Filho do ex-presidente do STJ comprou 30 imóveis em seis anos

 

Alvo da Lava Jato por suspeita de corrupção, tráfico de influência e lavagem de dinheiro, o advogado Caio Rocha, filho do ex-presidente do STJ Cesar Asfor Rocha, comprou cerca de 30 imóveis entre 2013 e 2018, segundo levantamento feito pela força-tarefa do Rio, publica a Crusoé.

“Os bens foram adquiridos em nome da empresa de gestão e administração imobiliária CCVR Participações. A empresa foi aberta por Caio Rocha junto com a mulher em dezembro de 2010, dois meses após o pai deixar a presidência do STJ. Em 2012, Asfor Rocha antecipou sua aposentadoria e voltou a atuar como advogado, como o filho.”

A empresa tem capital social de R$ 26,9 milhões e registrou apenas um único empregado.

Em destaque:Asfor RochaCaio RochaLava Jato

Para os investigadores, essa é uma “dinâmica que pode indicar o uso de empresa de fachada para lavagem de dinheiro”.

Segundo a denúncia da Lava Jato apresentada nesta semana, os advogados de Lula, Cristiano Zanin e Roberto Teixeira lideraram o esquema de propinas da Fecomércio, com dinheiro desviado do Sistema S.

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O esquema envolve também o advogado de Jair Bolsonaro, Frederick Wassef, o ex-ministro do STJ César Asfor Rocha, o filho do atual presidente do STJ, Humberto Martins, e o filho do ministro do TCU Aroldo Cedraz.

Leia AQUI a reportagem de Fabio Leite e Fabio Serapião.

www.reporteriedoferreira.com.br Por agênias




Ex-senador Cássio admite disputar as eleições de 2022

 

Foto: Divulgação/Redes Sociaisi

Afastado do holofotes políticos desde que ficou sem mandato, em 2018, quando perdeu a disputa pela reeleição ao Senado Federal, o ex-senador Cássio Cunha Lima (PSDB) voltou à cena política essa semana com declarações ácidas e também novidades. Ele admitiu, inclusive, a possibilidade de disputar um cargo nas próximas eleições estaduais, em 2020.

Cássio frisou que não faz carreirismo político, ressaltando como exemplo a escolha em não disputar as eleições deste ano como pré-candidato a prefeito de Campina Grande

– Eu penso em talvez ser candidato em 2022. Não sou um carreirista, se eu fosse uma pessoa alucinada por poder estaria hoje disputando a Prefeitura de Campina Grande. Acredito que minha contribuição pública já foi dada e posso voltar a dar essa contribuição pública, se o povo achar que posso voltar a contribuir – concluiu.

Apesar do aceno, o tucano não citou qual cargo postularia, se o de senador, se o de governador, ou se, até mesmo, o de deputado federal, passando para seu filho, o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) o papel de postular a majoritária.

Participação nas eleições municipais

Nas outras cidades em tenho participado quando convidado através de vídeos. Faço vídeos, mando minhas mensagens aos candidatos a prefeitos, prefeitas, vices, vereadores e vereadoras, porque, de fato, é preciso cuidado com a Covid. A pandemia não passou. O grau de isolamento tem diminuído dia após dia mas eu particularmente já perdi muita gente próxima, muita gente querida para a covid. Mais do que você talvez imagine. Então eu procuro me preservar.

Tenho explicado nas outras cidades a razão da ausência física, tenho também meus compromissos de trabalho. Hoje eu exerço uma atividade privada, tenho trabalhado graças a Deus bastante.

www.reporteriedoferreira.com.br




ELEIÇÃO DA ACADEMIA PARAIBANA DE LETRAS: Escrito Por Gilvan de Bito

ELEIÇÃO DA ACADEMIA PARAIBANA DE LETRAS: Escrito Por Gilvan de Bito

Estou publicando neste FACE, diariamente, a capa de cada um dos 140 livros de minha autoria (com a respectiva sinopse), até a data da eleição. Quero mostrar a minha intimidade com as letras, exigência da Academia, para justificar a candidatura.

5º livro: “NÃO ME CHAMEM VANDRÉ”, 270p, Editora Patmos (pode ser encontrado na livraria Leitura, do shopping Manaíra).

Breve resumo:

QUEM VEM LÁ?

Este é um livro sobre o silencio, um livro que não emite qualquer som, de tão calado e de tão cabisbaixo, de tão triste e sombrio de choro, que vive a delirar sobre sua vida e até mesmo sobre seu nome, se camarada. “Quem sou eu?, o que estou fazendo aqui, para onde quero ir?” Um livro de perguntas sem respostas. Um livro que se propõe a perguntar sobre sua vida às paredes, quatro paredes de um apartamento no centro de São Paulo, numa penumbra em poeira, livros e jornais velhos, de quartos silenciosos e um fantasma que perambula pela casa como se nada fosse, um advogado aposentado, talvez, um artista desconhecido de si mesmo, em seu país, talvez. Um artista que “resolveu” quebrar todos os espelhos da casa para que nunca mais fosse encontrado. Um livro sobre o silencio guardado numa gaveta da história, história que começa em 12 de setembro de 1935 em João Pessoa e termina em 1968 em São Paulo, quando resolve mudar de nome, passando a se chamar Geraldo Pedrosa de Araujo Dias, um nome que até então ninguém sabia oficialmente existir. O artista Geraldo Vandré está situado nesse tempo quebrado, retempo, distempo por onde a cabeça de uma pessoa não consegue mais penetrar.

“NÃO ME CHAMEM VANDRÉ”, é um livro escrito pelo jornalista e escritor paraibano Gilvan de Brito, que ousa acender a luz sobre a história de um dos artistas paraibanos mais importantes e incisivos do Brasil nos últimos tempos, reconhecido em sua época (anos 60) até à atualidade, e que mesmo distante do cantor, compositor e advogado Geraldo Pedrosa (a quem, inclusive não conhece pessoalmente), consegue perceber e entender como personagem da história política e cultural do país, para sentar junto com ele, num encontro fictício (e todas as biografias não autorizadas soam como algo de “fronteira” entre a verdade dos fatos vividos publicamente e registrados pela história (imprensa, indústria cultural) , e a verdade de quem se deixa viver atrás da porta da história, e de como ele quer ser tratado, mesmo que contradiga o interesse popular formado e montado pela indústria cultural em tantas décadas.

www.reporteriedoferreira.com.br  Por Gilvan de Brito, Jornalista, advogado e historiador.




Estudo escancara “farra das diárias” nas câmaras municipais paraibanas

 

Ministério Público chegou a prender vereadores por causa de supostos abusos com o dinheiro público

Câmaras Municipais torraram mais de R$ 1,6 milhão com diárias. Foto: Ilustrativa

Era dia 5 de novembro de 2019 quando um grupo de 11 vereadores de Santa Rita viu o sonho de conhecer o “Natal Luz” de Gramado e Canela, no Rio Grande do Sul, ser convertido no pesadelo de conhecer, também, a cadeia. Aquele episódio foi apenas mais um exemplo do descaso dos legislativos paraibanos com o dinheiro público e, por azar dos vereadores, resultou na operação Cidade Luz, do Ministério Público da Paraíba. O descalabro, no entanto, não é prática exclusiva dos parlamentares mirins da cidade metropolitana.

Uma pesquisa feita por alunos do Curso de Gestão Pública da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) mostra que os vereadores de pelo menos 139 câmaras usam do mesmo expediente. A de Santa Rita, no entanto, foi a campeã de gastos com Diárias. Em 2019, os parlamentares torraram nada menos que R$ 619,3 mil. E o curioso: de acordo com as investigações do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, os gastos eram para “viagem” de “férias”.

Veja o quadro de gastos:

Reprodução

 

A Câmara Municipal de Santa Rita gastou o equivalente a 8,13% de tudo o que teve disponível para a atividade parlamentar com diárias. Essa não é uma regra para todas as cidades. Pelo menos 84 municípios não gastaram um só centavo com diárias. Depois de Santa Rita, a surpresa em relação a 2019 foi a Câmara de Cabedelo. O município teve dez vereadores afastados durante a operação Xeque-Mate, um ano antes. Isso, no entanto, não intimidou os parlamentares responsáveis pelos gastos, muitas vezes, injustificáveis. Ao todo, foram gastos R$ 152 mil com a rubrica.

Os vereadores dos 139 municípios onde houve gasto com diárias nas Câmaras Municipais consumiram R$ 1,6 milhão dos cofres públicos com o pagamento dos benefícios. As suspeitas são de que, em muitos casos, o dinheiro custeou apenas férias dos parlamentares e não a formação parlamentar.

Grupo de pesquisa

O retrato da situação paraibana é fruto de um levantamento feito por um grupo de pesquisa do Curso de Gestão Pública da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). A pesquisa foi coordenada pelo professor Fernando Torres e executada pelos pesquisadores Patrícia Regina Alves Pessoa e Rosemary Rodrigues do Nascimento.

www.reporteriedoferreira.com.br / BlogSuetoniSoutomaior




Polícia Civil encontra chácara que escondia drogas, eletrodomésticos e roupas furtadas na região de Esperança

A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 12ª Delegacia Seccional de Esperança, deflagrou, na tarde desta sexta-feira, 11, a “OPERAÇÃO SPES”, expressão em latim que significa “Esperança”.

Os policiais civis localizaram uma chácara, na zona rural do município de Esperança, que servia de local para esconder drogas, onde foram encontrados tabletes de cocaína e maconha, além de eletrodomésticos, entre eles, aparelhos de televisão, fogão e forno micro-ondas, produtos de roubos praticados contra residências na região. Também foram recuperadas peças de vestuário de grifes conhecidas, que tinham sido furtadas de estabelecimentos comerciais.

 

Segundo o delegado Cristiano Santana, do GTE de Esperança, ninguém foi localizado na chácara, mas as investigações continuam para localizar o proprietário do imóvel. “As apreensões decorrem de investigações relativas a ações de uma associação criminosa que vem agindo na região de Esperança, cometendo crimes patrimoniais. As diligências estão em andamento, no intuito de localizar o proprietário do imóvel”, afirmou.

A população pode colaborar com a Polícia Civil fazendo qualquer tipo de denúncia através do disque-denúncia pelo número 197. A ligação é gratuita e será garantido o anonimato do denunciante ou da denunciante.

www.reporteriedoferreira.com.br     Polícia Civil da Paraíba

Assessoria de Comunicação