Aleksander Santos, diretor do Flamengo
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O grupo de whatsapp chamado de “Guardiões do Crivella” ganhou repercussão nos último dias. Na troca de mensagens, os membros, em sua maioria funcionários da Prefeitura do Rio de Janeiro, se comunicavam para intervir no trabalho da imprensa na fiscalização da situação da Saúde na capital fluminense.
Diretor de relações governamentais e responsável pela interlocução do Flamengo no meio político, Aleksander Santos estava no grupo chamado de “Guardiões do Crivella”. Trata-se de uma organização formada, na maioria, por funcionários pagos com dinheiro público com o objetivo de impedir o trabalho da imprensa na fiscalização de denúncias de saúde.
Aleksander saiu do grupo nesta terça-feira. Segundo ele, seu número foi adicionado sem a permissão dele. O blog apurou que a entrada do diretor no grupo é antiga e questionou o motivo de ele não ter saído assim que foi adicionado.
“Eu sou adicionado em muitos grupos. De Flamengo, então, tem um monte. Eles pegam meu número e adicionam. De fato eu estava nesse grupo, não sei precisar desde quando. Mas eu não fiz nenhuma postagem”, explicou ele.
A existência do grupo foi revelada pela TV Globo essa semana. Os integrantes estão sendo investigados sob a suspeita de formarem uma organização criminosa com o objetivo de práticas ilegais, entre elas a de restringir a liberdade de imprensa.
Ex-vice do Botafogo também no grupo
Outro personagem do mundo da bola no grupo é o ex-vice presidente de estádios do Botafogo, Anderson Simões. O ex-dirigente, hoje, faz parte da gestão de Crivella. Ele é o subsecretário de Planejamento e Acompanhamento de Resultados da Casa Civil.
O blog não conseguiu contato com Anderson Simões.
Anderson Simões, ex-VP do Botafogo, também estava no grupo — Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo
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