Equipe de Mandetta teme demissão por Twitter e já anuncia debandada

A equipe do ministro Luiz Henrique Mandetta, da Saúde, acredita que o presidente Jair Bolsonaro pode demiti-lo até pelo Twitter nas próximas horas e já limpa as gavetas para sair da pasta junto com o chefe.

Um dos principais auxiliares de Mandetta, o secretário de vigilância em Saúde, Wanderson Kleber de Oliveira, enviou carta aos funcionários de sua área nesta quarta (15) afirmando que “a gestão de Mandetta acabou e preciso me preparar para sair junto”. Oliveira afirmou ainda que “só Deus para entender o que querem fazer”.

Nesta quarta pela manhã, o presidente Jair Bolsonaro disse que resolverá “a questão da Saúde” para que seja possível “tocar o barco”. “Pessoal, estou fazendo a minha parte”, disse a apoiadores na frente do Palácio do Alvorada.

“Finalmente chegou o momento da despedida”, diz Kleber de Oliveira na carta enviada aos colegas. “Ontem tive reunião com o ministro e sua saída está programada para as próximas horas ou dias. Infelizmente não temos como precisar o momento exato. Pode ser um anúncio respeitoso diretamente para ele ou pode ser um Twitter. Só Deus para entender o que o querem fazer”.

“De qualquer forma, a gestão do Mandetta acabou e preciso me preparar para sair junto, pois esse é um cargo eletivo e só estou nele por decisão do Mandetta”, afirma ainda o secretário.

Outros integrantes do primeiro escalão da Saúde já comunicaram que saem junto com o ministro.

Como revelou a coluna Painel nesta quarta (15), o próprio Mandetta já se despediu dos subordinados e disse que aguarda apenas que Bolsonaro encontre um nome para substituí-lo.

O secretário de vigilância diz ainda na mensagem enviada que, “por conhecer tão profundamente a SVS, tenho certeza que parte do que fizemos na SVS vai continuar, pois é uma secretaria técnica e sempre nos pautamos pela transparência, ética e preceitos constitucionais”.

Leia a íntegra da mensagem:

“Bom dia!

Finalmente chegou o momento da despedida. Ontem tive reunião com o Ministro e sua saída está programada para as próximas horas ou dias. Infelizmente não temos como precisar o momento exato. Pode ser um anúncio respeitoso diretamente para ele ou pode ser um Twitter. Só Deus para entender o que o querem fazer.

De qualquer forma, a gestão do Mandetta acabou e preciso me preparar para sair junto, pois esse é um cargo eletivo e só estou nele por decisão do Mandetta. No entanto, por conhecer tão profundamente a SVS, tenho certeza que parte do que fizemos na SVS vai continuar, pois é uma secretaria técnica e sempre nos pautamos pela transparência, ética e preceitos constitucionais.

A maioria da equipe vai permanecer e darão continuidade ao trabalho de excelência que sempre fizeram e para isso não precisam mais de mim.

Foi uma honra enorme trabalhar mais uma vez com você. Para que não tenhamos solução de continuidade, indiquei o meu amigo querido Gerson Pereira para ficar de Secretário interino. Ele é um Profissional excelente e vai dar seguimento a tudo que estamos fazendo.

Vou entregar o cargo assim que a decisão sobre o Mandetta for resolvida. Todos estão livres para fazer o que desejarem.

Tenho certeza que a SVS continuará grande e será maior, pois vocês é que fazem ela acontecer. Minhas contribuições foram pontuais e insignificantes, perto do que essa Secretaria é como uma só equipe. A SVS é minha escola e minha gratidão por ter trabalhado com você será eterna. Muito obrigado por me permitir estar Secretário Nacional de Vigilância em Saúde. Jamais imaginei que seria o primeiro enfermeiro a ocupar tão elevado e importante cargo e o primeiro de muitos que virão.

Muito obrigado!​”

 

www.reporteriedoferreira.com.br    Por Folha de S. Paulo




O CONFLITO DO “ELES” CONTRA O “NÓS”: Escrito Por Rui Leitao

O CONFLITO DO “ELES” CONTRA O “NÓS”: Escrito Por Rui Leitao
A crise provocada pela pandemia do coronavirus tem acentuado o conflito do “eles” contra o “nós”. Esse confronto, principalmente em nosso país, é histórico. O mapa da desigualdade social sempre foi conhecido por todos. Ocorre, porém, que agora ele se mostra mais evidente, considerando as condições de vulnerabilidade de boa parte da população que vive em situação de pobreza. Consequentemente serão as classes sociais menos assistidas pelos poderes públicos, as mais atingidas pelas trágicas ameaças do vírus.Como se não bastasse esse quadro extremamente desigual em nossa sociedade, estamos também sendo atacados por um acirramento de ânimos causado pela radicalização político-ideológica e a intolerância.
O Brasil, além de dividido entre pobres e ricos, está também fracionado por conveniências dos que detêm o poder político ou econômico. Paixões e ambições pessoais se colocando acima da racionalidade.Divergências posicionando brasileiros em campos distintos, conforme seus interesses mais imediatos. Enquanto a grande maioria entende que a prioridade é salvar vidas. Por isso as decisões, por orientação médico-científica, em determinar o isolamento social, com o objetivo de minimizar a contaminação, e, por consequência, evitar um colapso no sistema de saúde de cada cidade.
Outros, situados no campo da dinâmica econômica, preferem optar pela preservação dos seus ganhos, ainda que colocando em risco a vida deles próprios e da população como um todo.Mais grave ainda é verificar que o conflito se transfere para os gestores públicos. É perceptível o embate que se verifica entre os diversos níveis de responsabilidade institucional. Enquanto quase a totalidade de governadores e prefeitos fez opção pelo atendimento às recomendações da Organização Mundial da Saúde e do próprio Ministério da Saúde do país, decretando a prática do distanciamento social. Outros, incluindo aí o presidente da república, partem para definição de uma campanha contra essas determinações de isolamento social, por temor de prejuízos à economia nacional. A briga tornou-se política, lamentavelmente.De um lado, “eles”, os poderosos preocupados com a ambição por ganhos financeiros.
Do outro, “nós”, os que entendem que, antes de tudo, deve prevalecer a luta por salvar vidas. A retórica e as atitudes do chefe da nação, entretanto, ganham força de exemplo negativo para a sociedade, fazendo com que muitos passem a compreender que o coronavirus não é tão assombroso assim. Insiste em afirmar que é apenas uma gripezinha.Enquanto esse embate se estabelece, o vírus continua sua marcha acelerada de contágio, exigindo atenção médica redobrada. Ainda bem que a grande maioria dos gestores públicos de nosso país está se comportando com a responsabilidade que os cargos lhes conferem. E enfrentam corajosamente a insensatez dos poucos que teimam em estimular a desobediência ao isolamento social e cometem absurdos contra as regras de saúde.
Parcela do empresariado, acompanhada por fanaticos, em alinhamento ao posicionamento crítico do presidente da república em relação às medidas preventivas adotadas pelos govenadores e prefeitos, continua reivindicando o fim da quarentena, indiferente às estatísticas alarmantes que já se expressam na contagem de pessoas infectadas ou mortas por conta da pandemia. É o “achismo” duelando com a “ciência”. A pandemia chega para testar a capacidade de mobilização dos que estão do lado do “nós”, contra os que desprezam o valor da vida, em nome da manutenção do status econômico e financeiro, “eles”. Ouçamos, então a voz da ciência e permaneçamos sem sair de casa. Façamos com que o “nós”, pela primeira vez, vença o grupo minoritário formado por “eles”, os poderosos desatinados.
www.reporteriedoferreira.com.br   Escrito Por Rui Leitão- Escritor



O FIM DO LOCKDOWN; Escrito Por Gilvan de Brito

O FIM DO LOCKDOWN; Escrito Por Gilvan de Brito

A questão aberta entre o ministro da Saúde e o presidente da República tem sido o isolamento proposto de forma inquestionável pela Organização Mundial de Saúde, com a qual não concorda Bolsonaro. Enquanto o ministro segue apoiado pelos mais idosos, de maior vulnerabilidade, como está comprovado, os mais jovens estão com o chefe da Nação e querem trabalhar, não importando os riscos. Os entregadores (delivery) são mostrados como exemplo, onde não há registros de contaminação mesmo na atividade que exige contatos diversos e movimentação de corpos.

 

Em Portugal, este problema também está sendo questionado e, no dia de ontem, entidades patronais lideradas pela Confederação Empresarial de Portugal (CIP), e União Geral de Trabalhadores (UGT) defenderam, em manifesto encaminhado ao primeiro-ministro, o relaxamento da política exigida pela OMS. E, como alternativa, ofereceram como sugestões:testar todos os casos suspeitos num prazo 24 horas desde a manifestação de sintomas e a massificação de teste sorológicos na população em geral —além da manutenção em isolamento dos casos confirmados e do trabalho em casa quando isso for possível.

 

O prazo de isolamento termina sexta feira em Portugal. O grave problema no Brasil, por exemplo, é que essa sugestão torna-se impraticável pela insuficiência de testes a fim de atender a demanda. Em Portugal, porém, há autoridades que vêm insistindo na importância do isolamento, tais como o médico português Rui Moreno, ex-presidente da Sociedade Europeia de Medicina Intensiva e diretor no Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, garantindo que Portugal ainda está longe de ganhar a guerra” contra a Covid-19.

 

Por esse motivo ele achou um absurdo a declaração de Bolsonaro de que o vírus não passa de uma gripezinha. Moreno, no entanto, apoia “o levantamento das restrições no interior do país (menos povoado) em direção ao litoral, além de liberar para trabalhar primeiramente os mais jovens.” Até ontem o número de falecidos e contaminados atingia 535 mortos e 16.934 casos de infeção confirmados em Portugal, o que representa muito para um país de 10 milhões de habitantes em relação ao Brasil com 220 milhões.

www.reporteriedoferreira.com.br    O FIM DO LOCKDOWN; Escrito Por Gilvan de Brito- Jornalista e Escritor




Brasil tem 1.532 mortes e 25.262 casos de Covid-19

Imagem: Reprodução

Redação com Agência Brasil

De acordo com o boletim divulgado hoje pelo Ministério da Saúde, o Brasil registra 25.262 casos confirmados de covid-19. O número de óbitos chegou a 1.532.

Representantes do governo federal participaram nesta tarde (14) de coletiva de imprensa, no Palácio do Planalto, para atualizar dados e outras informações relacionadas às ações de combate à pandemia do novo coronavírus no Brasil.

Participaram os ministros da Casa Civil, Braga Netto, da Saúde, Henrique Mandetta, da Cidadania, Onyx Lorenzoni, da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes.

www.reporteriedoferreira.com.br      Redação com Agência Brasil




Decreto de João Azevêdo mantém comércio fechado por l5 dias na PB

O Estado vai ampliar por mais 15 dias o decreto de fechamento no comércio, que, inicialmente, iria até o próximo domingo (19). Agora, o fechamento irá até dia 03 de maio. A informação foi confirmada nesta terça-feira (14) pelo programa Arapuan Verdade.

O texto do decreto deverá permanecer igual, modificando somente a data de validade, se estendendo inicialmente por pelo menos mais 15 dias.

Na avaliação do Governo da Paraíba, os números no estado estão aumentando e há a necessidade de manter o isolamento.

Segundo o secretário de Saúde, Geraldo Medeiros, a previsão é a de que o pico do contágio, no Estado, ocorra entre os meses de abril e maio.

A data da publicação do decreto ainda não foi revelada. O gestor deve manter o rigor dos textos anteriores. Com isso, o confinamento deve ser respeitado em todas as cidades onde foram registrados casos até o momento.




Morre dom Aldo Pagotto com suspeita de coronavírus

O ex-bispo de Sobral e arcebispo emérito da Paraíba, dom Aldo di Cillo Pagotto, 72 anos, morreu nesta terça-feira, 14, em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com suspeita de Covid-19. O religioso, que travava luta contra o câncer desde 2017, teve grave insuficiência respiratória e foi transferido na segunda-feira, 13, do leito para uma UTI do Hospital da Unimed, no bairro São João do Tauape, em Fortaleza. O falecimento foi confirmado pelo padre Anízio Ferreira, superior local da Congregação dos Padres Sacramentinos.

Mais cedo, o padre Anízio Ferreira informou ao O POVO que dom Aldo Pagotto teve um “derrame pulmonar”. Como a situação se agravou, os médicos resolveram entubá-lo. “Ontem à noite a situação ficou delicada e se deu o procedimento”, afirmou.

Em nota, a Congregação dos Padres Sacramentinos havia comunicado também sobre a situação de dom Aldo Pagotto em relação ao câncer. O padre Marcelo Silva, superior provincial da ordem católica, revelou que “nos últimos exames foi constatado que o linfoma retornou com nódulos no fígado e no pulmão. Já foram realizadas duas sessões de quimioterapia. Foram realizados também os procedimentos indicados no caso e administração de plaquetas”.

O arcebispo emérito da Paraíba, que morava na paróquia de São Benedito, em Fortaleza, estava desde 2017 enfrentando o câncer. Segundo o padre Anízio Ferreira, a “primeira batalha” deu-se na próstata. Em seguida no intestino grosso e, agora, no fígado e pulmão. “Ele é um grande guerreiro, um grande missionário”, afirmou. Dom Aldo, até o dia 18 do mês passado estava celebrando missa, todos os dias, internamente na Congregação.

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Governo discute reduzir duodécimo dos poderes; TJ avisa que Judiciário não suporta

O secretário de Estado da Fazenda, Marialvo Laureano, disse nesta terça-feira (14) que o Governo da Paraíba está discutindo a possibilidade de redução do repasse do duodécimo para os demais poderes do Estado por causa da crise provocada pela pandemia do coronavírus. Dessa forma, o governo paraibano tenta dividir com o Judiciário e o Legislativo parte do impacto da redução de receitas em razão da covid-19.

Segundo Marialvo, essa será uma decisão do governador João Azevêdo após conversar com os presidentes dos Poderes.

“O que eu posso dizer é que outros estados já o fizeram”, disse em entrevista à Rádio Arapuan, lembrando Pernambuco e Rio Grande do Norte, que promoveram a diminuição nos repasses.

“Estamos economizando. Todo o custeio está sendo economizado para que os recursos sejam todos realocados para o combate à pandemia. Os outros poderes também estão trabalhando em home office. Há uma redução sim, nos custeios. A lógica é que eles também possam ajudar reduzindo o duodécimo”, declarou.

Marialvo acrescentou que o duodécimo repassado aos demais poderes no estado acontece em situação de normalidade econômica, o que não está acontecendo agora, na atual situação de pandemia.

“O duodécimo calculado para os poderes, ele foi calculado, os valores, com base na normalidade, como se o estado tivesse recebendo suas receitas normalmente. E nós vamos ter uma queda agora, em abril, que varia entre 35 e 40% e no próximo mês de maio pode chegar até 70%”, revelou.

O presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Márcio Murilo,  avisou que o Poder Judiciário não suporta redução de receitas e que vai explicar ao governador João Azevêdo, no momento oportuno, como o Judiciário já vem contribuindo com a redução de receitas e de custos no Estado.

Disse que o Judiciário Paraibano recebe um dos menores duodécimos no país. “O nosso Tribunal já não suporta redução do duodécimo. Nós passamos quatro anos com o orçamento, com o duodécimo congelado. Já estamos com redução de receita, já que as custas judiciais estão caindo, e o governo do estado, durante os últimos anos, sempre teve acréscimo de arrecadação e o Tribunal de Justiça não vinha recebendo os aumentos, proporcionalmente, de receita. Agora, não suportamos ter redução do duodécimo. já fizemos todo o enxugamento possível”, declarou Márcio Murilo.

O presidente da Assembléia Legislativa da Paraíba (ALPB), deputado Adriano Galdino, disse que o debate sobre a redução do duodécimo ainda não chegou à Assembleia, mas disse que se chegar vai conversar com o governador e com os demais integrantes dos outros poderes.

“Acreditamos que o repasse seja normal esse mês. Mas estamos prontos para dialogar com o governo e com os outros poderes também, para que a gente possa encontrar uma solução que possa atender a todos”, disse.




Conciliação na Justiça garante empregos de profissionais de transportes coletivos na Capital 

Uma audiência de conciliação por videoconferência resultou na garantia de centenas de empregos de motoristas nas empresas que atuam no transporte coletivo de João Pessoa. A audiência foi conduzida pelo presidente do Tribunal do Trabalho da Paraíba (13ª Região), desembargador Wolney Cordeiro, com a participação do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros no Município de João Pessoa (Sintur-JP), da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Nordeste, com sede em Salvador, Bahia, e do Ministério Público do Trabalho, representado pelo procurador Márcio Roberto de Freitas Evangelista.

O dissídio coletivo buscou a negociação coletiva com a categoria dos trabalhadores com a finalidade de preservar os empregos, nos termos da Medida Provisória Nº 936 de 1º de abril de 2020. Foi interposto pelo Sintur-JP e os motoristas foram representados pela federação interestadual visto que o sindicato local, em João Pessoa, que representa a categoria, está com sua eleição sub judice, não havendo, portando, definição em relação à sua representatividade.

Diante da paralisação das atividades dos transportes coletivos na cidade de João Pessoa em função da pandemia da Covid-19, as empresas de transportes coletivos alegaram a impossibilidade da continuação de pagamento dos direitos trabalhistas dos seus motoristas tendo em vista a suspensão quase total de sua receita.

Garantia dos empregos
A audiência se prolongou por quase todo o dia e foram ajustadas cláusulas e adequada a suspensão dos contratos de trabalho dos motoristas em função das diretrizes fixadas pela MP Nº 936. A suspensão dos contratos de trabalho foi regulada pelo período de dois meses. Ficou ajustada, ainda, a concessão de prazo para pagamento dos valores devidos até a paralisação das atividades que não tenham sido quitadas na época oportuna por falta de faturamento por parte das empresas.

“O ajuste firmado perante a Presidência do TRT da Paraíba no âmbito do dissídio coletivo, com a concordância do Ministério Público do Trabalho, entre o sindicato das empresas e a federação representando os trabalhadores cumpriu sua finalidade maior, já que garantiu os empregos dos trabalhadores nas empresas que atuam no transporte coletivo de João Pessoa”, disse o desembargador Wolney Cordeiro.




Faca fica encravada nas costas de criança de 10 anos, Polícia prende homicida

Faca fica encravada nas costas de criança de 10 anos atingida em agressão

Faca fica encravada nas costas de criança de 10 anos atingida por vizinho; suspeito foi preso

A Polícia Militar prendeu, em flagrante, o suspeito de esfaquear pelas costas o vizinho, um menino de apenas 10 anos de idade. O crime aconteceu na manhã desta terça-feira (14), no assentamento Acauã, zona rural da cidade de Aparecida, no Sertão da Paraíba.

Os policiais receberam informações sobre o crime através do Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) do 14º Batalhão e foram rapidamente até o local, onde localizaram o suspeito. A vítima tinha sido socorrida por vizinhos para o Hospital Regional de Sousa e estava com a faca cravada nas costas.

O homem foi apresentado na delegacia de Polícia Civil, na cidade de Sousa. Os familiares dele disseram que ele sofre de problemas mentais, o que deve ser investigado.

Polícia prende suspeito de matar filho de policial

A Polícia Civil da Paraíba, através do trabalho investigativo desenvolvido pela Delegacia de Crimes Contra a Pessoa (homicídios) da Capital, prendeu em flagrante na manhã desta terça-feira (14), em João Pessoa, um homem de 23 anos suspeito de ter efetuado o disparo que culminou com a morte do filho de um policial em julho do ano passado. O filho do agente da Polícia Civil trabalhava fazendo som em festas. Na volta de uma dessas festas, em julho do ano passado, ele foi assassinado.

O homem foi preso no bairro de Monsenhor Magno, popularmente conhecido como “muçumago”, próximo ao Valentina Figueiredo, na zona sul. “No momento da abordagem na casa do suspeito encontramos o mesmo manuseando uma arma, que também foi apreendida, e que caracterizou a prisão em flagrante”, disse o delegado Carlos Othon, titular da Delegacia de Homicídios da Capital.

Segundo o delegado, o preso é o principal suspeito de ter puxado o gatilho e ser o executor do crime. “Ele vinha sendo investigado há um bom tempo e nós fomos cruzando os dados até chegarmos à sua localização e realizarmos a prisão. As diligências se intensificaram durante a madrugada e no início da manhã cercamos a casa onde ele se encontrava, inclusive conseguimos flagrá-lo no exato momento em que ele estava com um revólver calibre 38 em mãos e municiado”, relatou Carlos Othon.

As investigações apontaram ainda para outros crimes praticados pelo suspeito. Ele tinha um mandado de prisão em aberto por outra situação. “Ele é investigado por vários homicídios praticados em João Pessoa, inclusive um deles foi a morte de um outro rapaz, conhecido como Darlan, que ocorreu no João Paulo II no ano passado e teve grande repercussão na mídia, pois foi um crime com dezenas de tiros e pistolas de vários calibres diferentes

 

 




Demissão como consequência da pandemia do coronavírus já é realidade na Paraíba

Demitidos esperam até 40 dias para agendar seguro desemprego na Paraíba

Demissão como consequência da pandemia do coronavírus já é realidade para vários paraibanos. O seguro desemprego garante o sustento por alguns meses, mas quem precisa do serviço enfrenta, além da demissão, outro problema: a longa fila para dar entrada no beneficio. Com o isolamento social, o Sine Paraíba e a Superintendência do Trabalho suspenderam o atendimento presencial, serviço que é oferecido atualmente apenas pelo Sine João Pessoa.

A espera chega a ser superior a um mês. A maior parte dos demitidos que têm procurado o Sine-JP para dar entrada no benefício estava empregada em restaurantes, estabelecimentos que tiveram que fechar as portas em virtude da pandemia. O comércio também está na lista do maior número de demissões, além de setores da indústria.

“É um efeito negativo da quarentena, mas algo que já era esperado. Nós estamos tentando fazer a liberação desse benefício porque ele vai garantir a sobrevivência desses trabalhadores por alguns meses”, disse o coordenador do Sine-JP, Adênio de Lima Neto.

Segundo ele, antes da pandemia o Sine-JP liberava em média 150 seguros desemprego por mês, porém, com o fechamento do Sine-PB e Superintendência do Trabalho, o número saltou para 40 por dia. “A demora é um problema que está acontecendo. Até sexta-feira o único órgão que estava agendando presencialmente o seguro desemprego era o Sine João Pessoa. Há uma fila de espera grande”, explicou.

O agendamento no Sine-JP é feito de forma exclusiva pelo e-mail segurodesemprego.sinejp@gmail.com ou telefone (83) 98603-5125.

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