Maia ironiza fuga de Weintraub: ‘primeira vez que alguém diz estar exilado e tem o apoio do governo’

O presidente da Câmara de Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ironizou o ex-ministro Abraham Weintraub que afirmou ser perseguido no Brasil, apesar de ter apoio do governo

Rodrigo Maia e Abraham Weintraub
Rodrigo Maia e Abraham Weintraub (Foto: ABr)

247 – O presidente da Câmara de Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ironizou o ex-ministro Abraham Weintraub que afirmou ser perseguido no Brasil, apesar de ter apoio do governo.

Maia ainda disse que “ninguém está sentindo falta dele no Ministério da Educação. Ninguém queria que ele ficasse no Brasil de qualquer jeito, porque, de fato, é uma pessoa que mais atrapalhou do que ajudou.”

“Eu não entendi por que…ele tava fugindo de alguém? Estranho, não é? Vai ser a primeira vez na história que alguém diz que está exilado e tem o apoio do governo”, disse. “Geralmente é o contrário. As pessoas fogem porque estão sendo perseguidas por um governo”, reforçou.

Na sexta-feira, 19, Weintraub fugiu para Miami e estava nos EUA quando foi oficializada no Diário Oficial da União. Nesta terça-feira, 23, Jair Bolsonaro retificou a exoneração do ex-ministro no Diário Oficial da União (DOU). A retificação afirma que a exoneração do ministro teria início no dia 19 de junho, e não no dia 20, quando foi publicada a decisão anterior em edição extra do DOU.

 Brasil 247




Senadores aprovam adiamento das eleições municipais de 2020

Foto: Divulgação

O Senado Federal acabou de aprovar em primeiro turno por 67 votos a 8, na tarde desta quarta-feira (23), o adiamento das eleições municipais para prefeitos e vereadores em 2020. A proposta ainda precisa passar por uma nova votação, que exige a aprovação de pelo menos 49 senadores. A votação teve duas abstenções.

O relatório do senador Weverton (PDT-MA) prevê que o primeiro turno será realizado no dia 15 de novembro e o segundo turno, no dia 29 do mesmo mês. Se as condições sanitárias, por causa do coronavírus, não permitirem realizar as eleições nesses dias, o TSE poderá alterar as datas até o dia 27 de dezembro. Pelo texto, as convenções partidárias devem ser realizadas entre 31 de agosto e 16 de setembro. Já o registro de candidaturas poderá ser realizado até 26 de setembro.

Redação com assessoria




Acendimento de fogueira na Paraíba; prevê multa de R$ 500 a quem descumprir lei

As fogueiras foram proibidas para evitar complicações que a fumaça provoca à saúde das pessoas.

Equipes de órgãos ambientais iniciam na noite desta desta terça-feira (23) uma operação para fiscalizar o cumprimento da lei estadual 11.711, que prevê multa inicial de R$ 517 para quem acender fogueiras em áreas urbanas, em toda a Paraíba durante a pandemia. A Operação “São João Sem Fogueiras” será realizada em atuação conjunta do Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb), Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) e Corpo de Bombeiros Militar.

O comandante do Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb), tenente-coronel Melquisedec Lima, disse que tem fiscalizado desde o começo de junho a venda de madeira para fogueiras e que no fim de semana já foram feitas abordagens educativas. “A partir desta véspera de São João, a fiscalização será mais rigorosa, inclusive com aplicação de multa no valor de 517 reais, podendo ser o dobro, em caso de reincidência”, advertiu.

As denúncias podem ser feitas pelo número 190. Além da punição com multa, as equipes contarão também com logística para apagar imediatamente a fogueira que esteja acesa em local proibido pela lei.

A medida busca prevenir as complicações que a fumaça provoca à saúde das pessoas, principalmente as que têm problemas respiratórios e estão no grupo de risco da Covid-19 ou que contraíram a doença.




Transporte Público de Passageiros da Capital volta a circular na próxima segunda-feira,29

Plano para a flexibilização foi entregue nesta segunda-feira e prefeitura vai analisar protocolos

Luciano Cartaxo diz que os protocolos serão analisados para o retorno da atividade. Foto: Roberto Firmino/Secom-JP

A prefeitura de João Pessoa anunciou para a segunda fase de flexibilização o retorno do transporte público de passageiros. O anúncio foi feito pelo prefeito Luciano Cartaxo (PV) após reunião com representantes do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano (Sintur). O gestor ressaltou que o funcionamento terá que obedecer os parâmetros estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O encontro ocorre depois de vários protestos de motoristas, que cobram o retorno da atividade.

“Recebemos todo o material proposto pelo setor de transportes com relação às novas normas, ao protocolo que está sendo sugerido. A Prefeitura tem feito esse acompanhamento passo a passo para que possamos fazer o retorno seguro e sem jogar fora todo o esforço que foi feito não só pela nossa gestão, mas também pelo povo de nossa cidade. Nossa ideia é dar passos seguros que garantam a preservação da vida e saúde de nosso povo”, afirmou o prefeito Luciano Cartaxo.

Segundo o prefeito, a Superintendência de Mobilidade Urbana (Semob) irá avaliar as propostas do setor e alinhá-las às normas de segurança estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e aos protocolos estabelecidos na Capital pela Secretaria de Saúde (SMS), feitos por médicos e sanitaristas. Todas as ações a serem adotadas no retorno da circulação dos ônibus, assim como de outros setores, se dará mediante análise de avaliação de risco.

A progressão vai depender da evolução do município no esquema de faixas estabelecido pelo governo do Estado. Atualmente, João Pessoa está classificada com faixa laranja. Para progredir, terá que evoluir para a faixa amarela, o que pode ocorrer já na semana que vem. Ao todo, a cidade conta 8.336 infectados pelo novo Coronavírus e 315 pessoas morreram até agora.

Desde o mês de março, o transporte público teve as atividades paralisadas dentre as ações adotadas para evitar aglomerações e os ônibus passaram a circular apenas para o transporte de profissionais e trabalhadores da área da saúde, que estão na linha de frente das ações de combate à pandemia. Durante todo este período, o distanciamento social segue como a principal medida para conter a propagação da Covid-19. Mesmo com o início do Plano Estratégico de Flexibilização, a orientação para que as pessoas permaneçam em casa e só saiam em caso de necessidade, segue como válida. No espaço público, o uso de máscara também segue como obrigatório.




União Europeia estuda banir entrada de viajantes do Brasil, EUA e Rússia por causa da pandemia, diz jornal

 

Aeroporto de Lisboa, em Portugal, durante pandemia do novo coronavírus — Foto: Rafael Marchante/Arquivo/Reuters

Aeroporto de Lisboa, em Portugal, durante pandemia do novo coronavírus — Foto: Rafael Marchante/Arquivo/Reuters

A União Europeia estuda restringir a entrada de viajantes provenientes do Brasil, dos Estados Unidos e da Rússia, informou reportagem do jornal norte-americano “The New York Times” desta terça-feira (23).

Com a chegada do verão, o bloco europeu pretende iniciar a reabertura das fronteiras externas a partir de 1º de julho, começando por países que têm controlado melhor a pandemia de Covid-19. Oficialmente, ainda não houve anúncio formal sobre quais estados estarão incluídos no banimento.

Estados Unidos, Brasil e Rússia são os três países com maior número absoluto de casos do novo coronavírus, segundo a Universidade Johns Hopkins. Na segunda-feira, o mundo registrava mais de 9 milhões de diagnósticos confirmados da virose.

De acordo com o “Times”, visitantes de países como China, Uganda, Cuba e Vietnã poderiam entrar nos países da União Europeia após dados mais tranquilizantes sobre o vírus nesses locais.

Números atualizados da Johns Hopkins na tarde desta terça-feira mostram que os EUA têm mais de 2,3 milhões de casos do novo coronavírus, enquanto o Brasil passa de 1,1 milhão. A Rússia, segundo a universidade, registra quase 600 mil confirmações de Covid-19.

Restrições começaram com os EUA

Passageiros chegam ao Aeroporto Internacional Seattle-Tacoma, nos EUA, em meio à epidemia mundial de coronavírus — Foto: Karen Ducey/Getty Images/AFP

Passageiros chegam ao Aeroporto Internacional Seattle-Tacoma, nos EUA, em meio à epidemia mundial de coronavírus — Foto: Karen Ducey/Getty Images/AFP

Em março, com o agravamento da epidemia na Europa, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, baniu viagens da maioria dos países europeus rumo aos EUA — medida semelhante à que o republicano tomou no início da crise da Covid-19, quando proibiu a entrada de visitantes da China. O Brasil também entrou na lista dos países barrados pela Casa Branca em maio.

www.reporteriedoferreira.com.br Por G1




Ministério Público vai investigar criminalmente festas em condomínios de Bananeiras

A promotora de Justiça de Bananeiras, Ana Maria Pordeus Gadelha, decidiu abrir um Procedimento Investigatório Criminal para apurar as denúncias de descumprimento das medidas restritivas decretadas para o combate ao coronavírus. A providência se deveu à repercussão em redes sociais e sites de notícias a respeito de festas realizadas em condomínios privados da região, resultando em aglomeração e risco maior de contágio da Covid-19. Ao final do PIC, pode ser adotada uma medida administrativa ou judicial adequada ao caso em concreto.

O episódio mais rumoroso envolveu o médico Edvan Benevides Júnior, que chegou a ser levado à delegacia de Solânea no domingo por causa de um evento com um trio de forró que foi filmado e denunciado às autoridades como um ato de desrespeito às medidas de prevenção ao novo coronavírus.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, a promotora explicou as providências adotadas em Bananeiras para evitar o aumento de casos da doença e admitiu que os condomínios têm sido reportados como ambiente de descumprimento das medidas restritivas: “Temos recebido informações de que os que estão vindo para os condomínios, ocupando casas próprias ou mesmo alugadas, o que é proibido pelo decreto, estão promovendo festas, realizando encontros ou reuniões, com aglomeração de pessoas e sem obedecer as normas reguladoras de saúde. Chegaram informações e baseada em vídeos e fotografias remetidos ao MP pelo aplicativo WhatsApp foi instaurado um procedimento investigatório criminal para apuração dessas práticas inadequadas e que afrontam as normas estabelecidas nos decretos municipais”, explicou a promotora.

Ana Maria acrescentou que não visitou os condomínios, mas um deles foi objeto de averiguação pela Polícia Civil que confirmou a irregularidade e levou os responsáveis à delegacia.

“O que me deixa muito triste é saber que existem pessoas com um grau de insensibilidade tão grande que comemoram o que? a morte de milhares de pessoas? e vêm para um município como Bananeiras onde há um grande número de moradores carentes dependentes exclusivamente do serviço público de saúde, dos amparos sociais, das cestas básicas, da assistência social, numa época de pandemia.. e isso nos deixa indignados. São pessoas abastadas que têm dinheiro para gastar com festas, manter casas em condomínios e são indiferentes a esta situação, aos profissionais de saúde que estão arriscando suas vidas para salvar vidas”.

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Médico é levado à delegacia depois de promover festa em condomínio de Bananeiras

 




Famup discute com prefeitos volta do trabalho presencial nas edilidades paraibanas

Contaminações já são registradas em 95% das cidades e pelo menos 766 pessoas morreram

George Coelho diz que a Famup dará contribuição para a reabertura. Foto: Divulgação/Famup

A Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup) está iniciando uma discussão com os prefeitos paraibanos para a retomada do trabalho presencial dos servidores públicos. A meta, com isso, é observar os parâmetros para o retorno dos serviços oferecidos à população. Ainda não há um plano acabado para a retomada.

O órgão definiu que vai buscar a contribuição das administrações municipais para a formulação de um protocolo. As diretrizes vão ditar o ritmo da flexibilização. Um dos parâmetros é obedecer o regramento das bandeiras instituídas por decreto estadual.

“Temos que discutir também como ficará a administração pública e os mais diversos atendimentos e obrigações que devem ser cumpridas. Vamos iniciar uma discussão com os gestores para saber como poderemos formular um protocolo de funcionamento e retorno das atividades presenciais nas repartições públicas”, disse o presidente da Famup, George Coelho.

De acordo com dados da Secretaria de Saúde da Paraíba, os casos confirmados estão distribuídos por 213 municípios. As cidades de Camalaú, São Domingos do Cariri e Zabelê confirmaram o primeiro caso de Covid-19 na última terça-feira (16). Já as cidades de Bayeux e Mamanguape ultrapassaram a marca de 600 casos confirmados da doença.

O Plano ‘Novo Normal Paraíba’ indica os segmentos autorizados a retomar atividades com mudanças no formato de funcionamento. O plano foi desenvolvido pela Secretaria de Saúde e pela Controladoria Geral do Estado e é baseado em indicadores como a quantidade percentual de novos casos, letalidade (óbitos), ocupação da rede hospitalar da região e percentual de isolamento social.

Cada município recebe uma bandeira de cor, que varia de vermelho ao verde, de acordo com índices de propagação do vírus e risco para a população com relação à assistência hospitalar. Com esta informação, observa-se quais tipos de negócios podem ser abertos e como devem funcionar. Será com base nessas bandeiras e fases que a Famup montará um protocolo de retorno das atividades administrativas.

 




MAÍLSON PISA NA BOLA:  Escrito Por Gilvan de Brito

MAÍLSON PISA NA BOLA:  Escrito Por Gilvan de Brito

Ao defender o aumento da carga tributária durante dez anos para conter os efeitos do Coronavírus na economia brasileira, o ex-ministro Mailson da Nóbrega, da Fazendo (1887 a 1990), do Governo Sarney, pisou na bola, em declarações à imprensa. Se ele acha pouco ter dirigido a economia do país num período de maior inflação já alcançada no Brasil, que atingiu 88%, quando tudo subia todos os dias (na calada da noite, através dos “over night”), a elevação dos tributos durante uma década supera sua “eficiência” ministerial.

A carga tributária atual é superior a 38%, o que nos leva a trabalhar quatro meses por ano exclusivamente para pagar impostos ao governo. Mais do que isso representa uma crueldade com o povo brasileiro. E ele achou pouco e ainda defendeu a volta do famigerado CPMF, que cobrava imposto sobre tudo que se comprava no país. O que nós estamos precisamos é de um ministro capaz, com imaginação, para vencer esses obstáculos com a redução da carga tributária, jamais com o aumento.

www.reporteriedoferreira.com.br    Escrito Por Gilvan de Brito Jornalista=Advogado e Escritor