Vereadores cancelam eleições indiretas em Bayeux Pb
Com a decisão tomada pelos vereadores do município de Bayeux, em suspender as eleições indiretas , é possível que Jefferson Kita continue como prefeito interino da cidade até o dia 31 de dezembro deste ano.
Câmara de Bayeux acatou pedido para cancelar eleição indireta para prefeito (Foto: Walla Santos/ClickPB)
A mesa diretora da Câmara de Bayeux decidiu, nesta terça-feira (28), acatar o pedido formulado por um grupo de vereadores para cancelar a eleição indireta para prefeito da cidade. O pedido apontava que a mudança na lei, prevendo a eleição indireta, não chegou a ser publicada.
Com isso, é possível que Jefferson Kita continue como prefeito interino da cidade até o dia 31 de dezembro deste ano.
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Coreia do Norte culpa vizinha do sul pelo primeiro caso de covid-19 no país
Homem cruzou a frontei do sul para o norte a nado
Reprodução/Twitter Josh Berlinger
Líder da Coreia do Norte assiste ao desfile militar “de camarote”, cercado de autoridades de seu governo, nesta quinta-feira (8)
A Coreia do Norte responsabiliza a Coreia do Sul pelo seu primeiro caso do novo cornavírus (Sars-cov-2). A capital do sul, Seul, nega a responsbailidade. Segundo o governo norte-coreano, o primeiro paciente de covid-19 do país é um desertor que retornou secretamente ao país.
O sul defende que não reconhece que o homem que retornou ao norte, cujo nome seria Kim, estivesse infectado. O governo da Coreia do Norte divulgou no último dmoingo (26) que identificou na cidade fronteiriça de Kaesong o primeiro caso da doença no país , em um homem que desertou do país do sul há três anos e retornou recentemente ao país do norte.
Kim jong-un decretou ” emergência máxima ” enquanto a situação não for controlada. Seul diz que o homem que acreditam ser o paciente zero não teria se infectado no retorno para o norte.
“Essa pessoa não está registrada como um paciente de covid-19 nem é classificada como uma pessoa que teve contato com pacientes com o vírus”, disse Yoon Tae-ho, chefe de desinfecção sul-coreano, na segunda-feira (27).
A Coreia do Sul possuiu um dos melhores sistemas de rastreamento e monitoramento de casos do novo coronavírus, além disso o Centro de Controle e Prevenção de Doenças da Coreia do Sul (KCDC) disse ter testado duas pessoas que tiveram contato com o homem que retornou ao norte e ambos testaram negativo.
www.reporteriedoferreira.com.br Por Ig
Em sessão remota Câmara Municipal de Remígio concede título de cidadania ao Major Benevides, comandante do 15º BPM
Presidente Adinael Barbosa- Major PM Marcos Antonio Benevides Pessoa Júnior
Na última quinta feira (23 de julho de 2020), em sessão remota presidida pelo Presidente Adinael Barbosa, a Câmara Municipal de Remígio, por unanimidade e através do Decreto Legislativo nº 024/2020, aprovou título de cidadania em prol do Major PM Marcos Antonio Benevides Pessoa Júnior, atual comandante do 15º BPM, sediado na cidade de Esperança-PB.
Vereador Adinael, autor da propositura, afirma que o” homenageado vem desempenhado suas atribuições com muita maestria e aproximando a Polícia Militar da população, isto no município de Remígio e também em toda área circunscricional do 15º BPM” Concluiu
Em contato com este site Adinael disse que por dever de justiça a Casa do Povo reconheceu o brilhante trabalho desempenhado diuturnamente pela PM. A população percebe a redução dos índices criminais, sobretudo na zona rural que apresenta reduções nos roubos e furtos de animais (por exemplo), acrescentou.
Reunião remota:
Coronel Galvão também elogiou o trabalho realizado pela PM e disse que o Comandante Geral da PM, Coronel Euller, mais uma vez, acertou na indicação do Major Benevides para comandar o 15º BPM e que agradece a Câmara Municipal de Remígio pela concessão de tamanha honraria em reconhecimento ao trabalho da PM e, de forma especial, ao Presidente da Casa Legislativa que atendeu sua indicação/pedido.
Projeto:
A entrega da comenda deverá ocorrer no mês de setembro em sessão solene a ser definida pela presidência da Câmara.
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O “VERMELHO E PRETO”: Escrito Por Rui Leitao
O “VERMELHO E PRETO”: Escrito Por Rui Leitao
Quando se brincava carnaval em clubes, nós tínhamos aqui em João Pessoa três prévias que movimentavam a cidade. No Cabo Branco o famoso “Vermelho e branco”, a mais tradicional festa do período pré-carnavalesco da Capital. No Astréa acontecia o “Azul e branco”. E na AABE, o “Vermelho e preto”. Nesse tempo não existia ainda o “Folia de Rua”, portanto a brincadeira no período que antecedia aos dias oficiais do carnaval, era animadamente realizada nesses três clubes.
Nunca fui ao “Azul e branco” no Astréa, e fui algumas vezes ao Cabo Branco, no seu “Vermelho e branco”. Mas, posso garantir que, participei de todos os bailes do “Vermelho e preto” da Associação Atlética Banco do Estado, até porque ele se iniciou na época em que fui o seu diretor social.
O maestro Vilôr animou vários desses bailes, e ao executar o hino de exaltação da AABE, cantado por Livardo Alves, um de seus autores em parceria com Gilvan de Brito, levava todos a gritarem a letra da marcha-hino, que diz no seu final: “entre na nossa festa/a vida é essa, vamos aproveitar/chegue também, menina/o carnaval é aqui na Ponta de Campina”. Vestia as cores que caracterizavam a festa com muito prazer, porque eram também as cores do Flamengo. Rapidamente tornou-se um evento incluído no calendário das festividades carnavalescas de João Pessoa. A AABE ficava pequena para público tão grande, composto não só por seus associados e familiares, mas por convidados e autoridades. Em um deles contamos com a presença do então governador da Paraíba, Tarcísio Burity. Outro governador que costumeiramente comparecia era Dorgival Terceiro Neto, também na condição de um dos seus associados.
O presidente da época, Geraldo Henriques, foi, indiscutivelmente o grande propulsor do sucesso da AABE como um dos recantos de convivência social mais agradáveis de nossa Capital. Dinâmico, simpático, colocando entusiasmo em tudo o que fazia, ele deu o impulso inicial para que o clube dos funcionários do Banco do Estado pudesse se consolidar como uma agremiação recreativa que produzia oportunidades de divertimento nos campos social, cultural e esportivo.
www.reporteriedoferreira.com.br Por Rui Leitão jornalista-advogado e escritor.
BOLSONARO NO TRIBUNAL DE HAIA: Escrito Por Gilvan de Brito
BOLSONARO NO TRIBUNAL DE HAIA: Escrito Por Gilvan de Brito
Por deixar de indicar um ministro da saúde durante dois meses, na fase crucial da Pandemia; colocar em risco a saúde da população promovendo aglomerações sem uso de máscaras e por fazer propaganda de medicamento como a hidroxicloraquina, sem eficácia no tratamento da doença, o presidente Bolsonaro foi denunciado ao Tribunal Internacional Penal de Haia por falhas graves e mortais contra a doença.
A denúncia foi feita por um grupo de entidades sindicais brasileiras, hoje, pela crise que elevou a um nível crítico as condições sanitárias do país, que já se aproxima das 90 mil mortes por coronavírus, “por uma postura negligente e irresponsável.”
O diretor da Uni-Americas, entidade dos trabalhadores da saúde que amparou o pedido, Márcio Monzante, disse que “Buscar a Corte Penal Internacional é uma medida drástica, mas os brasileiros enfrentam uma situação extremamente difícil”. Acrescentou que Bolsonaro deveria ser responsabilizado e considerado culpado por sua insensível atuação frente à pandemia e por se recusar a proteger os trabalhadores da saúde”. O Estatuto de Roma, define os crimes considerados internacionais, como o genocídio e a tortura.
www.reporteriedoferreira.com.br Por Gilvan de Brito- Jornalista,advogado e escritor.
Dias Toffoli arquiva abertura de inquéritos da delação de Sérgio Cabral
Investigações haviam sido autorizadas por Fachin e citavam ministros de tribunais superiores
Por Agência O Globo|
Antonio Cruz/Agência Brasil
Ministro Dias Toffoli rejeitou a abertura de inquéritos com base na delação premiada do ex-governador do Rio Sergio Cabral
A pedido do procurador-geral da República Augusto Aras, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, rejeitou a abertura de inquéritos com base na delação premiada do ex-governador Sérgio Cabral, assinada com a Polícia Federal. De acordo com fontes com acesso ao caso, Toffoli acolheu pedido de arquivamento de três inquéritos que iriam investigar ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal de Contas da União (TCU).
As decisões tomadas por Toffoli na prática revertem autorização dada pelo ministro Edson Fachin, que homologou a delação de Cabral. Em março, Fachin autorizou que a PF abrisse doze novos inquéritos no STF para investigar as acusações feitas pelo ex-governador contra autoridades com foro privilegiado.
O ministro, então, enviou os novos processos para que o presidente do STF os encaminhasse para sorteio de um novo relator, que acompanharia as investigações. Todos os processos estão sob sigilo.
Toffoli, entretanto, não fez a redistribuição, como solicitado por Fachin. Em vez disso, enviou os processos para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestasse a respeito dessas investigações.
Em três desses inquéritos, Aras protocolou manifestações diretamente a Toffoli, no mês de abril, pedindo que fossem sumariamente arquivados, antes mesmo de a PF começar a investigar. O presidente do STF acolheu os pedidos de arquivamento, em decisões tomadas entre abril e junho em cada um dos casos.
Em seus pedidos, Aras argumentou que a PGR é contrária à delação de Cabral e que, por isso, a palavra final sobre as investigações seria sua, e não da PF. Disse também que não existem indícios mínimos para a abertura das investigações. Em resposta aos pedidos de Aras, o presidente do STF determinou o arquivamento desses três inquéritos.
Outros nove inquéritos abertos a partir da delação de Cabral ainda aguardam aval de Toffoli desde o final de abril e atingem parlamentares e outras autoridades com foro no Supremo. Neles, Aras ainda não fez pedidos para arquivamento. A assessoria da Presidência do STF afirma que todos inquéritos já foram enviados para que Aras se manifestasse sobre eles.
Queda de braço entre MP e PF
Após fechada, a delação de Cabral provocou uma queda de braço entre a Polícia Federal e o Ministério Público Federal. Assinada pela PF no fim do ano passado, o acordo enfrentou oposição da PGR e da Lava-Jato do Rio, por entenderem que o ex-governador não era confiável e não apresentava provas de seus relatos. O ministro Edson Fachin, porém, homologou o acordo em fevereiro deste ano.
Cabral fez pedidos à Justiça para tentar deixar a prisão após a assinatura da delação, mas não obteve decisões favoráveis. Um dos principais receios dos procuradores era que o ex-governador se beneficiasse de uma ordem de prisão domiciliar graças ao acordo, mas isso não ocorreu.
Procurada para comentar, a assessoria de comunicação de Toffoli afirmou que não poderia falar especificamente sobre esses inquéritos porque estavam sob sigilo, mas disse que o Regimento interno do STF permite que o presidente decida sobre “ações ou recursos ineptos ou de outro modo manifestamente inamissíveis”.
“Os inquéritos em referência tramitam sob o manto do sigilo, não cabendo, portanto, o encaminhamento de informações referentes a eles. Vale lembrar, entretanto, que o Presidente tem competência para, nos termos do art. 13, V, c, do RISTF decidir sobre ações ou recursos ineptos ou de outro modo manifestamente inadmissíveis, inclusive por incompetência”, diz a nota, assinada pela assessoria de comunicação da Presidência do STF.
Prossegue a nota: “Logo, havendo manifestação do PGR, titular da ação penal, pelo arquivamento do inquérito, por entender manifestamente inadmissível a abertura de novo procedimento investigatório na Corte, nada impede que o Presidente opere o arquivamento do feito, à luz do citado dispositivo do regimento. Nesse sentido, há precedentes de Presidências anteriores, inclusive porque, nos termos da jurisprudência da Corte, o pedido de arquivamento realizado pelo titular da ação penal deve ser acolhido sem discussão de mérito”.
A assessoria de Toffoli afirmou ainda que os processos não ficaram parados em seu gabinete. “A assessoria de comunicação esclarece que os referidos processos tramitam sob sigilo. Informa, ainda, que alguns já foram objeto de decisão da Presidência e outros foram encaminhados para manifestação da Procuradoria-Geral da República”, disse em nota.