Justiça não acata pedido de adiamento das eleições municipais de 2020
O pedido foi do senador Major Olímpio (PSL-SP) em razão da pandemia do novo coronavírus no Brasil.
TSE negou adiamento das eleições 2020 (Foto: Reprodução)
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou o pedido de adiamento das eleições municipais de 2020. O pedido foi do senador Major Olímpio (PSL-SP) em razão da pandemia do novo coronavírus no Brasil.
A presidente da Corte, ministra Rose Weber relatou que o prazo é estabelecido por lei e qualquer alteração feita judicialmente extrapola os limites de atuação da Justiça Eleitoral. Ainda de acordo com ela, o Tribunal entende ser possível ainda a realização das eleições no prazo estabelecido.
Apesar da pandemia, o TSE vem cumprindo o calendário eleitoral. No dia 4 de abril, data que marca seis meses antes do pleito, foi concluído o período para que novas legendas, que participarão das eleições, registrassem seus estatutos no TSE. Nesta data, se encerrou também o prazo de filiação de candidatos, que devem ter o domicílio eleitoral na circunscrição em que desejam disputar o pleito em outubro.
Veja a decisão
TSE não pode alterar calendário eleitoral
TSE tem se manifestado sobre a questão desde o mês passado, afirmando que a Justiça Eleitoral não tem o poder de alterar o calendário eleitoral.
“Esses prazos não estão à disposição do TSE, eles constam da legislação federal”, disse o ministro Luís Roberto Barroso, que assume o comando do TSE em 19 de maio e deve estar à frente da Justiça Eleitoral durante a realização do pleito nos municípios.
No último dia 6 de abril, foi criado um grupo de trabalho para projetar impactos da pandemia do novo coronavírus na realização das eleições de 2020.
Para que as eleições sejam adiadas, é necessária uma emenda na Constituição. Uma proposta com esse teor foi apresentada pelo senador José Maranhão (MDB-PB). Porém, alterações no calendário eleitoral devem respeitar o princípio de anualidade, segundo o qual mudanças na legislação eleitoral somente entrem em vigor se aprovadas até um ano antes do pleito. A regra visa dar segurança jurídica e impedir alterações casuísticas nas regras legais.
Ministro Mandetta poderá ser substituída por médica paraibana no Ministério da Saúde
A oncologista, que é natural de Sousa, no Sertão da Paraíba, atua na Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério.
Maria Inez Gadelha teria o apoio da bancada federal da Saúde (Foto: Reprodução)
A médica paraibana Maria Inez Pordeus Gadelha é cotada para assumir o Ministério da Saúde no lugar de Henrique Mandetta, segundo matéria publicada nessa quarta-feira (15) pela Folha de S. Paulo.
A oncologista, que é natural de Sousa, no Sertão da Paraíba, atua na Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério e, de acordo com a matéria, conta com o apoio da bancada federal da Saúde.
A opção por Maria Inez seria uma solução caseira para a substituição do ministro, que tudo indica que deve ocorrer em breve.
Ainda de acordo com o texto, o médico Otávio Berwanger tem a simpatia de Jair Bolsonaro. O nome do secretário-executivo da Saúde, João Gabbardo, também foi cotado como uma solução caseira, mas entrevista coletiva nessa quarta-feira (15), ele afirmou que deixaria o cargo caso Mandetta seja exonerado. ”Entrei com ele e saio com ele”, disse.
Presidente da CMJP João Corujinha ( PP ) comemora ingresso de líderes políticos no partido
Recém filiado ao Progressistas na Paraíba, o presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, João Corujinha também comemorou os ingressos dos ex-prefeitos Chico Franca e Cícero Lucena na legenda.
– Nós temos bons nomes no partido e, agora, chegou o ex-prefeito Chico Franco e o ex-prefeito Ciço, que já contribuíram muito pela nossa cidade. Eu acho que nós ganhamos muito nesse período agora – disse.
João Corujinha também destacou a filiação do vereador Mangueira.
Além dos novos nomes, o representante do PP lembrou ainda de quadros ativos na legenda, os vereadores Damásio Franca, que é presidente da Comissão de Finanças e Orçamento; Eliza Virgínia, 1ª secretária da Mesa Diretora; além de Helena Holanda.
Governador Azevêdo vai tornar obrigatório uso de máscaras na PB, projeto será enviado à Assembleia
O uso de máscaras será obrigatório na Paraíba. O governador João Azevêdo anunciou nesta quarta-feira (15) que vai enviar um projeto de lei à Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) tornando obrigatório o uso de máscaras para circular nas ruas. Quem não obedecer será multado.
“Vamos apresentar um projeto à Assembleia estabelecendo a obrigatoriedade do uso de máscaras, em locais públicos, sob pena, de não utilização, de aplicação de multa, como tá acontecendo em alguns estados no Brasil”, disse o governador.
“As pessoas precisam ter consciência de que é necessário se proteger e proteger os outros”, ressaltou o governador.
João Azevêdo disse que num primeiro momento será dado um prazo para que as pessoas possam adquirir ou fabricar sua máscara caseira, de tecido.
Sobre as multas para quem não utilizar a máscara, o governador não detalhou como será feita a fiscalização.
2ª etapa da campanha de vacinação em João Pessoa, começa nesta quinta ( 16 )
A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) inicia, nesta quinta-feira (16), a segunda etapa da Campanha de Vacinação contra a influenza. Na primeira etapa, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) bateu recordes de vacinação. Agora, seguindo a mesma estratégia de oferecer a vacina em 68 ginásios e três pontos de ‘drive thru’, além de um ponto extra criado exclusivamente para esta fase, na Gauchinha, a campanha vai atender o público de profissionais das forças de segurança e salvamento, caminhoneiros, motoristas de transporte coletivo, pessoas com doenças crônicas, pessoas privadas de liberdade, profissionais do sistema prisional e adolescentes e jovens de 12 a 21 anos que cumprem medidas socioeducativas.
Além de atender ao público-alvo da segunda etapa, esta fase da campanha também dará oportunidade aos idosos e trabalhadores da saúde que ainda não conseguiram se vacinar. Já foram imunizados, durante a primeira etapa, 92,39% dos idosos, enquanto que 89,24% das pessoas que trabalham na área da saúde. Este segundo grupo também pode se vacinar no Centro Municipal de Imunização (antigo Lactário da Torre).
Para esta nova fase, a SMS já recebeu 18.330 doses da vacina para iniciar a campanha na quinta-feira. O atendimento nos ginásios será de 12h às 16h. No ‘drive thru’, que acontece no Parque da Bica e nos estacionamentos dos Shoppings Manaíra e Mangabeira, a vacinação acontece de 8h às 16h.
“Vamos dar continuidade à estratégia de vacinar a população em espaços mais amplos como os 68 ginásios e três pontos de drive thru como forma de não gerar aglomerações, tendo em vista a importância dos cuidados preventivos frente à pandemia do novo coronavírus. E como nesta etapa, os motoristas de caminhão fazem parte do público-alvo, também montamos um ponto extra de vacinação na Gauchinha, para servir de referência para o atendimento destes profissionais”, afirmou o chefe da seção de Imunização de João Pessoa, Fernando Virgolino.
Para se vacinar, os caminhoneiros, motoristas de transporte coletivo e portuários, devem apresentar o contra-cheque da empresa em que trabalham, ou a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias C, D ou E. Os profissionais da segurança e salvamento também devem comprovar o vínculo para serem imunizados. Os funcionários do sistema prisional, a população privada de liberdade e adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas, já possuem estratégia de vacinação nos locais de referência para estes públicos.
No caso das pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, para ter direito à vacina, elas devem apresentar prescrição médica especificando o motivo da indicação da vacina, ou outro documento que comprove a doença crônica que o usuário possui.
Câmara aprova ajuda de R$ 89,6 bi a estados e municípios para combate à Covid-19
Texto prevê seguro contra perdas na arrecadação de ICMS, ponto criticado por ministro da Economia. Só líder do governo orientou voto contrário
Agência Brasil
Projeto estabelece auxílio financeiro durante seis meses pela perda das receitas com impostos
Em derrota para o governo, a Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira o texto-base do projeto de lei para ajudar estados e municípios a combaterem a crise do coronavírus . O texto tem impacto estimado de R$ 89,6 bilhões, mais que o dobro do oferecido pelo Tesouro Nacional, e não prevê congelamento de salários como contrapartida, como queria a equipe econômica.
A proposta foi aprovada por 431 votos a 70 e agora precisa ser analisada no Senado. O líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO) — único a orientar contra a proposta — disse que vai sugerir que o presidente Jair Bolsonaro vete trechos do texto, por recomendação do ministro da Economia, Paulo Guedes.
“O governo vai atuar no Senado para modificar (a proposta). Existe a possibilidade concreta de o presidente avaliar a possibilidade de veto. Essa discussão ainda vai continuar.”
O principal ponto da proposta é a previsão de repasses federais para compensar governos locais por perdas na arrecadação, medida criticada pelo governo. Só esse trecho tem impacto estimado de R$ 80 bilhões, segundo cálculos do relator da proposta, deputado Pedro Paulo (DEM-RJ).
O valor é mais que o dobro que o previsto pelo governo, que admitia repassar algo entre R$ 32 bilhões e R$ 40 bilhões. Os outros R$ 9,6 bilhões seriam da suspensão da dívida com bancos públicos, trecho com o qual a equipe econômica concorda.
Guedes é contra compensar arrecadação
Mais do que criticar o valor do programa propriamente dito, o ministro da Economia, Paulo Guedes é contra o mecanismo elaborado pelos deputados para auxiliar os entes federados. A maior crítica é atrelar os repasses à queda na arrecadação de impostos. Guedes disse ao GLOBO que a ideia é uma “irresponsabilidade fiscal e incentivo perverso”, por permitir que gestores locais sejam menos cuidadosos com suas finanças.
O texto prevê que o Tesouro compensará governos locais pelas perdas na arrecadação de ICMS (dos estados) e do ISS (dos municípios). Caso seja aprovada no Senado, a garantia será concedida por seis meses, entre abril e setembro, com repasses mensais feitos pela União.
O custo do programa aprovado nesta segunda é menor do que a versão que chegou a ser analisada semana passada. Segundo o Tesouro, o impacto daquela versão chegaria a R$ 222 bilhões.
O impacto reduzido é resultado de um acordo parcial, em que o relator atendeu a alguns pedidos do Executivo, como a retirada do aval para empréstimos com garantia da União, que teria impacto de R$ 55 bilhões. Também ficou de fora a suspensão das dívidas com a União, já concedida pelo Supremo Tribunal Federal.
Só líder do governo orienta contra
A proposta, relatada pelo deputado Pedro Paulo (DEM-RJ), foi a terceira adaptação de um plano de socorro aos governos locais, após quase duas semanas de impasse entre o Executivo e o Legislativo. Ao avançar com o texto, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), aumenta o desgaste com o ministro da Economia, Paulo Guedes.
A versão, no entanto, obteve amplo apoio das lideranças da Câmara. Todos os partidos orientaram a favor da proposta. Antes da votação, o líder do governo, Vitor Hugo (PSL-GO) criticou a medida e pediu voto contra.
“Não há qualquer intenção do governo de não ajudar estados e municípios, pelo contrário. Havia até uma possibilidade sinalizada pelo Ministério da Economia de aumentar o valor que o governo falou inicialmente. Mas, infelizmente a forma como vai ser distribuída, como foi colocada no substitutivo , recompondo ICMS e ISS, vai nos impedir neste momento de votar junto no mérito. Vamos orientar não”, disse o deputado, antes da votação.
Durante a votação, Maia enviou mensagem em uma lista de transmissão em que justificava a urgência da decisão. “Ninguém quer que o governo dê mais do que foi a arrecadação nominal. O que estamos propondo é que a União reponha o que estados e municípios perderam durante esta crise. A arrecadação caiu e as medidas têm de ser urgentes”, escreveu o presidente da Câmara.
Sem benefícios fiscais
Apesar de não ter incluído a previsão de suspensão de reajustes salariais, o relator incluiu um trecho que proíbe a concessão ou ampliação de benefícios fiscais. Ou seja, governadores e prefeitos não poderão usar o dinheiro extra para dar incentivos. As exceções são medidas emergenciais para pequenas empresas, como a que já foi aprovada para as companhias do Simples Nacional.
A proposta também proíbe que a receita extra seja usada para aumentar despesas “não diretamente relacionadas ao combate dos efeitos da calamidade” da Covid-19. Os gastos dos governos locais nesse período serão acompanhados por uma subcomissão formada por deputados e senadores, de acordo com o texto.
www.reporteriedoferreira.com.vr Por Agência O Globo
Riachão do Poço-Pb; Irmão de prefeita mata cunhado e comete suicídio
Um homicídio seguido de suicídio foi registrado nesta quarta-feira (15) em Riachão do Poço, município localizado a 60 quilômetros de João Pessoa.
De acordo com informações da polícia, por causa de uma dívida, um homem identificado apenas como Nelson, irmão da prefeita Maria Auxiliadora Dias do Rego (Cilinha), teria, assassinado a tiros o cunhado e em seguida se suicidou.
O crime aconteceu no início da tarde de hoje dentro da casa da gestora.
A Polícia Civil isolou o local e está investigando o caso.
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Arcebispo Emérito da Paraíba Dom Aldo morreu por coronavírus,diz exame
Arquidiocese de Fortaleza confirmou, nesta quarta-feira (15), que o sepultamento de dom Aldo de Cillo Pagotto, Arcebispo Emérito da Paraíba, ocorreu na tarde de hoje (15), na Cripta Sacramentina, no Santuário São Benedito, em Fortaleza. O resultado do exame para Covid-19 de dom Aldo deu positivo, segundo divulgado pela Arquidiocese.
A celebração não foi aberta ao público, ficando restrita à comunidade religiosa local dos sacramentinos, disse a Arquidiocese em nota.
Os retos mortais de Dom Aldo serão transladados para a Catedral Basílica Nossa Senhora das Neves, em João Pessoa, no tempo oportuno, disse Dom Delson, Arcebispo da Paraíba.
Dom Aldo morreu ontem após ser internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital da Capital cearense. Ele estava com câncer e também apresentada sintomas de infecção pelo novo Coronavírus.
Decretos de calamidade pública em municípios paraibanos são aprovados pela ALPB
A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou na manhã desta quarta-feira (15) novos decretos de Calamidade Pública e de emergência encaminhados por mais 41 municípios paraibanos em virtude da pandemia do coronavírus (Covid-19). Os deputados Cabo Gilberto (PSL) e Wallber Virgulino (Patriotas) votaram contra os decretos.
Na semana passada a ALPB aprovou 164 decretos de Calamidade Pública e de emergência encaminhados à Casa pelos municípios paraibanos, em virtude da pandemia.
Com a homologação dos novos decretos hoje, chega a 205 o número de cidades onde foi decretada calamidade pública.
Os projetos que reduzem o impacto social provocado pela pandemia do coronavírus.O estado de calamidade pode perdurar até o dia 31 de dezembro.
A aprovação dos decretos de calamidade pública vem acontecendo durante sessões extraordinárias, realizada de forma remota.
Operação’Xeque-Mate’; Vereadores de Cabedelo voltam a ser afastados
Os suplentes de vereadores de Cabedelo, Benone Bernardo da Silva (PRP), Josimar de Lima Silva (PRP), Janderson Bezerril de Brito (PSDB) e Jonas Pequeno dos Santos (PSDB) foram afastados novamente do cargo. Os quatro haviam sido reintegrados aos mandatos no último dia 7 de abril quando expirou o prazo determinado pela Justiça para o afastamento do grupo. Eles foram afastados na sexta fase da Operação Xeque-Mate, deflagrada no dia 4 de dezembro do ano passado, suspeitos de terem comercializado o apoio ao então prefeito Leto Viana num negociação que teria geradao pagamento vindo do superfaturamento do contrato com a empresa coletora de lixo do município.
O novo afastamento foi determinado hoje pelo juiz Henrique Jácome, titular da operação Xeque-Mate, em atendimento a um pedido formulado pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB). Assim, os suplentes estarão fora da Câmara por mais 120 dias, sem recebimento de vencimentos.
Para pedir a continuidade do afastamento, o Ministério Público alegou a existência de risco riscos para a investigação caso os suplentes beneficiados com o afastamento dos titulares na primeira fase da operação continuem no exercício do cargo. A direção da Câmara Municipal já foi notificada para cumprir a decisão.
Um homicídio seguido de suicídio foi registrado nesta quarta-feira (15) em Riachão do Poço, município localizado a 60 quilômetros de João Pessoa.
De acordo com informações da polícia, por causa de uma dívida, um homem identificado apenas como Nelson, irmão da prefeita Maria Auxiliadora Dias do Rego (Cilinha), teria, assassinado a tiros o cunhado e em seguida se suicidou.
O crime aconteceu no início da tarde de hoje dentro da casa da gestora.
A Polícia Civil isolou o local e está investigando o caso.
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