucraram com prédios da milícia

queiroz e flávio bolsonaro
Reprodução

Rachadinhas de Flávio Bolsonaro com envolvimento de Queizo financiaram prédios da milícia e foram cruciais para queda de Moro

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, teria financiado e lucrado com a construção ilegal de prédios da milícia erguidos com dinheiro público, de acordo com informações do site The Intercept Brasil divulgadas neste sábado (25) e baseadas em documentos sigilosos e dados levantados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro em investigação que corre sob sigilo.

A investigação, que preocupa a família Bolsonaro, fez com que os advogados de Flávio pedissem por nove vezes que o procedimento fosse suspenso. O andamento do processo, inclusive, é apontado pela publicação do Intercept Brasil como um dos motivos para a pressão de Bolsonaro ao então ministro Sergio Moro pela troca do comando da Polícia Federal no Rio, que também investiga o caso, e em Brasília.

Segundo afirmam ao site promotores e investigadores sob a condição de anonimato, o investimento para as construções de edifícios da milícia de três construtoras foi feito com dinheiro de “rachadinha” coletado no antigo gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio.

O inquérito do MP do Rio apura fatos de organização criminosa, lavagem de dinheiro e peculato (desvio de dinheiro público) pelo filho de Bolsonaro. Os investigadores dizem que foi realizado o cruzamento de informações bancárias de 86 pessoas suspeitas de envolvimento no esquema, voltado para beneficiar o mercado imobiliário da milícia .

Os dados da investigação revelariam que Flávio Bolsonaro receberia o lucro do investimento dos prédios por meio de repasses feitos pelo ex-assessor Fabrício Queiroz e pelo ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega, executado em fevereiro .

O papel de “investidor” exercido por Flávio nas construções da milícia ajudaria a explicar a evolução patrimonial  do hoje senador, que teve um salto expressivo entre 2015 e 2017 com a aquisição de dois apartamentos no Rio de Janeiro, sendo um no bairro de Laranjeiras e outro em Copacabana, ambos na zona sul do Rio. Esses investimentos na milícia também permitiram ao filho de Bolsonaro comprar participação societária em franquia da loja de chocolates Kopenhagen, também alvo de investigações.

Flavio Bolsonaro, que entrou na vida política em 2002, dizia ter à época apenas um carro Gol 1.0, declarado com o valor de R$ 25,5 mil. Em 2018, em sua última declaração de bens, o senador disse ter R$ 1,74 milhão.

Segundo o Intercept , o esquema estava baseado em Queiroz , que é apontado como o articulador do esquema de rachadinhas , e confiscava em média 40% dos vencimentos dos servidores do gabinete de Flávio Bolsonaro, repassando parte do dinheiro ao ex-capitão do Bope, Adriano da Nóbrega, que seria o chefe do Escritório do Crime, milícia especializada em assassinatos encomendados.

O lucro com as obras e vendas dos prédios da milícia também seria dividido com Flávio Bolsonaro, por este ser o financiador do esquema usando dinheiro público, apontam as investigações.

 




Estive doente! doente de tudo; repórter iêdo ferreira

Estive doente! doente de tudo; repórter iêdo ferreira

Estive doente,doente de tudo

Doente dos olhos, da bôca, dos nervos até

Dos olhos que viram mulheres perfeitas

Da bôca que disse poemas em brasa

Dos nervos manchados de fumo e café

Estive doente, estou descansando

Não posso escrever

Eu quero um punhado de estrelas maduras

Eu quero a doçura do verbo viver

www.reporteriedoferreira.com.br      Autor desconhecido




Homens são executados  com tiros na cabeça na Grande João Pessoa

Dois homens foram assassinados a tiros durante a madrugada deste sábado (25), na Grande João Pessoa. De acordo com a Polícia Civil, o primeiro crime aconteceu no bairro Tibiri II, em Santa Rita, e o segundo, no Conjunto residencial José Américo. 

0  delegado Carlos Othon, responsável pelas investigações preliminares,  informou que a primeira vítima tem 25 anos e foi morta por volta 00h após ser atingida com dois tiros na região da cabeça, enquanto estava sentada na calçada próxima da sua residência. Ainda conforme o delegado, o segundo homem foi morto por volta de 3h, na comunidade Laranjeiras, também com um tiro na cabeça.
A polícia civil, já iniciou as investigações, tendo inclusive arrolado testemunhas a fim de serem ouvidas em procedimento policial, exames periciais foram realizados pelos policiais do IPC e os corpos já foram trasladados e levado para o DML. 



Ala militar do governo fica incomodada com presença de Bolsonaro em protesto

Presidente participou de manifestação neste domingo (19) em Brasília que pediu intervenção militar e fez críticas ao poderes Legislativo e Judiciário

Bolsonaro em ato pró AI-5

Foto: Reprodução/Internet

Bolsonaro em ato pró AI-5

A presença do presidente Jair Bolsonaro em um protesto em frente do Quartel General do Exército, em Brasília , que fez críticas aos poderes Legislativo e Judiciário e pediu intervenção militar neste domingo (19) causou incômodo na ala militar do governo federal.

A avaliação da cúpula ligada às Forças Armadas, segundo o coluna Gerson Camarotti, é que elas foram colocadas em posição de constrangimento por Bolsonaro.

O primeiro é que o presidente manifestou apoio a um ato declaradamente contra a democracia, defendendo inclusive o AI-5, ato institucional que tornou ainda mais repressora a ditadura militar no Brasil. Durante sua participação, Bolsonaro subiu na caçamba de uma caminhonete e fez críticas ao Congresso.

Já o segundo foi que Bolsonaro participou de uma aglomeração, coisa que autoridades sanitárias, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde recomendam que sejam evitdas. A medida é uma das formas de combater o avanço da Covid-19.

Além do núcleo militar, interlocutores mais próximos do presidente também externaram surpresa com o gesto dele e temem que esse tipo de conduta acabe aumentando o isolamento político dele.

www.reporteiedoferreira.com.br  Por ig




MÚSICA DA PARAÍBA, HOJE; Escrito Por Gilvan de Brito 

MÚSICA DA PARAÍBA, HOJE;  Escrito Por Gilvan de Brito – Jornalista, advogado e escritor.


“Quem te viu e quem te vê”, é um sintagma que se aplica muito bem à Música da Paraíba, Hoje. Existe música da Paraíba hoje? A música que marcou presença foi a do passado, que vale a pena lembrar como uma das mais divulgadas, aplaudidas e executadas no Brasil e no mundo, nas décadas de 70 e 80 do último século. Tanto pela qualidade quanto pelo entusiasmo das letras e das músicas, pontuais. A Paraíba é um caso raro no tratamento de seus artistas: morde e assopra. No fim da década de 60, Zé Ramalho veio do sertão, empolgado, com os alforjes cheios de belas composições, e certo de que poderia abafar, marcou um show no teatro Santa Rosa. Nove espectadores compareceram à casa de espetáculos, cinco pagaram. A sua reação mostrou a indignação de um artista que sabia de sua competência e de sua superioridade: virou-se para os objetos de cena, do palco, e destruiu uma TV, daquelas antigas, de enormes tubos de imagens, e cancelou a apresentação. No meio do sentimento de cólera, tomou uma decisão: foi-se para o Rio de Janeiro, com as mesmas músicas.

 

Viu e venceu, endeusado e apontado como um dos melhores compositores e autores brasileiros, com o que havia de melhor do nosso cancioneiro popular, expressando e traduzindo a cultura do povo através da música. Naquela altura, Vital Farias já fazia estrondoso sucesso no eixo Rio São Paulo e depois em todo o país, depois que uma música sua serviu de tema à uma novela da TV Globo. Elba Ramalho, que vinha patinando na música da Paraíba, quando resolveu partir com Luiz Mendonça, Livardo Alves e Anco Márcio, com a peça “Cancão de Fogo”, e antes de terminar o trabalho, no Rio de Janeiro, disse: “aqui é o meu lugar”. Ficou e abafou, constituindo-se numa das maiores intérpretes nacionais durante muitos anos, com uma voz inconfundível.

 

Cátia de França, no embalo dos demais, também tentou no Rio de Janeiro, fez shows e marcou sucessos, mas não suportou a distância da Paraíba e voltou e Chico César, com belas canções (ainda resiste, fazendo a ponte com os tempos áureos; Correndo por fora, Livardo Alves, no embalo da “Marcha da Cueca”, liderou as audiências dos festejos carnavalescos durante vários anos, do Rio e São Paulo, além das músicas que marcaram a sua nordestinidade na parceria com Vital Farias e com outros parceiros; Pedro Osmar, com belíssimas composições gravadas por Elba Ramalho. E, ainda, Bráulio Tavares, Antônio Barros e Cecéu, Flávio José, Sivuca, Genival Macedo, Glorinha Gadelha, Marinês, Capilé e Carlos Aranha, vencedor de festivais e autor de belas músicas, o polivalente Dida Fialho, Thadeu Matias. e o regionalismo de Pinto do Acordeom.

 

Antes destes, o grande compositor e intérprete vencedor de vários festivais do Rio de Janeiro, Geraldo Vandré, cuja biografia eu tive a satisfação de escrever (Não me Chamem Vandré, editora Patmos, 280 p); Jackson do Pandeiro, que mostrou como se marca o ritmo e Zé do Norte, vencedor do prêmio da trilha sonora do filme O Cangaceiro, no festival de Cannes, na França. Não devemos esquecer também de Genival Lacerda, Rosil Cavalcante, Fernando Lélis, Roberto Luna, Jairo Aguiar. Mas havia, ainda, aqueles que se encontravam fora do circuito das grandes gravadoras nacionais, dos velhos Long Plays. Para preencher essa lacuna tive a ideia de produzir um álbum duplo reunindo 29 artistas, entre compositores, autores, arranjadores e intérpretes, nos discos Música da Paraíba, Hoje – 1 e 2 – registrando para a posteridade a música que se fazia na Paraíba entre as décadas de 70 e 80 do século passado, hoje uma relíquia.

Participaram direta e indiretamente do terceiro grande movimento da música local, intitulado Música da Paraíba, Hoje: Adelino, Alarico Correia Neto, Alexandre Brito, Ari, Babí, Boto, Bráulio Tavares, Cacá Ribeiro, Carlos Aranha, Carlos di Carlo, Chico César, Chico Mendes, Clementino Lins, Dida Fialho, Elias D´Angelo, Eudes Henrique, Eugênio Cavalcante, Fernando Teixeira, Fubá, Gilvan de Brito, Golinha, Hélio Ricardo, Huguinho, Isa Y Plá, Jailson, Janduhy, Janjão, Jarbas Mariz, João Lira, Jorge Negão, José Ariosvaldo, José Cabral, Léo Almeida, Livardo Alves, Lúcio Lins, Lugmar Medeiros, Mário José Pessoa, Mário Lins, Marquinhos Aguiar, Milton Dornelas, Mozart, Nell Blue, Neném Xavier, Nido, Nino da Flauta, Parrá, Paulo Batera, Paulo Paiva, Paulo Ró, Pedro Osmar, Roberto Araújo, Roberto Gabínio, Rubinho, Sérgio Túlio, Sílvio Osias, Unhandeijara Lisboa, Vasconcelos, Waldo do Vale, Walter Galvão, Zé da Flauta, Zé da Viola e Zewagner.

Este despretensioso ensaio sobre a música paraibana destaca a atividade musical, preferencialmente, daqueles compositores, autores e intérpretes que ao longo do tempo permaneceram distante das grandes gravadoras, que tolheram suas ações, mas inclui também alguns dos grandes nomes, particularmente com os trabalhos que iniciaram sua vida musical. Assim, procuramos mostrar não apenas aqueles que despontaram nacionalmente na música, mas também os que, por motivos diversos, sofreram a ação predatória das Gravadoras do eixo Rio-S. Paulo, ficando à margem do sucesso ao nível do país. Como veremos, a grande maioria teria chances de despontar no cenário nacional. Por isso procuramos nesta produção de meio século de música, lembrá-los e fazer-lhes justiça perante o tempo, para que no futuro saiba-se como foi a Música da Paraíba, Ontem.

Lembremos também dos participantes do movimento dos festivais, o segundo, da música paraibana, na década de 60: Agápio Vieira, Águia Mendes, Aléssio Toni, Alex Madureura, Ary, Babi, Barreto Neto, Benedito Honório, Bráulio Bronzeado, Bráulio Tavares, Cacá Ribeiro, Carlos Aranha, Carlos Roberto de Oliveira, Chico Mendes, Chico Teotônio, Clementino Lins, CleodatoPorto, Coringa, Costa Neto, D. Martins, Das Bandas da Paraíba, Dida Fialho, Diógenes Brayner, Diógo, Elba Ramalho, Elias D´angelo, Fernando Aranha, Fernando Teixeira, Francisco Zacarias, Fúba, Genival Lacerda, Genival Macedo, Genival Veloso, Gilberto Patrício, Gilson Reis, Gilvan de Brito, Grupo Cabroeira, Huguinho Guimarães, Isa Y Plá, Ivanildo Vila Nova, Jaguaribe Carne, Jairo Aguiar, Jarbas Mariz, Joana Belarmino, João Carlos Franca, João Gonçalves, João Linhares, João Manoel de Carvalho, Jomar Souto, Jorge Negão, José Neves (maestro e compositor), José Rui, Jr. Espínola, Léo Almeida, Lis, Lugmar, Luiz Ramalho, M. Leite, Maestro José Neves, Manoelzinho Silva, Marcos Tavares, Marcus Vinícius, Mário José Pessoa, Marlene Freire, Marquinhos Aguiar, Metalúrgica Felipéia, Milton Dornellas, Moacir Codeceira, Mozart, Natanael Alves, Nell Blue, Neumane Pinto, Nevinha, Nino da Flauta, Oliveira de Panelas, Orquestra de Vilor, Os Quatro Loucos, Pádua Belomont, Parrá, Paulinho Ditarso, Paulo Melo, Paulo Paiva, Paulo Ró, Pepy, Roberto Araújo, Roberto Gabínio, Ronaldo Monte, Rubinho, Rui de Assis, Sérgio Túlio, Shirley Maria, Sindalva, Sônia Maria, Waldo do Vale, Zé Pequeno, Zemaria de Oliveira, Zete Farias e Zewagner.

 

Depois de Música da Paraíba, Hoje pouco se fez para justificar um quarto movimento da música paraibana. Depois de 1980 sugiram vários intérpretes, instrumentistas, letristas e compositores, que vêm marcando presença na música paraibana, sem que se possa considerar, com honrosas exceções, nestes 32 anos algum movimento aglutinante capaz de lançar nomes além fronteiras, como os anteriores.

 

A nova geração da música é composta de Adeíldo Vieira, Adeílde Lopes, Ademir Mantovani, Águia Mendes, Alex Madureira, Álice Lumi, Almir do Vale, Altimar Garcia, Anay Claro, Arari, Ariadne Lima, Artur Dionísio, Betinho Muniz, Bob Farias, Byaya, Cacá Santa Cruz, Cassandra Figueiredo, Cachimbinho, Capilé, Carlinhos Cocó, Chikito, Chiquinho Mino, Cícero Caetano, Clementino Lins, Climério, Costinha, Dadá Venceslau, Dario Junior, Dejinha de Monteiro, Déo Nunes, Diana Miranda, Dida Fialho, Dida Vieira, Edinho Arruda, Edmilson Felix, Edson Batera, Eliete Matias, Elisa Leitão, Eric Von Shohsten, Erivan Araújo, Escurinho, Eudimar, Fabíola, Fábio P.C., Fátima Lima, Flávio Boy, Florismar, Fernando Pintassilgo, Francisco Alcântara, Francisco Sobrinho, Geo Ventania, Geraldo Mousinho, Germana Cunha, Gilberto Nascimento, Gilvando Pereira, Gladson Carvalho, Glauco Andreza, Gracinha Teles, Humberto Almeida, Irani Medeiros, Jadir Camargo, Jairo Madruga, Janduhy Finizola, Jeová de Carvalho, Jessé Anderson, Jessé Jel, João Barbosa, João Linhares, João Paulo, João Barbosa, Joca do Acordeão, Jorge Benício, José Francinaldo, José Arimatéia, José Soares, José Neves, Josias Paes, Josiel, Jotinha, Judimar Dias, Junior Natureza, Junior Targino, Kennedy Costa, Lau Siqueira, Leo Meira, Lígia Guerra, Luciene Melo, Luiz Carlos Otávio, Laurente Gomes, Lindevaldo Cipriano, Lis Albuquerque, Lúcio Lins, Luizinho Barbosa, Marder Farias, Marcelo Ferreira, Marcone Barbosa, Marcos Carneiro, Marcos Fonseca, Marcus Milanês, Marcos Tavares, Maúde, Mauro Martins, Mestre Fúba, Mihno Dgil, Milton Dorneles, Mônica Melo, Nanado Alves, Nando Azimute, Nando Santos, Naor Xavier, Natálie Lima, Nau Nunes, Nelson Campos, Nelson Teixeira, Nelson Valença, Neto Guarabira, Osvaldo Nery, Pablo Ramirez, Pádua Belmont, Patrícia Moreira, Paulinho Ditarso, Paulo Barreto, Paulo Batera, Paulo Vieira, Paulo Vinícius, Percival Henrique, Piancó, Pinto do Acordeão, Ranilson Bezerra, Regina Brown, Renata Arruda, Ricardo Anísio, Ricardo Fabião, Rivaldo Dias, Rivaldo Serrano, Ronaldinho Cunha Lima, Rogério Franco, Ronaldo Cavalcante, Ronaldo Monte, Robeldik Dantas, Roberta Miranda, Roberto Ângelo, Roberto Costa, Romero Remígio, Rosildo Oliveira, Ryná Souto, Rubinho Jacob, Samuel Espinoza, Sandoval, Sandra Trajano, Sandoval Moreno, Sandoval de Oliveira, Sandro Pitta, Sandro Targino, Saulo Mendonça, Sérgio Galo, Soraya Bandeira, Tampinha, Tatá Almeida, Tonho Monteiro, Tota Arcela, Totonho, Teínha, Vanine Émery, Walber de Andrade, Walter Galvão, Walter Luís, Walter Santos, Walter Signus, Wandinho Araújo, Wanine, Wilmar Bandeira, Wilson Barreto, Vander Farias, Vavá Dias, Villor Araújo, Virgínia Lombardi, Xisto Medeiros, Yerco Pinto, Zé Badú, Zé Gotinhá, Zé da Viola, Zilma Pinto e Zizi Sanfoneiro, dentre outros.

Muitos dos que pertenceram ao movimento anterior continuaram, como Alberto Arcela, Benedito Honório, Clementino Lins, Chico César, Elias D´angelo, Pedro Osmar, Paulo Ró, Poty Lucena, Rubinho, Fúba agora chamado Mestre Fúba, e Milton Dornelas.
Nestes tempos de pandemia, no qual ficamos em casa sem fazer nada, resolvi escrever este leve ensaio, que por ser um pouco extenso, sei que poucos vão se aventurar a lê-lo. Mesmo assim, fica o registro para a História.

A imagem pode conter: 28 pessoas, pessoas sentadas e criança



Aras pede que STF investigue Bolsonaro após fala de Sergio Moro

Procurador-geral da República decidiu pedir investigação após pronunciamento do ex-ministro nesta sexta (24) no qual ele pediu demissão

Augusto Aras e Jair Bolsonaro

Isac Nóbrega/PR

Augusto Aras e Jair Bolsonaro

O procurador-geral da República, Augusto Aras , pediu nesta sexta-feira (24) que o Supremo Tribunal Federal (STF) investigue o presidente Jair Bolsonaro após as falas do ex-ministro Sergio Moro durante pronunciamento no qual ele pediu demissão da pasta da Justiça e Segurança Pública.

O objetivo é apurar eventual ocorrência de crimes de falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de justiça, corrupção passiva privilegiada, denunciação caluniosa e crime contra a honra.

“A dimensão dos episódios narrados revela a declaração de Ministro de Estado de atos que revelariam a prática de ilícitos, imputando a sua prática ao Presidente da República, o que, de outra sorte, poderia caracterizar igualmente o crime de denunciação caluniosa”, diz o procurador-geral.

“Indica-se, como diligência inicial, a oitiva de Sergio Fernando Moro, a fim de que apresente manifestação detalhada sobre os termos do pronunciamento, com a exibição de documentação idônea que eventualmente possua acerca dos eventos em questão. Uma vez instaurado o inquérito, e na certeza da diligência policial para o não perecimento de elementos probatórios, o procurador-geral da República reserva-se para acompanhar o apuratório e, se for o caso, oferecer denúncia”, completa Aras no pedido.

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